quinta-feira, março 31, 2011

Primavera no Castelo dos Mouros

(texto e fotos de Emília Reis)

Vale a pena subir ao Castelo dos Mouros por estes dias de Primavera em que as pedras e os pequenos muros estão ainda cobertos de musgos e, por todo o lado uma miríade de pequenas folhas, de vários matizes, brotam em força das árvores, mais parecendo um véu ou renda amarelo esverdeado que nos envolve.
Eu estive lá um destes dias, subi por Santa Maria e fiquei maravilhada.

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terça-feira, março 29, 2011

Visita a Monserrate

A propósito da visita de hoje ao Parque de Monserrate, do príncipe Carlos de Inglaterra e Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha.

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Palácio de Monserrate -Aguarela de Stephen Brody

Lenda de Monserrate


Diz a tradição que nos tempos de domínio árabe morou naquele sítio, no alto da Penha, um moço árabe ou fidalgo cristão, que tinha grande predomínio com todas as famílias cristãs que habitavam a serra.

Esse moço árabe andava em rixa velha com o alcaide do castelo de Sintra, resultando dessa discórdia este vir desafiá-lo a um duelo. Deste duelo resultou a morte do moço árabe que ficou estendido no chão. Logo foi tido em conta por toda a gente como mártir, ao qual levantaram um túmulo e depois uma capelinha de oração.

Esta pequena ermida com o tempo ruiu, sendo em 1500 substituída por outra, edificada pelo padre Gaspar Preto, sob a invocação de Nossa Senhora de Monserrate, tendo vindo de Roma a imagem da Virgem, feita de alabastro.


*O Palácio de Monserrate foi construído em 1858, por ordem de Francis Cook, Visconde de Monserrate

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Imagens do interior do palácio de Monserrate
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Posts relacionados:
-Parque de Monserrate -Aqui
-Parque de Monserrate II -Aqui

segunda-feira, março 28, 2011

Resposta da PSML sobre estrutura metálica na Serra de Sintra

Antenaserra3
Conforme publicámos no post anterior, foi dirigido da nossa parte um pedido de informação à PSML, sobre um estranho poste metálico no Castelo dos Mouros.
Da parte do Presidente da PSML, recebemos a seguinte informação:

Exmº Senhor,
Respondendo ao seu pedido de informação sobre a torre que avistou no Castelo dos Mouros, esclareço que se trata de uma grua de cabos que transportam caixas para levar e retirar materiais para as obras de recuperação que vamos em breve iniciar no Castelo. A torre é o apoio dos cabos que ligam o interior do Castelo ao caminho de serviço, junto à Casa do Guarda. Estima-se que o tempo necessário para a obra seja de 1 ano e meio.
Com cumprimentos,

António Lamas
Presidente do Conselho de Administração
Parques de Sintra - Monte da Lua, S.A.

De realçar a rápida resposta ao nosso pedido de informação, prestado pelo Engº António Lamas, facto que até agora não estávamos habituados quando contactamos organismos oficiais ou camarários.

Monte da Lua : Estranhamente nesta Primavera... (II)

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A insólita estrutura metálica que "nasceu" em plena Serra de Sintra, e de que divulgámos fotos no Domingo, foi a razão do nosso pedido de informações à PSML:

"Como deve haver alguma explicação para esta situação, e considerando que a referida estrutura, provoca uma alteração da imagem da serra que todos pretendemos preservar - muito gostaria que houvesse da vossa parte um esclarecimento para a instalação desta estrutura metálica, numa zona tão sensível."

Aguardamos da PSML,a explicação para que a imagem da Serra de Sintra tenha sofrido a alteração da sua imagem.
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domingo, março 27, 2011

Monte da Lua: Estranhamente nesta Primavera...

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"O recorte majestoso e sereno do Palácio da Pena, a coroar a Serra de Sintra..." está alterado por uma estranha estrutura metálica.
Um enigma a decifrar nos próximos dias.
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sábado, março 26, 2011

Porque hoje é Sábado...

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Fotos aéreas do Cabo da Roca, Praia Grande e Magoito da autoria de João Santos, do blogue "Vida de Spotter", num Aviocar da FAP.
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Praia Grande
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Praia Grande
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Praia do Magoito

Sobre o Aviocar da Força Aérea portuguesa
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Este avião de fabrico espanhol continua a prestar excelentes serviços na FAP.
Cinco Aviocar foram colocados na BA 1, em Sintra, na Esquadra de Reconhecimento Fotográfico, tendo sido adaptados e equipados com um sistema de navegação de grande precisão e piloto automático.

Nesta Base constituiu-se o Grupo Operacional 12, ao qual foi atribuída a Esquadra 401, competindo a esta, as missões de reconhecimento fotográfico, vigilância marítima, guerra electrónica e pesquisa de recursos naturais.
Contributos importantes foram dados no sector das pescas e estudos geológicos e levantamento de cartas geográficas.

Fonte

sexta-feira, março 25, 2011

O Externato de Santa Maria

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Casa dos Penedos

Publicamos hoje um excelente texto de Graça Sampaio, autora do blogue “picosderoseirabrava”, que faz um retrato de uma época - sendo também uma resposta a uma questão relacionada com o Externato de Santa Maria, de Sintra, colocada por uma visitante deste blogue.

A obra da Sr.ª D. Maria Eugénia Reis Ferreira

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O meu contacto com a obra desta senhora fez-se já, a título póstumo, em inícios de Outubro de 1958, tinha eu apenas dez anos, quando a minha mãe, depois de ter respondido a um anúncio, ganhou o lugar de professora primária no Externato de Santa Maria, sito na Rua Marechal Saldanha, n.º 18, em Sintra.

A dona e directora desta instituição, a Senhora D. Maria Emília Reis Ferreira, era irmã da Senhora D. Maria Eugénia (ambas filhas do Senhor Carlos Ferreira, dono da Casa dos Penedos), recentemente falecida, sem descendência, e terá pedido, à hora da morte, à irmã que tomasse conta da sua obra, promessa que a senhora D. Emília cumpriu sempre com todo o carinho e denodo, a suas inteiras expensas.

A população alvo eram crianças do sexo feminino, nomeadamente de famílias pobres, residentes na Freguesia de São Martinho, em Sintra, que não possuía senão uma escola primária destinada a rapazes. De notar que, à época, as escolas primárias obedeciam à lógica da separação dos sexos.

Para além do ensino primário absolutamente gratuito, as meninas almoçavam na escola que lhes oferecia sopa, pão e fruta que vinha das quintas da directora da escola. Depois de fazerem a 4ª classe (de referir que naquele tempo o ensino não era obrigatório e a escolaridade básica para as raparigas era o exame da 3ª classe, ficando o exame da 4ª classe como escolaridade básica dos rapazes) as meninas podiam continuar a frequentar a escola onde funcionava uma Casa de Trabalho na qual elas aprendiam costura e lavores. Durante muitos anos essa Casa de Trabalho foi dirigida pela Senhora D. Madalena.

Para além destas benesses, a escola oferecia a Sopa dos Pobres – todos os dias da semana um máximo de vinte pobres certificados com Atestado de Pobreza passado pela Junta de Freguesia (ou Regedor, já não me lembro bem) recebiam uma panela de boa sopa e um ou dois pães de segunda, conforme o agregado familiar, e fruta, quando havia. Este serviço acabou por se extinguir ainda antes do 25 de Abril.
Tudo, absolutamente tudo, incluindo os ordenados das professoras e das cozinheiras, era pago pela irmã da Sr.ª D. Maria Eugénia. A minha mãe, a D. Lina como era conhecida, passou a ser aquilo a que actualmente se chama a directora pedagógica. Esteve em funções até aos anos 80, altura em que a escola fechou mercê das alterações socio-políticas do país e teve sempre a máxima confiança da dona da instituição. Foi a primeira (e última) professora que se manteve segura no cargo e foi com ela, posso dizê-lo sem qualquer laivo de imodéstia, que a escola evoluiu e se tornou visível. Numa época em que nem sequer se ouvia falar em visitas de estudo, em inícios de 60, a minha mãe, sempre com o suporte humano e material da Sr.ª D. Maria Emília, levou uma camioneta (do Barraqueiro, ainda me lembro) de passeio a Fátima e à Nazaré. Muitas delas nunca tinham saído de Sintra, nunca tinha visto o mar. Foi tudo pago, incluindo lanches e gelado (!) pela Directora da escola. Passou a realizar-se uma festa anual organizada pela minha mãe, com teatrinhos, bailados e récita de poemas pelas meninas, na qual estava presente e era homenageada a Directora e para a qual eram convidados os pais das alunas. Tudo era feito na escola: a escolha e o ensaio das peças de teatro bem como a confecção dos fatos e dos cenários – isto nos anos 60 era muito inovador. Claro que contava-se sempre com o enorme apoio humano, cultural e financeiro da Directora.

Nos anos 70, com a menor procura dos serviços da Casa de Trabalho, a escola passou a receber crianças com 5 e 4 anos, numa espécie de pré-escolar. Entraram novas vigilantes e, naturalmente, às custas da Directora. De referir que a minha mãe e as restantes senhoras que trabalhavam na escola, ao contrário do que acontecia no ensino oficial, recebiam 13 meses por ano, enquanto no oficial recebiam 10.

Depois do 25 de Abril, as condições alteraram-se. As obras de caridade passaram a ser mal vistas, os pais tornaram-se por de mais reivindicativos – não vejam nisto qualquer tipo de crítica da minha parte em relação à Revolução – a Directora estava um pouco cansada e desiludida e a escola acabou por fechar em meados dos anos 80.

O edifício em que a escola funcionava é um casarão contíguo à Casa dos Penedos também pertencente ao pai das Senhoras D. Maria Eugénia e Maria Emília, parte do qual, a ala esquerda, era reservado à casa da professora – a minha mãe – e outra parte, a ala direita, era reservada aos caseiros da Casa dos Penedos que se mudavam para lá no Verão, quando os senhoras vinham veranear para a Casa dos Penedos. A parte central era reservada para a escola: uma enorme sala de aulas, um refeitório de igual tamanho, a enorme cozinha com chão de lajes e fogão a lenha, lá em cima, na ala direita, a Casa de Trabalho e a Capela, onde diariamente se rezava o terço... O enorme campo de ténis da Casa dos Penedos era o recreio das alunas da escola.

Desde que a escola fechou e que a minha mãe não acedeu a ficar lá em jeito de caseira, o edifício foi abandonado e, como sabem melhor do que eu, completamente arruinado. A Senhora D. Maria Emília faleceu há anos também sem descendência e tudo aquilo pertence agora aos sobrinhos, oito, se bem me lembro, filhos de outra irmã sua.

Graça Sampaio

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"O edifício em que a escola funcionava é um casarão contíguo à Casa dos Penedos"

Créditos:
Sinal de trânsito adaptado daqui
Foto do Externato da autoria de Emilia Reis

quinta-feira, março 24, 2011

Intervenção da Estradas de Portugal nas árvores da Vila Velha

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Foto de ontem (23/03/2011) Grua da empresa Rapamato junto às tílias

Iniciou-se hoje a intervenção da EP, nas árvores da Vila Velha, na sequência da intervenção efectuada em Colares e na estrada de Galamares, com suporte do estudo do ISA do EngºFabião.

Tílias , Lódãos-Bastardos e Plátanos

Em relação aos Plátanos , é referido no estudo ISA, que “São exemplares de grande dimensões, sendo por isso difíceis de conciliar com a situação actual da rua onde se encontram” o que permite alguma preocupação pelo seu futuro, face ao tipo de podas agressivas já praticadas em Colares - também é preconizado no estudo do ISA,dois abates de duas tílias, junto à esplanada do Café Hóquei de Sintra.

Para os Lódãos-Bastardos o estudo sugere uma"poda de arejamento da copa, com ligeiro atarraque das pernadas mais longas"- recomendação que se for seguida pela EP como em Colares, irá provocar uma alteração profunda no aspecto destes, até agora belos exemplares.

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Cartaz que surgiu em Janeiro num dos Plátanos

Para Memória Futura
Fotos de 15 de Janeiro de 2011
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Foto de 15/01/2011 (local principal da intervenção da E.P.)
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Lódãos -Bastardos -Foto 15/01/2011
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Foto de 15/01/2011 -Plátanos

quarta-feira, março 23, 2011

Chegou o dia de ir ao Pote!

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*" É preciso que Sócrates "se deixe de fitas e governe". Porque os social-democratas não estão "cheios de vontade de ir ao pote".
Pedro Passos Coelho
(numa entrevista à RTP)-Jornal de Negócios -17 Fevereiro 2011

A seguir... 8221668 kHsfi
(Imagem via Arrastão)

«Selene-Culturas de Sintra» jornal online lançado hoje

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«SELENE – CULTURAS DE SINTRA»: Novo jornal online de Sintra vocacionado
para as questões culturais e artísticas

«Trata-se de uma publicação trimestral online que aposta na divulgação de
textos literários e de reflexão, de ilustração e grafismos inéditos de
autores contemporâneos. O seu núcleo irradiador parte de Sintra, daí a
escolha de Selene- Culturas de Sintra, mas o novo jornal define-se como
universalista por essência. Estrutura-se por áreas temáticas, como Sintra
Teatral, Sintra Utópica, ou Sintra Musical, entre outras. O tema de fundo
do primeiro número é dedicado à presença de Sintra na obra da filósofa e
ensaísta portuense Dalila Pereira da Costa.

Enquanto plataforma multi-medial, Selene – Culturas de Sintra irá também
comunicar musicalmente com o leitor através das suas rubricas sonoras, ao
mesmo tempo que valorizará a imagem apostando na fotografia, na
ilustração, ou no vídeo. Defendendo a diversidade temática e a
multiplicidade de perspectivas, este novo órgão de comunicação social
sintrense pretende também dirigir-se aos estudiosos, daí a criação de
dossiês temáticos em constante renovação sobre os assuntos de fundo
tratados no jornal.

Este jornal é editado pela Caminho Sentido Associação Cultural, estrutura
integrada na Plataforma das Associações e Agentes Culturais de Sintra.
O seu objectivo é antes do mais concretizar na prática do jornalismo
cultural a noção de serviço à comunidade.»

café-bar 2 ao Quadrado, Rua João de Deus, n.º 70, Sintra

terça-feira, março 22, 2011

A Eugaria de Pancho Guedes

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«Nos últimos cinco anos, desde a morte da companheira, Dorothy Ann Philips - "na universidade houve muitas namoradas, até que uma disse a verdade e casei com ela" -, Pancho tem vivido sozinho em Sintra, na Eugaria. Ali diz que consegue viver como sempre viveu. "Ali refaço a vida que tinha em África, rodeado de romenos e americanos, expatriados." "Na ilha de Sintra" refugia-se no arquipélago da Eugaria. Mas, e ainda que traga sempre consigo "uma infinidade de sonhos, inspirações vagas e baralhadas", enfrenta também a solidão.»

No jornal "Público" de 21 de Março de 2011

O "Casal dos Olhos" de Pancho Guedes na Eugaria
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Amâncio d'Alpoim Miranda Guedes mais conhecido por Pancho Guedes, nasceu em 1925 é arquitecto, pintor, escultor e pintor modernista.É autor do "Casal dos Olhos", em Eugaria, perto de Colares. Estudou em S.Tomé, Guiné ,Lisboa, Lourenço Marques (actual Maputo), Joanesburgo e no Porto.Trabalhou no departamento de arquitectura da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo e na Universidade Lusófona, em Lisboa, durante o ano académico de 1996/97.

segunda-feira, março 21, 2011

O 121º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares

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Com a presença de várias entidades convidadas, decorreram ontem as cerimónias de encerramento das Comemorações do 121ª Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares.

A necessidade de apoio técnico à familia Real que vinha frequentemente para Sintra, terá sido um dos motivos da criação pelos Bombeiros da Ajuda desta sua 5ª Esquadra, e que Eduardo Rodrigues Costa, industrial muito conceituado em Colares, que pertencia ao corpo da Real Associação dos Bombeiros da Ajuda, tenha sido nomeado seu primeiro chefe, vindo mais tarde a ser Comandante da nova corporação de bombeiros.

Oportunidade para transcrever do livro “Cem Anos Fazendo o Bem,” de António Caruna, algumas memórias históricas relacionadas com esta centenária Associação, publicadas no Quinzenário Ilustrado “O Bombeiro” do Porto que se intitulava como "Orgão Oficial dos Bombeiros Voluntários”:


Collares- Inaugurou-se no dia 9 passado a corporação de voluntários, correndo todas as despezas de material e uniformes por conta do iniciador o sr. Eduardo Rodrigues da Costa.”
In nº17, de 1.4.1880

Ajuda – Inauguraram mais uma esquadra em Collares. Para solemnisar este acto a que compareceu quasi toda a corporação; houve um jantar em que trocaram os mais enthusiastos brindes.”
In nº18, de 15.4.1880

Ajuda – vão construir Cavallariças annexas à esquadra do palácio da Ajuda, para maior promptidão de socorros.
-está em construcção um carro de mangueiras que transporta uma pequena bomba de supporte, despesa feita pelo chefe de esquadra de Collares o Sr. Eduardo Rodrigues da Costa e pelo mesmo cavalheiro oferecido à esquadra.
-Foi agraciado com o hábito de Christo o Sr. Eduardo Rodrigues da Costa, chefe da esquadra de Collares.”
In nº21, de 1890

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sábado, março 19, 2011

Céu de Colares

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Hoje, sábado, a lua está mais perto da Terra do que alguma vez esteve nos últimos 18 anos.
Foto obtida em Colares às 20H32m

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Também o pôr-do-sol, estava com umas cores excepcionais, como a despedir-se do Inverno.
Foto obtida em Colares às 19H51m.

Porque hoje é Sábado...

Desnorte

Desnorte2
Troca da imagem da Guarda por Sintra.

"Cavaco Silva andava há dias a alertar para a situação de crise do país e para os problemas económicos e sociais. Era um discurso à beira de admitir o cenário de crise política. Hoje, num almoço-comício na Guarda, disse-o com todas as letras."

No Público online de 12.01.2011

RTP confunde golfe com o Volkswagen Golf


RTP, no Jornal da Tarde confundiu a modalidade desportiva golfe com o Volkswagen Golf, mas logo de seguida já havia anúncios a aproveitarem a gaffe e a correrem na Net.

sexta-feira, março 18, 2011

Parque de Monserrate II

A propósito de uma notícia do Jornal Sol online:

"Príncipe Carlos visita Portugal em MarçoO príncipe Carlos de Inglaterra e a duquesa da Cornualha realizam uma visita oficial a Portugal entre 28 e 30 de Março, com passagem por Lisboa, Évora, Odemira e Sintra.
(...)
Na tarde do mesmo dia, (29 de Março),o príncipe de Gales inaugurará ainda as obras de requalificação do jardim do Parque de Monserrate, em Sintra."

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"(...)É de facto a nota de exotismo, poderosamente reforçada com a preciosa colecção de fetos dispondo-se sobre a linha de água, de um caudal abundante que imprime carácter a este parque, como são os conhecimentos botânicos aplicáveis à composição mista de «parque» e «jardim», em perfeito equilíbrio, que devemos admirar no organizador de Monserrate, juntos estes conhecimentos ao indispensável senso artístico que soube tirar, aqui como na Pena todo o partido das condições locais.(...)"
Azevedo Gomes
Revista Ilustração nº71 de 1 de Dezembro de 1928

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Queda de àgua
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Sobreiros de onde nunca foi retirada a cortiça

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Post relacionado:
-Parque de Monserrate -Aqui

Continua

quinta-feira, março 17, 2011

Parque de Monserrate

A propósito de uma notícia do Jornal Sol online:

"Príncipe Carlos visita Portugal em Março
O príncipe Carlos de Inglaterra e a duquesa da Cornualha realizam uma visita oficial a Portugal entre 28 e 30 de Março, com passagem por Lisboa, Évora, Odemira e Sintra.
(...)
Na tarde do mesmo dia, (29 de Março),o príncipe de Gales inaugurará ainda as obras de requalificação do jardim do Parque de Monserrate, em Sintra."

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"(...)No Parque, mais que a massa arbórea, já de si imponente, e que inclue alguns exemplares dos mais distintos, cedros, araucádias, pinheiros, ciprestes, impressiona o visitante, do ponto de vista da flora, a profusão de arbustos ornamentais, de floração extravagante ou vistosa escolhidos com tal arte que em períodos sucessivos, da Primavera incipiente ao declínio outonal é sempre possivel encontrar ali os traços de um colorido forte animando as placas extensas e as peças ajardinadas(...)"
Azevedo Gomes
Revista Ilustração nº71 de 1 de Dezembro de 1928

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BibliotecaMonserrate
A biblioteca
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Monserrate16


Post relacionados

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Continua