Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
A comemoração do Mês Municipal do Bombeiro, comemorou-se este Domingo
A cerimónia constou da condecoração Municipal aos bombeiros que estiveram presentes no grande incêndio de Pedrógão Grande, em Junho de 2017.
Foram entregues às nove corporações de Bombeiros Voluntários do Concelho de Sintra diversos equipamento e novos veículos de combate a incêndios.
A Associação Humanitária dos Bombeiros de Colares conta agora com mais um meio para apoio e socorro
*Viaturas de combate a incêndios, equipamentos de proteção individual e câmaras térmicas para deteção de incêndios são os equipamentos que foram entregues com a comparticipação da Parques de Sintra – Monte da Lua, da Câmara municipal de Sintra e Cultursintra.
O pronto-socorro "Benz" dos Bombeiros V. de Colares(Foto,Arq.N.Torre do Tombo) "Junho de 1935- Realizou-se a 2ª Grande Parada dos Bombeiros Portugueses, com o desfile perante o Presidente da Républica e de membros do governo. Esta parada, em que os Bombeiros Voluntários de Colares se fizeram representar com o seu pronto-socorro e respectiva guarnição, reuniu 144 corporações de todo o País, 144 viaturas e perto de 2500 homens."
" É facto provado que a Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares, a primeira a ser criada no Concelho de Sintra, iniciou serviços operacionais em 9 de Março de 1890, com a inauguração da sua “Estação de Incêndios”, embora os seus primitivos Estatutos só tivessem sido aprovados por Alvará do Governo Civil de Lisboa datado de 22 de Junho de 1892."
Durante o dia de Sábado no Salão Nobre da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares . Colóquio "Colares- Uma evocação histórica".
Intervenção de José Cardim Ribeiro sobre "O Santuário do Sol na Foz do Rio de Colares"
"A navegabilidade do rio de Colares e defesa costeira durante o período islâmico", tema tratado por Marco Oliveira Borges
Outras intervenções no colóquio tiveram como participantes: Nuno Campos, Jorge de Matos, Carlos Caetano e João Cardim, além da exposição Colares -Memória e Identidade
Lançamento da edição limitada Colares DOC 2007 e Branco 2013
Um acidente de viação - no momento de passagem de um transporte de doentes dos Bombeiros Voluntários de Colares - tripulação, que imediatamente prestou os primeiros socorros à vitíma motociclista, que se encontrava no chão, até chegarem os Bombeiros Voluntários de Sintra - com uma viatura de desencarceramento, e ambulância do INEM.
Chegada dos Bombeiros Voluntários de Sintra
Após a chegada dos B.V.de Sintra a tripulação dos B.V de Colares, voltaram à sua missão de transporte de doentes já de regresso a casa - a rapidez dos primeiros socorros prestados à vitima, fizeram de certeza a diferença, no seu estado de saúde actual.
Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Colares 9 de Março de 1890 - 9 de Março de 2016 O Largo Dr.Carlos França no dia da inauguração do novo pronto-socorro
No “Jornal de Sintra” de 2 de Abril de 1950 -“O dia do passado domingo foi o que se chama um dia grande para a mui nobre Vila de Colares, em geral e para a sua digna e veneranda corporação dos bombeiros voluntários de Colares, em particular.(...) (...)perante uma multidão compacta de povo de todas as categorias sociais, em que predominava a cintilação dos capacetes metálicos dos bombeiros, a nova viatura, cerca das 15H30 horas surgiu no largo da República, vermelha como uma papoila imponente como uma rajada de sol doirado a silvar estridentemente.”
Cerimónia de inauguração do pronto-socorro Studebaker
O auto-tanque-pronto-socorro Studebaker construído em 1950, na fábrica dos Cinco Irmão Unidos,na Malveira, em desfile no “Círio do Lítoral Colarense” em Junho de 2006 na Várzea de Colares.
Fontes:
- Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares 1890-1990 de António Caruna
- Jornal de Sintra
Bombeiros Voluntários de Colares -O auto-tanque-pronto-socorro Studebaker construído em 1950, na fábrica dos Cinco Irmão Unidos
"O barão Bodo von Bruemmer viveu quatro vidas. Nasceu num lugar chamado Curlândia, sobreviveu a duas guerras mundiais, mudou quinze vezes de escola, teve um cancro. Nunca se sentiu de nenhum país, até encontrar casa em Portugal, aos 60 anos. Aos 96 tornou-se viticultor. Da sua vinha, em Sintra, saem lotes premiados.Mas esta não é uma história sobre vinhos nem a descoberta do segredo da longevidade. Esta é a história de um homem que, prestes a fazer 104 anos, ainda quer continuar a desafiar o tempo."
in Magazine Notícias (D.N.) de 8 de Novembro de 2015
Em 1960 conseguiu comprar o Casal de Santa Maria, em Casas Novas na freguesia deColares, no momento seguinte juntou-se aos Bombeiros Voluntários de Colares, "porque estava preocupado com os incêndios que ameaçavam a região".
Aos 96 anos encontrou novamente força e ânimo para destruir e construir, para começar de novo, "plantar uma vinha no Casal de Santa Maria". Em 2010 produziu o primeiro vinho, actualmente tem 13.
" A nova vida de Von Bruemmer como produtor de vinhos também se traduziu numa nova vida para o Casal Santa Maria, onde trabalham nove pessoas, entre empregados, a secretária do barão e dois enólogos. O enólogo chefe é Jorge Rosa Santos".
A vinha
Numa localização previligiada entre o Oceano Atlântico e a serra de Sintra, fica o Casal de Santa Maria, a vinha mais ocidental do continente europeu, ocupando nove hectares de terreno na aldeia de Casas Novas, em Colares.A produção vinícola nesta quinta foi retomada em 2007, mais cem anos depois de ser interrompida em 1903.
Créditos:
Magazine Notícias (D.N.) de 8 de Novembro de 2015 (transcrições parciais do texto)
texto Catarina Fernandes Martins/fotografias Gerardo Santos/Global Imagens
10 meses depois do desaparecimento dos 5 pescadores do "Santa Maria dos Anjos"
*Notícia via Jornal de Notícias e blog Tudo sobre Sintra:
«Conseguimos um entendimento em relação ao valor do seguro da embarcação, que estava por acertar", explicou a advogada Lara Cunha, acrescentando que o acordo entre as ambas as partes foi alcançado durante uma reunião na tarde desta quinta-feira, em Lisboa, o qual contempla o pagamento da Companhia de Seguros Lusitânia ao armador de "aproximadamente 100 mil euros".
A advogada sublinhou que este foi o único assunto abordado na reunião com a seguradora.
Sobre o pagamento do seguro às famílias dos cinco pescadores desaparecidos no naufrágio da embarcação, a advogada disse ter conhecimento de que, há cerca de duas semanas, "foi desbloqueada a questão jurídica" que estava a atrasar o pagamento das indemnizações.
Ainda no decorrer deste mês, segundo a advogada, os familiares das vítimas vão começar a receber "pensões provisórias" e, a curto prazo, os valores totais.
Contactada pela Agência Lusa, fonte da Companhia de Seguros Lusitânia confirmou que "as verbas de indemnização às famílias já começaram a ser pagas", embora reconhecendo que o "processo ainda não está totalmente encerrado, devido a questões jurídicas".
Recorde-se que, em outubro deste ano, os responsáveis da APROPESCA, Organização de Produtores de Pesca Artesanal, mostraram-se publicamente indignados com a "morosidade excessiva" no pagamento do seguro às famílias, apelando a que o apoio financeiro chegasse rapidamente aos familiares e ao armador, lembrando que o acidente já tinha acontecido há mais nove meses.
O Santa Maria dos Anjos, uma embarcação com seis pescadores residentes na Póvoa de Varzim e Vila do Conde a bordo, naufragou a 14 de janeiro deste ano, junto à Praia das Maçãs, em Sintra, tendo um dos pescadores conseguido salvar-se.
Os outros cinco tripulantes continuam desde então desaparecidos. A embarcação tinha saído de Peniche e dirigia-se para Cascais para a pesca do linguado.»
Bombeiros Voluntários de Colares nas buscas para encontrar os 5 pescadores que desapareceram após naufrágio do "Santa Maria dos Anjos", perto da Praia das Maçãs.
A corveta Baptista de Andrade, enfrentou na altura um mar com ondas alterosas.
Fotos de Janeiro de 2015
Helicóptero EH-101 Merlin participando nas buscas, que decorriam entre a Praia Grande e a Praia da Aguda.
No 124º aniversário da fundação dos Bombeiros Voluntários de Colares, oportunidade para reeditar um post já publicado no Rio das Maçãs em 2009.
A Auto-escada dos Bombeiros Voluntários de Colares
Auto-escadaMercedes Benz mod322
Em Maio de 1995, encontramos de novo a Auto-escada num desfile na Av.da Liberdade em Lisboa.
A Auto-escada dos Bombeiros de Colares,
Mercedes Benz mod322 , entrou ao serviço em 28 de Maio de 1989, foi
adquirida em 2ª mão na Alemanha por cerca de 5000 contos, totalmente
revista e com garantia de fábrica, dotado de uma escada Metz com uma
extensão de 30 metros.
O exercício da Auto-escada dos Bombeiros de Colares
Diário de Notícias 19-12-90
Em 19 de Dezembro de 1990, a nova Auto-escada, é assunto de uma notícia do jornal "Diário deNotícias" com um título bastante chamativo - “Cenários à moda de Hollywood usados por corporação de Colares”, o D.N. fazia referência ao facto dos Bombeiros Voluntários de Colares voltarem a testar a sua eficácia no combate ás chamas "através de um simulacro realizado ontem no Mucifal...”, presenciado pela
“ população do Mucifal que ocorreu em grande número ao largo da Igreja,
onde tinha sido montado o cenário para este exercício, aplaudiu
entusiásticamente, os heróis locais.” e adiantava que "este simulacro serviu para mostrar a mais recente aquisição do bombeiros de Colares- uma escada *Magirus de 30 metros de comprimento e comunicação via rádio do entre o topo e a base".
*escada Metz
Fontes:
-Diário de Notícias, de 19 de Dezembro de 1990
-"Cem anos fazendo o bem" de António Caruna
-Fotos da Auto-escada de José Miragaia Tomás