Adega Regional de Colares
Miguel Esteves Cardoso/jornal Público/ Ainda ontem/02/02/2019
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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domingo, fevereiro 03, 2019
segunda-feira, setembro 18, 2017
No tempo das vindimas do Ramisco em Colares
Fotos em Fontanelas 13/09/2017
"Pensa-se que a introdução da casta “Ramisco” na região se deve ao rei D. Afonso III (séc. XIII), que a teria trazido de França. O grande enólogo Ferreira Lapa afirma que “o Colares é o vinho mais francês que possuímos”. O rei D. Dinis (séc. XIII-XIV) aplicou aos mouros, donos das terras de Colares, um tributo no qual se inclui uma quarta parte da produção de vinho da região. A primeira exportação de vinho de Colares, documentada, efectuou-se no reinado de D. Fernando I (séc. XIV). D. João I (séc. XIV-XV) ofereceu esta região a D. Nuno Alvares Pereira como recompensa pela vitória de Aljubarrota.(...)"
Na Revista de Vinhos, nº 154, Setembro de 2002.
Vinha da casta ramisco em Fontanelas, 13/09/2017
"De longínqua tradição, encimando a famosa lista da viticultura nacional, o vinho de Colares contém particularidades únicas, que o tornaram ao longo dos anos num dos mais apreciados vinhos do mundo. A sua famosa casta Ramisco, cuja vinha é abacelada em terrenos arenosos do litoral e sujeita ao micro-clima existente na região sintrense, produz um vinho de bouquet magnífico, cheio de delicadeza, sabor e perfume agradáveis, e com pequena percentagem de álcool.(...)"
*João Rodil em "Sintra na Obra de Eça Queirós"
Continua a decorrer as vindimas em Colares, com uma boa produção este ano.
"Pensa-se que a introdução da casta “Ramisco” na região se deve ao rei D. Afonso III (séc. XIII), que a teria trazido de França. O grande enólogo Ferreira Lapa afirma que “o Colares é o vinho mais francês que possuímos”. O rei D. Dinis (séc. XIII-XIV) aplicou aos mouros, donos das terras de Colares, um tributo no qual se inclui uma quarta parte da produção de vinho da região. A primeira exportação de vinho de Colares, documentada, efectuou-se no reinado de D. Fernando I (séc. XIV). D. João I (séc. XIV-XV) ofereceu esta região a D. Nuno Alvares Pereira como recompensa pela vitória de Aljubarrota.(...)"
Na Revista de Vinhos, nº 154, Setembro de 2002.
Vinha da casta ramisco em Fontanelas, 13/09/2017
"De longínqua tradição, encimando a famosa lista da viticultura nacional, o vinho de Colares contém particularidades únicas, que o tornaram ao longo dos anos num dos mais apreciados vinhos do mundo. A sua famosa casta Ramisco, cuja vinha é abacelada em terrenos arenosos do litoral e sujeita ao micro-clima existente na região sintrense, produz um vinho de bouquet magnífico, cheio de delicadeza, sabor e perfume agradáveis, e com pequena percentagem de álcool.(...)"
*João Rodil em "Sintra na Obra de Eça Queirós"
Continua a decorrer as vindimas em Colares, com uma boa produção este ano.
quinta-feira, maio 18, 2017
Vinho de Colares - Provas de Vinho Comentadas
"De longínqua tradição, encimando a famosa lista da viticultura nacional, o vinho de Colares contém particularidades únicas, que o tornaram ao longo dos anos num dos mais apreciados vinhos do mundo. A sua famosa casta Ramisco, cuja vinha é abacelada em terrenos arenosos do litoral e sujeita ao micro-clima existente na região sintrense, produz um vinho de bouquet magnífico, cheio de delicadeza, sabor e perfume agradáveis, e com pequena percentagem de álcool.(...)"
*João Rodil em "Sintra na Obra de Eça Queirós"
*João Rodil em "Sintra na Obra de Eça Queirós"
quinta-feira, maio 04, 2017
Sobre o Vinho de Colares
(Foto, Fontanelas 2012)"As vinhas desta região apresentam características muito peculiares devido à sua proximidade do mar e ventos marítimos muito fortes. Colares pela sua natureza geológica divide-se em duas sub-zonas ."chão de areia" (região das dunas) e "chão rijo" (solos calcários, pardos de margas ou afins).As características únicas do vinho de Colares devem-se às castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda ao facto de 80% da vinha estar instalada em "chão de areia", respeitando a prática tradicional de "unhar" a vara de "pé franco" no estrato subjacente à camada de areia."
Fonte:Revista de Vinhos nº154 Set.2002
A chegada do Ramisco à adega Regional de Colares (foto de 03/10/2012)"A casta característica e dominante que produz o inimitável vinho de Colares é o Ramisco que não foi efectada pelo ataque da Filoxera no fim do século XIX, em virtude de os seus terrenos arenosos, não terem permitido a penetração do insecto."
Fonte :Revista de Vinhos nº154 Set.2002
Posts relacionados:Vinho de Colares 2012 Adega Viúva Gomes em Almoçageme -Aqui
Vinho de Colares 2012 (2) Vindimas em Fontanelas -Aqui
Vinho de Colares 2012 (3) -Malvasia na Adega Reg. de Colares -Aqui
Adegas Beira Mar, nas Azenhas do Mar- Aqui
sexta-feira, setembro 30, 2016
Tempo de Vindimas 2016 II
Foto em Fontanelas 30/09/2016
Hoje em Fontanelas foi tempo de vindimar o ramisco.
Ramisco é uma casta de uvas tintas portuguesa cultivada principalmente na região Colares DOC. Os vinhos varietais de Ramisco têm taninos muito marcados e adstringentes , o que lhes permite envelhecer bem.
Ramisco 30/09/2016
"Em termos práticos e facilmente identificáveis, as terras de climas frescos podem ser simbolizadas nacionalmente e quase intuitivamente pelas denominações Colares, Madeira e Açores, esta última dividida nas três denominações de origem açorianas de Biscoitos, Graciosa e Pico.
(..)
Mas apesar de sistematicamente belas e todas as benesses impostas pelas chuvas intensas, as regiões vinhateiras de forte influência marítimas nem sempre são um mar de rosas. Algumas mais extremadas como as denominações de Colares, Biscoitos, Graciosa, Pico ou txakolina, têm mesmo de lutar pela simples tarefa de amadurecer as uvas. Para estas regiões, a luta chega da simples viabilidade, obrigando a uma batalha constante para conseguir obter uvas suficientemente maduras que autorizem a elaboração de vinho de forma consistente."
*In "Vinhos de climas frescos"/Rui Falcão/Fugas 27/08/2016
Foto em Fontanelas 30/09/2016
Fotos em Fontanelas, vinhas de ramisco, chão de areia 30/09/2016
Hoje em Fontanelas foi tempo de vindimar o ramisco.
Ramisco é uma casta de uvas tintas portuguesa cultivada principalmente na região Colares DOC. Os vinhos varietais de Ramisco têm taninos muito marcados e adstringentes , o que lhes permite envelhecer bem.
Ramisco 30/09/2016
"Em termos práticos e facilmente identificáveis, as terras de climas frescos podem ser simbolizadas nacionalmente e quase intuitivamente pelas denominações Colares, Madeira e Açores, esta última dividida nas três denominações de origem açorianas de Biscoitos, Graciosa e Pico.
(..)
Mas apesar de sistematicamente belas e todas as benesses impostas pelas chuvas intensas, as regiões vinhateiras de forte influência marítimas nem sempre são um mar de rosas. Algumas mais extremadas como as denominações de Colares, Biscoitos, Graciosa, Pico ou txakolina, têm mesmo de lutar pela simples tarefa de amadurecer as uvas. Para estas regiões, a luta chega da simples viabilidade, obrigando a uma batalha constante para conseguir obter uvas suficientemente maduras que autorizem a elaboração de vinho de forma consistente."
*In "Vinhos de climas frescos"/Rui Falcão/Fugas 27/08/2016
Fotos em Fontanelas, vinhas de ramisco, chão de areia 30/09/2016
domingo, setembro 27, 2015
Tempo de Vindimas em Colares
"Realizada a vindima, é a uva recolhida em pequenos cabazes, que breve se enchem e se despejam em cestos de maiores dimensões ou em gigos* que os sócios depois entregam nos seis postos de pesagem que a Adega Regional de Colares
mantém abertos durante o período vindimário"
In "O vinho de Colares" ed. Adega Reg. de Colares, 1938
Uva branca Malvasia, produção 2015 chega à Adega Regional de Colares -foto em 25/09/2015
Vinhos provenientes de solos arenosos, cuja base são as mais famosas castas de Colares: Ramisco e Malvasia. O branco apresenta notas tropicais, já o tinto tem um aroma a frutos secos.
Fotos na Adega Regional de Colares em 25/09/2015
Em 15 de Agosto de 1931 foi criada a Adega Regional de Colares, organismo que teve, e tem, grande influência sobre a viticultura e vinicultura da região. Actualmente a produção do Vinho de Colares da Adega Regional de Colares, está dependente de um pequeno número de produtores da região, o que provoca alguns problemas à sua sustentabilidade.
Os requisitos para que o vinho de Colares seja DOC (Denominação de Origem Controlada) são de grande exigência, tanto no plano da vinha, como também no controlo da sua produção, o que coloca alguns pequenos produtores fora da zona da Adega Regional. A denominação de DOC Colares é feita pela comissão Vitivinícola Regional de Bucelas, Carcavelos e Colares.
*gigos (no original)
"Gigas, já agora é o nome das cestas usadas em Colares para recolher as uvas (Malvasia e Ramisco) para fazer os vinhos de Colares, cada vez melhores, mais raros e apetecíveis.São lindas." Miguel Esteves Cardoso/Ainda ontem/Público 14/11/2013
http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/11/giga.html
Posts relacionados:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/09/vindimas-2015-em-colares.html
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/09/vindimas-em-colares-2015.html
In "O vinho de Colares" ed. Adega Reg. de Colares, 1938
Uva branca Malvasia, produção 2015 chega à Adega Regional de Colares -foto em 25/09/2015
Vinhos provenientes de solos arenosos, cuja base são as mais famosas castas de Colares: Ramisco e Malvasia. O branco apresenta notas tropicais, já o tinto tem um aroma a frutos secos.
Fotos na Adega Regional de Colares em 25/09/2015
Em 15 de Agosto de 1931 foi criada a Adega Regional de Colares, organismo que teve, e tem, grande influência sobre a viticultura e vinicultura da região. Actualmente a produção do Vinho de Colares da Adega Regional de Colares, está dependente de um pequeno número de produtores da região, o que provoca alguns problemas à sua sustentabilidade.
Os requisitos para que o vinho de Colares seja DOC (Denominação de Origem Controlada) são de grande exigência, tanto no plano da vinha, como também no controlo da sua produção, o que coloca alguns pequenos produtores fora da zona da Adega Regional. A denominação de DOC Colares é feita pela comissão Vitivinícola Regional de Bucelas, Carcavelos e Colares.
*gigos (no original)
"Gigas, já agora é o nome das cestas usadas em Colares para recolher as uvas (Malvasia e Ramisco) para fazer os vinhos de Colares, cada vez melhores, mais raros e apetecíveis.São lindas." Miguel Esteves Cardoso/Ainda ontem/Público 14/11/2013
http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/11/giga.html
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quinta-feira, setembro 24, 2015
Vindimas 2015 em Colares
As uvas da casta Molar, prontas para seguir para a Adega Regional de Colares, hoje em Fontanelas- uma das principais castas da região de Colares: Malvasia, Molar e Ramisco.
Com um dia com muito sol as vindimas das vinhas de Ramisco e Molar, em Fontanelas - nos próximos dias a uva branca, Malvasia.
Sr.Fonseca, cuidadosamente a recolher os cachos de uvas, que irão produzir o famoso vinho de Colares.
Fotos em 23 de Setembro de 2015/Fontanelas
Denominação de Origem Colares
A originalidade dos vinhos de Colares foi reconhecida em 1907, mas a região, só foi demarcada um ano mais tarde. Em 1994, os vinhos passaram a usufruir do estatuto de DOC.
Com um dia com muito sol as vindimas das vinhas de Ramisco e Molar, em Fontanelas - nos próximos dias a uva branca, Malvasia.
Sr.Fonseca, cuidadosamente a recolher os cachos de uvas, que irão produzir o famoso vinho de Colares.
Fotos em 23 de Setembro de 2015/Fontanelas
Denominação de Origem Colares
A originalidade dos vinhos de Colares foi reconhecida em 1907, mas a região, só foi demarcada um ano mais tarde. Em 1994, os vinhos passaram a usufruir do estatuto de DOC.
sexta-feira, outubro 03, 2014
Vindimas em Colares 2014
"Gosto muito de ver chegar as uvas Malvasia e Ramisco à Adega Regional de Colares. É como assistir ao salvamento do Verão."
Miguel Esteves Cardoso/Público 20/09/2010
As uvas já chegaram à Adega Regional de Colares
Foto das uvas da casta Molar, na Adega Regional de Colares oriundas de Fontanelas
"A vindima tendo uma data própria que a tradição fixou para depois de 8 de Setembro, depende no entanto de as uvas haverem atingido o máximo da maturação, para que alegre e movimentada a faina comece.
A casta característica e dominante, que produz o inimitável Vinho de Colares, é o Ramisco, encontrando-se também outras castas tintas, tais como Parreira matias, Parreira da velha, Molar,Tinta miúde e Santarém, e as castas brancas Malvasia, Boal, Jampal e Arinto, devendo estas últimas, dentro de uma certa data, desaparecer da região."
in "O Vinho de Colares",1938
Foto do lagar da Adega Regional de Colares na recepção das uvas produção 2014
"Um erro durante o período da vindima, um erro durante os próximos dois ou três meses de vinha e adega e o trabalho de todo um ano poderá ser perdido num piscar de olhos."
Rui Falcão/Fugas/24/08/2013
"Nos começos da moderna história vínica portuguesa não se falava de marcas de vinhos mas sim de regiões, Bebia-.se um Bucelas, um Colares ou um Cartaxo, um Dão ou um Setúbal mas não se bebia a marca A ou B. Assim acontecia nos livros do Eça e nesses tempos de finais do séc. XIX, Colares era a região que os entendidos consideravam como a produtora dos «nossos» Bordéus, vinhos elegantes e de delicado perfumes"
João Paulo Martins/Colares/Fugas 30/06/2007
Foto da uva Malvasia de 2014, na prensa mecânica
Começámos pela vindima e hoje chegámos à adega, mas isso é começo a meio ciclo da vida do vinho de Colares. A seguir há o engarrafamento, a necessária distribuição e claro o consumo.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/09/vindimas-2014.html
*Agradecimentos à Adega Regional de Colares, pelas facilidades concedidas para a realização destes apontamentos.
Miguel Esteves Cardoso/Público 20/09/2010
As uvas já chegaram à Adega Regional de Colares
Foto da Chegada das uvas à Adega Regional
"Realizada a vindima é a uva recolhida em pequenos cabazes que breve se enchem e se despejam em cestos de maiores dimensões ou em gigos que os sócios depois entregam nos seis postos de pesagem que a Adega Regional de Colares mantém abertos durante o período vindimário"
in "O Vinho de Colares",1938
Foto das uvas da casta Molar, na Adega Regional de Colares oriundas de Fontanelas
"A vindima tendo uma data própria que a tradição fixou para depois de 8 de Setembro, depende no entanto de as uvas haverem atingido o máximo da maturação, para que alegre e movimentada a faina comece.
A casta característica e dominante, que produz o inimitável Vinho de Colares, é o Ramisco, encontrando-se também outras castas tintas, tais como Parreira matias, Parreira da velha, Molar,Tinta miúde e Santarém, e as castas brancas Malvasia, Boal, Jampal e Arinto, devendo estas últimas, dentro de uma certa data, desaparecer da região."
in "O Vinho de Colares",1938
Foto do lagar da Adega Regional de Colares na recepção das uvas produção 2014
"Um erro durante o período da vindima, um erro durante os próximos dois ou três meses de vinha e adega e o trabalho de todo um ano poderá ser perdido num piscar de olhos."
Rui Falcão/Fugas/24/08/2013
"Nos começos da moderna história vínica portuguesa não se falava de marcas de vinhos mas sim de regiões, Bebia-.se um Bucelas, um Colares ou um Cartaxo, um Dão ou um Setúbal mas não se bebia a marca A ou B. Assim acontecia nos livros do Eça e nesses tempos de finais do séc. XIX, Colares era a região que os entendidos consideravam como a produtora dos «nossos» Bordéus, vinhos elegantes e de delicado perfumes"
João Paulo Martins/Colares/Fugas 30/06/2007
Foto da uva Malvasia de 2014, na prensa mecânica
Começámos pela vindima e hoje chegámos à adega, mas isso é começo a meio ciclo da vida do vinho de Colares. A seguir há o engarrafamento, a necessária distribuição e claro o consumo.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/09/vindimas-2014.html
*Agradecimentos à Adega Regional de Colares, pelas facilidades concedidas para a realização destes apontamentos.
segunda-feira, setembro 08, 2014
O tempo das vindimas de 2014
Foto uvas ramisco 2012/Fontanelas
Via jornal Público :
http://www.publico.pt/economia/noticia/producao-de-vinho-em-portugal-cai-57-este-ano-devido-ao-mau-tempo-e-doencas-no-campo-1668857
Frederico Falcão, presidente do IVV, confirma que foram mesmo as condições climatéricas que determinaram este mau ano na vinha. “Até seria expectável que a produção aumentasse, porque na última década Portugal reestruturou cerca de um quarto da vinha. As velhas vinhas foram substituídas por novas, com recurso a castas que garantem uma maior produtividade.(...)”
Texto integral, ler aqui
Sobre as castas de Colares
Via FB da Adega Regional de Colares
Foto Adega Regional de Colares
3 castas diferentes, 3 cores de mosto diferentes. As principais castas da região: Malvasia, Molar e Ramisco (da esquerda para a direita). Continuamos a acompanhar a maturação das uvas.
Via jornal Público :
http://www.publico.pt/economia/noticia/producao-de-vinho-em-portugal-cai-57-este-ano-devido-ao-mau-tempo-e-doencas-no-campo-1668857
Produção de vinho em Portugal cai 5,7% este ano devido ao mau tempo e doenças no campo
Problemas na floração e ataques de míldio e oídio fazem recuar a produção vinícola para 5,9 milhões de hectolitros na campanha 2014/2015 cuja vindima está no terreno.
A produção de vinho na campanha 2014/2015, que se inicia com a vindima em curso, deverá recuar 5,7% face à anterior. Num ano amargo para os produtores, com condições climatéricas muito difíceis e ataques frequentes de doenças, há nove regiões vitivinícolas com decréscimos de transformação de uva em vinho, quatro que têm uma melhoria de desempenho e uma que mantém o registo (Alentejo). Dão, pela negativa, e Península de Setúbal, pela positiva, são os destaques do ano vinícola.
As previsões de produção de vinho em Portugal, produto que garante exportações superiores a 700 milhões de euros por ano, foram divulgadas pelo Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), com base nas indicações colhidas no terreno pelos técnicos das várias regiões vitivinícolas, incluindo os Açores e a Madeira. Para a campanha que está a arrancar, o IVV aponta para a produção de 5,9 milhões de hectolitros de vinho, face aos 6,2 milhões que tinham sido registados na campanha anterior.
O volume de vinho que irá ser produzido está cerca de 6% abaixo da média das últimas cinco campanhas e constitui o segundo pior registo para o período – apenas na campanha de 2010/ 2011 é encontrado um voluma de produção abaixo dos 5,8 milhões de hectolitros. Entre 2009 e 2014, o recorde de produção foi atingido na campanha de 2010/1011 com um total de 7,2 milhões de hectolitros a saírem das adegas.Frederico Falcão, presidente do IVV, confirma que foram mesmo as condições climatéricas que determinaram este mau ano na vinha. “Até seria expectável que a produção aumentasse, porque na última década Portugal reestruturou cerca de um quarto da vinha. As velhas vinhas foram substituídas por novas, com recurso a castas que garantem uma maior produtividade.(...)”
Texto integral, ler aqui
Sobre as castas de Colares
Via FB da Adega Regional de Colares
Foto Adega Regional de Colares
3 castas diferentes, 3 cores de mosto diferentes. As principais castas da região: Malvasia, Molar e Ramisco (da esquerda para a direita). Continuamos a acompanhar a maturação das uvas.
sábado, maio 31, 2014
Passeio dos Porsches 356 por Sintra
Esta sexta-feira passaram por Sintra duas centenas de automóveis clássicos, no âmbito do 39º Encontro
Internacional de Porsches 356.
Saudações junto ao Museu do Brinquedo
Estrada para Colares
Passagem junto ao palacete da Marquesa de Cadaval
Brigada de Trânsito presente no evento
Colares e almoço na Adega Regional
Porsche 356 é o nome de uma linha de automóveis produzidos de 1948 até 1965, e é considerado o primeiro carro produzido pela Porsche. “356” faz alusão ao fato deste ser o 356° projeto do escritório de design Porsche. Apesar da marca Porsche estar intimamente relacionada ao modelo 911, esses modelos dos primeiros anos da Porsche são muito valorizados hoje em dia, não necessariamente pelo seu desempenho ou esportividade, mas por sua raridade, beleza e valor histórico. Modelos bem conservados, sobretudo conversíveis, podem facilmente atingir cifras além dos 150.000,00 dólares. Em 2004, a revista Sports Car International elegeu o 356C o 10° melhor carro na sua lista dos melhores da década de 60. Hoje este item de colecionador mantém seu status de carro que resistiu ao teste do tempo, e a maior parte deles ainda roda em óptimo estado.
Fonte Wikpiédia
Saudações junto ao Museu do Brinquedo
Estrada para Colares
Brigada de Trânsito presente no evento
Colares e almoço na Adega Regional
Porsche 356 é o nome de uma linha de automóveis produzidos de 1948 até 1965, e é considerado o primeiro carro produzido pela Porsche. “356” faz alusão ao fato deste ser o 356° projeto do escritório de design Porsche. Apesar da marca Porsche estar intimamente relacionada ao modelo 911, esses modelos dos primeiros anos da Porsche são muito valorizados hoje em dia, não necessariamente pelo seu desempenho ou esportividade, mas por sua raridade, beleza e valor histórico. Modelos bem conservados, sobretudo conversíveis, podem facilmente atingir cifras além dos 150.000,00 dólares. Em 2004, a revista Sports Car International elegeu o 356C o 10° melhor carro na sua lista dos melhores da década de 60. Hoje este item de colecionador mantém seu status de carro que resistiu ao teste do tempo, e a maior parte deles ainda roda em óptimo estado.
Fonte Wikpiédia
quarta-feira, janeiro 08, 2014
Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares
Adega Regional de Colares
Os
municípios de Sintra, Cascais, Loures e Oeiras assinaram um protocolo
de colaboração no âmbito da "Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e
Colares", em 7 de Janeiro, na Adega Cooperativa de
Colares, em Sintra.
|
Este protocolo
tem como objetivo a implementação, promoção e desenvolvimento de uma
“Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares” e ao inerente
desenvolvimento turístico das respectivas regiões. Este projecto tem a
colaboração da Associação dos Municípios Portugueses de Vinho, a
Comissão Vitivinícola de Lisboa, Instituto do Vinho e o Turismo de
Portugal.
A produção de vinho na região de Colares remonta à fundação de Portugal. A região tem a Denominação de Origem Controlada (DOC) desde 1908. Este vinho ficou bastante conhecido no final do século XIX, depois de uma doença, a filoxera, ter afetado milhares de vinhas em toda a Europa. O facto de as vinhas estarem em chão de areia, a vários metros do solo, salvou a produção de Colares. Texto da CMS adaptado |
sábado, dezembro 21, 2013
Porque hoje é Sábado...
"À porta da
loja de brinquedos, o Pai Natal já não podia com frio. Um senhor teve pena dele
e pagou-lhe um copo num bar vizinho."
Alexandre O`Neill
19/12/1924 -21/08/1986Alexandre O`Neill
*Foto na Adega Regional de Colares em 2011
sexta-feira, outubro 11, 2013
A chegada da uva Ramisco à Adega Regional de Colares
À espera do Ramisco
"As vindimas roubam ao Outono as uvas onde o Verão está escondido e levam-nas para lugares cobertos onde o Verão será liquefeito e prolongado, melhorando, bem protegido, enquanto as tempestades ou as brisas ou seja lá o tempo que for batem lá fora."
Miguel Esteves Cardoso/Público/20 Setembro de 2010
Agradecimentos:
Adega Regional de Colares, Francisco Figueiredo,Sr Fonseca, Sr.Gonçalo e todos que envolvidos na vindima e nos procedimentos da Adega Regional de Colares, ajudaram ao registo fotográfico de mais um ano de produção do Vinho de Colares.
segunda-feira, outubro 07, 2013
O tempo de vindimar o Ramisco
A última semana foi tempo de vindimar a uva Ramisco, que este ano se atrasou em relação à uva branca Malvasia. As fortes chuvas e o nível de acidez dos bagos obrigaram este ano a este calendário.Até ao último Sábado, foram entregues na Adega Regional de Colares, o resultado da produção 2013."RAMISCO - Privilégio e maldição de Colares
É a casta de Colares, a identidade da região, o espelho mágico da identidade e singularidade de uma região única. É simultaneamente o privilégio e a maldição de Colares. Será porventura uma das castas mais exóticas de Portugal, uma das mais mal compreendidas, uma das menos estudadas e aproveitadas… e, quem sabe, uma das mais promissoras. Pela forma como sempre foi cultivada em Colares, em solos de areia de profundidade extrema, nunca consentiu as amarguras da filoxera. Por isso sempre foi plantada em pé-franco, em produção directa, sem necessidade de recorrer a portaenxertos. Subsistem dezenas de cepas históricas, plantas com idade superior aos 100 anos, verdadeiros patrimónios genéticos de valor incalculável. Infelizmente, e por a casta se encontrar confinada à região de Colares, quase não existem experiências na utilização de porta-enxertos americanos. Desconhece-se pois a sua valência fora da região natural. Mas a casta encerra promessas interessantes, em parte pela elevada acidez natural, que a poderiam qualificar para uma utilização mais intensiva e profícua, nomeadamente nas regiões mais soalheiras de Portugal. No Alentejo poderia ser uma solução. A pressão urbanística e a ameaça directa da construção civil são hoje o principal entrave da casta, acenando com um eventual, e assustador, perigo de extinção. A sua migração dependerá do resultado dos estudos de adaptação com porta-enxertos americanos. Os taninos fortes e a acidez natural elevada são as características distintivas da casta. Estas insígnias inatas dão-lhe especial aptidão para criar vinhos extremes, vinhos com uma enorme capacidade de guarda, mas igualmente vinhos que necessitam de muito tempo de estágio. Vinhos difíceis enquanto jovens, e portanto, vinhos de espírito pouco comercial. Mas o tempo confere-lhe elegância, polimento, perfume e delicadeza, descritores pouco comuns nas castas portuguesas. O tempo encarrega-se também de evidenciar os discretos aromas florais, a cereja e os aromas terrosos, a resina e o cedro.O potencial de acidez poderá revelar-se precioso no loteamento com castas de baixa acidez natural, como a Aragonês.(...)"
De um texto de Rui Falcão publicado em Blue Wine 21
Fotos das vindimas no dia 03/10/2013 em Fontanelas.
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