terça-feira, março 31, 2009

Maria Almira Medina em "Escolhas Sintrenses"

Maria Almira Medina, poeta e artista plástica, é uma figura incontornável da cultura nacional e, mais ainda, sintrense. É a primeira convidada do projecto “Escolhas Sintrenses – Um livro, um disco e um quadro”, a 3 de Abril, pelas 18H00, no Museu Ferreira de Castro. Maria Almira Medina vai falar das suas escolhas, tendo como livro de referência o “Sermão da Sexagésima”, do Padre António Vieira; o disco escolhido é “La Mer”, de Debussy; e o quadro de eleição é “As Banhistas”, de Almada Negreiros.

Texto CMS

segunda-feira, março 30, 2009

Capela da Peninha II

"Eminente ao mar na mesma Costa está a ermida de Nossa senhora da Peninha, situada sobre um rochedo, o qual por ser inferior em grandeza relativamente áquelle em que se edificou o Convento da Pena se chamou da Peninha.(...)"
Visconde de Juromenha- "Cintra Pinturesca" 1838
"(...)No tempo do Cardeal Rei, pelos annos de 1579, acudiram a venera-la (imagem da N.Senhora da Penha) muitos povos como Collares, Cintra, Cascaes, e de todos aquelles logares circumvizinhos até o Milharado(...) "
Visconde de Juromenha-Cintra Pinturesca, 1838

Em 1850 a propriedade da peninha foi vendida ao Dr.José Maria Rangel de Sampaio.1873 – Passa para a posse da Universidade de Direito de Coimbra. 1918 –Palácio construído por António Augusto de Carvalho Monteiro e projectado por por Júlio Fonseca. 1991-Comprado pelo Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza por 90.000 contos, sendo 70% financiado por programa comunitário ENRIREG.

Junta Freguesia de Colares

"Este conjunto histórico engloba a Ermida de São Saturnino e a Capela de Nossa Senhora da Penha. Foi fundado por Frei Pedro da Conceição, nos finais do sec XVI, e o seu interior barroco, inclui um conjunto de páineis de azulejos azuis e brancos do início do sec.XVIII, representando cenas da vida da Virgem. Junto à capela existe uma residência romântico-revivalista mandada construir em 1918 pelo mecenas António Carvalho Monteiro."
CMS
A meio caminho entre Sintra e o litoral, entre os 300 e os 490 metros de altitude, sujeita a fortes ventos marítimos, a Peninha é uma janela panorâmica sobre a quase totalidade do Parque Natural Sintra-Cascais avistando-se a orla costeira do Cabo espichel até ao Cabo Carvoeiro. O conjunto edificado que aqui se encontra inclui a Ermida de São Saturnino, do Séc.XXII, e a Capela da Peninha, erguida por devoção popular no sécXVI e classificada como de interesse público. PNSC

domingo, março 29, 2009

Capela da Peninha

Fica na serra de Cintra , mas muito distante da Villa, o logar onde se encontra o pequeno ermitério, a origem do qual data de tempo immoreais. É proximo ao Cabo da Roca e assenta n’um dos pincaros da serra. Este sitio é visitado pelas pessoas que vão a Cintra, como um dos sitios celebrados, e bem perto encontra-se um grande dolmen, o maior que se conhece em Portugal, denominado o dolmen de André Nunes. Do ermitério o panorama que se disfructa abrange o Oceano, é um espectaculo imponente.

Publicado na "Revista Occidente" Nº204 de 21 de agosto de 1884

Designação actual:Santuário da Nossa Senhora da Peninha/Ermida de Nossa Senhora da Peninha e dependências.
Imóvel de Interesse Público Dec nº 129/77,DR 226 de 29 de Setembro de 1977, integra a Zona tampão da área classificada como Património Mundial/Paisagem Cultural
Época de Construção: Séc XVII/XVIII

*Texto com ortografia e acentuação conforme o original

sábado, março 28, 2009

Porque hoje é Sábado...

A história repete-se
Diário da Manhã de 5-3-1933 (clicar na imagem para ampliar)

Em Outubro de 1929, após uma dé­cada de grande crescimento econó­mico, rebentou na Bolsa de Nova lorque uma grave crise financeira. Até 1933, todos os sectores de pro­dução foram atingidos, o que origi­nou enormes vagas de desemprego.
Em resultado da preponderância ameri­cana na economia capitalista, a Grande Depressão alastrou praticamente a todo o mundo. A produção e os preços caíram, o marasmo agrícola acentuou-se, o comércio internacional quebrou. Por toda a parte, genera­lizaram-se o desemprego e a miséria. Então, numa tentativa de ultrapassar a Grande Depressão, os gover­nos intervieram na economia. De todos os programas postos em prática, destacou-se o do presidente americano Roosevelt,o "New Deal".

Texto encontrado -aqui
Diário da Manhã de 10-3-1933
Diário da Manhã de 11-3-1933

sexta-feira, março 27, 2009

Tauromaquia Sintrense em 1904

(Clicar sobre a imagem para ampliar)

"Pela gravura fixamos a luzida festa no dia 14 na Praça de Cintra, e damos logar de honra, na primeira pagina, ás presidentes de honra, na primeira pagina – um grupo delicioso de portuguezas encadernadas em andaluzas.

Sob os olhares de taes juizes não houve marradas que intimasse os lidadores. De ahi o arrojo das pégas, o brilho dos cavalleiros, o aspecto dos bandarilheiros, a elegancia nos saltos á trincheira. Muitos risos muita alegria, muitas commoções sem um trambulhão. As proprias féras receberam as investidas, muito cheias de si, n´essa orgia de luz, de bohemia, de rebuçados e de palmas. E quando mais tarde as levaram para as leziria iam tristes, com saudades da estroinice que apenas durou uma tarde. Estamos antevendo, de aqui a 20 annos, este punhado de mocidades, curvado sobre o Brasil-Portugal, a relembrar a scena, e as suas figurinhas alegres, já então roçando pelos 40 e pela sisudez de paes de familia. Reproduziremos por essa epocha os grupos, se antes nos não houver a terra-mãe comido os ossos."

*Clichés de Benoliel
Publicado na revista Brasil-Portugal Nº137 de 1 de Outubro de 1904


A história da velha praça de touros, contada por José Alfredo da Costa Azevedo.

“Entre as Ruas Barros Queirós, Ulisses Alves, Capitão Mário Pimentel e traseiras dos prédios da Avenida Heliodoro Salgado, onde foi construído o mercado actual da Estefânia existiu uma praça de touros, construída antes de 1878,(...).foi demolida após a implantação da República, por ordem do Presidente do Município, Fernando Formigal de Morais, com a intenção de fazer uma melhor.Mas, o Formigal de Morais, aborreceu-se com o cargo (e isso acontece a muita gente boa),abandonou-o e a praça de touros nunca mais se construiu.”


Obras de José Alfredo da Costa Azevedo-Bairros de Sintra.

Post relacionado:

A casa do primeiro Presidente da Câmara de Sintra-aqui

quinta-feira, março 26, 2009

Histórias do Vinho de Colares

Adegas Beira-Mar, nas Azenha do MarTexto publicado no Diário de Notícias, em 5 de Agosto de 2006, (autor desconhecido), que nos conta uma história (que eu gostaria de ter escrito) sobre como nos nossos dias, se vive e se produz o Vinho de Colares.

Deolinda olha a garrafa em contraluz. Procura vestígios de pé através da transparência verde do vidro e a cada olhar vai engordando o lote de garrafas de vinho branco que tem à sua frente e hão-de seguir para embalamento. Deolinda aprendeu a olhar o vinho em 34 anos de trabalho na adega de António Paulo da Silva. Sabe encontrar-lhe o defeito e pô-lo de parte quando não serve. Olha as garrafas uma a uma para depois as rotular à mão, num controlo tal qual se fazia quando ali chegou há muito tempo com a tarefa de "lavar o vasilhame". Vieram depois as máquinas e Deolinda mudou o gesto, passando a ter uma função em que a máquina ainda não substitui a eficácia da mão. Põe o rótulos e é a paciência a fazer o acerto com a ajuda da cola que o patrão traz e que dilui em água. O trabalho de Deolinda já poucos fazem. É quase um exclusivo, como é também único o vinho que vai catalogando.

António Paulo da Silva (Imagem RTP)A adega onde Deolinda trabalha fica nas Azenhas do Mar, em plena Região Demarcada do Vinho Colares, uma das regiões vinícolas mais antigas do País. Criada em 1908, situa-se no concelho de Sintra, entre a serra e o oceano e ocupa os terrenos costeiros que vão de Colares a S. João das Lampas. De uma dessas vinhas, num caminho de terra que vai dar a Fontanelas, a aldeia em verso, avista-se o cabo da Roca coberto por um manto de neblina, prenúncio de um dia de calor, mesmo em Sintra.
É uma pequena parcela de terreno como são em regra as vinhas de Colares, protegidas do vento por paliçadas de canas e rodeadas de muros resultado de um puzzle de pedras, perfeitamente desmontáveis. Lá dentro, as cepas rastejam na areia a cerca de um mês e meio de serem vindimadas, como é costume "entre 20 e 24 de Setembro".
É assim há 98 anos, a idade da região demarcada. Já era assim antes. Os tonéis vizinhos de Deolinda são ainda mais antigos, do tempo em que as Adegas Beira Mar pertenciam ao avô do actual dono. A prova dessa antiguidade está esculpida em cada um dos depósitos de mogno: 28-8-86. "O 86 é do século XIX", esclarece Paulo da Silva que aproveita a deixa para desfiar a história do vinho que não sucumbiu à filoxera, como aconteceu com vinhedos no Douro "e por essa Europa fora".
Adega Visconde de Salreu em Colares

O colares resistiu e a explicação para a sobrevivência está na profundidade em que é plantada cada cepa de ramisco, a casta do colares. "Chega a ter um homem, dois homens e até três homens de fundo", diz António Paulo da Silva usando na explicação a medida que tradicionalmente se usava,
A filoxera não foi à raiz da cepa, a vinha sobreviveu e o colares tornou-se um dos vinhos mais populares em finais do século passado, início do século XX com honras de entrar na literatura feita por Eça. Paulo da Silva conta a história, encadeando a marca colares com o percurso da casa que dirige. Exibe prémios, diplomas, folheia livros de honra onde cada assinatura serve para provar um prestígio antigo. Não se perdeu, garante, embora não se venda tanto como antes. Depois de uns anos de crise, diz que o colares voltou a vender-se bem, em parte graças à acção da Adega Regional. Denuncia, no entanto, uma especulação no preço final que pode deitar muito a perder. Passa à frente. Afinal, da sua adega não sai apenas o colares que vende com o rótulo Colares Chitas. Há ainda o Casal da Azenha, vinho que já não é de areia, mas de chão rijo, mais de encosta, "um campeão em grandes concursos", com currículo invejável na Jugoslávia de Tito; e outro, mais corrente, o Beira Mar. Vinhos da casa a que se juntou o Carunchoso, que herdou do sogro.
António Paulo da Silva defende o colares apesar do travo. Isso que se estranha à primeira e que o distingue dos demais vinhos. "Tem um travinho próprio do ramisco." Gosta de o beber, garante. "É um vinho leve, de baixa graduação, na casa dos 11%, que deve ser servido entre os 20 e os 22º", ensina e quando fala tem por perto uma publicidade que se perdeu no tempo. "Na época das descobertas D. Manoel dictou: que a bordo não falte vinho de Collares. Há 400 anos que Collares não falta em parte alguma. Vende-se aqui." Foi quando Sintra se escrevia com C.

quarta-feira, março 25, 2009

Passeio ambiental na orla costeira de Sintra

A Alagamares promove um passeio ambiental guiado a 4 de Abril na orla costeira de Sintra, com início na zona de piqueniques do Magoito e deslocação a pé até às Azenhas do Mar, pela costa, e retorno.
Concentração pelas 9h 15m.
Distância:cerca de 10 km.
Convívio piquenique no final (não incluído).
Inscrições para 918343698 ou info@alagamares.net. Pagamento no local. Sócios da Alagamares-3€ Não Sócios 4€

terça-feira, março 24, 2009

A Vivenda Rafaela de Alberto Totta

Vivenda Rafaela em 1937 nas Azenhas do Mar

“Lá fomos no seu automóvel até às Azenhas do Mar, a linda e acolhedora «Vivenda Rafaela», lar santuário da familia Totta, em pleno convivio com o mar e o campo.

Á direita da porta principal relemos aqueles versos –sintese em que Silva Passos, em 1928 definiu:

«A casa de Alberto Totta: á entrada,Aljubarrota,

ao sair, Alcácer-Quibir...»

Dificilmente se diz mais em tão poucas palavras; dificilmente se exprime verdades tão grandes como ali naqueles versos: Pode-se entrar na «vivenda Rafaela», em ar de «vencedor », que a derrota não demora.(...)”

“(...)A amabilidade, inexcedivel, dos donos da casa, a sua maneira de receber e colocar as visitas à-vontade, fazem-nos render, por muito hostis ou bisonhos que sejamos.”

Jornal de Sintra de 4 de julho de 1937

A Vivenda Rafaela em 2009

A Vivenda Rafaela, localizada numa rua com o nome de Alberto Totta, mesmo em frente ao Oceano, estava revestida com vários painéis de azulejos com desenhos alusivos a Sintra. Actualmente encontra-se em ruínas e com uma grande parte dos azulejos retirados, é uma referência maltratada de uma época de Sintra e das Azenhas do Mar.

O eléctrico da Praia das Maçãs/Azenhas do Mar

Alberto Totta foi uma figura preponderante, pela sua participação politica e cívica na região sintrense nos meados do séc.XX.Em muitos melhoramentos que aconteceram nessa época na região a sua intervenção foi fundamental, desde a comissão de melhoramentos da Azenhas do Mar, na construção da escola Primária, na participação da Direcção da Adega Regional de Colares, no Rancho folclórico de Colares, na Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares, na Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares, a Capela do Mucifal, etc.

segunda-feira, março 23, 2009

TV Regional arranca a 1 de Abril

A partir de 1 de Abril, iniciam-se as emissões experimentais online da Saloia.TV


Direcção: Guilherme Leite, João Rodil
Do Estatuto Editorial
(clicar na imagem para ampliar)

Com emissão em pleno :
-26 de Maio de 2009 para Mafra
-29 de Junho 2009 para Sintra
-25 de Julho 2009 para Loures



Endereço para Saloia.TV -aqui

domingo, março 22, 2009

Feira de S. Pedro de Sintra em 1900






Publicado na Revista Brasil-Portugal nº37 em 1 de Agosto de 1900

A tradicional feira de São Pedro é desde há muito tempo, talvez a maior feira do Concelho de Sintra. Situada no Largo D.Fernando II, remonta a sua origem ao século XII.

Neste mercado, actualmente, podemos encontrar barros saloios, latoaria, velharias ou antiguidades, todas as variedades de produtos hortícolas, pão e bolos saloios, enchidos e queijos da região, roupas e espaços para “comes e bebes”.

A Feira realiza-se nos segundos e quartos domingos de cada mês.

sexta-feira, março 20, 2009

O Vinho de Colares no "Fugas" II

J.Público de 18/03/2009 (clicar na imagem para ampliar)

Miguel Esteves Cardoso, na coluna diária do Jornal Público de Quarta-feira 18/03/2009, no seu estilo característico, comenta o artigo sobre o vinho de Colares do “Fugas” publicada no post de ontem - pelo seu interesse transcrevemos um excerto: “



O Colarinho branco

(…) No ultimo Fugas fez (Rui Falcão)o elogio dos vinhos de Colares que, apesar de serem um contra-senso na contramão da racionalidade e da moda, são os vinhos portugueses mais teimosos e mais fáceis de amar. Numa época em que tudo tem sabor a frutas tropicais, chocolate, baunilha, compotas e mijo de gato, os vinhos de Colares, sejam os tintos Ramisco ou os brancos Malvasia, estão entre os poucos que sabem a ...vinho.
São realidades artesanais, bla-bla-bla, mas o que interessa é que são de facto uma delícia. Então o Colarinho Branco – cujo opogeu é o Arense Malvasia 2006 e cuja colheita de 2007 está neste momento a ser casada fifty-fifty com o melhor Arinto de Bucelas do mesmo ano –é uma frescura sequinha, extorquida à areia e ao vento e ao mar, como não há outra neste mundo.Para que viva!”


Publicidade ao Vinho de Colares em 1933

quinta-feira, março 19, 2009

Vinho de Colares no "Fugas"

Um interessante texto sobre o vinho de Colares , publicado no suplemento do jornal Público, “Fugas”, no último sábado (14/03/2009) da autoria de Rui Falcão, faz um retrato da cultura da vinha da casta ramisco e da produção do famoso vinho de Colares nos nossos dias.

(imagem com texto parcial) do "Fugas" de 16/03/2009


Transcrição de dois pequenos excertos:

“Colares tem tudo contra si e o futuro é incerto . A racionalidade diz-nos que nada faz sentido e que é um mundo perdido. Mas a sensibilidade diz-nos que Colares é uma peleja contra todas as adversidades, que representa a individualidade, a alegria da cor que nos garante que o mundo não se escreve a preto e branco.”

“(...)Colares tem tudo contra si! Até a sua localização junto de Lisboa e do mar, da praia e da Serra de Sintra, num dos pedaços mais apetecíveis para a construção civil...
Colares oferece vinhos adoráveis, vinhos autênticos que combinam uma certa dose de ingenuidade com um carácter verdadeiramente peculiar.Os vinhos de Colares jóias vivas do nosso património, vinhos originais, deliciosos, de uma autenticidade e identidade espantosas. Claro que, por serem tão diferentes, são vinhos incompreendidos, por vezes injustiçados. Sim é verdade, têm pouca fruta, são terrosos, salinos, com pouco álcool, ou seja, vinhos ao revés das tendências contemporâneas.Mas, e sem qualquer dose de paternalismo exacerbado, podem ser excelentes, infinitamente superiores ao que poderíamos esperar face a tantas adversidades. São vinhos interessantes que temos obrigação de acarinhar. Livre-se de preconceitos e experimente-os!(...)”

quarta-feira, março 18, 2009

Serra de Sintra

Vista panorâmica da Serra de Sintra a partir de Galamares. (clicar na foto para ampliar)

"Entretanto, a UNESCO classificou a serra de Sintra como Paisagem Cultural da Humanidade, em que o conjunto da Pena assume a maior relevância, e apelou à junção de esforços das entidades responsáveis pela sua preservação."


António Ressano Garcia Lamas, Presidente da PSML
no "Parque Paraque Tequero" ed.Pedra da Lua-2006

No canto superior esq. Castelo dos Mouros, Quinta da Regaleira,Palácio de Seteais, Palácio da Pena

terça-feira, março 17, 2009

De Sintra ao Oceano / From Sintra to the Ocean

Porque o eléctrico motivou uma visita e um comentário da Malásia, hoje fica aqui um post bilingue, para uma melhor compreensão além fronteiras da importância do eléctrico para Sintra.

Because the tram led to a visit and a comment from Malaysia, here is a bilingual post, for a better understanding of the tram's importance to Sintra.
The Sintra Tram
“The Sintra tram is much more than a mere means of transport.It has always been, and continues to be part os recent history os the places it has passed through and of local people´s recollections of their experiences – it all began in the second half of the 19th century, when the railway line first reached Sintra, connecting the town to the capital of kingdom.”

In “From Sintra to the Ocean” ed.CMS

O Eléctrico de Sintra
"O eléctrico de Sintra é muito mais do que um mero meio de transporte. Tudo começou na segunda metade do séc XIX, quando o caminho de ferro chegou a Sintra, ligando-a à capital do Reino. “

De" Sintra ao Oceano” ed.CMS


segunda-feira, março 16, 2009

Os eléctricos da Ribeira de Sintra

Com o percurso reduzido a meia dúzia de Kilómetros, desde o ano passado, entre a Estefânia e a Ribeira de Sintra, aguardando que as projectadas obras de recuperação da via entre a Ribeira de Sintra e a Praia das Maçãs sejam iniciadas, a frota dos eléctricos encontra-se recolhida nas instalações da Ribeira de Sintra. Os trabalhos de recuperação de antigas unidades continua, sem se saber quando é que poderão iniciar a circulação.

Numa destas tardes passámos por lá.






Apesar da crise
A frota existente, faz de Sintra um museu vivo e único, que deverá ser preservado, pois o eléctrico faz parte integrante da “marca” SINTRA e os investimentos feitos nos últimos anos nas vias e no material circulante, exigem que rapidamente se tomem medidas para colocar a circulação em todo o seu percurso.