sexta-feira, setembro 14, 2007

Imagens de Sintra e Férias





Durante as próximas semana o Rio das Maçãs não terá actualizações, por motivo de férias.

Ficam algumas imagens de Sintra e de alguns acontecimentos acompanhados por este blogue durante este ano.

Espero de novo as vossas visitas, a partir do início do próximo mês.

quinta-feira, setembro 13, 2007

Colocar o Chalet da Condessa d´Edla no mapa do Parque da Pena II


Visita ao Chalet da Condessa

Elementos do grupo cívico pelo restauro do Chalet da Condessa d'Edla, em Sintra, deslocaram-se ontem ao local,onde ainda que não acordado anteriormente reuniram informalmente com o presidente da Parques de Sintra Monte da Lua,prof.António Lamas,e técnicos de restauro em trabalho no local.
Ficou-se a saber que está em curso a recuperação daquilo que foi designado a 1ª fase da obra,isto é limpeza e restauro da infraestrutura,com substituição dos actuais andaimes calcinados por outros mais seguros ,bem como cobertura.
O trabalho da equipa do Instituto José de Figueiredo inclui recuperação e catalogação de estuques,madeiramentos e pinturas,o que nos pareceu estar a ser feito com critério e responsabilidade.
Curioso foi o reparo feito no local de que apesar de o chalet ter sido consumido pelo fogo,não há muitos vestigios de fuligem nas paredes,sendo maior o estrago ao nível dos madeiramentos.Fundamental em toda a obra será a reposição do jogo de revestimentos a cortiça,original numa construção aparentemente sem arquitecto,e realizada do acordo da condessa e D.Fernando com o empreiteiro da época.
Iremos pois regularmente visitando a obra,e nos próximos tempos serão efectuadas sessões públicas e intervenções artísticas em torno deste tema,com vista a criar uma nova polaridade no contexto do Parque da Pena e a salvar mais uma parcela do nosso vasto património.

Texto de Fernando Morais Gomes no Alablogue


Post relacionado:
-Colocar o Chalet da Condessa d´Edla no mapa do Parque da Pena-pressionar

quarta-feira, setembro 12, 2007

Fonte dos Passarinhos, no Parque da Pena

Fonte dos Passarinhos
Pavilhão erigido em 1853, inspirado na cultura árabe. De base octogonal, encimado por uma cúpula esférica, apresenta uma inscrição em árabe, na qual se alude à grandiosidade da obra de D. Fernando, comparando-a à de D. Manuel I. Os azulejos e diversos elementos decorativos neo-mouriscos, pontuam o parque de elementos exóticos e orientalizantes, próprios da gramática decorativa do Romantismo.

Texto da PSML

Pavilhão de estilo islâmico.Cúpula esférica com inscrição em árabe. Os azulejos são semelhantes aos da fachada principal do Palácio da Pena.
-Mais informação sobre a Fonte dos Passarinhos-aqui


terça-feira, setembro 11, 2007

Palácio da Pena

As referências históricas ao local onde se encontra o Parque da Pena remontam ao século XIV, altura em que aí se teria erigido uma pequena ermida consagrada a Nossa Senhora da Peña, antiga designação de penedo. A ermida teria dado lugar, em 1503, ao Real Mosteiro de Nossa Senhora da Pena, edificado por ordem de D. Manuel I (r.1496-1521) e confiado à ordem de São Jerónimo. Depois do terramoto de 1755, o Mosteiro da Pena entrou em progressiva decadência devido aos estragos provocados pelo abalo sísmico, à passagem do tempo e à crescente escassez de recursos. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o mosteiro ficou abandonado. Quatro anos mais tarde, o mosteiro e a mata circundante foram vendidos, em hasta pública, a D. Fernando de Saxe-Coburgo Gotha, rei consorte de D. Maria II (r.1834-1853).

Inicialmente, o rei pensou apenas em restaurar o velho cenóbio. Mais tarde, muda de ideias e, por volta de 1840, encomenda ao Barão de Eschwege, arquitecto militar da Renânia, que trabalhava em Portugal como engenheiro de minas, um projecto para um "Palácio Novo". Conservando os claustros, a capela quinhentista e alguns anexos, Eschwege desenha um palácio com constantes referências arquitectónicas de influência manuelina e mourisca. O resultado foi descrito por Richard Strauss, aquando da sua visita a Sintra: "Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egipto e nunca vi nada que valha a Pena. É a coisa mais bela que tenho visto. Este é o verdadeiro jardim de Klingsor - e, lá no alto, está o castelo do Santo Graal".

Texto do site da PSML

segunda-feira, setembro 10, 2007

Alfredo Keil em Colares

... “A atracção de Keil pela região de Sintra, quase uma paixão,começou na juventude.
Eça de Queirós, tudo parece confirmá-lo caricaturou no romance Os Maias, essa característica no personagem Cruges, maestro talentoso, tímido, jovial ou rabugento, amante da boa mesa mas dando conta, ao chegar a casa, que esquecera a encomenda de queijadas que a sua mãe lhe fizera. Casa essa que ficava numa rua do Chiado (onde Keil, na realidade, residia).
O retrato parece fiel.
Curiosamente, ou talvez não, a atracção pela região saloia transmitiu-se decididamente aos descendentes. Para veraneio, ou residência permanente, até hoje essa relação se manteve.A casa de Alfredo Keil na Praia das Maçãs, tinha o nome da filha –era a Vila Guida.O filho, Luís Keil, construiu na falda da Serra de Sintra, na Eugaria, a sua vivenda A Serrana, do nome da mais conhecida ópera de seu pai. Mais tarde, o Arquitecto Keil do Amaral, neto do músico e pintor, projectaria, no Pinhal do Rodízio, uma casa para si e outra para sua mãe, Guida Keil. Esta última casa viria albergar o bisneto, autor destas linhas.
Outra bisneta, igualmente Guida de seu nome, escolheu para viver a Várzea de Colares.”

Extracto do texto de Francisco Pires Keil do Amaral
no Catálogo da Exposição “Alfredo Keil em Sintra 100 Anos Depois”

Que pode ser vista até 7 de Outubro na Adega Visconde de Salreu em Colares.

Post relacionado-Alfredo Keil em Colares 100 Anos Depois-pressionar

domingo, setembro 09, 2007

Baías de piratas


“EM TEMPOS IDOS, no tempo dos faróis a azeite, é sabido que entre o Cabo da Roca e a Praia do Guincho se praticava uma autêntica pirataria terrestre.
Verdadeiros “clãs” de piratas (os “malveirões”), que sazonalmente residiam na Malveira da Serra, enganavam e atraíam aos rochedos, através de fogueiras que simulavam a aproximação da capital, as embarcações que rondavam o Cabo da Roca.Após os navios se despenharem, os sobreviventes eram dizimados e os despojos do naufrágio saqueados.”

Texto no "Sintra Cultural" da CMS de Outubro 2006

sábado, setembro 08, 2007

Os livros que não mudaram a minha vida

Mais um desafio. Desta vez, lançado pelo amigo Carlos Freitas do Blogue Prosas Vadias.-Escolher dez livros que não mudaram a minha vida -Desafio tentador, mas que me criou alguma dificuldade em juntar essas referências. Depois de algumas buscas,(algumas infrutíferas)-aqui ficam os livros, que (embora os mantenha até hoje), não alteraram em nada o meu percurso neste caminho da vida.

1-Historiazinha de Portugal , de Adolfo Simões Muller
2-Principio Fundamentais de Organização Política e Admin. da Nação, de A.Martins Afonso
3-De ConaKry ao M.D.L.P. , de Alpoim Calvão
4-Esperanto, de john Cresswell e John Hartley
5-Aventureiros e Favoritas, de Philippe Erlanger
6-Dicionário popular de Politica, de José Maria Coloma
7-O Anarquismo, de George Woodcock
8-Anarquistas e Anarquismo, de James Joll
9-Como compreender e utilizar os testes, de Jean Louis Sellier
10-Sangue no capim atraiçoado, de Reis Ventura


Este interessante desafio fica lançado se assim quiserem a:

-Arrumário
-Rumor
-Trans-atlântico
-Fases da Lua Cheia
-Monte da Lua

sexta-feira, setembro 07, 2007

A falta de estacionamento automóvel em Sintra

A antiga Garagem de Sintra

Durante a discussão, onde colocar um parque subterrâneo para automóveis, convinha na minha opinião resolver alguns aspectos na circulação de Sintra, e melhorar assim o problema do estacionamento. O caso da antiga Garagem de Sintra actualmente em ruínas e em perigo de risco de derrocada sobre a linha de caminho de ferro, desde que recuperada/reconstruída, seria um local de estacionamento privilegiado.
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Outros exemplos:

Imagem Google Earth

A imagem demonstra como não se circula hoje em Sintra. Após o fecho ao trânsito da Av.Heliodoro Salgado, Sintra ficou partida ao meio.A proposta existente, para de novo a abrir ao trânsito embora num único sentido parece ser positivo.



A passagem pedonal da Av.Heliodoro Salgado verdadeiro tampão na circulação de Sintra.




Portela de Sintra- Ed.CMS

Segundo informação da CMS, o processo para um estacionamento subterrâneo na Portela de Sintra está iniciado- poderá ajudar a resolver o problema do estacionamento, em conjunto com outras medidas a empreender.




Outra proposta existente é anular a faixa de BUS, na AV. Desidério Cabournac, e permitir o estacionamento no seu percurso. Poderá resolver o problema de quem pretende tratar de assuntos na Estefânea, e mesmo o acesso ao Mercado.


Proposta de discussão sobre o local de um silo para automóveis em Sintra-aqui



quarta-feira, setembro 05, 2007

O Vale da Raposa e o silo

Jornal da Região de 4 a 10 de Setembro

O problema do estacionamento em Sintra, é um dos problemas mais graves por resolver.As soluções não tem passado do papel, de tempos a tempos volta-se a falar na construção de um silo no Vale da Raposa na Estefânia. Um local que do jardim da Correnteza, permite desfrutar de uma magnifica vista panorâmica, que incluí em primeiro plano a torre da Câmara Municipal e em segundo plano, a Vila velha com destaque para o Palácio da Vila com as suas duas chaminés.


O vale em si, parece abandonado com algum propósito,com árvores e vegetação em puro estado selvagem.
E agora com fim da “silly season” de novo a história do silo surgiu na última edição do "Jornal da Região". Em entrevista, a Associação de Defesa do Património de Sintra,(ADPS),afirma “que não fecha as portas à construção de silo no Vale da Raposa, mas defende um cuidado extremo no aproveitamento do local”.

A ADPS, acrescenta que “qualquer projecto para este local deve ser alvo de discussão pública e merecer ainda apreciação no denominado Conselho de Opinião Pública, preconizado pela Unesco no quadro da classificação de Sintra Património Mundial.”, e o Jornal da Região acrescenta, “que só reuniu uma vez.”

Aqui fica lançada a discussão.


O estado em que se encontra o Vale da Raposa



terça-feira, setembro 04, 2007

Um dia de Domingo na Praia das Maçãs

A missa reflectida

À maneira do estilo “ O fotógrafo estava lá”, aspectos curiosos no último Domingo, na Praia das Maçãs em dia de Verão.
Um surfista “desaguado” em plena procissão

Com as suas brancas opas, representantes da Real Irmandade da Real Ordem de São Miguel da Ala, com honras de abrir a cerimónia.


segunda-feira, setembro 03, 2007

Colocar o Chalet da Condessa d'Edla de novo no mapa do Parque da Pena.

Imagem Alagamares

O Chalet da Condessa d'Edla foi apagado do mapa oficial do Parque da Pena como refere o blogue Serra de Sintra ,que também sugere que se junte ao mapa do Parque entregue aos visitantes - este ,de forma que a informação sobre aquele espaço fique completa.
Também o blogue Arrumário, se refere a este assunto, que a PSML deverá explicar .

O Chalet da Condessa em ruínas desde 1999, depois de um incêndio aguarda desde essa altura reconstrução. Este ano foi disponibilizada uma verba* da E.F.T.A , que cobre parte dessa reconstrução. Até agora não houve nenhuma informação da PSML, sobre o início da reconstrução, e como irá (quando reconstruído), ser utilizado aquele espaço, um ícone do romantismo nesta Sintra, tão abandonada.

*Foi aprovado em 30 de Maio de 2007 um projecto de restauro de edifícios históricos na área da Paisagem Cultural de Sintra,conforme pedido pela Parques de Sintra Monte da Lua.Tal projecto,com o nº PT0026,foi contemplado com 1.496.000 euros(cerca de 290 mil contos).
(informação retirada do Alablogue)

domingo, setembro 02, 2007

Domingo na Praia das Maçãs

A Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

Manifestação religiosa tradicional na Praia das Maçãs ,dedicada a Nossa Senhora da Praia. Com início na ermida construída em 1890 por Alfredo Keil junto à Vila Guida, terminando na beira mar, em plena praia .








sábado, setembro 01, 2007

No tempo do plágio


ACTUALIZAÇÃO:Segunda-feira 03/09/2007-00h25m

Foram apagadas as fotos de que sou autor, publicadas abusivamente e com alteração de autoria no blogue “bombeirodedeus” a que se refere este post.

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"O plágio é o acto de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No acto de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma."
na WIKIPEDIA


Há pouco tempo Luís Filipe Meneses Presidente da Câmara de Gaia, e que disputa o lugar de líder do PSD, no seu blogue, tinha textos obtidos através de copy- paste da Internet assinados com o seu nome, o que não deixa de ser lamentável para um candidato a dirigente máximo do partido.

O exemplo parece que tem seguidores. Agora um blogger que também é bombeiro e que deveria ter um espírito humanitário e também ético, em função do seu papel na sociedade, autor de um blogue apologético da função dos soldados da paz ,denominado -”bombeirosdedeus”- para ilustração de um post sobre o incêndio recente em Sintra utiliza várias fotografias de que sou autor,( sem solicitar a minha autorização e que lhe daria com todo o gosto desde que me solicitasse) e não só publicou as fotos, como apagou o meu registo de autor inserto em cada foto, e colocou o dele!

Os originais são estes publicados em 23/8/2007 aqui e aqui.





Após vários comentários , deixados no blogue referido a solicitar a correcção do plágio - sem resposta, resolvi tornar este assunto público.

O plágio é aqui: