quarta-feira, novembro 30, 2011

10ª Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos em Sintra

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A Amnistia Internacional Portugal – Grupo 19 / Sintra, em colaboração com o Centro Cultural Olga Cadaval, promove a realização, entre os dias 2 e 4 de Dezembro, da X Mostra de Documentários sobre Direitos Humanos, com o objectivo de sensibilizar a comunidade para a necessidade de promoção e defesa dos Direitos Humanos. Durante três dias serão exibidos documentários, alguns deles inéditos, sobre temas distintos, realizados em diversos países, com o intuito de fornecer uma perspectiva alargada sobre alguns dos desafios que se colocam aos Direitos Humanos na actualidade.

Os Invisíveis, de Marc Silver e Gael Garcìa Bernal, ou o drama de centenas de migrantes latino-americanos que se deparam com o rapto, a violação, o roubo e o assassínio no México, Burma VJ, de Anders Østergaard, ou de como um grupo de vídeo-jornalistas contou ao mundo o afogamento em sangue da revolta budista de 2007, calada pelos media oficiais, são dois dos trabalhos a apresentar. 12 Angry Lebanese, de Zeina Daccache, que conta como, durante 15 meses, 45 presos, alguns dos quais iletrados, trabalham em conjunto para apresentar uma adaptação da famosa peça 12 Angry Men, de Reginald Rose, Lixo Extraordinário, o celebrado trabalho de Luci Walker, e Testemunhos de um Etnocídio: Memórias de Resistência, de Marta Rodríguez, completam o cartaz deste ano.

Completa o certame um documentário sobre a Amnistia Internacional, que este ano comemora meio século sobre a data da sua fundação, em 1961, na sequência da condenação de dois estudantes portugueses, por terem feito um brinde à liberdade, a sete anos de prisão.

Serão ainda realizadas actividades complementares, incluindo debates, com convidados, relacionados com os temas mostrados e campanhas da AI.

A anterior edição da mostra foi coroada de sucesso, com a assistência de cerca de 500 pessoas, na maioria jovens, com o concurso de várias escolas, e a discussão pública de assuntos do interesse da humanidade e dos direitos humanos. A determinação é repetir e melhorar.

O Grupo 19 está em Sintra desde 1989. Desde então participou em inúmeras campanhas de promoção e defesa dos Direitos Humanos, na região e mesmo fora dela, abraçou dossiers de investigação, adoptou prisioneiros de consciência, promoveu debates, participou em manifestações de sensibilização ou protesto, desdobrou-se em sessões em escolas, em todo o concelho, distribuiu bibliotecas de Direitos Humanos a vários estabelecimentos de ensino. Contribuiu decisivamente para a libertação, em 2010, de oito presos de consciência da Guiné Equatorial.
Texto da Amnistia Internacional Portugal

terça-feira, novembro 29, 2011

Fim de tarde no céu de Colares

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Fim de tarde no céu de Colares, com algum tráfego aéreo e uma lua em Quarto Crescente .
Tráfego aéreo que poderá aumentar se a EasyJet, (empresa de aviação de baixo custo), vier para a Base Aérea1 (Granja do Marquês), como está a ser considerado e desejado pela autarquia sintrense.

segunda-feira, novembro 28, 2011

O Almoço de Aniversário da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

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O almoço de encerramento das Comemorações dos 120º Aniversário da Banda dos Bombeiros Voluntários, aconteceu no domingo, nos Bombeiros Voluntários de Colares.

Fundada em 1 de Novembro de 1891, a Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares foi criada no seio da Associação dos Bombeiros de Colares, mais tarde tornou-se autónoma não alterando a sua denominação.

domingo, novembro 27, 2011

Sintra e as Alterações Climáticas

CMSF

Decorreu a semana passada em Sintra, o XI Congresso Mundial da Organização das Cidades Património Mundial, sob o tema das alterações climáticas nos locais classificados pela UNESCO como património mundial.

A propósito, das alterações climáticas e da sua incidência sobretudo nas áreas costeiras e montanhosas,pondo em risco as zonas classificadas pela UNESCO - transcrevemos um excerto de uma notícia do jornal "Sol":

"Segundo o professor de Física e Ciências do Ambiente da Universidade de Lisboa Filipe Duarte Santos, coordenador do projecto SIAM - Scenarios, Impacts and Adaptation Measures (Cenários, impactos e medidas de adaptação), as áreas mais susceptíveis em Portugal são Sintra e o Alto Douro Vinhateiro, que correm maiores riscos de incêndios devido ao aumento da temperatura e das secas, e o centro histórico de Évora, por se tratar de uma zona que tem problemas de abastecimento de água.
(...)
«Um dos mais graves impactos é ao nível da subida do nível médio do mar, sobretudo nas cidades património mundial costeiras, como é o caso de Veneza, Amesterdão e Alexandria. Também nas zonas montanhosas o clima está a mudar, a temperatura a aumentar, e isso tem influência ao nível do risco crescente de incêndios florestais, pondo em risco zonas como Sintra», disse o especialista à agência Lusa.

Segundo o professor, este encontro mundial em Sintra é importante para estabelecer contactos para troca de experiências e boas práticas para que as zonas classificadas possam desenvolver estratégias para mitigar os impactos.(...)"

Texto integral da notícia : "Alterações climáticas colocam em risco regiões de Sintra e Alto Douro"-aqui

Comunicado da Associação de Defesa do Património de Sintra (ADPS)-sobre o Congresso Mundial da OCPM , criticando o abate de árvores em Sintra

"A Associação de Defesa do Património de Sintra saúda a iniciativa de realização em Sintra do Congresso Mundial da OCPM sob o título "Cidades Património Mundial e as Alterações Climáticas." Desejando contribuir para o debate de tema tão actual, queremos apresentar, neste comunicado, algumas das nossas preocupações.

Sendo Sintra o primeiro lugar na Europa classificado pela Unesco como "Paisagem Cultural da Humanidade" em reconhecimento da harmonia entre a paisagem natural e a arquitectura, cumpre-nos zelar para que essa harmonia seja mantida.

Foram os seus habitantes que, ao longo dos séculos, fizeram da Vila de Sintra o que hoje podemos admirar e, por isso, é natural que a Unesco tenha recomendado, que as pessoas sejam auscultadas quando se desejam fazer alterações que modifiquem ou possam até destruir o aspecto cénico de Sintra.

Sem que sejam ouvidos os habitantes e associações ("stakeholders") e ignorando os seus afectos, têm sido cortadas árvores, algumas de grande porte, em locais emblemáticos, cujo fundamento amiudadas vezes desconhecemos e poucas árvores têm sido plantadas para substituir as que são abatidas.

Onde antes existia sombra e frescura – uma das características de Sintra, em pleno Verão – começam a surgir troços onde somos fustigados por sol inclemente. O carácter dos arruamentos de Sintra começa a perder-se, assim como uma certa qualidade de vida.

Face aos cortes de árvores efectuados recentemente, consideramos necessário reavivar o Conselho Municipal do Ambiente assim como promover reuniões multidisciplinares em que os "stakeholders" estejam presentes, para avaliação dos processos mais adequados para a conservação do património arbóreo e, em casos limite, a substituição de uma ou outra árvore.

Os conhecimentos na área da arboricultura para a conservação do arvoredo permitem hoje em dia a aplicação de técnicas para a manutenção em segurança das árvores que pela sua localização, espécie, raridade, longevidade ou monumentalidade devem ser especialmente protegidas na área classificada como Património Mundial e na sua Zona Tampão e de Transição.

As alterações climáticas também poderão afectar as zonas acima referidas o que é mais um motivo para a preservação deste microclima que só pode subsistir com a adequada conservação e manutenção do património arbóreo.
Sintra, 22 de Novembro de 2011"

sábado, novembro 26, 2011

Porque hoje é Sábado...

Um exemplo para Sintra

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Habitantes de aldeia na Guarda preocupados com “saúde” de castanheiro gigante
24.11.2011 - 13h48 Lusa

A árvore é considerada o maior castanheiro da Europa
Habitantes da aldeia de Guilhafonso, na Guarda, estão preocupados com o envelhecimento do castanheiro gigante da zona, considerado o maior da Europa, e pediram a intervenção das entidades competentes.
A árvore “está a ficar muito velha” e “corre o risco de ficar toda seca”, alertou Helena Monteiro, habitante de Guilhafonso, localidade da freguesia de Pêra do Moço.

O castanheiro, que está classificado como árvore de “interesse público” desde 1971, é propriedade da Câmara Municipal da Guarda, que o adquiriu há cerca de uma década, juntamente com o terreno, com o objectivo de assegurar a sua preservação.

Trata-se de um espécime de 9,60 metros de perímetro de tronco, 19 metros de altura, diâmetro médio da copa de 25,5 metros e uma idade estimada em mais de 400 anos.

Situado próximo da estrada que liga as cidades da Guarda e de Pinhel, o enorme castanheiro impressiona pelo seu porte. Os residentes asseguram que são precisas nove pessoas para abraçarem o seu tronco.

Helena Monteiro, que também faz parte da Assembleia de Freguesia de Pêra do Moço, contou que nem a Junta de Freguesia nem a Câmara Municipal podem actuar por se tratar de um exemplar classificado de “interesse público”, que está sob alçada da Autoridade Florestal Nacional (AFN).

A moradora adiantou que na próxima reunião do órgão autárquico de que faz parte irá propor que a Junta de Freguesia solicite uma “intervenção urgente” junto da AFN.

No ano passado, a título particular, informou aquela entidade do problema, avisando que o castanheiro “deveria ser observado por técnicos especializados que possam definir a melhor forma de fazer um tratamento que possa manter a sua vitalidade”, contou.

Outra habitante, Celeste Pereira, referiu que o imponente exemplar está “muito seco”. “Está muito estragado e tenho pena que ele possa ir abaixo”, afirmou, lembrando que o castanheiro tem vários ramos mortos e está danificado devido a um raio que atingiu a sua copa.

Confrontado com a situação, o vereador da Câmara da Guarda com o pelouro das Zonas Verdes, Gonçalo Amaral, assegurou que a autarquia irá actuar para manter a árvore “viva”. “Não vamos poupar esforços para tentar manter esta árvore viva ainda mais algumas centenas de anos.” O autarca prometeu fazer “todos os esforços possíveis para que a árvore se mantenha com o máximo de saúde”, contactando a AFN e técnicos do sector para “uma avaliação” e aplicação de medidas de preservação.

Foto e Texto do Jornal "Público"

quinta-feira, novembro 24, 2011

Greve

J.Benoliel

Greve de varinas
Lisboa,Rua de São Paulo
Início do Séc.XX
Benoliel, Joshua, 1873-1932
Arquivo Fotog. da CML

quarta-feira, novembro 23, 2011

Indignações

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Tílias para memória futura (Actualizado)

Tiliasc22112011
Ontem, na Rua D.João de Castro (16H00), mais tílias sobreviventes da recente intervenção da CMS, encontravam-se marcadas para serem as próximas vítimas de mais uma incursão da empresa contratada pela CMS, para reduzir o número de árvores de Sintra . Numa altura em começou exactamente em Sintra, o XI Congresso Mundial da Organização das Cidades Património Mundial - em que se pretende discutir o efeito das alterações climáticas nos locais classificados pela UNESCO.

Aqui ficam as fotos para memória futura de um local de Sintra, em que estas Tílias, vítimas de brutais podas camarárias (rolagens), no ano passado, são abatidas no ano seguinte por aqueles que não souberam tratar delas - e Sintra a ficar mais pobre.

Tiliasd22112011

Fotos de ontem 22/11/2011

No mesmo local (Rua D.João de Castro), o exemplo como a CMS, substituí as Tílias abatidas em 10/11/2011.
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Fotos de ontem 22/11/2011

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Nota Final
No encerramento do colóquio sobre a Reforma Administrativa Local, que se realizou no Palácio Valenças, em 19 de Novembro, o presidente da Alagamares , Fernando Morais Gomes, aproveitando a presença de todos os partido com representação autárquica em Sintra não deixou de aproveitar a ocasião para "denunciar os recentes abates de árvores de grande porte no centro histórico, solicitando que as entidades informem antecipadamente e de forma cabal sobre as intervenções que de ano para ano vão desertificando a paisagem urbana da Vila, assim desvalorizando o seu valor cénico e monumental, que igualmente contribuiu para a classificação de Sintra como Paisagem Cultural."

Seria muito positivo que os partidos políticos com assento na gestão autárquica do Concelho de Sintra, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia, olhassem de um forma activa para os problemas ambientais do Concelho e se associassem às preocupações dos munícipes que pretendem que Sintra continue a ter a classificação da UNESCO de Paisagem Cultural da Humanidade.

Post relacionado :
Abate de plátanos e calcetamento na Vila Velha -aqui

Actualização (13h37m)


1981-2011

COMUNICADO da ADPS

A Associação de Defesa do Património de Sintra saúda a iniciativa de realização em Sintra do Congresso Mundial da OCPM sob o título “Cidades Património Mundial e as Alterações Climáticas."
Desejando contribuir para o debate de tema tão actual, queremos apresentar, neste comunicado, algumas das nossas preocupações.
Sendo Sintra o primeiro lugar na Europa classificado pela Unesco como “Paisagem Cultural da Humanidade” em reconhecimento da harmonia entre a paisagem natural e a arquitectura, cumpre-nos zelar para que essa harmonia seja mantida.
Foram os seus habitantes que, ao longo dos séculos, fizeram da Vila de Sintra o que hoje podemos admirar e, por isso, é natural que a Unesco tenha recomendado, que as pessoas sejam auscultadas quando se desejam fazer alterações que modifiquem ou possam até destruir o aspecto cénico de Sintra.
Sem que sejam ouvidos os habitantes e associações (“stakeholders”) e ignorando os seus afectos, têm sido cortadas árvores, algumas de grande porte, em locais emblemáticos, cujo fundamento amiudadas vezes desconhecemos e poucas árvores têm sido plantadas para substituir as que são abatidas.
Onde antes existia sombra e frescura – uma das características de Sintra, em pleno Verão – começam a surgir troços onde somos fustigados por sol inclemente. O carácter dos arruamentos de Sintra começa a perder-se, assim como uma certa qualidade de vida.
Face aos cortes de árvores efectuados recentemente, consideramos necessário reavivar o Conselho Municipal do Ambiente assim como promover reuniões multidisciplinares em que os “stakeholders” estejam presentes, para avaliação dos processos mais adequados para a conservação do património arbóreo e, em casos limite, a substituição de uma ou outra árvore.
Os conhecimentos na área da arboricultura para a conservação do arvoredo permitem hoje em dia a aplicação de técnicas para a manutenção em segurança das árvores que pela sua localização, espécie, raridade, longevidade ou monumentalidade devem ser especialmente protegidas na área classificada como Património Mundial e na sua Zona Tampão e de Transição.
As alterações climáticas também poderão afectar as zonas acima referidas o que é mais um motivo para a preservação deste microclima que só pode subsistir com a adequada conservação e manutenção do património arbóreo.

Sintra, 22 de Novembro de 2011.

terça-feira, novembro 22, 2011

Cintra

SintraVila2011a

Tabela2

No "Guia do Viajante em Portugal e suas colónias em África"-Ed.Empresa Nacional de Navegação,1907

domingo, novembro 20, 2011

Debate sobre a Reforma da Administração Local em Sintra

Debate19112011cc

No último Sábado, decorreu no Palácio Valenças, um debate promovido pela Alagamares e pelo jornal “Correio de Sintra”- um debate sobre a Reforma Administrativa Local, baseado numa proposta do governo, “Documento Verde”. Documento que se propõe alterar a geografia autárquica, propondo agregação de freguesias, e alterando as competência e o número de eleitos.
Presente todos os partidos com representação autárquica em Sintra, e vários Presidentes de Juntas de Freguesia.

Ver relato do debate- aqui

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Fernando Morais Gomes, da Alagamares, conduzindo o debate.
Debate19112011a
Ana Gomes, do PS, usando da palavra

sábado, novembro 19, 2011

Porque hoje é Sábado... (Actualizado)

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(foto retirada do blogue "Notícias de Colares")

Vendaval ou poda? Post do "Notícias de Colares"-Aqui

A foto demonstra o estado em que ficaram as tamargueiras depois de um misterioso "desbaste" que sofreram nos últimos dias - arbustos que se encontram em frente à "Escola Oficial das Azenhas do Mar", imóvel de grande valor patrimonial para Sintra.

Hoje esclareci o mistério para o escandaloso estado em que ficaram os arbustos, ao passar pela equipa ao serviço da (CMS?) entre Almoçageme e o Pé da Serra, em acção com um tractor com corta bermas. Não foi portanto uma poda nem um vendaval -foi somente mais uma barbaridade!!!

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Era um equipamento semelhante a este que hoje estava em acção entre Almoçageme e o Pé da Serra

Actualização 20-11-2011

Azenhas do Mar

O estado das tamargueiras, além da destruição dos arbustos, são neste momento um grande perigo. Estando junto à berma da estrada com ramos pontiagudos, consequência da bárbara intervenção da equipa (CMS?)- qualquer queda de adulto ou criança, para aquela berma poderá ter consequências graves - ter em atenção a existência da escola mesmo em frente.

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Vila Velha
(centro histórico)
A substituição pela CMS, de um dos plátanos abatidos na Vila Velha...
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Por pedras de calçada!!!! (foto de 19-11-2011)

Antes
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Foto do que restava do plátano abatido na Vila de Sintra - o local do outro plátano abatido ainda não estava calcetado, mas parece ter a mesma solução. (foto de 11-11-2011)

sexta-feira, novembro 18, 2011

Passeio de BTT na Freguesia de Colares

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“Pinhal da Nazaré” é o mote para um passeio de BTT promovido pela Câmara Municipal de Sintra no âmbito do projecto SintrAventura. A iniciativa realiza-se dia 20 de Novembro, pelas 9H00, com concentração marcada para a Capela de São Mamede.

*Foto adapt. de www.oribatejo.pt

quinta-feira, novembro 17, 2011

Debate sobre a Reforma da Administração Local

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A Reforma da Administração Local, redução de freguesias, alteração do quadro das Finanças Locais e novo modelo de eleição e gestão das autarquias locais - os temas do debate organizado pela Alagamares e o jornal Correio de Sintra, com a participação de cidadãos, autarcas e professores de Direito, no dia 19 de Novembro pelas 15 horas, no Palácio Valenças, em Sintra.

quarta-feira, novembro 16, 2011

Congresso Mundial das Cidades Património Mundial em Sintra

ArciIris15112011
*Arco-íris esta tarde em Sintra

O Concelho de Sintra recebe de 22 a 25 de Novembro o XI Congresso Mundial da Organização das Cidades Património Mundial (OCPM). O evento tem como tema "As Cidades Património Mundial e as Alterações Climáticas".

terça-feira, novembro 15, 2011

Câmara Municipal de Sintra comunica mais abates de árvores


Comunicado: "A Câmara Municipal de Sintra vai dar início à substituição de árvores que se encontram em deficientes condições fisiológicas para permanecer em locais públicos, após estudo efectuado pelo Instituto Superior de Agronomia.

As árvores em questão foram objecto de aturados estudos efectuados pelo Instituto Superior de Agronomia, dos quais resultaram relatórios com a recomendação de que são árvores que constituem elevado risco para a segurança de pessoas e bens.

As árvores a substituir estão implantadas nos seguintes locais: Estrada de Chão de Meninos, Talude do Departamento do Urbanismo, Volta do Duche, Calçada do Pelourinho, Av. Barão Almeida Santos/Av. Combatentes da Grande Guerra, Av. Desidério Cambournac, Largo Afonso de Albuquerque, Rua D. João de Castro, Rua Câmara Pestana e Rua José Estevão Morais Sarmento.

Os relatórios do Instituto Superior de encontram-se disponíveis para consulta nas instalações da Divisão de Espaços Verdes com sede na Rua das Eiras, 34 em Mem Martins."


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O abate de um dos plátanos de Colares no ano passado , baseado em um estudo do Instituto Superior de Agricultura...

Nota do Blogue
:
Após o abate das tílias e dos plátanos, na última semana em Sintra que foi imediatamente contestado pela QUERCUS,ADPM, Alagamares e Árvores de Portugal - a CMS ontem à tarde com o atraso de 3 tílias e três plátanos,divulgou um comunicado que avisa que vai "substituir" várias árvores em Sintra nos próximos dias , coincindindo curiosamente com o XI Congresso Mundial da Organização das Cidades Património Mundial (OCPM) que se realiza em Sintra de 20 a 25 de Novembro .
Mais uma vez estas intervenções fundamentam-se em um único estudo do Instituto Superior de Agronomia, entidade que já foi utilizada para a intervenção do ano passado nos plátanos de Colares, e que se saldou no abate de dois plátanos que provámos na altura por vários pareceres que tal não era necessário.

segunda-feira, novembro 14, 2011

Comunicado da QUERCUS sobre os abates de Tílias e Plátanos em Sintra

PhotobucketComunicado: Paisagem Classificada de Sintra - QUERCUS condena novo arboricídio em curso


A Câmara Municipal de Sintra está a levar a cabo novo abate de árvores centenárias em plena Vila histórica: depois de dois plátanos localizados junto ao Palácio da Vila, foram já abatidas várias tílias de grande porte na Rua D. João de Castro, as quais haviam sido objecto de severas podas em Abril do ano passado, como já então denunciado pela QUERCUS.

O efeito regulador destas árvores no ambiente urbano, a sua contribuição para absorver os impactes da circulação rodoviária, e ainda o seu valor cénico e estético em local (ainda) classificado pela UNESCO, foram implacavelmente aniquilados, sem que aparentemente tenham sido consideradas alternativas para a conservação deste património arbóreo.

Acresce que, não obstante o direito à informação legalmente consignado, uma vez mais não se dignaram os Serviços camarários fornecer qualquer informação prévia à população sobre a intervenção prevista e o suporte técnico respectivo: estudos técnicos de diagnóstico fitossanitário e análise da estabilidade bio-mecânica das árvores que justifiquem ou recomendem as intervenções/abates de que foram alvo.

A decisão de abate de uma árvore, enquanto bem público e elemento fundamental do ambiente urbano que é, deverá ser sempre um último recurso, a ponderar de forma fundamentada e criteriosa. Neste contexto, o Núcleo de Lisboa da QUERCUS, não pode deixar de condenar quaisquer intervenções camarárias que impliquem a destruição de mais exemplares arbóreos na Vila de Sintra, salvo se imperiosas e justificadas razões fitossanitárias o recomendassem.

Não sendo conhecidas, nem tendo sido atempadamente divulgadas tais razões, foram pela QUERCUS solicitados, com carácter de urgência, diversos esclarecimentos ao Presidente da Câmara Municipal respectiva, no que concerne à intervenção em curso, bem como as razões, de índole fitossanitária ou outra, subjacentes aos abates verificados.

Entendemos que qualquer intervenção camarária no arvoredo público de Sintra deve ser tecnicamente justificada e ambientalmente sustentada. O Núcleo Regional de Lisboa da QUERCUS - A.N.C.N. deplora a atitude da Câmara Municipal de Sintra e apela à imediata suspensão dos trabalhos de abate em curso, bem como à divulgação pública das razões que o determinaram Porque o património arbóreo de Sintra é, também, Património da Humanidade!

O Núcleo Regional de Lisboa da QUERCUS - A.N.C.N. deplora a atitude da Câmara Municipal de Sintra e apela à imediata suspensão dos trabalhos de abate em curso, bem como à divulgação pública das razões que o determinaram

Porque o património arbóreo de Sintra é, também, Património da Humanidade!

Lisboa 14 de Novembro de 2011


Notas:

1 Novo Arboricídio em Sintra - Centenas de árvores podadas incorrectamente e fora de época

2 Rua D. João de Castro em Sintra, fotos de 21-04-2010 - Blog Rio das Maças

----assinatura----
Núcleo Regional de Lisboa da Quercus
Rua Engº. Ferreira Mesquita, Bloco C - 1º.

Post relacionado-Aqui

Festival Internacional Marionetas de Sintra

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FIMS-Festival Internacional Marionetas de Sintra

sábado, novembro 12, 2011

Sabores de Sintra na Adega Visconde de Salreu em Colares

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No excelente espaço da Adega Visconde de Salreu em Colares, decorre até Domingo, uma mostra de sabores de Sintra - um dos primeiros eventos públicos da nova Confraria dos Sabores de Sintra, constítuida em Abril deste ano.

MostraAdega

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Mais respeito pelas Árvores e pelas Pessoas II

Reacções aos abates das tílias e dos plátanos em Sintra

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*Nota da Alagamares sobre o abate de tílias e plátanos em Sintra

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Opinião da "Árvores de Portugal"
"(..)a opinião da Árvores de Portugal, enquanto associação, é que o abate de uma árvore só é justificável quando a mesma representa um iminente perigo para a segurança, facto confirmado por um relatório credível executado por um técnico em arboricultura.

Ou, em alternativa, quando o abate se fica a dever a situações imponderáveis como a necessidade de ampliar um hospital, por exemplo. Ainda que nesta eventualidade, se possível, se possa e deva fazer o transplante da(s) árvore(s) em causa.

Excecionalmente, também poderemos concordar com o abate de espécies invasoras, quando estas representam um evidente foco de propagação dessa espécie e uma ameaça à flora nativa.
(...)
Por último, mas não menos importante, ainda que existissem motivos para abater estas árvores, nomeadamente as tílias, isso seria uma admissão de culpa da CM de Sintra, face à forma como trata as suas árvores. Pois se uma árvore tem que ser abatida precocemente é porque quem a mandou abater não a soube cuidar. As rolagens acabam sempre mal...

A QUERCUS e Associação de Defesa do Património de Sintra -ADPS, pediram explicações sobre os abates à CMS.

Nos Blogue Aqui ,Aqui, Aqui e Aqui

sexta-feira, novembro 11, 2011

Mais respeito pelas Árvores e pelas Pessoas

Hoje de manhã, já 3 (três) tílias que ontem fotografámos e um plátano estavam abatidos – uma operação rápida de abate, que não permite tempo útil para qualquer contestação ou mesmo pedido de informação sobre os abates que irão ser efectuados. Pedidos de explicações que cidadãos preocupados, têm todo o direito de fazer sobre o património arbóreo, de um local ainda classificado pela UNESCO – mesmo que estes abates tenham alguma fundamentação, face ao possível estado fitossanitário em que as árvores se encontravam, decerto agravado pelas bárbaras podas camarárias que sofreram o ano passado.

É obrigação da autarquia informar os cidadãos quando estão em causa intervenções que lesam o património que é de todos nós.


Dois Plátanos abatidos na Vila Velha

Ontem também no centro histórico de Sintra, junto ao Palácio da Vila, dois plátanos foram abatidos, sem que a CMS tivesse o cuidado de informar os cidadãos das razões dessa decisão, em outra rápida operação de abate.

Não sabemos quantas mais árvores desaparecerão nos próximos dias, a este ritmo. Exigimos mais respeito pelos cidadãos e pelas árvores de Sintra.



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Plátano abatido junto ao Palácio da Vila no centro histórico de Sintra

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2º plátano abatido junto ao Palácio da Vila

quinta-feira, novembro 10, 2011

Tílias na Rua D. João de Castro de novo em perigo! (Actualizado)

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Hoje surgiram vários avisos na Rua D.João de Castro para uma "intervenção" da CMS, nas tílias, durante o dia de amanhã - poderão estar em risco de abate pelo menos 6 tílias!!!



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Fotos das tílias condenadas a abate pela CMS - De notar que estas mesma tílias foram o ano passado bárbaramente podadas (ver o aspecto actual das copas), como demonstra a foto publicada no final do post.

No ano passado em Abril no mesmo local - foi isto que aconteceu às tílias da Rua D.João de Castro, conforme a imagem que publicamos.
Será que os serviços camarários não conseguem corrigir o seu relacionamento com as árvores de Sintra?
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Foto de 22 de Abril 2010

Queijadas de Sintra VIII

Photobucket  Em 2007/2008, publicámos um pequeno historial sobre sobre os tradicionais fabricantes de queijadas - hoje acrescentamos um  recente relançamento, de uma antiga marca ( Recordação de Sintra), da familia de Gregório Casimiro Ribeiro.



História da marca de queijadas "Recordação de Sintra"
Gregório Casimiro Ribeiro , iniciou-se como fabricante por volta de 1890 .Em 1911, associou-se a José Ambrósio, enteado de Josefa Neves da família “Sapa”,para fabricar as queijadas em Ranholas que eram vendidas no “Café Pérola de Sintra”, de João Cunha que segundo José Alfredo Azevedo; o mesmo local onde mais tarde foi a sede do Hockey Club de Sintra.


Em 1916 , depois de dissolvida a sociedade que entretanto tinha feito com José Ambrósio, estabeleceu-se por conta própria no Largo de Regedor em S.Pedro, denominando as queijadas que fabricava com a marca «Fábrica de Queijadas Recordação de Sintra».


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Por morte de Gregório Casimiro Ribeiro, a fábrica passa a ser explorada pelo seu filho, Álvaro de Almeida Ribeiro, que associa à marca o já conhecido nome de Gregório, designação esta que se mantém actualmente. Tendo obviamente a marca "Recordação de Sintra" deixado de ser utilizada.

Recentemente um dos netos de Gregório Casimiro Ribeiro, Mário Jorge Lage d'Almeida Ribeiro, relançou a  antiga marca  de queijadas "Fábrica de Queijadas Recordação de Sintra".

Photobucket Verdadeiras Queijadas de Sintra de A.Ribeiro


Já anteriormente  Gregório Casimiro Ribeiro, utilizava outras marcas para a venda das queijadas que fabricava, como  as "Verdadeiras Queijadas de Sintra" da marca  registada "Castelo dos Mouros", conforme anúncio publicado no Jornal de Sintra em 1937. Photobucket
 Fabricantes tradicionais de Queijadas de Sintra
-Fábrica Queijadas da Piriquita -Aqui
-Fábrica Queijadas da Casa do Preto-Aqui
-Fábrica de Alfredo Januário Gomes -Aqui
-Fábrica de Queijadas Matilde -Aqui
-Fábrica de Queijadas da Sapa -Aqui e Aqui
_Fábrica de Queijadas Gregório -Aqui e Aqui

Fontes consultadas:
-Obras de José Alfredo da Costa Azevedo
-"Queijadas de Sintra "de Raquel Moreira


quarta-feira, novembro 09, 2011

Problemas com a passagem pedonal da Portela de Sintra

Photobucket Notícia do Jornal de Sintra de 4 de Novembro 2011

Informação da CMS  em 6 de Setembro de 2011

"Prevê-se que a reparação dure cerca de 50 dias e a montagem da estrutura dure cerca de 2 noites, em data ainda a definir.
(...)
Esta intervenção visa a reabilitação da passagem pedonal em estrutura metálica que garante o atravessamento por cima da linha-férrea, ligando a Portela de Sintra à Estefânia, melhorando assim as condições de circulação na mesma."
Informação CMS
PassagemPedonalfinal