segunda-feira, junho 30, 2008

Sem ver passar os eléctricos...

Em Colares os tradicionais eléctricos deixaram de circular desde meados de Fevereiro deste ano, sem qualquer informação sobre o assunto por parte da C.M.S. Hoje o jornal “Público” informa-nos que a paragem da circulação dos eléctricos entre a Ribeira de Sintra e a Praia das das Maçãs, é devido à necessidade de “ obras de recuperação orçadas em cerca de 1,5 milhões de euros.”Empreitada a ser lançada a partir de Setembro.

Segundo informação tornada agora pública, indica que um relatório efectuado após uma avaliação técnica efectuada aos 9 km de linha, entre a Ribeira e a Praia das Maçãs confirmou a existência de vários “problemas ao longo do trajecto, relacionados com a configuração da plataforma da linha e deficiente drenagem de águas, provocando o apodrecimento das travessas.”

Fazendo parte da própria paisagem desta região, o eléctrico , um museu vivo muito apreciado tanto pelos visitantes de Sintra como pelos residentes, cria pela sua ausência algum sentimento de tristeza por mais esta inesperada paragem da sua circulação.




sábado, junho 28, 2008

O 56.º aniversário Força Aérea Portuguesa

As instalações da Base Aérea n.º1, em Sintra, abrem ao público no próximo Domingo, por motivo do 56.º aniversário daquele ramo das Forças Armadas com um programa de baptismos de voo e visitas ao interior da base.

As aeronaves disponíveis vão dos aviões de reconhecimento e vigilância marítima CASA C-212-100 Aviocar e CASA C-212-300 Aviocar, além de meios de transporte aéreo, como os CASA C-212-100 Aviocar, que também desempenham missões de busca e salvamento.



Fotos- Algumas das aeronaves que podem ser vistas no próximo Domingo nas instalações da Base Aérea n.º1, em Sintra.



A 43ª edição do Festival de Sintra

Está a decorrer até 13 de Julho, a 43ª edição do Festival de Sintra de Música e Dança 2008.Programa do Festival- aqui


sexta-feira, junho 27, 2008

Revisão do plano de urbanização de Sintra II

Edifício 1 “ embrulhado “ no Centro Histórico de Sintra

Porque está a ser alterado o Plano de urbanização de Sintra, e aproveitando um texto do Jornal “Público“, publicado ontem abordando este assunto, assinado por Luis Filipe Sebastião - texto que permite entender melhor, o que poderá vir a ser alterado com a aplicação de novas regras na urbanização nos próximos anos em Sintra - voltamos hoje a publicar mais um excerto desse artigo.

Edifício 2 “ embrulhado “ no Centro Histórico de Sintra
Avaliação ambiental
“ A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional apontou várias correcções de pormenor ao programa preliminar do PUS, concluindo que a autarquia deve ponderar a necessidade de submeter o plano a uma avaliação ambiental estratégica. A proposta com os termos de referência explica que a revisão visa "a manutenção dos objectivos globais do plano de urbanização e principalmente do seu 'espírito', da sua 'poética' e da sua 'liberdade' respeitosa pelo património natural e construído". O plano será elaborado em colaboração com o PNSC, por este ser determinante "na identificação e transição de sistemas sensíveis como o ecológico, paisagístico e cultural para o espaço mais urbanizado e humanizado a nascente".As "directrizes principais" definidas em 1949 são, neste caso, para manter: a conservação do carácter pitoresco de Sintra, a protecção da rica vegetação, a preservação das vistas panorâmicas e paisagens e a salvaguarda das recordações históricas (onde se inclui a protecção patrimonial). Caso sejam cumpridos os prazos para as diversas fases - elaboração, acompanhamento, discussão pública, pareceres e aprovação -, o plano deve ficar concluído em 24 meses. “

25.06.2008,Jornal “:Público“ - Luís Filipe Sebastião
“ Embrulho “ de betão embargado da Pensão Bristol no Centro Histórico de Sintra

-Revisão do plano de urbanização de Sintra- aqui

quinta-feira, junho 26, 2008

A revisão do plano de urbanização de Sintra

Hotel Netto, Vila Velha de Sintra

O Plano de Urbanização de Sintra, elaborado por Etienne de Groër, vai ser revisto pela autarquia sintrense, caso tenha sido aprovada uma proposta agendada para a reunião de hoje do executivo municipal. Segundo noticia hoje o jornal “Público“, em artigo assinado por Luís Filipe Sebastião .

Do referido artigo transcrevemos um excerto que refere alguns receios que a alteração do Plano de Urbanização de Sintra possa provocar, pois o plano de 1949 elaborado por Etienne de Groër, tem até hoje impedido uma maior calamidade urbanística no centro histórico.

Casa da Gandarinha, Vila Velha de Sintra
Uma oportunidade para proteger a vila ou para abrir a porta a vários projectos imobiliários

A revisão do plano de Groër deve avançar por unanimidade do executivo. O vereador Baptista Alves (CDU) defende que o plano não deve ser elaborado como para um aglomerado qualquer, mas "com vista à salvaguarda, recuperação e requalificação da vila". O autarca avisa que nem todos os conceitos no PDM se podem adequar a Sintra, pois "foi realizado sem preocupações de carácter patrimonial e ambiental". Entre as ameaças aponta a Circular Nascente de Sintra, entre São Pedro e Lourel, e a urbanização do concurso Europan, que ligará a Portela a Ouressa. Groër defendia "uma faixa rural de protecção" à vila, do lado de Mem-Martins e de Monte Santos. Os grandes hotéis deviam, segundo o urbanista, ficar fora do centro histórico, onde se devia apostar em unidades "de charme". Então se verá se a revisão servirá para regularizar a embargada recuperação da antiga Pensão Bristol, na vila, e autorizar um hotel e moradias em Monte Santos.“
Do jornal “:Público“ de 25.06.2008 . Luís Filipe Sebastião


quarta-feira, junho 25, 2008

terça-feira, junho 24, 2008

Quinta da Regaleira e Teatro

Nos finais do Séc. XIX a quinta foi comprada pelo capitalista e homem de grande cultura, formado em Direito pela Universidade de Coimbra, António Augusto de Carvalho Monteiro, o “Monteiro dos Milhões”, com uma enorme riqueza acumulada no Brasil.

Para a construção do palácio e da capela inspirou-se no eclectismo estrutural e no estilo neo-manuelino do Hotel do Buçaco da autoria de Luigi Manini,cenógrafo e arquitecto a quem entregou o projecto e a edificação do palácio da Regaleira. Refletindo a epopeia dos descobrimentos, o misticismo português e os ritos e tradições mais herméticas da humanidade, o Palácio e os seus jardins são somatório de vários estilos, cheios de sinais Maçónicos,Templários e Rosa-Cruz, uma viagem que nos transporta para uma dimensão distante do mundo por onde normalmente andamos.


A Regaleira um local encantado, também possibilita assistir a uma peça de teatro.
A partir de 3 de Julho pelo Teatro TapaFuros

-Folia - Tu és isso

-Texto: Paulo Borges, Encenação: Rui Mário
Pelo Teatro TapaFuros


http://www.tapafuros.com/
tapafuros.blogspot.com

segunda-feira, junho 23, 2008

Seteais, património do Estado


O visitante que chega a Seteais, encontra junto aos portões encerrados, um conjunto de informações colocadas pelo concessionário, Grupo Espírito Santo/ Hotéis Tivoli, que pretendem justificar o impedimento do acesso àquele espaço público (consagrado em escritura desde 1801 e imposto como tal aos sucessivos proprietários do Palácio e concessionários do Hotel), durante um ano por motivo de obras. Encontra também incrustado no próprio muro uma informação de data muito anterior à actual concessão e que permite lembrar a quem ande distraído,que aquele local ainda é património do estado...

sábado, junho 21, 2008

O dia mais longo do ano


O Verão do hemisfério norte é chamado de "Verão boreal", e o do hemisfério sul é chamado de "Verão austral". O "Verão boreal" tem início com o solstício de Verão do Hemisfério Norte, que acontece cerca de 21 de Junho, e finda com o equinócio de Outono nesse mesmo hemisfério, por volta de 23 de Setembro. O "Verão austral" tem início com o solstício de Verão do Hemisfério Sul, que acontece cerca de 21 de Dezembro, e finda com o equinócio de Outono, por volta de 20 de Março nesse mesmo hemisfério.

Nos tempos primitivos, era comum dividir o ano em cinco estações, sendo o verão dividido em duas partes: o verão propriamente dito, de tempo quente e chuvoso (geralmente começava no fim da primavera), e o estio, de tempo quente e seco — palavra da qual deriva o termo "estiagem". Atualmente, usa-se a palavra "estio" como sinônimo raro para verão.
Texto da Wikipedia

sexta-feira, junho 20, 2008

Os acessos proibidos de Seteais

Texto da Alagamares sobre o encontro com a imprensa no dia 18 em Seteais

Munícipes e visitantes de Seteais que se deparam com o acesso aos jardins e miradouro encerrado juntaram-se dia 18 com a comunicação social ás portas do encerrado jardim pugnando por uma solução intermédia que não prive por tempo indeterminado os visitantes duma das mais belas vistas de Sintra,espaço público consagrado em escritura desde 1801 e imposto como tal aos sucessivos proprietários do Palácio e concessionários do Hotel.

É sabido que decorrem obras por cerca de 1 ano. Contudo, e dentro dum critério de segurança e não perturbação, afigura-se poder ser criado um percurso que sem colidir com as obras não tire aos muitos visitantes de Sintra o panorama ímpar da vista quer para o palácio quer para a várzea, num dos enquadramentos mais conhecidos e mais belos de Sintra. Algo que se afigura que o IGESPAR pode supervisionar e acertar com o Grupo Espírito Santo, concessionário do Hotel,ou a Parques de Sintra Monte da Lua que em breve passará também a ter responsabilidades na gestão do local.

O Grupo Espírito Santo, que inclui a rede de hotéis Tivoli, é apenas concessionário do palácio. Urge repor a legalidade. As obras em curso, com as devidas medidas de segurança, são perfeitamente compatíveis com a continuidade das visitas aos jardins,e ao fim de 6 meses que já passaram nenhuma vala ou obra exterior foi executada ou está para abrir que possa inviabilizar um trajecto razoável.

Existe um passado histórico deste local que José Alfredo da Costa Azevedo nas Velharias de Sintra tão bem recorda que devemos exigir seja respeitado. Escreve ele que, já em acta de reunião de câmara de 9 de Agosto de 1800 pode ler-se: "Povo de Cintra não consentais que se feixe o campo de Senteais".Esperam os sintrenses que seja cumprida a obrigação 4ª. da escritura de aforamento de 1801 entre a Cãmara e o Marquês de Marialva,proprietário à época, que diz expressamente que: "as sobreditas portas francas e publicas do referido gradeamento do mesmo campo que derem serventia para a entrada e sahida do dito paceio publico serão construidas de tal forma que sem dependência alguma possam entrar e sahir por ellas todas as pessoas que delle se quizerem servir e utilizar, sem nunca em tempo algum estarem fechadas com chave, ferrolho, cadeado ou outro fecho semelhante",- perfeitamente conciliável com uma estratégia de segurança das pessoas que visitam aquele espaçoFoi para que este direito lhes não fosse negado que se bateram os habitantes da Vila de Sintra em 1801, 1897 e 1934, apoiados pelos respectivos presidentes da Câmara da altura,sempre que se quiz retirar ou restringir o público acesso ao espaço público.

Não se trata de um capricho ou de uma embirração. Trata-se de honrar, também, a vontade daqueles que nos precederam Em 1934 o próprio José Alfredo interveio e conta que chegaram a tocar o sino a rebate só por ter constado que o acesso ao Penedo da Saudade estava vedado com uma cancela.Ora, o acesso ao Penedo da Saudade já se perdeu na década de noventa por ocasião de obras, também efectuadas pelo actual concessionário do Hotel, nas traseiras do palácio.A recente aprovação pela Assembleia Municipal de Sintra de uma moção exigindo a reabertura do espaço público poderá ajudar a ultrapassar a questão, não obstante os supostos entraves técnicos que estão por demonstrar.,mas a que não parece ter sido dado seguimento em desrespeito pelos eleitos locais de Sintra.



quinta-feira, junho 19, 2008

Movimento Nacional Contra as Linhas Alta Tensão em Zonas Habitadas (MNCLAT)


Linhas de Muito Alta Tensão: Movimento Nacional dirigido por Sintra manifesta-se em Guimarães

"Movimento Cívico de Sintra integra órgãos do Movimento Nacional Contra as Linhas Alta Tensão em Zonas Habitadas (MNCLAT). Protesto em Serzedelo marca eleição da direcção nacional. Helena Carmo, dirigente do movimento em Sintra, garante que a população do concelho “continuará integrada no movimento, mesmo que o problema em Sintra fique resolvido”.

De uma notícía do jornal digital "Alvor de Sintra "

-Ler notícia integral-aqui

quarta-feira, junho 18, 2008

Seteais sem Correntes!!

Hoje como estabelecido o movimento cívico que pretende que os jardins de Seteais voltem a estar acessíveis ao público, encontrou-se com a imprensa junto aos portões fechados dos jardins de Seteais.

Nesse encontro foi repetido mais uma vez o nosso desejo de ver cumprida a obrigação da escritura de aforamento de 1801 que diz expressamente que, "as sobreditas portas francas e publicas do referido gradeamento do mesmo campo que derem serventia para a entrada e sahida do dito paceio publico serão construidas de tal forma que sem dependência alguma possam entrar e sahir por ellas todas as pessoas que delle se quizerem servir e utilizar, sem nunca em tempo algum estarem fechadas com chave, ferrolho, cadeado ou outro fecho semelhante".


segunda-feira, junho 16, 2008

Pela reabertura dos jardins de Seteais ao público


“Rio da Maçãs”, associando-se ao movimento cívico que pretende que os jardins de Seteais voltem a estar acessíveis ao público - espaço que desde 9 de Agosto de 1800, em reunião da Câmara de Sintra já o exigia, e que até aos nossos dias tinha sido respeitado.

Com esse objectivo, iremos convocar um encontro com a imprensa e associações culturais e cívicas de Sintra, e amantes da cultura em geral, no dia 18 de Junho de 2008 pelas 18.30h nos jardins da Quinta da Regaleira, em Sintra, onde um grupo de cidadãos empenhados na defesa do património sintrense fará o ponto da situação do movimento pela reabertura dos portões e serão dadas explicações sobre o assunto.
Excerto do texto de apoio à iniciativa pública
“É sabido que o Hotel foi para obras por cerca de 1 ano. Contudo, e dentro dum critério de segurança e não perturbação, afigura-se poder ser criado um percurso que sem colidir com as obras não tire aos muitos visitantes de Sintra o panorama ímpar da vista quer para o palácio quer para a várzea, num dos enquadramentos mais conhecidos e mais belos de Sintra. Algo que se afigura que o IGESPAR e a Câmara Municipal podem supervisionar e acertar com o Grupo Espírito Santo, concessionário do Hotel.

Temos tido conhecimento do desagrado pela situação, pelos muitos mails que nos têm sido enviados, alguns de escolas secundárias que vieram de propósito para visitas desde o interior. O Grupo Espírito Santo, que inclui a rede de hotéis Tivoli, é apenas concessionário do palácio. Urge repor a legalidade. Muitos sintrenses lutaram durante dois séculos para que permaneça franco o acesso. As obras em curso, com as devidas medidas de segurança, são perfeitamente compatíveis com a continuidade das visitas.

Existe um passado histórico deste local que José Alfredo da Costa Azevedo nas Velharias de Sintra tão bem recorda que devemos exigir seja respeitado. Escreve ele que, já em acta de reunião de câmara de 9 de Agosto de 1800 pode ler-se: "Povo de Cintra não consentais que se feixe o campo de Senteais".”
Ler texto integral de apoio à iniciativa pública desta semana na Quinta da Regaleira-aqui

domingo, junho 15, 2008

Utentes da CP insatisfeitos com os novos horários

Um inquérito realizado pela Comissão de Utentes da Linha de Sintra (CULS) junto dos utentes da CP revela que 79 por cento dos utilizadores está insatisfeito com os novos horários,alegando que deveria haver mais comboios fora da hora de ponta do dia, noite, aos fins-de semana e feriados e uma maior articulação entre todas as famílias de comboios. Rui Ramos, presidente da CULS, alerta para a “necessidade articulação entre todas as famílias de comboios” e pede reforço da circulação de comboios à noite.

sábado, junho 14, 2008

A Raça e o dia 10 de Junho

“Hoje, eu tenho de sublinhar a raça, o dia da raça, o dia de Portugal, de Camões e das comunidades Portuguesas”
Anibal Cavaco Silva, Presidente da República no dia 10 de Junho de 2008, em Viana do Castelo.
Explicações necessárias
“Dia da Raça”

“No Ritual da Guerra, a recompensa pública dos heróis constitui grande momento de exaltação de valores. O regime aproveitou a quase esquecida data do 10 de Junho, que anteriormente era conotada com o Dia da Raça e que os tempos do pós-guerra haviam desactualizado, para a transformar em grande momento de apoio a politica colonial a pretexto de homenagear os heróis que a suportavam nas frentes de combate.

O 10 de Junho, como Dia de Portugal e da Raça, passou a ser identificado com a defesa das colónias e do regime, enquanto as Forças Armadas foram chamadas a representar o seu papel e a fornecer os actores principais, em adequado enquadramento.

A primeira das cerimónias militares do 10 de Junho, para condecorar combatentes, realizou-se em 1963, no Terreiro do Paço em Lisboa, e o modelo seguido manter-se-ia, com pequenas alterações, até 1973.”

Em ”Guerra Colonial” Edição do Diario de Noticias

Nota adicional
Post, na tentativa de um maior esclarecimento para as gerações mais novas do significado politico dessa terminologia, usada pelo antigo regime para quem o próprio Cavaco Silva se lamentava de andarem afastados da politica...

sexta-feira, junho 13, 2008

Interlúdio

“Considerada pelo jornal britânico Sunday Times, uma das vinte melhores praias da Europa, a Adraga convida por entre majestosos penedos, a um mergulho no oceano.Praia atlântica, tão agreste como acolhedora, batida por um mar quase selvagem que só amaina meia dúzia de dias por ano, a Adraga agarra todos os que gostam da natureza tal como ela é: carregada de personalidade, indiferente as conveniências, inconstante e, no final sempre prenhe de encantos e de surpresas.(...)”

Nuno Teótonio Pereira em ‘Parque Paraque Tequero’, edição do PNSC





quinta-feira, junho 12, 2008

Esgotou a gasolina em Colares

Enquanto a guerra dos combustíveis\Transportadores, continua a ser discutida esta noite na Batalha,e a esta hora ainda não haver sinais de acordo que permita terminar o conflito - hoje em Colares consequência desta crise esgotaram os combustíveis, fechando as duas bombas de gasolina que servem esta zona.

Continuando esta crise por mais dias a situação terá um agravamento dificil de prever as suas consequências.

Aguarda-se uma rápida solução para esta crise, tendo consciência que o problema dos combustíveis derivados do petróleo existirá tanto no presente como no futuro, sendo necessário alterar o modo como a nossa sociedade está dependente desta matéria-prima, criando soluções alternativas.

Uma imagem de Colares que faz pensar....


quarta-feira, junho 11, 2008

Segundo Ano

Em 11 de Junho de 2006, teve início este blogue.Hoje na passagem do segundo ano de actividade, poderemos fazer um pequeno balanço.

Post publicados- 730

Páginas vistas

2006- 13 695
2007- 43 811
2008- 27033
Total-84 539


Algumas causas que temos acompanhado, e que passados estes dois anos continuamos ainda a acompanhar preocupados.

-Chalet da Condessa
-Rede de Muita Alta Tensão
-Preservação do Património Sintrense
-Intervenções no Parque Natural Sintra Cascais

E causas mais recentes:

-Fecho ao público de Seteais
-Urbanização de Monte Santos

Os meus agradecimentos a todos que com as suas visitas e comentários tem incentivado a continuidade deste trabalho.

Post relacionado
Primeiro aniversário do Rio das Maçãs

terça-feira, junho 10, 2008

Fábula do Rio das Maçãs


Das maçana appelido então tomei
Que no mundo me faz tão conhecido
E hum caso aconteceo que vos direi
Quando corri furioso, e atrevido:
Porque tam longe as ondas penetrei
Neptuno se mostrou mais offendido,
Queixando-se que entrei mais Soberano
Que no seu Oceano outro Oceano.
........
E porque em popa vinha a Armada
A tomar em mim porto desejado
Mutiplicou penedos mil na entrada
Como tão poderoso apaixonado:
A maritima gente experimentada
Do mar quebrando em flor vento alterado
Arrendo as escotas de estibordo
Mandou virar da parte de bombordo
.........
Neptuno por quem fazia mil estremos
Em mil negocios seus no tempo antigo
Dos quaes ambos depois nos esquecemos
Isto me faz então como inimigo:
E fez mais inda o damno que sabemos
Por estar encontrado assi comigo.
E porque sou a causa que me magoa
Que vos entope a barra de Lisboa
..............
Mas que dirá o Tejo celebrado
A quem tanto poema lisongea
Foi nisto com Neptuno conjurado
Que um acarreta pedra, outro area:
Por inveja de eu ser tam estimado,
Traidor se mostra fero, e deshumano
Pella parte que tem Castelhano.
........
D.Francisco de Mello e Castro, Fábula do Rio das Maçãs ,sécXVII

segunda-feira, junho 09, 2008

Sintra, é o concelho mais populoso do país.

Sintra ultrapassou população de Lisboa em 2007, tornando-se o concelho mais populoso do país, o que significa mais de meio milhão de pessoas, contra as 499.700 de Lisboa.



sábado, junho 07, 2008

POSTAL DE S.JOÃO DAS LAMPAS

Freguesia do Concelho de Sintra, S. João das Lampas dista cerca de 11 quilómetros da sede concelhia. Com uma Área Total (Km2) 57.294 e com 9 653 habitantes (censo 2001).
Igreja de S. João Baptista
Data de construção desconhecida, provavelmente séculos XV ou XVI. Arquitectura religiosa manuelina. Implantada num grande terreiro, é antecedida por um alpendre com porta gótica. Na fachada principal da matriz abre-se um magnífico pórtico manuelino emoldurado por azulejos joaninos de pintura azul, datados de 1723. No interior destacam-se o revestimento integral da nave com azulejos seiscentistas, a talha barroca, o tecto em madeira com pinturas ornamentais e, nas paredes, pequenos painéis de azulejos policromados datados de 1665 e 1666. Na capela baptismal, tábua com a pintura do Baptismo de Cristo, do final do século XVI.

Informação encontrada aqui

sexta-feira, junho 06, 2008

33º Aniversário da União Mucifalense

Amanhã a União Mucifalense comemora o seu 33º. Aniversário, com um Concerto pela Orquestra Ligeira de Almoçageme, iniciando-se deste modo um vasto programa de comemorações.


quinta-feira, junho 05, 2008

Bonecos de bolso

O amigo Pedro Cabral do blogue "BONECOS DE BOLSO",expõe os seus excelentes desenhos em Monsaraz, de 7 a 15 de Junho. Quem passar em Monsarraz nesses dias, poderá ver esta exposição na Galeria de Arte "Casa dos Sapos".
A exposição está integrada nas comemorações do vigésimo aniversário da ADIM - Associação de Defesa dos Interesses de Monsaraz.

quarta-feira, junho 04, 2008

Estado da arte…em Sintra II

Imóvel fechado a aguardar derrocada
Pormenor do telhado
O estado em que se encontra este imóvel em plena Estefânea, é a solução que os proprietários frequentemente utilizam com a indiferença da autarquia, deixando que os seus imóveis se tornem ruínas para depois justificarem a construção de novos e mais rentáveis edifícios, que vão descaracterizando Sintra.

Post relacionado
Estado da arte…em Sintra aqui


segunda-feira, junho 02, 2008

Praia da Ursa nas 10 mais do “Fugas“


Texto da revista “Fugas“ do Jornal Público de 31 de Maio de 2008
escolha das 10 melhores praias, texto de Luis Maio

Ursa
Se há longas e invariáveis filas de carros a caminho dos areais mais populares no Verão, persistem mesmo assim na região da grande Lisboa meia dúzia de praias selvagens. As excepções justificam-se naturalmente pelas dificuldades de acesso, como é o caso por excelência da Praia da Ursa. Fica a dois passos (para norte) do Cabo da Roca - ponto mais ocidental da Europa e destino incontornável das camionetas de excursão no Parque Natural de Sintra-Cascais.Mesmo assim em pleno Agosto a pequena baía de areias douradas é pouco frequentada e, na verdade permanece invisível até se alcançar o alto das falésias de mais duma centena de metros de altura, a partir das quais se desenham os trilhos íngremes e ziguezagueantes, que lhe dão acesso. Para quem se dá ao trabalho de lá chegar o prémio é um escaninho de paraíso, íntimo e quase secreto, amuralhado por vertiginosas arribas e emoldurado por dramáticos Farilhões, o mais emblemático dos quais responde pelo nome de Pedra da Ursa.Um colar de escolhos e cachopos semeados em redor contribuem para a beleza do lugar, mas também para aplacar a fúria do mar e velam pela segurança dos banhistas, boa parte dos quais são naturalistas.