domingo, maio 30, 2010

Antes & Agora - No jornal Público

Pelo seu interesse, transcrevemos um texto e fotos publicados no jornal Público de hoje:


A democratização do acesso ao paço real de Sintra

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Monumento singular na vila, o Palácio Nacional de Sintra foi residência real, ao longo dos séculos, depois de a alcaçova ter servido como castelo fortificado de chefes mouros.
O negativo de gelatina e prata em vidro, da autoria de José Barçia, está datado de "entre 1890 e 1945".Porém, é possivel apertar um pouco mais o momento em que foi tirada a foto, se se levar em conta de que a porta de armas e as edificações que delimitavam o terreiro do antigo paço real foram demolidas por volta e 1912. Conforme nota Eugénio Montoito, responsável pelo Arquivo Histórico de Sintra, a decisão de abrir à população o espaço fronteiro ao palácio decorreu no espírito da implantação da República, com a consequente democratização da acessebilidade às árias afectas ao antigo regime, mas também como forma- então, como parece agora- de responder à grave crise económica através da promoção de obras públicas.
Viajando no tempo até à imagem captada esta semana, constata-se que ao frenesim militar e à venda ambulante de produtos regionais, a primeira foi substituida por hordas de turistas e a segunda se mantém, embora agora mais no recato de lojas carregadas de souvenirs.
LuÍs Filipe Sebastião

Post relacionado -Aqui

Ainda sobre as Árvores de Sintra

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Por motivos de total impossibilidade, só hoje tomámos conhecimento de alguma polémica, instalada nesta Vila de Sintra, sobre a questão das Árvores de Sintra - assunto a que nos temos referido (infelizmente), com demasiada, frequência- por esse motivo, durante a próxima semana daremos (aqui), a devida resposta.

Pedro Macieira
Blogue Rio das Maçãs

sábado, maio 22, 2010

Repercurssões (III)

O Comunicado conjunto Árvores de Portugal/QUERCUS, sobre as podas camarárias Sintrenses, continua a ter repercurssões nos meios de comunicação, e também numa intervenção pública, do Clube do Tricô "Conversa Fiada".

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Clube de Tricô "Conversa Fiada " intervenção no Largo do Morais
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Jornal Correio de Sintra de 19-05-2010
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Jornal da Região de 22-05-2010
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Blogue A Sombra Verde

Petição em Defesa das Árvores de Sintra -ler e assinar -Aqui

Outras repercussões:
-Repercurssões (I)
-Repercurssões (II)

sexta-feira, maio 21, 2010

Tricotando Paisagens

Uma intervenção do Clube de Tricô "Conversa Fiada", ontem ao fim do dia no Largo do Morais, em Sintra, um dos locais em que o Departamento de Parques e Jardins podou bárbaramente, Plátanos e Tílias.

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Clube de Tricô "Conversa Fiada"

Os membros do Clube de Tricô “Conversa Fiada reúnem-se, semanalmente, à quarta-feira à noite no Saudade, Amor e Arte, em Sintra.

A arte de envolver elementos do património público com tricô que, de algum modo, suscitam intervenção cívica, foi iniciada nos EUA em 2005, sendo conhecida por Yarnbombing.
Em Sintra, inspirado neste movimento que já se espalhou por todo o mundo, o Clube de Tricô “Conversa Fiada” vem fazer a sua primeira intervenção.

Foi no Largo do Morais que o Departamento de Parques e Jardins selvaticamente podou as árvores, há umas semanas atrás.
Por isso, decidiu o Clube de Tricô “Conversa Fiada” vestir simbolicamente estas nossas amigas.

O critério utilizado ronda o incompreensível.
Vejamos:

O jardim que ali se encontra, com bancos convidativos a uma pausa para quem sobe da Estefânia para S. Pedro, foi deixado sem uma única sombra. Todos os plátanos, foram decepados dos seus ramos.

As árvores da Rua D. João de Castro, foram objecto de intervenção absolutamente absurda, efectuada num lugar tão característico de Sintra.
Logo no início, temos várias tílias completamente decapitadas dos ramos que estavam já cobertos de folhas (este ano já não voltarão a rebentar), outras às quais foram cortados os ramos alguns metros acima do tronco e, pasme-se, logo a seguir, um conjunto de árvores exuberantes de folhagem bonita, onde a motosserra não tocou.

Que critério tão discriminatório foi utilizado no tratamento dado a estas árvores?

Onde estão os técnicos da Câmara a quem foi ministrada, em Abril de 2009, a formação adequada para que “(…) se as árvores de Sintra pudessem ver-se ao espelho, gostassem da imagem reflectida e louvassem o cuidado posto na sua fisionomia saúde e preservação(...)”? “Coisas d’Árvores,” Abril 2009

Até quando vamos assistir a estes atentados? Só pela simples razão de que, em anos anteriores as podas foram assim efectuadas?

Lamentamos profundamente a falta de cuidado que a Autarquia tem demonstrado em relação às nossas árvores, património natural fundamental para que Sintra esteja classificada pela UNESCO como Paisagem Cultural da Humanidade.

Clube de Tricô “Conversa Fiada”

*Texto fornecido pelo Clube de Tricô "Conversa Fiada"

Mostra das Festas do Espírito Santo (Actualizado)

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Casa dos Penedos, em Sintra, entre as 10h. e as 18h. de Sábado dia 22 Maio.
Uma iniciativa conjunta do Jornal de Sintra, Alagamares e SintraPenaferrim Associação Cultural e Cívica.
Telfs.219 231 837 - 939 231 837

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Post relacionado:
Aldeia do Penedo- E as Festas do Espírito Santo
aldeia2007penedo

"A Mostra do Espírito Santo vai debruçar-se sobre os festejos realizados na aldeia do Penedo, no concelho de Sintra, e sobre os que se realizam nos Açores, no caso concreto, no concelho de Ponta Delgada.
Paralelamente, estará patente uma exposição de fotografias alusivas às Festas do Espírito Santo celebradas em Sintra e em Ponta Delgada, sendo estas últimas da autoria do fotógrafo micaelense Pedro Monteiro.
O convite para a realização da conferência de apresentação nacional das Festas do Espírito Santo de Ponta Delgada foi endereçado à autarquia de Ponta Delgada pelas entidades promotoras do evento, nomeadamente a Alagamares-Associação Cultural, SintraPenaferrim-Associação Cultural e Cívica e Jornal de Sintra.
o nosso colaborador Filipe Pinto Costa Santos fará uma comunicação às 17h em ligação com as celebrações desse evento no Penedo,Sintra.

A Comunicação “A Envolvência Cultural e a Divulgação das Festas em Louvor do Divino Espírito Santo do Penedo”, testemunha que, a par da sua tradicional manifestação religiosa e lúdica, nos últimos tempos, pretendeu-se incorporar-lhe também uma vertente cultural. Fortemente ilustrada, dão-se as características do Penedo e do seu povo que, quando realiza as Festas, abnegadamente a ela se dedica indo à Serra cortar troncos de árvores, giesta, buxo e folhas de palmeira que ornam todo o espaço nas cercanias da Igreja. Descrevem-se algumas mostras de artefactos das Festas, concursos “como as crianças vêm as Festas do D.E.S.”, a ligação com os Açores, litografias que definem este evento, a exposição “O Império do Penedo” com uma forte base científica de suporte e uma outra focando os ricos painéis de azulejos policromados, que remontam a finais do século XVI e inícios de XVII, que cobrem as paredes da Igreja. A Comunicação remata com o pensamento da historiadora Maria Micaela Soares “Penedo é o nome do lugar onde a memória dos homens não consente que, ontem, fosse o último dia, nem que, hoje, se acabe o tempo”.

A origem remonta às celebrações religiosas realizadas em Portugal a partir do século XIV, nas quais a terceira pessoa da Santíssima Trindade era festejada com banquetes colectivos designados de Bodo aos Pobres com distribuição de comida e esmolas.

Assunto muito abordado pelo professor Agostinho da Silva. Há referências históricas que indicam que foi inicialmente instituída, em 1321, pelo convento franciscano de Alenquer sob protecção da Rainha Santa Isabel de Portugal e Aragão.

Essas celebrações aconteciam cinquenta dias após a Páscoa, comemorando o dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu do céu sobre os apóstolos de Cristo sob a forma de línguas como de fogo, segundo conta o Novo Testamento. Desde seus primórdios, os festejos do Divino, realizados na época das primeiras colheitas no calendário agrícola do hemisfério norte, são marcados pela esperança na chegada de uma nova era para o mundo dos homens, com igualdade, prosperidade e abundância para todos.

A devoção ao Divino encontrou um solo fértil para florescer nas colónias portuguesas, especialmente no arquipélago dos Açores. De lá, espalhou-se para outras áreas colonizadas por açorianos, como a Nova Inglaterra, nos Estados Unidos da América, e diversas partes do Brasil."
Texto da Alagamares.

quinta-feira, maio 20, 2010

quarta-feira, maio 19, 2010

Intervenção Arqueológica no Hotel Netto

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Publicado na Revista da Associação dos Arqueólogos Portugueses -Volume nº56/57 -2004/2005

HotelNetto

Algumas das conclusões finais:

"A especial relevância da intervenção efectuada na propriedade do Hotel Netto consistiu na caracterização do contraforte de pedra aparelhada, previamente identificado, como fazendo parte integrante das estruturas do perímetro urbano do Palácio de Sintra, tendo sido possível, inclusivamente, quer com o auxílio de fontes escritas, quer pela análise do tipo de aparelho pétreo, quer ainda pelas marcas de canteiro que exibe, aferir que o mesmo terá sido edificado em torno do século XVI.
Resta-nos, pois, concluir que se torna imprescindível a sua preservação e recuperação, uma vez que esta estrutura se apresenta instável e necessitar de uma intervenção célere de conservação e restauro. Defendemos, por isso e em sede própria , a salutar adaptação do novo projecto arquitectónico à realidade em causa, de modo a garantir a sua expressividade e monumentalidade."

Catarina Coelho

****************************************************
Nota do blogue:
O Hotel Netto, local preferido por Ferreira de Castro, para os seus tempos de escrita. Edifício infelizmente votado ao abandono,que se encontra num estado de grande degradação, no local turístico mais visitado de uma Sintra, elevada a Paisagem Cultural da Humanidade pelo comité da UNESCO em 1995.

terça-feira, maio 18, 2010

Cancioneiro de Cintra

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Publicado na "A Semana de Lisboa"- Suplemento do Jornal do Commercio Nº29 de 16 de Julho de 1893

segunda-feira, maio 17, 2010

Festa dos Bombeiros de Sintra

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Comemorou-se ontem em Sintra, o Dia Municipal do Bombeiro. Assinalado com um desfile a pé e motorizado de diversas corporações do Concelho.

domingo, maio 16, 2010

Um dia a casa vem abaixo

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Do artigo publicado no "Jornal da Região", nº220 de 11 a 17 de Maio de 2010:

"Num documento que o nosso jornal teve acesso, os peritos da autarquia admitem "dado o estado avançado de degradação", aquele edifício "pode a qualquer momento colapsar e desabar para a via pública causando danos a pessoas e bens (...)"

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foto publicada neste blogue em Março de 2009.
Edifício em risco de desabamento, há vários anos, na Rua Gonçalves Zarco, Praia das Maçãs.

sábado, maio 15, 2010

Porque hoje é Sábado...

Kanellos o cão antisistemaf
Kanellos

É a injustiça brutal
do sistema e dos homens
no capitalismo global
que leva à revolta primária
do homem que luta
pela sobrevivência


José Gil

(Visão, nº809 de 13 a 19 de Maio de 2010)

Repercurssões (II)

Em Sintra, como era de esperar, as repercurssões ao comunicado conjunto Árvores de Portugal/QUERCUS, começaram a surgir. Registamos a notícia do "Jornal de Sintra" de 14 de Maio de 2010, e o post, do Alagablogue sobre as "podas" camarárias:

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Texto integral do post do Alagablogue-Aqui

As outras repercurssões -Aqui

quinta-feira, maio 13, 2010

Histórias de Embargos Sintrenses

No Jornal Público de hoje (13 Maio de 2010)

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Foto no início da construção em 2008

Outras histórias de obras "embargadas" -aqui e aqui

quarta-feira, maio 12, 2010

Repercurssões do Comunicado- Árvores de Portugal/QUERCUS

As repercussões na comunicação social do comunicado conjunto das Árvores de Portugal /QUERCUS, divulgado ontem, sobre as "podas" camarárias efectuadas em Sintra - poderão agora fazer com que o Presidente da Câmara, Fernando Seara, tome a atitude que se espera - suspenda as mutilações das árvores que estão em curso em Sintra!

Jornal de Notícias de 12 de Maio de 2010

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Texto integral da notícia-aqui

Jornal Público 12 de Maio de 2010

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Jornal METRO 12 de Maio de 2010
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terça-feira, maio 11, 2010

Simulacro de incêndio no Palácio da Vila (Actualizado)

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Decorreu hoje de manhã, (9h30m),um simulacro de incêndio no Palácio Nacional de Sintra.
Participaram neste exercício as seguinte corporações:
- B.V.de Agualva-Cacém, B.V. de Colares, B.V. de Almoçageme, B.V.Algueirão-MMartins,B.V. de Belas,B.V. de Montelavar,B.V.S.Pedro de Sintra,B.V.Sintra,e B.V. de Queluz.

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segunda-feira, maio 10, 2010

Comunicados sobre as "podas" camarárias Sintrenses

Comunicado conjunto Árvores de Portugal e da QUERCUS, sobre as "podas" camarárias em Sintra
arvoresdePortugal

Quercus
Ler- Aqui

E-mail enviado pela QUERCUS ao Presidente da Câmara de Sintra
Quercus
Ler -Aqui

Petição em Defesa das Árvores de Sintra -Aqui