domingo, outubro 31, 2010

O 119º Aniversário da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

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Ver programação comemorativa do 119º Aniversário da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares- Aqui

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A Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares na Praia das Maçãs em 29/08/2010

Memórias de outro aniversário
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No "Cem Anos de Cultura e Recreio, 1891-1991" da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares da autoria de António Caruna

-Saber mais sobre a Banda dos B.V. de Colares-Aqui

sábado, outubro 30, 2010

Porque hoje é Sábado...

Sexta-Feira, 29 -inundações na Baixa de Lisboa



Vídeo no YouIube

Teatro na Tapada das Mercês

teatromosca amilcar cabral
Retratinho de Amílcar Cabral
A tarde vai caindo melancólica como sucede em África. O kora de mestre Galissá vai dando a atmosfera em cena, com as suas toadas e cantos ancestrais da tradição Mandinga. Um jovem, junto da árvore do “Polon” (“Polão”), fala consigo mesmo sobre a sua origem, a história da sua família, a sua existência. O conciliábulo partilhado. Um regresso à antiga aldeia onde os seus pais o “fizeram”, no meio da conturbada Guiné da guerra colonial. Sentado no chão da floresta, conversa com os “irmãos” (corporizados no público), construindo, pouco a pouco, o seu referente cultural, focado na figura de Amílcar Cabral. Amílcar, que ele chama de “Nhu”, ficou gravado na sua memória de infância e continua a largar perguntas sobre o seu futuro. As suas interrogações e respostas, aos poucos vão desenhando a figura de Amílcar Cabral, construtor de utopias. Acorda a manhã de Africa com a esperança da construção de um País feito de longas madrugadas e desejos.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autoria|Miguel Horta
Direcção|Suzana Branco
Intérpretes|José Barros (actor) e Galissá (músico)
Consultoria histórica|Daniel Alves
Ilustrações|Alex Gozblau
Assistência direcção e produção|Diana Alves
Direcção de Produção|Pedro Alves
Produção|teatromosca

Classificação etária proposta|Maiores de 5 anos

Onde?
Floresta Center | antigas salas de cinema (Tapada das Mercês, Mem Martins, Sintra)

(Texto do TeatroMosca)

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Amílcar Cabral, 1924 -1973
1924, 12 de Setembro: Nasce em Bafatá, Guiné - 1932: Vai para Cabo Verde - 1943: Completa no Mindelo o curso liceal - 1944: Emprega-se na Imprensa Nacional, na Praia - 1945: Com uma bolsa de estudo, ingressa no I. S. Agronomia, em Lisboa - 1950: Termina o curso e trabalha na Estação Agronómica de Santarém - 1952: Regressa a Bissau, contratado para os S. Agrícolas e Florestais da Guiné - 1955: O governador impõe a sua saída da colónia; vai trabalhar para Angola; liga-se ao MPLA - 1956: Criação em Bissau do PAIGC - 1960: O Partido abre uma delegação em Conacri; a China apoia a formação de quadros do PAIGC - 1961: Marrocos abre as portas aos membros do Partido - 1963, 23 de Janeiro: Início da luta armada, ataque ao aquartelamento de Tite, no sul da Guiné; em Julho o PAIGC abre a frente norte - 1970, 1 de Julho: O papa Paulo VI concede audiência a Amílcar Cabral, Agostinho Neto e Marcelino dos Santos; 22 de Novembro: O governador da Guiné-Bissau decide e Alpoim Calvão chefia a operação de "comando" "Mar Verde" destinada a capturar ou a eliminar os dirigentes do PAIGC sediados em Conacri: fracasso! - 1973, 20 de Janeiro: Amílcar Cabral é assassinado em Conacri.

Notas biográficas, encontradas aqui

sexta-feira, outubro 29, 2010

Voo Livre

Ontem no rio das Maçãs, na Várzea de Colares os patos-reais, talvez felizes pelo solarengo Outono, esvoaçavam com alguma frequência - permitindo a captação destas imagens:

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Patos-reais (Anas platyrhynchos)

Identificação
Os machos adultos têm a cabeça "verde-garrafa" e um anel branco no pescoço. O dorso e o ventre são
acinzentados e o peito é castanho escuro. O espelho alar é azul e o bico é amarelo. As fêmeas tem um
padrão de plumagem, em tons de castanho, sendo semelhante a outras espécies de patos de superfície.
Porém, algumas características como o tamanho, espelho alar, ou cor do bico, podem ajudar a distinguir
esta espécie das outras com alguma segurança. Os juvenis e os adultos em eclipse apresentam algumas
semelhanças com as fêmeas. São ainda fácilmente identificáveis, tanto em voo como pousados, devido às
suas vocalizações, uns muito típicos quá-quá-quá ou quak-quak-quak.

Abundância e calendário
Em Portugal o pato-real é sobretudo uma espécie residente, nidificando, entre Março e Julho, de norte a sul
do país, sendo porém mais abundante nas principais bacias hidrográficas portuguesas e nas barragens e
açudes a sul do rio Tejo. Ocupa praticamente todo o tipo de habitats aquáticos, desde lagoas costeiras,
barragens, açudes e valas de rega até ribeiras, rios, pauis, arrozais, ETAR’s, parques urbanos, etc.,
preferindo essencialmente zonas de águas pouco profundas.

Texto encontrado em Aves de Portugal.com

quinta-feira, outubro 28, 2010

Postal de Colares

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A Villa Costa, o chalet de José Inácio Costa

José Inácio Costa
Natural de Colares , foi criado no seio de modesta familia e, ainda jovem fixou-se em Lisboa onde aprendeu o oficío de latoeiro.Um dos proprietários da fábrica onde trabalhava, sem herdeiros ,afeiçoou-se ao moço e ,legou-lhe uma das suas industrias conserveiras, Inácio Costa soube gerir o seu património e diversificou a sua actividade, acumulando fortuna.Manteve, apesar de tudo, grande afeição à sua terra natal, tornando-se num dos maiores beneméritos da Vila de Colares, onde faleceu a 13 de Abril de 1896".(cfr ROCHA, 1997,10p.3)

O Chalet de José Inácio Costa construído em 1885 e que "constitui um exemplar arquitectónico muito interessante, com as sua janelas góticas e decoração vegetalista estilizada dos capitéis patentes nas janelas maineladas, cuja gramática recorda vagamente certo estilo revivalista.”
No "Colares" de Maria Teresa Caetano

Quase em frente à Vila Costa, duas Vivendas geminadas, Ema e Alda, mandadas construir por Inácio Costa para as sua duas netas e que hoje alojam a Farmácia e os Correios de Colares.

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Vivendas Ema e Alda

quarta-feira, outubro 27, 2010

Crónicas da Vizinhança VI

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No jornal Público de 26/10/2010

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Créditos:
-Crónica "Ainda Ontem"de Miguel Esteves Cardoso no Jornal Público de 26/10/2010
-Moto dos Correios adaptação da foto encontrada aqui

terça-feira, outubro 26, 2010

Correspondência de Cintra

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O jornal "O Concelho de Cintra" nº41, de Setembro de 1911, noticiava o programa de comemorações do 1º aniversário da implantação da República no Concelho de Sintra - notícia que transcrevemos, conservando a ortografia e acentuação do original:


Anniversario da Republica
Em todo o concelho de Cintra se realizam hoje e amanhã manifestações de regosijo solemnizando o 1º Anniversário da proclamação da Republica Portugueza.
Por noticias recebidas n'esta redacção sabemos, que em Rio de Mouro, haverão grandes festejos.
Em Cintra e S.Pedro as musicas percorrerão as ruas ao romper da manhã. Em Collares e Almoçageme de egual fórma haverão festejos.
Por ordem do Almoxarife da Pena, serão dadas por artilharia no Castello dos Mouros, uma salva de 21 tiros, ás 6 horas da manhã d'hoje.
Em Bellas, Montelavar e Lameiros tambem se realisam manifestações populosas saudando a Republica.

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Primeira página do "O Concelho de Cintra" nº24 de 25 de Maio de 1911

segunda-feira, outubro 25, 2010

Ramisco e Malvasia regressam à Adega Viúva Gomes

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 Adega Viúva Gomes

Dois enólogos, Tito Gomes e Elder Cunha decidiram criar uma marca própria de vinhos portugueses de qualidade. Este interessante projecto utiliza as melhores uvas de cada região de Portugal.

A Região Demarcada de Colares, a segunda mais antiga a seguir à Região Demarcada do Douro , é uma região vitivinícola conhecida pela suas castas Ramisco e Malvasia, plantadas em chão de areia que produzem o famoso vinho de Colares.
Photobucket A utilização das instalações da Adega Viúva Gomes em Almoçageme, ( com equipamentos próprios), para a produção do vinho tinto Ramisco e branco Malvasia - não deixa de gerar alguma admiração em habitantes de Almoçageme, por se voltar a fazer vinho de Colares na adega...
Photobucket AdegaBaeta241020104final

A produção esperada pela "Casca Wines", para o o ano de 2010, do Vinho de Colares, será de 300 garrafas de Malvasia e 400 de Ramisco
Para a produção do vinho de Colares são utilizadas as vinhas de A.Gonçalo Jacinto e de B.José Franco Fonseca, vinhas em chão de areia em cima do tradicional chão rijo de origem argilosa.




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Este projecto, de fabrico do Vinho de Colares, utilizando o processo tradicional do cultivo da vinha em chão de areia é digno do maior louvor e terá certamente a possibilidade de aumentar a sua produção no futuro. Esta iniciativa é um importante incentivo para a continuidade dos métodos tradicionais do cultivo da vinha e reforça a esperança dos que como a Adega Regional de Colares, continuam a defender a manutenção do Vinho de Colares, como uma imagem de marca desta região.

domingo, outubro 24, 2010

Adega Viúva Gomes em Almoçageme

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O edifício da adega e escritório foi construído em 1808, pela família Gomes da Silva, oriunda da Região de Loures, que possuía grande extensão de vinha e mais tarde dedicaram-se também ao comércio de vinhos da Região de Colares.

Inicialmente os vinhos eram produzidos em Almoçageme saindo de carroça para a Praia das Maçãs, onde existia um entreposto. Eram carregados em vagonetas que seguiam atreladas ao eléctrico até Sintra, prosseguindo depois para Lisboa de comboio. Nos inícios do século XX os principais viticultores da região eram Viúva Gomes & Filhos, tendo sido distinguidos com o Grande Prémio na Exposição Mundial do Panamá-Pacífico, em 1915. Durante a Guerra de 1914-1918, enviaram vinho de Colares para consumo dos soldados que combatiam na frente francesa .

Passando por vários proprietários desde a sua fundação, a Adega e toda a existência foi comprada em 1988 pela família Baeta, estabelecida em Sintra no negócio alimentar desde 1898, proprietária de uma Adega em Sintra, tendo a sociedade comercial Jacinto Lopes Baeta, Filhos Lda. ficado na posse de toda a existência, iniciando uma nova fase de comercialização dos vinhos, criando e engarrafando novas colheitas de vinhos de Colares, de modo a restabelecer o prestígio da marca Viúva Gomes. Iniciando a recuperação das instalações com novos tonéis de madeira ficando com uma capacidade de 105.000 litros.

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Publicado na Ilustração Portuguesa nº de 556 de 16 de Outubro de 1916

Fontes :
-1892-1992 Cem anos de Vida e História da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme
-Colares de Maria Teresa Caetano
-Página da Internet da Adega Víuva Gomes da Silva

sábado, outubro 23, 2010

Exposição de Pintura de Rui Cristino da Silva

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EXPOSIÇÃO DE PINTURA «SONHO E REALIDADE» (óleos sobre tela) de RUI CRISTINO DA SILVA na Casa Roque Gameiro, C.M.Amadora, Portugal.
Cada quadro será ilustrado por uma quadra do poeta MÁRIO CRISTINO DA SILVA. Decorrerá de 13.Nov.2010 a 04.Dez.2010 (2ª a sáb. das 10.00 às 12.30 e das 14.00 às 17.30 h - entrada livre).


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Rui Cristino da Silva, vive em Almoçageme e é detentor de um currículo extenso, com participação em várias exposições colectivas e individuais, muitas das suas obras a carvão, aguarela, pintura acrílica e óleo encontram-se em colecções particulares. Tem também vários prémios em cartazes, Stands, Decorações de Interiores e Logótipos, a nível Nacional e Internacional.

sexta-feira, outubro 22, 2010

Correspondência de Collares (II)

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Vista de Colares

No jornal "O Concelho de Cintra" nº29 de 1 de Junho de 1911

"Esperamos da amabilidade do nosso fiel e velho amigo Francisco dos Santos, que interceda com a senhora Camara para mandar os cantoneiros picar a rua Direita e a de José Ignacio da Costa, cujos pedregulhos impedem o transito e formando-se uma ideia muito triste de Collares.
De visita ao coadjutor Mathias de Campos estiveram aqui os srs. Justino Teixeira da Silva da Costa e sua esposa, D.Rosa Teixeira da Silva, e Sabino do Rego Galambas e sua esposa, D.Emilia do Rego Galambas."

*Ortografia e acentuação conforme o original

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Colares ,rua da República
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quinta-feira, outubro 21, 2010

Correspondência de Collares

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"Grupo de filarmónicos" da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

Collares, 27
Esteve bem concorrida a Várzea e Praia das Maçãs, tanto o dia de S.João como o domingo tocando no coreto da Varzea a Philarmónica dos Bombeiros Voluntários de Collares e na Praia das Maçãs a Philarmónica Gremio Recreativo Musical d’Almoçageme. Ouvimos elogios ás respectivas bandas. A banda d’Almoçageme tocou a Portuguesa no pateo do deputado Dr.Inoncencio Camacho.
Commemorando a fundação dos Bombeiros de Cintra estiveram no dia de S.João os collegas da Porcalhota, Cintra e S.Pedro, que acompanhados pelos de Collares, almoçaram nos Capuchos, sendo no seu regresso obsequiados pelos srs. José Maria d’Oliveira, commandante e David Gomes, director dos de Collares, com um copo de vinho e bolos na adega do primeiro.

Jornal "O Concelho de Cintra" nº29 de 1 de Junho de 1911

* Ortografia e acentuação conforme o original
BandaAlmoçageme1911
A Filarmónica Grémio Recreativo Musical d'Almoçageme em 1912

Créditos:
-Foto da banda dos B.Voluntários de Colares. publicada em "Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares, 1891-1991" de António Caruna
-Foto da Filarmónica Grémio R. d'Almoçageme. publicada em "Cem anos de Vida e História da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme

quarta-feira, outubro 20, 2010

Cabo da Roca

Fotos de Manuel Correia Macieira

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Informação Turística/Sintra em várias línguas editado pela CMS, sobre o Cabo da Roca

*Ver mais fotos de Manuel Correia Macieira aqui e aqui


terça-feira, outubro 19, 2010

A fauna do meu jardim (II)

Rola
(Streptopelia turtur
)

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A rola é uma ave da mesma família dos pombos e distingue-se destes por ser mais pequena (28 cm) e de silhueta mais esbelta; em voo nota-se o batimento de asas mais irregular e a cauda negra com barra terminal branca. Outra característica notável é a existência de listras pretas e brancas no pescoço. É uma ave migradora que invernando no continente africano, vem nidificar à Europa; a sua entrada dá-se a partir do mês de Abril e chegam até ao sul da Escócia e ao norte da Alemanha. De fins de Julho a fins de Setembro, e mesmo princípios de Outubro, partem para a sua área de Inverno, na Africa tropical (Gâmbia, Senegal, norte da Nigéria, Chade, Sudão, Abissínia e Eriteia), registando-se as grandes entradas nestes países em meados de Setembro. A sua alimentação baseia-se em sementes de plantas espontâneas e de plantas de cultivo, cereais, mas também come insectos, embora em pequena percentagem.
As rolas são normalmente vistas aos pares ou em grupos que podem atingir os cinquenta elementos. São aves tímidas, mas que se fazem ouvir de forma notável no Verão, com o seu arrulho de chamamento. Os primeiros ninhos são feitos em Maio, construídos rudimentarmente com gravetos entrecruzados, em árvores várias e também em silvados, tojos e arbustos diversos. A postura e de dois ovos, raramente um; a incubação é feita por ambos os sexos e dura 13 a 14 dias.
Texto encontrado Aqui

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A osga-comum (Tarentola mauritanica) é um réptil da família Gekkonidae, que pode atingir 8,5 cm de comprimento. Tem a cabeça grande, bem destacada do corpo, e olhos com pupila vertical. Possui um aspecto aplanado, com quatro membros pentadáctilos (com cinco dedos). A cauda atinge o mesmo comprimento que o conjunto da cabeça e do corpo. A parte superior da cabeça está coberta por escamas poligonais, muitas vezes hexagonais. Possui o dorso coberto por escamas muito pequenas e granulares, entre as quais se destacam tubérculos grandes e proeminentes, dispostos em 10 a 16 séries longitudinais, mais ou menos regulares. Os anéis caudais têm tubérculos muito proeminentes e pontiagudos, especialmente de lado. Quando se sente em perigo perde a cauda, mas tem a capacidade de a regenerar. Porém, a cauda regenerada é mais lisa e curta e nunca recupera a cor original. As escamas ventrais são planas, hexagonais e pouco imbricadas. Os dedos têm lamelas (lâminas) digitais não subdivididas centralmente e as unhas só são visíveis nos 3º e 4º dedos. Estas duas características permitem distingui-la da osga-turca (Hemidactylus turcicus), a outra osga existente em Portugal.

Texto encontrado Aqui

segunda-feira, outubro 18, 2010

A fauna do meu jardim

Aproveitando os dias solarengos de Outono, os muros do meu quintal tornam-se óptimos solários naturais, para a fauna que gosta tanto de sol como nós humanos, que nos meses de Verão, ocupamos as praias a fazer o mesmo.

A Lagartixa-ibérica

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A Lagartixa-ibérica (Podarcis hispânica) é um sáurio (grupo de répteis vulgarmente conhecidos por lagartos) de tamanho médio, alcançando 18 cm de comprimento total (incluindo a cauda, que compreende cerca de dois terços do comprimento do animal). A cabeça achatada e as órbitas salientes são características diagnosticantes da espécie. A coloração é muito variável. No dorso, os indivíduos podem apresentar tons que vão desde o castanho claro ao verde intenso. Nos flancos, é comum a presença de um reticulado mais escuro, verde, castanho ou preto.
Texto retirado daqui

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Saciando a sede
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Continua

domingo, outubro 17, 2010

Parapente na Praia da Aguda

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Na tarde de Sábado, embora o vento não estivesse completamente favorável, havia quem praticasse Parapente na Praia da Aguda - o que possibilitou as fotos que publicamos hoje.


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sábado, outubro 16, 2010

A noite de Sintra do V Rally de Portugal Histórico (Actualizado)

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Durante a noite de Sexta-feira o Rally de Portugal Histórico 2010, fez duas passagens pela Lagoa Azul e Peninha. Esta prova organizada pelo ACP contou com a participação de 110 concorrentes, dos quais 80 por cento são estrangeiros - prova que termina este Sábado no Estoril.

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Alpine Renault A110 -Bernard Peynet/ Jean François Chazot (Fra)
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Citroen DS21 -Damien Ancelin/ Marie Ancelin (FRA)

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Citroen SM -Jean Pierre Bonglet/Michel Vacelet (FRA)

Porsche2f
Porsche 911 -Marcos Fernandes Adan/Gaspar Sierra Osorio (ESP)
RallyHistPortg3f
Austin Healey 3000 Mk III-Urs Ermst (CHE)/Walter Reger (CAN)

Actualização (23H20m)
Após 44 provas de classificação, os vencedores do V Rally de Portugal Histórico foram os espanhóis Ricardo Alonso/Moisés Alvarez em Ford Escort RS.

FordEscort
Ricardo Alonso / Moisés Alvarez no acesso à Peninha na noite de Sexta-feira