terça-feira, janeiro 31, 2017

Mais uma vez a rua D.João de Castro alvo da sanha camarária

Fotos de hoje à tarde na martirizada rua D.João de Castro em Sintra , após mais uma intervenção dos Serviços da Autarquia de Sintra. Sintra local de Paisagem protegida pela UNESCO.


Fotos em 31 de Janeiro de 2017
Fotos cedidas por M.Clara Gomes

A imagem de que a Câmara Municipal de Sintra não gosta
Em 4 de Dezembro de 2016 era este o aspecto da rua D.João de Castro! (Foto de M.Clara Gomes)

Outras Intervenções  da CMS neste local:
Posts relacionados publicados no blog sobre a mártire rua D.João de Castro, e das sua tílias e plátanos ao longo do tempo-ver aqui:
http://riodasmacas.blogspot.pt/search?q=rua+D.Jo%C3%A3o+de+Castro

Postal do Monte da Lua com chuva


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Foto do Monte da Lua, hoje com as brumas a envolverem o Palácio da Pena
A Chuva veio para ficar toda a semana
Hoje, as precipitações estão ser mais intensas e em todo o território. Na quarta-feira, dia 01, vamos ter uma melhoria, mas depois nos dias 02 e 03 vamos ter novo agravamento com chuva forte -segundo as previsões meteorológicas. 

segunda-feira, janeiro 30, 2017

Efeméride - 55 anos da Sagres

Sagres, 55 anos passados a transportar as cores de Portugal pelo Mundo e a ensinar os princípios da arte de navegar às novas gerações!
Sagres10082013PM3jpgBlogue A passagem ao largo da Praia das Maçãs, em Agosto de 2013, do navio-escola Sagres  num regresso de mais uma longa viagem. 
 Sobre o navio-escola Sagres SagresLisboa09082013Blogue VolvoOceanRace10062012sBlogue SagresLisboa10082013Blogue
Fotos da Sagres no Tejo  junto a  Belém  em 10/06/2012
 
"O actual navio-escola Sagres foi construído nos estaleiros da Blohm & Voss, em Hamburgo, em 1937, tendo, na altura, recebido o nome Albert Leo Schlageter. Era o terceiro de uma série de quatro navios encomendados pela Marinha Alemã (Kriegsmarine), que incluía o Gorch Fock (1933) (que veio a ser o Tovarish (1952-2003), o Horst Wessel (1936) (actual Eagle da United States Coast Guard), e um quarto navio nunca concluído, por entretanto ter eclodido o conflito, ao qual foi dado o nome Herbert Norkus (1939). Aliás, parte do aparelho deste último, nomeadamente vergas e mastaréus, veio posteriormente a ser utilizado no Gorch Fock (1958), actual navio-escola da Marinha Alemã, construído vinte anos mais tarde, de acordo com os planos dos anteriores veleiros. Além dos navios mencionados, o estaleiro alemão construiu um outro veleiro desta classe, o Mircea (1938), satisfazendo uma encomenda da Marinha Romena.

    No final da guerra, aquando da partilha dos despojos pelos vencedores, o Horst Wessel e o Albert Leo Schlageter couberam aos Estados Unidos. No entanto, apesar dos esforços do Comandante americano da Base Naval de Bremerhaven, não foi possível encontrar, nos Estados Unidos, uma instituição que quisesse ficar com este navio. Pelo que, ao fim de três anos, acabou por ser cedido à Marinha do Brasil, com o intuito de fazer face aos danos causados pelos submarinos alemães aos seus navios, durante a guerra. Em 1961 foi adquirido por Portugal, no sentido de substituir a antiga Sagres, que, curiosamente, também havia sido navio alemão."
Texto retirado daqui:
http://sagres.marinha.pt/PT/onavio/Paginas/Hist%C3%B3ria.aspx

domingo, janeiro 29, 2017

Casa do Cipreste de Raul Lino (Reedição)

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Um post publicado no "Arrumário",sobre a Casa do Cipreste de Raul Lino, referindo um programa da RTP2, "A Casa e a Cidade",motivou o post de hoje:
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Estudo geral de 1912 -in Raul Lino 1879-1974

"A própria casa de campo de Raul Lino, a Casa Do Cipreste, foi construída entre 1912 e 1914, mas os primeiros projectos desta casa já datam do seu tempo de estudante na Alemanha. Esta casa situa-se em S. Pedro de Sintra e servia como ponto de partida para as caminhadas que Raul Lino tanto apreciava. O único edifício capaz de se ver a partir da casa, é o Palácio Real de Sintra, no qual Raul Lino viria a fazer mais tarde algumas obras de reconstrução. A Casa do Cipreste forma um todo com o terreno contíguo à casa. Também no seu interior existe uma harmonia evidente que respeita as regras psicológicas, funcionais e estéticas. Este edifício é hoje visto como o projecto mais bem sucedido do arquitecto.
A Casa dos Penedos, construída em Sintra em 1912, expressa de uma forma muito particular o estilo único deste arquitecto. Construída na encosta, forma uma união com a paisagem montanhosa de Sintra e está completamente integrada na paisagem. No interior da casa existem azulejos de alta qualidade artística e uma luminosidade espantosa – uma referência à grande importância que o arquitecto dava à penetração da luz natural. "
Texto encontrado -aqui

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"A Casa do Cipreste, em Sintra apresentou difíceis problemas de planta que se contrariavam uns aos outros, mas encontraram soluções convenientes para dar satisfação aos seus moradores, e em nada ofendia a paisagem.Quando a inaugurámos em 1914, um dos nossos convidados, dos mais conhecidos arquitectos daquele tempo perguntou-me se eu tinha querido fazer um solar, ao que respondi :«Solar, que ideia. Fizemos apenas uma habitação que daria comodidades aos moradores e, pelo carácter do exterior, se integrava com sensibilidade e repeito na bela paisagem de Sintra» -Por essa época gente que se prezasse ainda fazia casa manuelina ou estilo D.João V; na nossa, como estilo, houve uma preocupação de nada fazer de que mais tarde me viesse arrepender. Passando despercebida durante longos anos, o que não nos desagradava para nossa satisfação, só ao cabo de 30 anos parece que as pessoas começaram a reparar nela e interessar-se, pensando uns que ela era antiga, outro que tinha sido acabada de fazer."
Raul Lino in Vida Mundial em 21-11-1969 (encontrada em Arquitectura,Paisagem e Sintra, de Irene Ribeiro)

sábado, janeiro 28, 2017

"Diamantes Negros" em tempo de Aniversário


"No Centro Cultural Olga Cadaval, os Diamantes Negros manter-se-ão, comos intérpretes, fiés  ao seu eclético espírito musical e assim interpretarão, além de temas em portugês, daquele que foi o seu único single gravado em 1965, música francesa, inglesa e americana. Evocarão os Beatles, Shadows, Bee Gees, Otis Reding e muitos outros"

 Escrevia -se isto na folha de sala, do concerto que aconteceu em Maio de 2014 - e foi isso que aconteceu numa sala lotada, com o público em pé a ovacionar os músicos. Este ano no 53º Aniversário da banda sintrense, um almoço juntou amigos e os músicos das diversas formações dos Diamantes, para a comemoração desta longa carreira musical.


Foto de Família
Elementos dos Diamantes Negros no activo, e antigos elementos  na comemoração de mais um aniversário
Fotos em 28 de Janeiro de 2017

sexta-feira, janeiro 27, 2017

Viajar no Eléctrico da Praia das Maçãs


Os bilhetes do Eléctrico de Sintra, em ambos os sentidos, vão passar a ser vendidos exclusivamente nos eléctricos.
Habitualmente os bilhetes eram vendidos na Vila Alda/Casa do Eléctrico, que se encontra encerrada para manutenção.
Horário de Inverno

quinta-feira, janeiro 26, 2017

Radiografia de uma foto do ponto mais ocidental do continente Europeu


Foto do site da CMS
http://www.cm-sintra.pt/corrida-fim-da-europa-em-destaque-este-fim-de-semana

Foto da CMS, a ilustrar prova de atletismo no próximo dia 29

O ponto mais ocidental do continente europeu, tem um problema para os fotógrafos desde 2013 - a estética da imagem do farol é desde essa altura perturbada pela implantação de uma torre metálica de 50 metros, que provoca um "ruído" imenso em qualquer registo fotográfico - num local dos mais visitados do litoral Sintrense. A solução será apagar a torre com photoshop, ou recorrer a soluções em que o ângulo permita "apagar" a torre metálica do MAI - exemplo é a solução da foto, ou então como já aconteceu com a própria autarquia sintrense usar fotos anteriores a 2013...

O local "paisagem protegida" e dentro do Parque Natural Sintra Cascais, estranhamente provoca desde 2013, muitos silêncios cúmplices deste atentado paisagístico, e o melhor é fazer alguma ginástica para obter uma foto sem a torre metálica, porque parece que os ambientalistas e a autarquia vivem bem com a situação.
MAI- Ministério de Administração Interna
MDN-Ministério da Defesa Nacional
Ministério da Agricultura do Mar, Ambiente e Ordenação do Território
PNSC/ICNF-Parque Natural Sintra-Cascais/Instituto Conservação da Natureza e Florestas
CMS -Câmara Municipal de Sintra
CMC-Câmara Municipal de Cascais

*Torre metálica de 50 metros instalada em 2013.

*Post relacionado: Atentado paisagístico no ponto mais Ocidental do Continente Europeu 

"Elevada a Paisagem Cultural  do Património da Humanidade durante a 19ª Sessão do Comité da Unesco, ocorrida em Paris a 6 de Dezembro de 1995, Sintra é um imenso livro aberto cheio de imagens  do Passado, emolduradas numa Natureza fascinante" 
*In "Sintra Património Mundial", ed. do Departamento de Cultura e Turismo da CMS,2004 , 2º edição 2007

terça-feira, janeiro 24, 2017

O 53º Aniversário dos "Diamantes Negros"

A tocar desde 1964
Os Diamantes Negros no Olga Cadaval Maio de 2014

Os "Diamantes Negros" nasceram em Sintra no dia 25 de Janeiro de 1964, data em que se apresentaram pela primeira vez em público, num baile realizado na Sociedade União Sintrense onde ensaiavam e deram os primeiros passos. Este "Conjunto" (como se dizia na altura) alcançou alguma projecção no panorama "Ye-Yé", ganhando uma eliminatória no Monumental, num concurso muito concorrido da altura, alcançando outros sucessos em vários festivais do género. Segundo o Caínhas (baterista fundador), tudo terá acabado em 1970 quando regressou de Angola e tentou relançar a banda com novos elementos. Em 1974 houve nova tentativa frustrada mas em 2003 e 2004 os Diamantes ressurgiram para participar num espectáculo realizado no Olga Cadaval pela Associação Anos 60 e para comemorar o 40.º Aniversário da sua Fundação.

Fundadores: Caínhas (bateria), Álvaro Zé (guitarra), Carlinhos (Sax) , Xixó (guitarra) e Luís Manuel (baixo). Outros:Victor Ricardo (manager), Carlos Rebelo (vocalista), Júlio Ribeiro (vocalista), Henrique Max (vocalista), "Charly" (bateria), Francisco Martins (vocalista), Camena (guitarra), Tó Gândara (guitarra), Carvalho (guitarra), Augusto (teclas), Reinaldo Nunes (guitarra e voz), Jaime (baixo e voz), Freitas (trompete) e Álvaro (sax).

 texto sobre a história dos "Diamantes Negros" retirado daqui


Momentos
 Fotos da actuaçâo dos Diamantes, na Quinta  de Santo António em Sintra, nas celebrações em  2011 na última visita a Sintra de N.S. do Cabo Espichel. às Freguesias de Santa Maria e São Miguel.


Os Diamantes em Maio de 2016 no Grupo União Recreativo do Linhó


segunda-feira, janeiro 23, 2017

Edifício da Torre do Relógio junto ao Palácio de Queluz

Actualmente a servir de  Pousada, a Torre do Relógio, junto ao Palácio Nacional de Queluz, residência permanente da Família Real a partir de 1794. O edifício da Torre é da autoria do arquitecto e sargento-mor Manuel Caetano de Sousa e funcionava como aposentos do pessoal ao serviço no Palácio e como armazém. Construída com enorme influência do barroco e rococó dos séculos XVIII e XIX


Sobre a edificação da torre do relógio

"A edificação da torre do relógio, e do corpo rectangular que se lhe encontra adossado, remonta a uma das últimas fases de obras do Palácio de Queluz, já durante o reinado de D. Maria I, e após o casamento de D. José com D. Maria Benedita. Manuel Caetano de Sousa, a quem é atribuído o traçado desta campanha de obras, sucedeu a Mateus Vicente e a Jean Baptiste Robillion à frente das obras de Queluz, sendo da sua responsabilidade o Pavilhão D. Maria e a torre do relógio, fronteira ao palácio, com o edifício anexo destinado à guarda real, à casa da administração e às cavalariças. 
Nesta fase, as intervenções arquitectónicas em Queluz pautam-se por um maior sentido utilitário e funcional, afastando-se do espírito que caracterizou os projectos de Mateus Vicente ou Robillion. Considerado por muitos como o último representante do tardobarroco nacional, Caetano de Sousa exige hoje uma reavaliação, principalmente pelo seu gosto ecléctico que pode ser interpretado como uma tentativa de superação dos modelos arquitectónicos vigentes (FERRÃO, 1989, p. 463). 
Na torre de Queluz, o arquitecto optou por manter a linguagem rocaille, mas sem grande inovação. A torre ergue-se sobre uma base de planta quadrada, cuja fachada principal é seccionada por pilastras, definindo três planos e dois registos, separados por frisos. Ambos são abertos ao centro, por uma janela inscrita num arco abatido no primeiro registo, e por uma outra janela de frontão curvo, no segundo. As pilastras são rematadas por fogaréus. O corpo mais elevado é, também, mais estreito e em cantaria. O primeiro registo é ocupado pelo relógio, e no segundo abrem-se as sineiras, em arco de volta perfeita, com colunas nos cunhais, que terminam em fogaréus. Todo o conjunto é rematado por cúpula bolbosa, vazada por óculo. 
O edifício da guarda real desenvolve-se num único piso de planta rectangular, cuja fachada principal, seccionada por pilastras, é aberta por janelas e portas de frontão recortado, e que termina em platibanda rasgada por óculos quadrilobados. 
Este edifício acolhe, desde 1995, a Pousada D. Maria I, que integra a rede das Pousadas de Portugal. "
(Rosário Carvalho)
texto encontrado aqui:

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70878/


*Fotos em 22 de Janeiro de 2017

domingo, janeiro 22, 2017

Vídeo Mapping no Palácio de Queluz

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A Parques de Sintra apresentou no Palácio Nacional de Queluz, nos dias 20, 21 e 22 de Janeiro. o primeiro concerto virtual em video mapping: “Regresso ao Palácio – A Viagem Concerto”, uma criação original e produção do ateliê OCUBO. Este evento que teve a presença de muito público, surgiu para assinalar a conclusão da primeira campanha de obras de restauro que devolveu ao Palácio a sua cor original: o azul.
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Fotos de Domingo 22 de Janeiro de 2017

Handel, Bocherini e Mozart tocados pela orquestra de Divino Sospiro
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Foto em 22/01/2017
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Palácio de Queluz 22/01/2017
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fotos de Vídeo Mapping 22/01/2017
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sábado, janeiro 21, 2017

Intervenção de conservação e restauro na Capela do Senhor no Convento dos Capucho


 Capela do Senhor no Convento dos Capuchos, foto em 08/11/2016

A Parques de Sintra está a realizar, desde o início de Dezembro, uma intervenção de conservação e restauro da pintura mural do exterior da Capela do Senhor no Horto, no Convento dos Capuchos.

Os dois  frescos exteriores na Capela do Senhor, fotos em 8/11/2017

"Esta pintura a fresco do século XVII, de grande qualidade de execução técnica e artística, representa Santo António e São Francisco de Assis, e estava referenciada, desde há décadas, pelo historiador de arte Vítor Serrão como possível obra do famoso pintor André Reinoso."

Foto PSML durante a intervenção nos frescos
"O mau estado de conservação da pintura deve-se sobretudo à presença e desenvolvimento de colonização biológica sobre toda a superfície e até mesmo sob alguns preenchimentos antigos em argamassa. O restauro está a ser efetuado por especialistas com experiência relevante na área da pintura mural e será depois complementado por um plano de manutenção, permitindo o seu usufruto como obra de arte e a sua preservação para o futuro.
A intervenção ficará concluída ainda em Janeiro."
texto PSML

sexta-feira, janeiro 20, 2017

27ª edição da Corrida "Fim da Europa"

Sintra vai ser palco da 27ª edição da Corrida “Fim da Europa”, considerada por muitos como uma das provas mais bonitas realizadas em Portugal, no próximo dia 29 de janeiro, pelas 10h00.
O serpentear da serra, a sua beleza natural, os seus monumentos, a dureza do percurso e a chegada ao mar, faz da Corrida “Fim da Europa” uma prova ímpar.
A prova, organizada pela Câmara Municipal de Sintra em conjunto com Correr em Monsanto – Associação para o Desporto Popular, é composta por um percurso único que liga o centro histórico de Sintra ao ponto mais ocidental da Europa continental – o Cabo da Roca – num total de 16.945 metros.
Inscrições e informações adicionais AQUI.

Antes BlogCabodaRoca2012briscado  AgoraFarol2Roca Responsáveis:
MAI- Ministério de Administração Interna
MDN-Ministério da Defesa Nacional
Ministério da Agricultura do Mar, Ambiente e Ordenação do Território
PNSC/ICNF-Parque Natural Sintra-Cascais/Instituto Conservação da Natureza e Florestas
CMS -Câmara Municipal de Sintra
CMC-Câmara Municipal de Cascais

*Torre metálica de 50 metros instalada em 2013.

*Post relacionado: Atentado paisagístico no ponto mais Ocidental do Continente Europeu 

"Elevada a Paisagem Cultural  do Património da Humanidade durante a 19ª Sessão do Comité da Unesco, ocorrida em Paris a 6 de Dezembro de 1995, Sintra é um imenso livro aberto cheio de imagens  do Passado, emolduradas numa Natureza fascinante" 
*In "Sintra Património Mundial", ed. do Departamento de Cultura e Turismo da CMS,2004 , 2º edição 2007

quinta-feira, janeiro 19, 2017

Pesticidas versus Abelhas


Um estudo norte-americano concluiu que as abelhas, quando regressam à colmeia, podem transportar até 30 pesticidas no corpo. O estudo refere ainda que pelo menos metade destes pesticidas tem origem em hortas e ambientes urbanos.
Foto de acto de polinização em Colares/Sintra em 18/01/2017
"A utilização destes pesticidas é diversa. Em ambientes urbanos são usados sobretudo no combate a insectos ou no controlo de parasitas em animais domésticos, refere o El País.
Não é novidade para a comunidade científica que a população de abelhas tem estado cada vez mais em declínio. Só nos Estados Unidos, no ano passado, cerca de 44% das abelhas desapareceram. Este número pode revelar-se catastrófico se tivermos em conta o papel determinante que estes animais têm no ecossistema enquanto elemento polinizador, importante para setores como a agricultura.
Apesar das causas deste declínio não serem claras, há quem aponte a existência de vírus, as alterações climáticas e os pesticidas agrícolas como as principais razões, ou mesmo uma combinação de todos estes factores. O estudo publicado na revistaNature Communicationsveio agora revelar a presença de agentes químicos no pólen recolhido pelas abelhas."
Texto encontrado aqui:

http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/gracas-a-polinizacao-as-abelhas-podem-transportar-ate-30-pesticidas-no-corpo

terça-feira, janeiro 17, 2017

Contributo para o Diário da Garça da Várzea de Colares em 2017

Nem só de peixe se alimenta a Garça
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Na horta junto ao rio da Maçãs, talvez por falta de peixe ou preguiça, nada melhor que apanhar minhocas, ou mesmo uma qualquer lagartixa.
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Fotos em 16 de Janeiro de 2017 na Várzea de Colares
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Algum tempo de espera em atitude de caça...e aguardar a oportunidade de "pescar" uma lagartixa
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http://riodasmacas.blogspot.pt/search?q=Contributos+para+o+Di%C3%A1rio+da+Gar%C3%A7a+da+V%C3%A1rzea+de+Colares

segunda-feira, janeiro 16, 2017

Maria Almira Medina

1920 -2016 - 18 de Janeiro

No próximo dia 18, fará um ano que Sintra perdeu Maria Almira Medina,artista multifacetada, deixou um vazio no ambiente cultural  Sintrense - que dificilmente será preenchido nos nossos dias.


"Pés vegetais descobriram caminhos/longitudinais /Logo troncos arbóreos verticalizaram os sonhos /de navegação verde / na busca de muitas outras Indias mais."

In O Chalet da Condessa numa manhã de Março- Maria Almira Medina

Na visita que foi feita ao Chalet em 2008, Maria Almira Medina declamando um poema feito de propósito para aquele momento
No Jornal de Sintra 13-08-1939
"Maria Almira Medina
Completou com plena aprovação, o curso dos Liceus, fazendo em Lisboa, no Filipa de Lencastre, o exame do 7º ano e depois na Faculdade de Letras da Universidade, o respectivo exame de admissão, a aplicada  estudante, que tem sido sempre desde a instrução primária, aluna da ilustre professora de Sintra Srª D. Umbelinda lourenço Pinheiro, menina Maria Almira Pedrosa Medina, filha muito querida do director deste jornal, de que é também colaboradora."
Maria Almira Medina e um conjunto vasto de poetas populares, na celebração dos 35 anos do 25 de Abril de 1974 , aconteceu na União Mucifalense com poesia e canções de Zeca Afonso, em Abril de 2009.