sábado, setembro 30, 2006

Agitação na Autarquia



Ao presidente, Fernando Seara já não lhe bastava o “complicómetro” entre a Liga e a Federação Portuguesa de Futebol, o(s) apito(s) dourado(s), os maus resultados do Benfica e agora ainda tem problemas na Câmara.
O Jornal Alvor de Sintra traz em “manchete” indicações a confirmarem-se faz pensar que existe alguma agitação na autarquia, e mesmo a CDU que nos dois últimos mandatos, tem estado em estado silencioso , parece ter despertado. Quanto ao PS, não parece estar em grande actividade por estes lados.......

Fernando Seara “encostado às cordas” por Marco Almeida
Marco Almeida, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra, colocou na passada quarta-feira o seu lugar à disposição, em reunião pública da Câmara Municipal realizada no Centro Cultural Olga Cadaval. Em causa está a orientação político/estratégica de que “Fernando Seara é único responsável”, alega fonte Social-democrata.
( Sexta-feira, 29 de Setembro de 2006
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Albergaria Bristol: Baptista Alves argumenta que “na minha opinião pessoal e da CDU, eu, não deveria ter entregue uma cópia (da queixa) ao Sr. Presidente da Câmara”
O vereador da CDU, Baptista Alves, recordou ao Alvor de Sintra, não existir “mais nada escrito na participação que foi feito ao Ministério Público, do que aquilo que já foi entregue ao Sr. Presidente da Câmara”. Desta forma, Baptista Alves, recusa a acusação de “falta de lealdade”, com que Fernando Seara o presenteou na passada reunião da Assembleia Municipal.
( Sexta-feira, 29 de Setembro de 2006 )
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Albergaria Bristol: Bloco de Esquerda defende que CDU utilizou caso da Albergaria Bristol para sair de uma “posição de desconforto”
André Beja, deputado municipal do Bloco de Esquerda, em conversa com o Alvor de Sintra, alegou que “a CDU utilizou a questão da antiga Albergaria Bristol para ter um «balão de ar» e sair de uma posição de desconforto, pelo acordo político alcançado à 5 anos atrás com Fernando Seara, um acordo contra natura!” assume. O deputado defende que Baptista Alves deve colocar o seu lugar à disposição nos SMAS.
( Sexta-feira, 29 de Setembro de 2006
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sexta-feira, setembro 29, 2006

quinta-feira, setembro 28, 2006

SINTRA EM NÚMEROS


As pessoas não são números, mas os números podem ajudar a entender melhor como vivem as pessoas, e recolhendo os indicadores relativos à situação sócio–económica (2005) de dois Concelhos vizinhos como Sintra e Cascais, poderemos verificar como vai a saúde Sintrense e do Sintrense.......


SINTRA EM NÚMEROS
Os dados da situação sócio-económica relativos ao ano de 2005

Comparação entre o Concelho vizinho de Cascais

Analfabetismo -Sintra 4,2% -Cascais 4,5% - média nacional »»»9%
Desemprego - Sintra 7,1 -Cascais 6,9 »»»»»»»»»»»»»»»»»»»» 6,8
Actividade - Sintra 56,4 –Cascais 53,1 »»»»»»»»»»»»»»»»»»»48,2

Médicos por mil habitantes:
Sintra -1,8 -Cascais –6,4 Média Nacional –3,2

Número de empresas sediadas:
Sintra – 34709 -Cascais-20731

Natalidade:
Sintra –14 filhos por mil habitantes Cascais- 13 filhos por mil habitantes

Indice de envelhecimento
Sintra- 62,8 -Cascais –98

458 automóveis por mil habitantes em Sintra e 600 em Cascais.

Bibliotecas Públicas
Sintra-19 -Cascais-29

Turismo(2006):
-Em Julho e Agosto de 2006 ,os Hotéis Tivoli superaram mais de 17,6 milhões de euros, ou seja, mais de 9,5 por centro do que no mesmo período do ano passado, afirmou o responsável pelo grupo Espírito Santo Turismo .
Nos resorts da Madeira e Algarve a taxa de ocupação foi maior, ultrapassando os 80 por cento, chegando o Tivoli Lagos a bater um record histórico de 90 por cento de ocupação. Os dois hotéis de Sintra chegaram aos 82 pontos percentuais.


Fontes -Jornal Expresso e Alvor de Sintra

quarta-feira, setembro 27, 2006

O eléctrico da Praia das Maçãs e o 5 de Outubro


(Foto:Pedro Macieira)

-Segundo informação da Câmara Municipal de Sintra A circulação do Eléctrico vai ser interrompida nos dias 13, 14, 15, 20, 21 e 22 de Outubro devido a mudança de instalações do Banzão para a Ribeira de Sintra. No entanto, excepcionalmente, irá funcionar a uma Quinta-Feira: a 5 de Outubro, Feriado Nacional. “

Com novas instalações do eléctrico , com o novo museu da Ciência e com uma nova rotunda , a Ribeira de Sintra renasce com uma nova imagem, sendo a solução rotunda uma solução que evita um cruzamento perigoso, e neste caso menos um ponto negro neste acesso a Sintra.Para este novo espaço deverá estar projectado área de estacionamento para os visitantes do futuro museu, de outro modo será complicado o acesso a este novo espaço de conhecimento.

terça-feira, setembro 26, 2006

Quinta da Regaleira

“..Seguindo a estrada (de Collares) , do lado esquerdo fica a Quinta da Regaleira, que , além da sua excellente agua, reputada a melhor de Cintra, tem uma vista admirável, e possue bellezas naturaes ,muito apreciaveis; as suas modernas construcções , em estylo manuelino, são dignas de se admirarem.
A Quinta da Regaleira, póde ser visitada todos os dias, com permissão do Sr, Dr. Carvalho Monteiro.”

Referência sobre a Quinta da Regaleira in “Guia do Viajante , em Portugal e suas colónias em Africa” de 1907

A quinta da Regaleira foi construída a partir da ultima década do séc.XIX , e os trabalhos finais decorreram durante o ano de 1912, por um homem, nascido no Brasil, e filho de pais portugueses, António Augusto Carvalho Monteiro,(Monteiro dos Milhões), estudioso de filosofia natural, com a colaboração de Luigi Manini , arquitecto italiano e coreógrafo no S.Carlos e também arquitecto do Palácio Hotel do Buçaco.
A Quinta da Regaleira obra de Manini e de Carvalho Monteiro ,está carregada de uma simbologia que sugere um ambiente esotérico e correntes de pensamento simbólico iniciático.

A Quinta da Regaleira é visitável durante todo o ano.

Foto: de um folheto da Fundação Cultursintra-CMS

26-09-2006

O regresso.....................................
(foto:Pedro Macieira)

domingo, setembro 17, 2006

Pelourinhos de Sintra


Ainda a questão dos pelourinhos, abordada em post anterior . José alfredo de Azevedo, (Obras de José Alfredo de Azevedo –IV)relativamente à substituição do pelourinho de Sintra na Vila,transcreve um testemunho oral, obtido por Mena Jr, que descreve a forma como era o pelourinho destruído:

“O pelourinho era muito alto, acabava em bico, onde tinha um ferro aguçado com quatro palmos , aproximadamente de altura.A columna era retorcida muito parecida com a janella do Paço da Villa que dá para o pateo de entrada.A meio da columna havia uma moldura em volta d’ella, onde estava fixe uma argola de ferro.Na base tinha três degraus.O bico da parte de cima do pelourinho era muito parecido como do pelourinho de Colares.O pelourinho estava ao cimo da Calçada do Rio do Porto, na Praça Velha, em frente do muro do cemitério da Misericórdia.”

Foto:Pelourinho de Colares


Este testemunho vem apoiar a tese de que a réplica do pelourinho que hoje existe em Sintra não corresponde ao original que foi destruído em 1854.

Pelourinho de Colares (Foto:retirada de Colares de Maria Teresa Caetano)

sábado, setembro 16, 2006

O pelourinho (contemporâneo) da Vila Velha

O pelourinho visto por Willian Burnett

O verdadeiro pelourinho construído no séc. XIV, em estilo manuelino , existiu na «Praça Velha» a seguir ao largo da Misericórdia, este pelourinho foi destruído á marreta e a tiro de pólvora pelo ferrador Lino José dos Reis, com autorização da Câmara em 1854 .
Em 1940 em sessão da Câmara,foi deliberado fazer a reconstituição do pelourinho.Foi encarregado do trabalho o escultor sintrense José da Fonseca que se baseia num desenho de P.Blanchard, mas que é diferente de uma gravura de Willian Burnett com o pelourinho, não sendo certo portanto que o pelourinho reconstruído ,tenha semelhanças com o modelo original.
O actual pelourinho (Foto:Pedro Macieira)
Neste momento Sintra tem um pelourinho , que terá muito pouco a ver com o original , tanto no local como na forma.

sexta-feira, setembro 15, 2006

FIGURAS DO MUCIFAL II


Capa do LP gravado em Janeiro de 1984

Não tendo conhecido José Fernandes Badajoz, é difícil escrever alguma coisa que não fosse já dita, ou escrita sobre este filho ilustre da freguesia de Colares ,ainda hoje tão lembrado com saudade pelas gentes do Mucifal. José Fernandes possuidor de uma óptima voz, interpretava os seus poemas e as sua músicas, animando festas de beneficência , carnavais, e as marchas populares desta freguesia. Abandonando uma carreira musical que poderia ter-lhe trazido muito sucesso, preferindo manter-se ligado à sua terra.

Em artigo publicado na revista "Sintra Regional", Graça Pedroso ,que o conheceu pessoalmente presta um Tributo ao Poeta e Cavador, “De uma coerência invulgar, foste herói como poucos quando, já estrela da rádio e admirado pelos maiores artistas da época, optaste pela família e pelas tuas raízes, trocando o conforto e as mordomias dessa outra vida pela simplicidade da tua vida e da nossa comunidade.”
Tendo um LP gravado , que na contracapa responde à pergunta –Quem é José Fernandes?” (...)José Fernandes deixa-se de tal modo seduzir pelo campo que nem a ARTE com todo o fascínio, consegue arrancá-lo do seu Mucifal.Dá-se integralmente ao campo e à sua magia.Nos seus poemas que os abriga e os embala como a mãe, presente sempre a vida simples, pura e e honrada do CAVADOR, o seu primeiro POEMA, o seu POEMA de sempre, a sua Bandeira, o seu Hino, o seu Sol até ao último dia.”
Mucifal, a sua terra atribuíu o seu nome a uma rua, com as obras do largo da Capela do Mucifal espera-se a homenagem merecida, o busto do “POETA CAVADOR”como maior agradecimento àquele que pela sua simpatia e simplicidade granjeou de todos um admiração e uma saudade profunda.

quinta-feira, setembro 14, 2006

FIGURAS DO MUCIFAL

Francisco Canadas -postal antigo finais do séc.XIX

José Alfredo da Costa Azevedo no Volume -Litoral e Planície Saloia-divulga o nome e imagem do” primeiro homem que vendeu fruta na Praia das Maçãs – o Francisco Canadas – que era do Mucifal.” Traçando um curioso retrato deste Mucifalense dos finais do século XIX:

“vestindo retintamente à saloia:barrete de borla, colete desabotoado sobre a camisa e a tradicional cinta a segurar as calças e a aconchegar a barriga, tal como usava o Prego*; cesto no braço esquerdo. E a, completar o «quadro»,o rosto ornado por fartas suíssas(...)e, assente no ombro, a sua enxada, que, pelo aspecto, mostra o pouco tempo esteve num canto da adega e, antes pelo contrário, indica que removeu muita terra”

*Manuel Prego: Um dos primeiros edificadores da então Vila Nova da Praia da Maçãs, onde se instalou com uma taberna-Post relacionado

quarta-feira, setembro 13, 2006

Regresso ao Século XIX, no Parque da Pena

Convento da Pena 1850

Uma recente iniciativa da Sociedade Parques de Sintra – Monte da Lua, possibilita percorrer o Parque da Pena de charrete . O Parque da Pena obra notável de D.Fernando II, e da Condessa D’Edla, é composto por uma grande diversidade de espécies botânicas. D.Fernando importou de diversos continentes espécies de flores e plantas que em conjunto com as sequóias, as magnólias e as cameleiras criam toda uma atmosfera romântica, envolvendo neste imenso jardim o Palácio da Pena e também o agora destruído Chalet da Condessa D’Edla.
( Foto:Pedro Macieira)

O passeio inicia-se pela Entrada dos Lagos, passando de seguida ao Jardim da Rainha,construído especialmente para D.Maria II. A Fonte dos Passarinhos datada de 1835, inspirada na estética árabe a Tuia gigante (uma árvore imponente com cerca de 150 anos),e o Jardim das Camélias são alguns dos marcos deste percurso ,de cerca de 40 minutos, sempre envolvido pelo chilrear característico dos pássaros, habitantes privilegiados daquele idílico lugar.

Contacto para visitas ao Parque :
Preço 35 Euros por charrete
Parques Sintra –Monte da Lua, Parque da Pena
Telefone 21 923 73 00

Post relacionado- A Condessa D’Edla

A Comissão de Utentes da Linha de Sintra contesta pagamento de Parques de estacionamento junto às estações da CP.


A Comissão de Utentes da Linha de Sintra está contra os parqueamentos taxados junto às estações da CP. O último parque a abrir portas foi o de Rio de Mouro e em declarações ao Alvor de Sintra, o porta-voz da comissão defende que esta "é mais uma medida que não incentiva a utilização dos transportes públicos" causando "graves problemas financeiros e ambientais para o país". -in jornal digital Alvor de Sintra

Ao referir-se ao descontentamento dos utentes com esta política de parqueamento automóvel, a Comissão aponta o dedo ao Governo por não fomentar "uma verdadeira política de incentivo ao uso de transportes públicos". Segundo Rui Ramos os parques deviam ser mais, com mais lugares e gratuitos para quem fosse possuidor de título de transporte ferroviário válido.Neste contexto, o porta voz da comissão denuncia o número “insuficiente” de lugares previstos para a futura estação do Cacém, 350, que, no seu entender será "absolutamente insuficiente para uma utilização estimada por 25 mil pessoas por dia"...

ler artigo integral no Alvor de Sintra

terça-feira, setembro 12, 2006

O CASINO DE SINTRA

Foto de época do Casino

O Casino de Sintra foi construído sob projecto do arquitecto Norte Júnior, em 1922-24, como Casino durou pouco, posteriormente foi ocupado por um Liceu, pela Repartição de Finanças de Sintra, e nos últimos anos pelo Museu de Arte Moderna, onde tem estado em exposição parte da colecção Berardo.

Curiosamente as obras do Casino de Sintra, foram iniciadas sem licença e sem que tivesse sido apresentado na Câmara qualquer projecto.Por tal motivo foi aplicada uma multa, que a empresa pagou.Era no Casino que se realizava os ensaios do Orfeão de Sintra, que chegou a ter duzentos elementos Foi seu regente o maestro Luis Silveira. O Orfeão de Sintra terminou precocemente em 1926 ou 1927.

(Foto:Pedro Macieira)


Nos últimos anos o velho Casino da Estefânia tornou-se um Museu de Arte Moderna. Neste momento com a partida da colecção Berardo para o Centro Cultural de Belém, qual será o futuro daquele belo espaço?


Fonte: Obras de José Alfredo Azevedo I -Bairros de Sintra

segunda-feira, setembro 11, 2006

EFEMÉRIDE 9/11


A notícia que 5 anos depois de 11/9/2001, o Mundo está mais seguro, é manifestamente exagerada.................

domingo, setembro 10, 2006

LENDAS E NARRATIVAS

Imagem retirada da página de Internet da Alagamares

As lendas, narrativas passadas de geração em geração,normalmente pela via oral, são também elas testemunhos que chegaram até nós transportando explicações tradicionais de factos e das origens de nomes porque hoje designamos algumas localidades.A lenda de Galamares associada ao mar como a lenda de Colares ,ambas ligadas ao Rio das Maçãs, explicam os efeitos que o mar teve e tem ainda para esta região.

Maria Teresa Caetano em “Colares” menciona a versão tradicional da origem da designação “O nome de Galamares, pequena aldeia banhada pela ribeira de Colares (Rio das Maçãs) e que se encontra já mencionada no foral Afonsino de Sintra, derivará do topónimo Alaga-mares, uma vez segundo a tradição, as maré vivas oceânicas sentiam-se ali e faziam transbordar as águas do ribeiro."*

*Cfr.Juromenha,1838 p.150;Boléo,1973 p.47.segundo Machado(1984,II,pp.658-686)a origem do topónimo Galamares-cuja forma antiga (em 1154)era Galamar-não se encontra devidamente esclarecida.Poderá querer dizer «lugar onde há galamas (conchas)» ou então, formou-se a partir do genitivo antroponímico de origem germânica, composto de * walla de waljan, “eleger”, mar, “cavalo,”

Fonte :”Colares” de Maria Teresa Caetano

sábado, setembro 09, 2006

PRAIA DA ADRAGA

(Foto:Pedro Macieira)
A Praia da Adraga uma das mais bonitas praias da nossa região foi considerada em 2003 uma das 20 melhores praias europeias, na opinião dos leitores e jornalistas do The Sunday Times, jornal britânico de grande circulação. Mas a Praia da Adraga surgia citada num honroso terceiro lugar , sendo a única praia portuguesa a aparecer na lista dos leitores do jornal inglês.

Para esta classificação (Agreste, selvagem, de um azul intenso....simplesmente bela) dos visitantes britânicos, que terão a mesma opinião dos muitos utilizadores daquele magnifico local, terá contribuido a beleza envolvente, como o rochedo em forma de arco que mergulha no mar, as falésias e a gruta. Na maré baixa pode-se passar para a Praia do Cavalo e subindo a falésia pode-se admirar o Fojo, uma cratera natural que permite observar o mar daquele ponto elevado ou a Pedra de Alvidrar, local preferido de pescadores.
Imagem obtida através de Google EarthO Jornal Público define deste modo as características da Praia :

Acesso pela estrada: Sim
Estrada: Estrada da Adraga,mun.nº1273 Distância da estrada: 0 metros
Parque de estacionamento: Sim
Praia marítimaComprimento e largura da praia com maré alta (em metros): 30 x 400 Comprimento e largura da praia com maré baixa (em metros): 70 x 400 Areia branca
Bandeira azul: Sim
Surf: SimWindsurf: Não
Temperatura média da água no Verão: 18 Temperatura média da água no Inverno: 14
Praia vigiada/sinalizada = Sim
Nadador-salvador: Sim
Embarcações de patrulha: Não
Postos de vigia: Não
Praia vigiada por capitania: Sim
Restaurantes na praia: Sim
Restaurantes na estrada: Não
Cafés na praia: Sim
Cafés na estrada: Não
Cabines de madeira: Não
Cabines de lona: Sim
Guarda-sóis: Não
Aluguer de cadeiras: Não
Voleibol: Não
Futebol: Não
Alojamento: Não
A praia da Adraga está inserida na área do Parque Natural de Sintra-Cascais

Curiosidade sobre a Praia das Adraga
Piquenique clandestino de anti-fascistas do I.S.C.E.F acompanhados pelo Prof.Bento de Jesus Caraça na Praia da Adraga em 1937, local escolhido por ser pouco conhecido e de acessibilidade dificil nesssa época e, portanto, aconselhado nas condições de clandestinidade em que militavam.

(Foto obtida na página da Internet Bento de Jesus Caraça
Saber mais sobre o Professor Bento de Jesus Caraça-pressionar

sexta-feira, setembro 08, 2006

O Consórcio Teixeira Duarte/Epos, a Refer e os utentes da CP sem ver passar os combóios......pelo túnel

Afinal de 2011 , em dois dias passou para 2007.........o término das obras do túnel do Rossio.Parece que as empresas como a “Teixeira Duarte/Epos” para ganhar os concursos públicos, diminuem os prazos (reais)da conclusão das obras, nas propostas que apresentam. Com o concurso ganho,vão arrastando o término da obra , criando assim as derrapagens orçamentais tão nossas conhecidas , e deste modo conseguem os seus intentos ganhar o concurso e ganhar em metal sonante.............sem grandes protestos dos” poderes” que lhes continuam a pagar .

Estação da CP de Sintra (Foto:Pedro Macieira)

Vale a pena ler o artigo publicado no Correio da manhã de ontem:
"Em anterior proposta, o consórcio avançou com a necessidade de mais cinco anos de trabalhos para a conclusão da obra no valor orçamentando de 31,7 milhões de euros. A Rede Ferroviária Nacional (Refer) recusou, contudo, tal prolongamento das obras e anunciou, a 28 de Agosto último, que rescindia com o consórcio que fora por si escolhido. Um dia depois, o consórcio divulgava que recusava deixar a obra, classificada de carácter urgente. A Teixeira Duarte/Epos apresentou, então, uma nova solução em que acredita concluir a obra em mais um ano. Perante este prazo, a Refer decidiu suspender por um mês a rescisão para a Teixeira Duarte/Epos apresentar nova inciativa. Assim, a Teixeira Duarte deverá “explicitar e fundamentar os planos de trabalho e financeiros a que expressamente se vincula”.

Ver artigo integral do Correio da Manhã
Post relacionado : Sem luz ao fundo dos túneis

quinta-feira, setembro 07, 2006

G.P. VINHOS DA ESTREMADURA

(Foto:Pedro Macieira)
(Foto:Pedro Macieira)

Hoje de manhã Colares esteve mais agitada. Iniciou-se aqui,em plena Adega Regional, a prova de ciclismo” Grande Prémio Vinhos da Estremadura”. Esta prova decorre entre hoje e dia 10 de Setembro, passando por Alcobaça, e Marinha Grande dia 8, Caldas da Rainha e Bombarral dia 9 ,terminando em Alenquer no próximo dia 10.

quarta-feira, setembro 06, 2006

SEM LUZ AO FUNDO DOS TÚNEIS!

Uma notícia sobre o túnel do Rossio lançou alguma angústia nos cerca de 65 mil utilizadores da linha de Sintra que utilizavam o destino da estação do Rossio, pois segundo a notícia do "Diário de Notícias" a empresa que tem a obra chegou agora á conclusão que os trabalhos irão continuar até 2011........

"O encerramento do Túnel do Rossio, desde o final de Outubro de 2004, afectou cerca de um terço dos passageiros que diariamente circulam pela linha de Sintra, ou seja, 65 mil num universo de 210 mil, de acordo com dados avançados ao DN pela CP. Segundo Rui Ramos da Comissão de Utentes da Linha de Sintra, citado pela Lusa, estes passageiros perdem meia hora no transportes alternativo."

E o D.N. adianta que "Na terça-feira, a Refer - Rede Ferroviária Nacional anunciou a intenção de rescindir o contrato com o consórcio Teixeira Duarte Epos para a reabilitação do Túnel do Rossio, obra que pela adjudicação feita no ano passado deveria estar concluída este mês. A Refer invoca um "lamentável conjunto de correcção e incumprimentos", que passam pela deficiente execução dos trabalhos e o repetido desrespeito por ordens dadas pela dona de obra em relação a procedimentos que colocaram em causa os prazos de execução. A gota de água foi o pedido do consórcio para nova prorrogação do prazo, desta vez para Novembro de 2011, ou seja mais de cinco anos de atraso."

Outro túnel inacessível é o malfadado túnel das Amoreiras que complica a vida a milhares de utentes do IC19 e não só, que pretendem nos ultimos anos chegar a Lisboa.

Ler noticia integral no D.N.-pressionar

terça-feira, setembro 05, 2006

A nova escada Magirus dos Bombeiros de Colares II


(Foto:José Miragaia Tomás)

Com a prestimosa colaboração de José Miragaia Tomás , aqui fica a foto do veículo mencionado, em post anteriormente publicado -A nova escada Magirus do Bombeiros de Colares -num desfile na Avenida da Liberdade em Maio de 1995 e um esclarecimento ,apesar da noticia do Diário de Noticias mencionar que a auto escada era Magirus , não é de facto é um chassi Mercedes Benz mod322 e a escada mecânica é Metz e não Magirus.

Simulacro que serviu para apresentação da nova escada” Magirus”dos Bombeiros Voluntários de Colares em 19 de Fevereiro de 1990, no Largo da Capela no Mucifal .D.N.

Post relacionado-A nova escada Magirus dos Bombeiros de Colares


Link relacionado-Clássicos dos Bombeiros Portugueses

PALÁCIO DA PENA

Infografia publicada em "Guia Expresso" Nº4 -Grande Lisboa do jornal "Expresso "

Em 1907 no "Guia do Viajante em Portugal e suas Colónias em Africa,"descrevia o Palácio da Pena de maneira muito curiosa:

“O Castello da Pena, foi primitivamente um convento, da ordem de S.Jeronymo, fundado em 1503 , por El-Rei D.manuel, em memória do tempo que alli passou, esperando a frota de Vasco da Gama, no regresso da India.era esse convento uma especie de prisão, para onde eram mandados frades d’aquella Ordem, quando comettiam faltas. De architectura godo-arabica, está construido em um dos mais elevados cabeços da serra.”

(...Das torres avista-se o Oceano,Berlengas,montanhas do Alemtejo e Extremaduea,Mafra, Collares,Lisboa, rio Tejo e outras povoações.”

Guia do Viajante –Edição da Empresa Nacional de Navegação 1907
Post relacionado -Chalet da Condessa D'Edla

segunda-feira, setembro 04, 2006

FUNDAÇÃO ORIENTE E O VINHO DE COLARES

O Jornal “Público” de hoje,(não disponível on-line) em artigo assinado por Luis Filipe Sebastião, avança, a informação que “A maior vinha de Colares, no concelho de Sintra, vai ser vindimada dentro de três semana.Só uma pequena parte dos nove hectares produzem casta ramisco, mas a Fundação Oriente mostra-se apostada em defender o afamado vinho da ameaça da progressiva urbanização da zona.”Carlos Monjardino Presidente da Fundação Oriente informa ainda o “Público” que “comprou a Vinha Grande como são conhecidos os cerca de nove hectares entre a Praia das Maçãs e as Azenhas do Mar em 1999” quando “a maior vinha da região, da firma Tavares e Rodrigues tinha sido posta à venda pela empresa Cockburn´s.”
No mesmo artigo refere-se que a “ Fundação Oriente assegura a gestão de quatro hectares de vinha da Quinta do Conde, na Várzea de Colares, propriedade da Fundação Stanley Ho.” E que será da Adega do magnata do jogo que “irão sair as 15 mil garrafas de ramisco e outras tantas de branco que Pedro Cunha (da Sociedade agrícola da F.Oriente) espera vir a produzir.”
(Foto retirada do site da Alagamares)

Em artigo complementar a esta notícia, Luis Filipe Sebastião, recolhe a opinião da Adega Regional de Colares, que considera que a intervenção da Fundação Oriente, “foi a salvação daquela vinha”, mas não esconde reservas quanto “à forma como a replantação tem sido feita” e a introdução da rega automática.

Esta notícia parece ser bastante positiva, pois embora questionável as novas técnicas de plantio e rega, demonstra que existe investimento na vinha desta região e que o famoso vinho de Colares tem mais um empurrão, para se manter como um vinho de referência, que com as suas características , é um produto único e emblemático da Região de Colares.

Links relacionados:

Fundação Oriente
Adega Regional de Colares,C.R.L
Caves Visconde de Salreu
Vinho Ramisco
Vinhedos e Vinhos
Almoçageme e o Vinho Ramisco

domingo, setembro 03, 2006

PRAIA DAS MAÇÃS 3-SETEMBRO-2006

(Foto:Pedro Macieira)
(Foto:Pedro Macieira)

Hoje na Praia das Maçãs um evento religioso com caracteristicas invulgares, em dia de nevoeiro.

VANESSA FERNANDES

Lausana, Suíça, 03 Set (Lusa) - A portuguesa Vanessa Fernandes sagrou-se hoje vice-campeã mundial de triatlo, ao terminar a prova, que decorreu em Lausana, Suíça, em 02:04.48 horas, a apenas 45 segundos da vencedora, a australiana Emma Snowsill.Vanessa Fernandes, tricampeã europeia e líder dos rankings mundial e da Taça do Mundo, obteve o seu melhor resultado de sempre no Mundial, depois de ter sido quarta classificada em 2005 e quinta em 2004.


No momento em que o País se encontra "parado" para ver quem vencerá a disputa entre a Liga e a Federação, e para provar que há mais desporto sem ser o Oficial, Vanessa Fernandes que não pertence à Liga nem à Federação nem mesmo à FIFA, ganha a medalha de prata numa disputa que não tem a ver com grandes carreiras nem relógios incrustados de diamantes mas depende especialmente da tenacidade, e do querer de ser das melhores do Mundo naquilo que faz-PARABÉNS VANESSA!

Ler notícia integral da LUSA-pressionar

A nova escada Magirus dos bombeiros de Colares

· Legenda: Parece um cenário de Hollywood, mas é apenas a fachada de um «edifício» construído de propósito para uma simulacro de incêndio efectuado no Mucifal pelos Bombeiros de Colares. Foto:DN 19/02/1990

· Em 19 de Fevereiro de 1990, o "Diário de Noticias" ,publicava com o título -“Cenários à moda de Hollywood usados por corporação de Bombeiros”, a notícia que os Bombeiros Voluntários de Colares tinham voltado a testar a sua eficácia no combate ás chamas mas "através de um simulacro realizado ontem no Mucifal...”, segundo noticiava o DN, "A população do Mucifal que ocorreu em grande número ao largo da Igreja, onde tinha sido montado o cenário para este exercício, aplaudiu entusiásticamente, os heróis locais.”


Este simulacro serviu para mostrar a mais recente aquisição dos bombeiros de Colares - uma escada Magirus com 30 metros de comprimento e com comunicação via rádio entre o topo e a base.

Modelo de autotanque antigo utilizado pelo BVC (Foto:Pedro Macieira)
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O segredo do ultimo ferreiro do Mucifal
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Mucifal já não tem Parque Infantil!

sábado, setembro 02, 2006

Memória descritiva do Chalet da Condessa d'Edla

Chalet da Condessa

Memória Descritiva
A planta do Chalet, da autoria da própria Condessa d'Edla, apresenta-se rectangular ao nível do rés-do-chão e cruciforme no primeiro andar.As fachadas de alvenaria imitam longas tábuas, ao jeito da arquitectura rústica da América do Norte. Ali, as ombreiras dos arcos quebrados, das portas e janelas, bem como as dos pequenos "olhos de boi", são trabalhadas em cortiça. Sobressai deste conjunto homogéneo uma típica varanda de madeira que circunda o piso superior. As coberturas, de telha antiga portuguesa, não apresentam significativa inclinação, sendo o beirado, todo ele, romanticamente enfeitado por uma sucessão de arquinhos góticos.No interior, o vestíbulo apresenta um fresco com a mesma imitação de tábuas de madeira em "tromp-l'oeil".No salão, os cantos encontram-se profusamente ornamentados com troncos bem modelados em estuque, enriquecidos por nervuras de cobre e ramagens que se entrelaçam nas cornijas.Na sala de estar, as paredes integralmente revestidas a cortiça, ostentam incrustadas pequenas placas de madeira pintada, cujo desenho geométrico se destaca sobre o fundo sombrio. Este tipo de decoração observa-se ainda num dos aposentos do piso superior.Por sua vez, o quarto da Condessa está decorado com singelas rendas brancas delineadas, sobre fundo azul escuro.A pintura das restantes divisões, imitando tecido, aprofunda sobremaneira a ambiência romântica envolvente.

A imagem de um postal antigo traduz (sem data)bem a imagem da época em que D.Fernando e a Condessa d'Edla, terão vivido em Sintra, a memória descritiva (da Câmara Municipal de Sintra) é quase tudo que resta do Chalet, hoje quase totalmente destruído.Ao longe o imponente Palácio da Pena, mandado construir por D.Fernando que , « Para dirigir as obras, chamou o Barão de Eschwege, que se inspirou nos palácios da Baviera para construir este notável edifício. Extremamente fantasiosa, a arquitectura da Pena utiliza os "motivos" mouriscos, góticos e manuelinos, mas também o espírito Wagneriano dos castelos Schinkel do centro da Europa.» .Felizmente bem conservado e um ex-libris desta bela terra.


Nota
A foto de um postal antigo foi obtida no Blog:
Portugal em postais antigos
A memória descritiva do Chalet da Condessa e Palácio da Pena:Câmara Municipal de Sintra

sexta-feira, setembro 01, 2006

A LENDA DE COLARES

(Foto-montagem:Pedro Macieira)

Diz a lenda que uma formosa Condessa Alemã, após ter sofrido o desgosto de ver morto seu marido e porque receasse para si e para os seus três filhos igual sorte, embarcou com a familia em dois precários navios e abordou as praias desta região.Subindo rio acima, desembarcou numa das margens e seduzida pela pujante vegetação, pelas belezas naturais e clima temperado, resolveu fixar-se no local e buscar o sossego que tanto necessitava.

Sabendo que aquelas terras pertenciam ao Mouro Zeilão, senhor de Lisboa, a Condessa de Compa pediu-lhe para habitar aquelas terras, tendo o Mouro autorizado, mediante o pagamento de um tributo de cem pesos de ouro ou trezentos de prata.

Não tendo a Condessa de Compa o dinheiro necessário , deu-lhe um penhor de três colares de ouro, com a condição de , não sendo resgatados em três anos, estes ficariam a pertença do Mouro Zeilão.

Após este acordo, tratou a Condessa de edificar o seu Castelo, ao qual em memória do penhor chamou Colir, tendo-se desenvolvido mais tarde, junto a ele a povoação a que se chamaria Colares.