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quarta-feira, janeiro 06, 2016

Terminada a recuperação do Gabinete da Rainha D.Amélia no Palácio da Pena

A Parques de Sintra terminou a recuperação do Gabinete da Rainha D. Amélia, no Palácio Nacional da Pena, em Dezembro, com um investimento de cerca de 35.000 euros, repartido por 4 anos. A recuperação está finalizada após um profundo trabalho de estudo, restauro e reorganização com vista à reconstituição possível dos interiores de acordo com a vivência do Palácio, com enfoque para o período de D. Fernando II, de forma a obter um equilíbrio entre os objetos e o contexto arquitetónico. O mobiliário e as peças decorativas expostas no local foram restaurados, assim como a pintura mural. O pavimento do espaço foi alvo de uma limpeza profunda, procedendo-se ainda à sua estabilização. Também as coberturas e os pavimentos foram reparados e foi renovada a instalação eléctrica.

Segundo o Diretor do Palácio Nacional da Pena, Arquitecto António Nunes Pereira, “o Gabinete da Rainha D. Amélia apresenta-se assim como um testemunho das diferentes gerações que no Palácio deixaram a sua herança, mantendo, no entanto, como figura tutelar a rainha D. Amélia, cujo 150º aniversário se celebrou em 2015 e que ficou assinalado com esta recuperação”.
 Fonte: Texto e  Fotos PSML

segunda-feira, abril 12, 2010

O dia Nacional dos Moinhos

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No dia 7 de Abril, foi comemorado o dia Nacional dos Moinhos, embora com alguns dias de atraso, aqui fica o nosso registo desta efeméride, com as fotos dos moinhos existentes em "A dos Eis" localidade de nome curioso próximo de Fontanelas/Sintra.

Estes moinhos estão bem conservados, e as suas velas em movimento indiciam que os seus mecanismos continuam a funcionar.

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"O moinho foi criado para ajudar o homem a produzir um bem essencial à sua existência, com a utilização de uma força completamente natural, o vento.
Na zona de Lisboa existiam no final do século XVIII cerca de 500 moinhos, que tinham capacidade para produzir perto de meio quilo diário de pão por pessoa, a chamada ração. Foram estrategicamente construídos nos últimos 50 anos do século. Funcionaram em pleno por mais 50 anos, mas a logística e os custos de manutenção eram elevados. A industrialização veio permitir concentrar a produção em uma ou duas fábricas e os velhos moinhos foram fechando uns atrás dos outros. As fábricas tinham acesso mais facilitado a trigo importado, que era a metade do preço.
Em meados dos anos 60 estimou-se que existiam 11.000 moinhos de água e vento a funcionar e com uma produção dirigida ao mercado, mas em pouco tempo chegou-se a conclusão que o número seria muito maior, uma vez que, cada casa rural, com propriedade, tinha um pequeno moinho.
Os moinhos portugueses estão hoje quase todos em ruína, mas os municípios têm recuperado alguns.
Em Vila Verde, Figueira da Foz, foi a Junta de Freguesia que se encarregou de substituir um moinho existente, por outro exactamente igual, para que fosse conservado e pudesse ser mostrado a populações futuras, de modo a que não caísse em esquecimento e fosse recordada a sua importância.(...)"
Texto retirado do blogue Vila Verde Alerta da Junta de Freguesia de Vila Verde, Figueira da Foz

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