quinta-feira, outubro 31, 2013

Um olhar sobre o Palácio Nacional de Sintra

Palácio Nacional de Sintra, Portugal
Palácio Nacional de Sintra, Portugal Palácio Nacional de Sintra, Portugal
Vista noturna.
Fotógrafo: Estúdio Horácio Novais.
Fotografias sem data. Produzida durante a actividade do Estúdio Horácio Novais, 1930-1980.


Fotos da colecção da Biblioteca de Arte da Fundação Gulbenkian


Com fundação árabe, o Palácio de Sintra torna-se, a partir do século XII e por cerca de oito séculos, residência da Família Real Portuguesa. Único sobrevivente dos Paços Reais medievais, a sua configuração actual não se alterou substancialmente desde meados do século XVI, resultando de campanhas de obras sucessivas de Dom Dinis, João I e Dom Manuel I. Reunindo vários estilos arquitectónicos - gótico, mudéjar e manuelino - foi muito utilizado na Idade Média como refúgio da Corte durante os meses de verão e para a prática da caça. Mundialmente reconhecido pelo perfil das duas monumentais chaminés cónicas das suas cozinhas, exibe no seu interior um acervo único de azulejaria hispano-mourisca e colecções de artes decorativas do século XVI ao século XVIII.

Monumento Nacional desde 1910.
Integra desde 1995 a classificação da Unesco de Sintra Paisagem Cultural da Humanidade.
*Texto PSML

quarta-feira, outubro 30, 2013

Aves da minha rua


Um registo de uma simpática ave num dia solarengo no Mucifal

Um projecto  de observação de aves, num Concelho próximo 

O concelho  de Torres Vedras conta desde 2011, com seis pontos de observação de aves.

"Essas estruturas foram concebidas no âmbito do projeto Torres Vedras Birdwatching – Um olhar sobre as aves, o qual foi apresentado no dia 9 de junho, no âmbito da Semana do Ambiente.

Estes pontos de observação de aves situam-se na Serra do Socorro (dois), na Quinta do Manjapão, no Paul, nos Casalinhos de Alfaiata e na Foz do rio Sizandro.

A partir dessas estruturas pode-se observar e fotografar uma grande variedade de aves, principalmente: a águia de asa redonda, o abibe, o cartaxo, a cegonha branca, o cuco, o estorninho preto, o galeirão comum, a galinha d’ água, a garça boieira, a garça branca pequena, a garça real, o melro, o pato real, o peneireiro vulgar, a petinha dos prados, a petinha ribeirinha, o picanço real, o picanço barreteiro, o pintassilgo e o trigueirão.

De referir que anteriormente a Câmara Municipal já tinha investido em outras estruturas no âmbito do turismo ambiental, nomeadamente em percursos pedestres, na Ecopista do Sizandro e no Eco-Caminho da Serra do Socorro."

terça-feira, outubro 29, 2013

Teatro em Sintra






Chão de Oliva / Centro de Difusão Cultural em Sintra
Rua Veiga da Cunha, 20 - 2710-627 Sintra
Tel.: 21 923 37 19
T.M. 91 926 32 56
Site: www.chaodeoliva.com

segunda-feira, outubro 28, 2013

Lançamento de livro sobre ‘Os Criadores da Pena – D. Fernando II e a Condessa d’Edla’



 A Parques de Sintra lança, na próxima terça-feira 29 de outubro (dia do aniversário de nascimento de D. Fernando II) a publicação ‘Os Criadores da Pena – D. Fernando II e a Condessa d’Edla’, da autoria da escritora e historiadora Margarida Magalhães Ramalho.
A obra, é o resultado de uma profunda investigação histórica da autora, em arquivos nacionais e internacionais bem como em arquivos particulares nomeadamente os espólios pertencentes aos descendentes da Condessa
A preparação do livro, encomendado pela Parques de Sintra, levou a historiadora a investigar e aprofundar as motivações do casal na conceção do Chalet da Condessa d’Edla e da área de jardins na zona ocidental do Parque da Pena. Permite uma melhor compreensão da relação entre Fernando de Saxe-Coburgo Gotha, rei-consorte de D. Maria II, e a sua segunda mulher, Elise Hensler, mais tarde Condessa d’Edla. De origem suíça-alemã, vai com a família muito jovem para os Estados Unidos onde adquire nacionalidade americana. Enquanto cantora lírica de carreira internacional Elise Hensler vai atuar, primeiro no Porto, em 1859, vindo depois para Lisboa onde conhece o rei viúvo com quem virá a casar em 1869. Unidos não só pelo amor à música como também pelo amor à natureza, D. Fernando e a condessa d’Edla serão os verdadeiros criadores do Parque da Pena.
Entre a documentação inédita apresentada conta-se a certidão de nascimento de Alice Hensler, filha ilegítima da condessa, nascida em Paris, em 1856. Este nascimento, envolto desde sempre em grande secretismo, permitiu alguma especulação em torno da paternidade de Alice. Apesar de o documento não apresentar o nome do pai, pode-se, pelas data de nascimento, afastar definitivamente a eventualidade do pai poder ter sido o rei D. Fernando II.
Outra das novidades apresentadas são as cartas trocadas entre a Condessa d’Edla e a Rainha D. Amélia, que demonstram uma cumplicidade entre as duas mulheres, bem como a amizade fraterna que D. Pedro II, irmão de D. Maria II, nutria pela Condessa.
A obra divulga ainda correspondência que demonstra a tensão familiar provocada pela dificuldade que os filhos de D. Fernando II tiveram em aceitar o segundo casamento do pai e evidencia a cumplicidade e harmonia do casal, fruto de um grande amor que os manteve sempre unidos. Nesta união partilharam gostos, paixões e projetos que resultaram em importantes legados do património cultural português, desde a criação de um dos mais belos refúgios do Romantismo de Sintra, ao apoio a artistas como Viana da Motta e Columbano Bordalo Pinheiro.
António Lamas, Presidente do Conselho de Administração da Parques de Sintra, refere, no prefácio, que esta encomenda “se insere na vontade da empresa Parques de Sintra em fomentar a investigação sobre a vida e obra do Rei-Artista e divulgá-la”, acrescentando ainda que D. Fernando II “é um fascinante personagem da história e das artes em Portugal, que merece todo o nosso respeito e homenagem”.
Sobre Margarida Magalhães Ramalho
Margarida de Magalhães Ramalho nasceu em Lisboa em 1954 e é licenciada em História da Arte. Começou a sua atividade de investigadora com um trabalho da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, em Cascais, como responsável pelas escavações arqueológicas aí realizadas, entre 1987 e 2005.
Foi comissária de algumas exposições como ‘Porto 1865 – Uma Exposição’ (1994, Palácio Nacional de Soares dos Reis) e ‘D. Carlos de Bragança, A Paixão do Mar’ (1996, Museu de História Natural de Lisboa). Mais tarde, no âmbito das comemorações do Centenário da República foi comissária executiva da exposição ‘100 Anos de Património, Memória e Identidade’ (2010)
Desde há vários anos que se dedica ao estudo das questões relacionadas com a chegada de refugiados durante a II Guerra Mundial. Nesse âmbito, foi coautora e responsável pelos conteúdos científicos do Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes e comissária em coautoria da exposição Lisboa, a Última Fronteira, uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa. É também a responsável científica pelos conteúdos do futuro polo museológico  de Vilar Formoso. Colaborou regularmente com a revista Egoísta e esporadicamente com o jornal Expresso e é autora de vários guias turísticos e patrimoniais, tendo coordenado também, em 2010, a edição dos Roteiros de Património de Cascais, publicados pela Câmara Municipal de Cascais, sendo ainda autora do volume ‘Fortificações Marítimas’.
Entre os livros publicados pela autora destacam-se a ‘Fotobiografia do rei D. Carlos’ (2001), ‘Lisboa na pintura, um olhar sobre a cidade’ (2010), ‘Escrever sobre Sintra’ (2010) ou ‘Lisboa uma cidade em tempo de Guerra’ (2012).

Fonte:PSML

domingo, outubro 27, 2013

Não Há Becos Sem Saída

Ontem 14 cidades de Portugal vieram para a rua manifestar-se e afirmar que " Não Há Becos Sem Saída". Em Lisboa as fotos testemunham o acontecimento.

sexta-feira, outubro 25, 2013

Acção de voluntariado para erradicação de espécies infestantes em Monserrate


Foto:PSML

Dia 9 de Novembro de 2013


Acção de voluntariado em Sintra para

a erradicação de espécies infestantes
- Eliminação de espécies infestantes na Tapada de Monserrate

-   Proteger as espécies autóctones da Serra de Sintra

- Dia do Magusto: oferta de castanhas e água-pé aos voluntários
A Parques de Sintra abre hoje as inscrições para todos os que queiram colaborar, durante a manhã do dia 9 de Novembro, numa campanha de voluntariado para controlo de espécies arbóreas infestantes na Tapada de Monserrate, como é o caso das famosas Acácias.
As equipas da empresa trabalham durante todo o ano na erradicação destas espécies, que prejudicam o desenvolvimento das autóctones mas este tipo de iniciativas, com muitos participantes, traduzem-se num valioso contributo pelo volume de trabalho que é possível realizar num curto espaço de tempo. Esta é uma boa altura para este tipo de trabalhos, dado que o solo começa a estar molhado e o arranque é mais fácil.
As espécies infestantes (introduzidas como ornamentais no século XIX) são muito difíceis de erradicar, apresentando-se como uma forte ameaça não só para a flora como também para a fauna da Serra de Sintra.
A acção de voluntariado está aberta a todos os que pretendam ajudar a controlar as espécies invasoras na Serra de Sintra (mediante inscrição prévia) e a restituir-lhe a capacidade de desenvolvimento das espécies autóctones. Os voluntários serão acompanhados por técnicos, na sua maioria biólogos que, durante todo o ano, estão presentes nas ações do Projeto BIO+Sintra, conduzido pela Parques de Sintra e cofinanciado pela Comissão Europeia.
A inscrição prévia é obrigatória e a recepção dos participantes está marcada para as 9h00 na Quintinha de Monserrate, formando-se equipas de trabalho que seguirão posteriormente para vários talhões da Tapada de Monserrate.
A iniciativa terminará ao final da manhã com a celebração do Magusto, ou seja, com castanhas e água-pé, enquanto os participantes têm também a oportunidade de visitar as instalações da Quintinha de Monserrate, nomeadamente as áreas hortícolas, linha de água e os animais que ali habitam (burro, égua, ovelhas, coelhos, galinhas, entre outros).
------------------------------- 
Fonte :Texto da PSML

quinta-feira, outubro 24, 2013

O dia da posse da nova vereação

CMSBlogue


Hoje a nova vereação da Câmara Municipal de Sintra tomou posse, tendo o Partido Socialista que venceu as eleições em Sintra em 29 de Setembro, chegado a acordo para a atribuição de pelouros a vereadores eleitos pelo PSD e CDU para garantir «a governabilidade» da Câmara Municipal, segundo afirmaram.

 O PS elegeu em Sintra quatro vereadores, os mesmos que o candidato independente Marco Almeida. O candidato dos socialistas, Basílio Horta, conquistou (com 26,8% dos votos) . O cabeça-de-lista do movimento «Sintrenses com Marco Almeida» (que foi criado em ruptura com o PSD, depois de o partido ter escolhido Pedro Pinto para cabeça-de-lista) ficou em segundo lugar, com 25,4%.

 O PSD, que apresentou Pedro Pinto, registou 13,8%, enquanto a CDU, com Pedro Ventura, ficou em quarto lugar, com 12,5%.O candidato da coligação PSD/CDS-PP, Pedro Pinto, que elegeu dois vereadores,afirmou à Lusa que vai suspender o mandato e que, desta forma, estarão no executivo Luís Patrício e Paula Neves.
Fonte adapt. da TVI24   

Entretanto:

  (Via blogue "Tudo Sobre Sintra")

O presidente cessante da Assembleia Municipal de Sintra, Ângelo Correia, anunciou  que a concelhia do CDS-PP decidiu terminar a coligação "Sintra Pode Mais", que integrou nas últimas eleições autárquicas com o PSD e o MPT.

 


segunda-feira, outubro 21, 2013

Recados Sintrenses


 Foto1

 Foto2

Às grandes tristezas do nosso dia-a-dia juntam-se pequenos detalhes 
que ajudam a ficarmos mais revoltados.

A 1ª foto é de um cantinho junto à Vigia, que tinha um ar mágico e uma 
árvore com flores e uma boa sombra. Talvez particular mas, desde 
sempre ao serviço de quem passava, pelo que pela lei será público, 
penso eu. Foi-se a árvore e o encanto.

A 2ª é R. D. João de Castro, uns buracos das tílias abatidas levaram 
estacas, outros nem isso mas lá buracos ficaram todos.

Fotos e texto de uma leitora - sintrense

domingo, outubro 20, 2013

Parque de Monserrate premiado pela European Garden Heritage Network

MonserrateJardim2012  

O Parque de Monserrate recebeu este ano, um European Garden Award, na categoria de "Melhor Desenvolvimento de um Parque ou Jardim Histórico",um prémio que é atribuido anualmente desde 2010 pela European Graden Heritage Network. 

 Monserratejardim2

sábado, outubro 19, 2013

Porque hoje é Sábado...


CAMÕES E A TENÇA

Irás ao Paço. Irás pedir que a tença
Seja paga na data combinada
Este país te mata lentamente
País que tu chamaste e não responde
País que tu nomeias e não nasce
Em tua perdição se conjuraram
Calúnias desamor inveja ardente
E sempre os inimigos sobejaram
 A quem ousou seu ser inteiramente
E aqueles que invocaste não te viram
Porque estavam curvados e dobrados
Pela paciência cuja mão de cinza
Tinha apagado os olhos no seu rosto
Irás ao Paço irás pacientemente
 Pois não te pedem canto mas paciência
Este país te mata lentamente

Sophia de Mello Breyner Andresen

*Porque hoje é Sábado...
 Sophia e Vinicius em 1969
100 ANOS DE VINÍCIUS DE MORAES  (Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 — Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980) foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro.... Recordamo-lo no seu 100º Aniversário.
O dia da Criação/Vinicius de Moraes

sexta-feira, outubro 18, 2013

Gaivotas

PraEmmaGaivotaPMacas20120420b  
 Sobre as gaivotas da Praia das Maçãs

"Juntam-se em grande bandos flutuando na água.Todas estão deprimidas, mas só uma é que se exprime gatafunhando histericamente nas penas, mergulhando o bico no tinteiro do mar. Na areia viram as costas umas às outras, como se tivessem cortado relações. Algumas, mais quezilentas, provocam discussões e bicadas. Em casa onde não há pão..."

 *De uma crónica de Miguel Esteves Cardoso/Aves Bravas/Público de 18/10/2013

*Foto.Gaivota na Praia das Maçãs

quinta-feira, outubro 17, 2013

Torre metálica de 45 metros junto ao Farol do Cabo da Roca

CabodaRoca20131016 Cabo da Roca foto de 16/10/2013

 Desde Setembro último, temos divulgado o atentado ambiental e paisagístico, efectuado no Cabo da Roca ,Parque Natural Sintra-Cascais,pelo MAI, com a instalação de uma torre metálica de 45 metros junto ao farol  -  instalação com o parecer contrário do Ministério do Ambiente.(MAMAOT),tendo aqui , publicado diversas tomadas de posição sobre o assunto.

Após as eleições autárquicas e na altura que vão acontecer as posses dos eleitos - voltamos ao assunto, que é  uma ilegalidade face ás leis e regras da ainda República Portuguesa.

 Nova resposta do partido Os Verdes:

"Partilhamos inteiramente a sua preocupação relativamente a tão grave situação, pelo que dirigimos uma pergunta ao Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT) subscrita pela deputada deste Grupo Parlamentar, Heloísa Apolónia, para que nos sejam prestados os devidos esclarecimentos, a qual juntamos para seu conhecimento.

Enviamos também para seu conhecimento a resposta do MAMAOT à nossa pergunta.

Sem mais de momento, subscrevemo-nos com consideração,

Joana Silva
Chefe de Gabinete"



Mais informação e respostas aqui:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/09/sobre-o-atentado-paisagistico-no-cabo.html
(Posições da CDU,Carlos Vieira-PS,Ana Caetano-PSD,Nuno Azevedo-PAN,Os Verdes,João Soares-PS)

 Acções efectuadas desde 09/08/2013 para obter a posição das entidades envolvidas a aguardar resposta:



 -Contacto através do site da C.M.Sintra -Não há resposta

-Contacto para a linha verde da C.M. de Cascais :
1)"Acusamos a recepção da S/ comunicação infra, mas o assunto em causa não está no âmbito da N/ actividade pelo que sugerimos o contacto com a Câmara Municipal de Cascais"

-Contacto via e-mail no site do ICNF (PNSC-ICNF) -Não há resposta

-Denúncia efectuada no SEPMA (Serviço de protecção da natureza e ambiente,GNR)

-Contacto via e-mail com C.M. de Cascais:
-1)"Obrigado pela sua mensagem que foi registada com a referência E-DCID-2013-8917 e enviada à respetiva área de responsabilidade para análise. Esperamos poder dar-lhe uma resposta brevemente."

- 2) "Acusamos a receção do seu mail que nos mereceu a melhor atenção. Encarrega-me o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Dr. Carlos Carreiras, de informar que o mesmo foi encaminhado para o gabinete do Sr. Vice-Presidente, Miguel Pinto Luz."

(A aguardar resposta)


 -Bloco de Esquerda, via e-mail em 09/11/2013 - Não há resposta




No Jornal Público, na primeira tentativa em 4 de Outubro de 2012, (abortada) de instalar a torre de radar.
Sobre a torre de radar que o Ministério da Administração Interna (MAI) quer instalar no Cabo da Roca, que terá mais do dobro da altura do farol - publicou no dia 4 de Outubro o jornal "Público" uma notícia da autoria de Luís Filipe Sebastião que refere que:


"O Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) chumbou a instalação de uma torre metálica com 45 metros de altura, para vigilância da costa, a escassas centenas de metros do farol do Cabo da Roca. O projecto apanhou de surpresa a Câmara de Sintra, onde há quem considere que a sua viabilização constituirá "um crime ambiental e paisagístico."
O jornal Público,  refere ainda que " uma fonte do ICNF terá adiantado que o Ministério da Administração Interna estava a estudar um pedido de suspensão do plano de ordenamento do PNSC no Cabo da Roca, para levar por diante o projecto, mas a intenção também não foi confirmada oficialmente, quer pelo ICNF, quer pelo MAI. O presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara (PSD), disse desconhecer o projecto e solicitou informações aos serviços, reservando para mais tarde uma posição."

terça-feira, outubro 15, 2013

Sobre os Bombeiros Voluntários de Almoçageme


BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALMOÇAGEME
118 ANOS DE HISTÓRIA

PRIMEIRA CORPORAÇÃO EM PORTUGAL COM FARDAS
INTEGRALMENTE IGNÍFUGAS


No passado domingo, 13 de outubro, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Almoçageme comemorou 118 anos de uma história de voluntariado ao serviço do país. Integraram as comemorações cerca de duas centenas de convidados que foram testemunho do momento mais alto de toda a manhã aquando da apresentação do fardamento ignífugo (resistente ao fogo) que desde este dia passa a vestir integramente todo o Corpo Ativo da Associação. São mais de 60 homens e mulheres, os primeiros do país, integralmente protegidos com aquelas fardas que orgulham todos quantos a vestem e, acima de tudo, podem salvar-lhe a vida.

Fonte: Imagem e Texto da Página de Facebook do B.V.de Almoçageme

A Ponte é uma passagem para a outra Margem

Ponte25Abril2013

segunda-feira, outubro 14, 2013

Postal da Praia das Maçãs com Gaivota

A Praia das Maçãs é uma estância balnear na foz da ribeira do mesmo nome, composta por praia e povoação anexa, situada na costa da freguesia de Colares, no concelho de Sintra, em Portugal.
A povoação é servida pelo Eléctrico de Sintra desde 1980 e já o fora em 1904-1958, sendo o término da linha com excepção do período de 1930-1955, quando o serviço esteve alargado à vizinha praia das Azenhas do Mar.
O pintor José Malhoa retratou a vida balnear local no seu quadro Praia das Maçãs, pintado a óleo sobre madeira em 1918.
*Na Wikipédia

domingo, outubro 13, 2013

Os bólides dos anos 70 regressaram a Sintra

A última etapa do Rally de Portugal Histórico 2013 passou por Sintra, relembrando outros rallys dos anos 70, que traziam a Sintra milhares de adeptos. ClassicosVolta a Portugalaa2013 Foto : 1ºplano um Alpine Renault A110 (1964), com Pedro Mendes Alves/Pedro Abecassis em 2º plano um Volvo 142 S (1968) com Damien Bochud/Eladia Ballmann ClassicosVolta a Portugal2013 Foto :Concorrente nº52, Stan Machoir/Jean Yves Van Heukelom, num Lancia Stratos (1976) ClassicoVoltaaPortugal12013 Foto: O vencedor do Rally de Portugal Histórico 2013(nº43),  João Mexias/Nuno Machado em Porsche 911 Coupé (1973) ClassicoVoltaaPortugalb2013 O azar do concorrente nº20, Ricardo Dacal Feijaó, que nos Capuchos na última etapa,ficou sem embraiagem no seu potente Porsche 911 T(1969), que apesar disso, posou sorridente para o "Rio das Maçãs".

sexta-feira, outubro 11, 2013

A chegada da uva Ramisco à Adega Regional de Colares

Vindimas2013ramisco À espera do Ramisco Vindimas2013ramisco2

"As vindimas roubam ao Outono as uvas onde o Verão está escondido e levam-nas para lugares cobertos onde o Verão será liquefeito e prolongado, melhorando, bem protegido, enquanto as tempestades ou as brisas ou seja lá o tempo que for batem lá fora."
 Miguel Esteves Cardoso/Público/20 Setembro de 2010

Vindimas2013ramisco3 Vindimas2013ramisco5 Vindimas2013ramisco6 Vindima2013ramisco7 Agradecimentos: Adega Regional de Colares, Francisco Figueiredo,Sr Fonseca, Sr.Gonçalo e todos que envolvidos na vindima e nos procedimentos da Adega Regional de Colares, ajudaram ao registo fotográfico de mais um ano de produção do Vinho de Colares.

quarta-feira, outubro 09, 2013

A nova iluminação do Castelo dos Mouros

CasteloMouros2013
 Foto da Vila Velha

O Castelo dos Mouros já apresenta, todas as noites, uma nova iluminação cénica das muralhas, permitindo a visualização do monumento a partir de vários pontos da Vila e da Serra de Sintra. A nova iluminação é baseada na tecnologia LED RGB e possibilita a criação de cenários com variação de cor.
A distribuição dos projectores, não só pelo perímetro da muralha, mas também pelas rochas, potencia a visualização do Castelo e da sua envolvente geológica. Uma das principais preocupações do projecto foi a eficiência energética: o cenário base possibilita uma poupança de 80% relativamente à solução anterior.
Fonte PSML

segunda-feira, outubro 07, 2013

Falcoaria no Palácio de Queluz

BlogueFalcão420130629
 A Parques de Sintra disponibiliza, de terça a domingo, às 12h, nos jardins do Palácio de Queluz, exibições de falcoaria, num programa que inclui também a visita guiada às instalações das aves, bem como à nova exposição sobre falcoaria.
Pretende-se, com o projeto, recuperar e dar a conhecer uma arte que teve grande expressão na segunda metade do século XVIII, nomeadamente no Palácio de Queluz, altura em que a Casa Real detinha os falcões de caça mais raros e cobiçados (algumas das aves eram trazidas de lugares longínquos, como os presentes de luxo oferecidos pelos reis da Dinamarca ou pelo Grão-mestre da Ordem de Malta).

Sobre a falcoaria
A falcoaria, ou cetraria, consiste na arte de adestrar e caçar com aves de presa. O mais antigo testemunho desta prática é um baixo-relevo encontrado nas ruínas de Khorsabad, na antiga Mesopotâmia, datado do ano 1.400 a.C. Do seu berço asiático inicial, a falcoaria expandiu-se para oriente com as invasões mongólicas e foi introduzida na China, de onde chegam as primeiras notícias escritas sobre a sua prática no século VII antes da era cristã. A sua introdução no Ocidente deu-se em período mais tardio. Na Península Ibérica foi introduzida pelos Suevos e Visigodos, muito antes da fundação de Portugal.
A falcoaria gozou sempre de um estatuto de modalidade de caça nobre e, nesse sentido, manteve-se apanágio das casas reais, não como forma de obtenção de alimento mas como entretenimento, tendo evoluído para uma atividade complexa e sofisticada, que lhe conferiu o estatuto de arte.
Em 2010 a UNESCO reconheceu a riqueza do legado histórico e artístico da falcoaria, registando-a na lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade.
As aves de rapina formam um grupo muito biodiverso e estão representadas em Portugal por cerca de 30 espécies diferentes. Têm uma longevidade que pode variar entre os 15 e os 50 anos, consoante a espécie, e um peso que pode oscilar entre 150 gramas do pequeno falcão-peneireiro e os 6 kilos da águia-real. Em regra, os falcões são caçadores que se alimentam de vertebrados de sangue quente, sobretudo outras aves, mas existem algumas rapinas com dietas muito especializadas, incluindo a pesca e hábitos necrófagos. As rapinas são consideradas um bom indicador da qualidade e vitalidade dos ecossistemas, gozando de estatuto de proteção integral.


Apenas um reduzido número de espécies é utilizado na prática da falcoaria, sendo conhecidas como “aves nobres”. Apesar do seu ar poderoso, uma vez adestradas não representam qualquer perigo para o Homem, devendo, no entanto, ser manuseadas com precaução utilizando luvas de cabedal. A utilização de falcões na caça reproduz um ato natural de predação, não causa abates massivos, não compromete o equilíbrio natural das espécies, pelo que a falcoaria é considerada uma forma de caça sustentável e ecológica.

BlogueFalcão52013062013

A Falcoaria do Palácio de Queluz
Atualmente os falcões e restantes aves de rapina no Palácio de Queluz encontram-se alojados nas antigas jaulas dos Jardins, perto do Canal de Azulejos e da Escadaria Robillion. Este local, que em tempos albergou algumas espécies exóticas, sofreu agora alterações para receber as aves com todo o conforto.
Esta zona constituiu desde sempre um polo lúdico bastante importante onde se edificaram vários espaços vocacionados para o ócio e o entretenimento. Nas jaulas, construídas em 1822 sob o Terraço do Pavilhão Robillion e ladeando a Cascata das Conchas, ainda sobreviviam em 1833, durante o período sangrento das lutas liberais, duas leoas, dois tigres e alguns macacos, testemunho de um gosto pelo exótico que, em diferentes níveis, sempre existiu em Queluz.
Antes da Partida da Família Real para o Brasil, na totalidade das Reais Quintas de Queluz, situadas nas envolvências do Palácio, existiam búfalos, corsas, gamos, veados, carneiros e cabras de Angola, entre outras espécies animais mais vulgares. Nos numerosos lagos dos jardins vivia uma população de 183 cisnes brancos e pretos, para além das pombas, canários, catatuas e águias que a Rainha Carlota Joaquina e as Infantas suas filhas possuíam em gaiolas e viveiros.
*Texto  da PSML adaptado 
 


8545192245_a1d604e253_z * *Fotos do blog

O tempo de vindimar o Ramisco

blogVindimasFontanelas20131003c A  última semana foi tempo de vindimar a uva Ramisco, que este ano se atrasou em relação à uva branca Malvasia. As fortes chuvas e o nível de acidez dos bagos obrigaram  este ano a este calendário.Até ao último Sábado, foram entregues na Adega Regional de Colares, o resultado da produção 2013.

"RAMISCO - Privilégio e maldição de Colares
É a casta de Colares, a identidade da região, o espelho mágico da identidade e singularidade de uma região única. É simultaneamente o privilégio e a maldição de Colares. Será porventura uma das castas mais exóticas de Portugal, uma das mais mal compreendidas, uma das menos estudadas e aproveitadas… e, quem sabe, uma das mais promissoras. Pela forma como sempre foi cultivada em Colares, em solos de areia de profundidade extrema, nunca consentiu as amarguras da filoxera. Por isso sempre foi plantada em pé-franco, em produção directa, sem necessidade de recorrer a portaenxertos. Subsistem dezenas de cepas históricas, plantas com idade superior aos 100 anos, verdadeiros patrimónios genéticos de valor incalculável. Infelizmente, e por a casta se encontrar confinada à região de Colares, quase não existem experiências na utilização de porta-enxertos americanos. Desconhece-se pois a sua valência fora da região natural. Mas a casta encerra promessas interessantes, em parte pela elevada acidez natural, que a poderiam qualificar para uma utilização mais intensiva e profícua, nomeadamente nas regiões mais soalheiras de Portugal. No Alentejo poderia ser uma solução. A pressão urbanística e a ameaça directa da construção civil são hoje o principal entrave da casta, acenando com um eventual, e assustador, perigo de extinção. A sua migração dependerá do resultado dos estudos de adaptação com porta-enxertos americanos. Os taninos fortes e a acidez natural elevada são as características distintivas da casta. Estas insígnias inatas dão-lhe especial aptidão para criar vinhos extremes, vinhos com uma enorme capacidade de guarda, mas igualmente vinhos que necessitam de muito tempo de estágio. Vinhos difíceis enquanto jovens, e portanto, vinhos de espírito pouco comercial. Mas o tempo confere-lhe elegância, polimento, perfume e delicadeza, descritores pouco comuns nas castas portuguesas. O tempo encarrega-se também de evidenciar os discretos aromas florais, a cereja e os aromas terrosos, a resina e o cedro.O potencial de acidez poderá revelar-se precioso no loteamento com castas de baixa acidez natural, como a Aragonês.(...)"

De um texto de Rui Falcão publicado em Blue Wine 21

blogRamiscoFontanelas01102013 blog2VindimasFontanelas20131003 blogVindimasFontanelas201131003v blog4VindimasFontanelas20131003 Fotos das vindimas no dia 03/10/2013 em Fontanelas.