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sábado, fevereiro 22, 2020

Tertúlia com Teolinda Gersão em Sintra


Ontem, a Alagamares iniciou  na Casa de Teatro de Sintra, mais um ciclo de encontros com escritores  e para início deste ciclo convidou  a escritora Teolinda Gersão, com vasta obra publicada nos últimos trinta anos. Falaram  sobre a sua obra os escritores e críticos literários Annabela Rita e Miguel Real. Este evento insere-se nas comemorações dos 80 anos de Teolinda Gersão e 40 anos de vida literária.


sábado, janeiro 18, 2020

Maria Almira Medina

Hoje, passa mais um ano que Sintra perdeu Maria Almira Medina, artista multifacetada,  que deixou um vazio no ambiente cultural  Sintrense - que dificilmente será preenchido nos nossos dias.


"Pés vegetais descobriram caminhos/longitudinais /Logo troncos arbóreos verticalizaram os sonhos /de navegação verde / na busca de muitas outras Indias mais."

In O Chalet da Condessa numa manhã de Março- Maria Almira Medina

Na visita que foi feita ao Chalet em 2008, Maria Almira Medina declamando um poema feito de propósito para aquele momento
No Jornal de Sintra 13-08-1939
"Maria Almira Medina
Completou com plena aprovação, o curso dos Liceus, fazendo em Lisboa, no Filipa de Lencastre, o exame do 7º ano e depois na Faculdade de Letras da Universidade, o respectivo exame de admissão, a aplicada  estudante, que tem sido sempre desde a instrução primária, aluna da ilustre professora de Sintra Srª D. Umbelinda lourenço Pinheiro, menina Maria Almira Pedrosa Medina, filha muito querida do director deste jornal, de que é também colaboradora."
Maria Almira Medina e um conjunto vasto de poetas populares, na celebração dos 35 anos do 25 de Abril de 1974 , aconteceu na União Mucifalense com poesia e canções de Zeca Afonso, em Abril de 2009.

quarta-feira, novembro 13, 2019

Estante das Árvores

"A estante das árvores olha para mim. Estou sentada na Volta do Duche, próximo do monumento a Gregório Rafael da Silva d'Almeida_foi o Amigo Maior e mais desinteressado dos pobres - diz o livro em que uma mulher ensina a ler.
Procuro não ver os automóveis - somente a estante das árvores, que coincide como o bosque dos livros. Que deleitosa serenidade em ser mais velha, e poder tratar com bondade e disciplina as emoções[!].
Tenho sempre um encontro aos domingos de manhã. Esse encontro não foi possivel realizar hoje, fiquei igualmente feliz com a fonte, o verde geral das árvores, o caminho.
Fui ao Estudos Gerais das Árvores, e encontrei o todo resplandecente em cada uma delas, nem lhes propus que mudassem de lugar."
Vila de Sintra
Janeiro de 1995
(do caderno nº41,1995)
Maria Gabriela Llansol





sábado, novembro 09, 2019

Porque hoje é Sábado...



As Pessoas Sensíveis

As pessoas sensíveis não são capazes
De matar galinhas
Porém são capazes
De comer galinhas

O dinheiro cheira a pobre e cheira
À roupa do seu corpo
Aquela roupa
Que depois da chuva secou sobre o corpo
Porque não tinham outra
O dinheiro cheira a pobre e cheira
A roupa

Que depois do suor não foi lavada
Porque não tinham outra

«Ganharás o pão com o suor do teu rosto»
Assim nos foi imposto
E não:
«Com o suor dos outros ganharás o pão»

Ó vendilhões do templo
Ó construtores
Das grandes estátuas balofas e pesadas
Ó cheios de devoção e de proveito

Perdoai-lhes Senhor
Porque eles sabem o que fazem

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'Livro Sexto'

segunda-feira, novembro 04, 2019

Cinco artistas em Sintra


 "Cinco artistas em Sintra" de João Cristino da Silva, 1829-1877, Museu do Chiado.(Foto rio das Maçãs)

 Os cinco artistas em Sintra, de 1855, (retratados: Anunciação, Cristino, Metrass, José Rodrigues e o escultor Vitor Bastos à distância o Palácio da Pena recentemente concluído)

 Excerto de um texto de Maria Júdice Borralho:
 "(...)Articulada por caprichosas arquitecturas, e envolvida num manto vegetal de belo colorido, a região sintrense desprende tão delicado encanto, que a poesia e a pintura, o exaltam século após século. João Cristino da Silva, pintor do século XIX ampliou a já dilatada fama do lugar com uma obra seleccionada para representar Portugal na exposição Universal de Paris de 1855. Um jornal francês dedicou-lhe palavras elogiosas: O colorido é formoso...Pela desenvoltura vê-se logo que são artistas, ...a obra do senhor Cristino da Silva é uma das mais notáveis que foi apresentada no grande concurso. Mas talvez não seja este, o episódio mais significativo da história do quadro, nem mesmo o facto de o rei artista D. Fernando II, o ter comprado para enriquecer a valiosa colecção particular que possuía. A tela , denominada Cinco Artistas em Sintra, nasceu de uma aventura intelectual, e a Natureza foi a protagonista dessa proeza.
 O artista esquece facilmente convenções que têm a chancela de séculos e por isso é sempre difícil prever a rota que as artes seguem. Ao tempo, a pintura realizava-se no estúdio, e os temas escolhidos eram sobretudo históricos, religiosos, ou patrióticos. De repente eis que algo muda e o artista procura a Natureza para tema das suas obras. A tela de Cristino, exibindo cinco artistas que contemplam a paisagem sintrense e registam elementos desse espaço , violou cânones e ignorou os mestres, mas sugeriu as alternativas: a Natureza passava a ser a escola, a luz natural que dava à cena outra força e vivacidade substituía a luz artificial, o artista expressava as suas emoções. Curiosamente e dando mais força à mensagem, os artistas presentes na tela não nasceram da fantasia do pintor. Eles são companheiros de Cristino da Silva na querela artística e conhece-se o percurso artístico de cada um. Tomás da Anunciação que ocupa o lugar nobre, notabilizou-se na pintura de animais, atrás, de paleta na mão, está Metrass, o mais viajado do grupo e, por isso, informador dos caminhos que a arte trilhava no estrangeiro, junto à enorme rocha, que dá intimidade ao quadro, estão os restantes, José Rodrigues, pintor de costumes populares e Vitor Bastos o autor da estátua de Camões, entre um e outro, está Cristino da Silva."
 Texto integral (A Natureza, os Artistas e os Outros)- Aqui

sábado, outubro 26, 2019

Ciclo de Conferências sobre Curadaria e Obra de Nadir Afonso no MU.SA


Decorreu hoje no MU.SA,  a 2º Conferência sobre a Obra de Nadir Afonso com Jorge Batista  da CMS, como moderador e  a presença de Laura Afonso, Presidente da Fundação Nadir Afonso, Adelaide Ginga, Curadora do Museu Nacional de Arte Comtemporânea - Museu do Chiado e Bernardo Pinto de Almeida, professor de Arte. Curador de Arte.

Sintra - Óleo sobre tela de Nadir Afonso


O MU.SA – Museu das Artes de Sintra,  inaugurou no dia 8 de Março, a exposição “O Espaço ilimitado da pintura” obras da coleção de Nadir Afonso, patente até 5 de janeiro de 2020.

quarta-feira, outubro 16, 2019

Túmulo Etrusco do Museu Arqueológico de Odrinhas


"O sarcófago de Arnth Vipinana chegou ao Palácio de Monserrate, juntamente com outros dois sarcófagos de membros desta família etrusca, no decorrer do ano de 1867. Sir Francis Cook utilizou-os como decorações nos jardins do seu palácio, denunciando assim o gosto que a Europa culta do Romantismo nutria por antiguidades e obras de arte de povos antigos e exóticos. Ali permaneceram até tempos recentes, tendo sofrido incontáveis danos por parte de visitantes menos esclarecidos e das intempéries."
Fonte MASMO

Saiba mais: http://tinyurl.com/yct6wrhk





segunda-feira, setembro 30, 2019

Os Maias no Palácio da Vila de Sintra

Os amores incestuosos de Carlos da Maia e Maria Eduarda, numa versão condensada dos principais momentos da obra de Eça de Queirós-  ontem nas arcadas o Palácio da Vila.
Em cena personagens João da Ega, Carlos da Maia,Raquel Cohen, Jacob Cohen, Craft, Eusebiozinho, Palma Cavlão, Castro Gomes e Tomás de Alencar.

Autoria de Filomena Oliveira e Miguel Real
Elenco com Cláudia Faria Barracosa, Paulo Cintrão, Pedro Oliveira, Sérgio Moura Afonso /Participação especial :Danças com História.

sábado, setembro 07, 2019

Vídeo da Madonna gravado nas Azenhas do Mar

*Imagem do Vídeo de Madonna
Foi lançado  em 19 de julho, novo álbum de Madonna, “Madame X”, na  página oficial da cantora no YouTube e com especiais agradecimentos a Dino D’ Santiago. Foi o artista português que lhe apresentou a Orquestra Batukadeiras, as protagonistas dos seis minutos de vídeo gravados nas Azenhas do Mar..
Casa Branca de Raúl Lino *Imagem do Vídeo de Madonna
Vídeo com Orquestra BatuKadeiras de Cabo Verde nas Azenhas do Mar *Imagem do Vídeo de Madonna
Gravado em  2019 *Imagem do Vídeo de Madonna
A música chama-se “Batuka” e é inspirada no ritmo do batuque, típico da cultura cabo-verdiana. O videoclipe foi realizado por Emmanuel Adjei e mostra algumas imagens da Casa Branca de Raúl Lino nas Azenhas do Mar e da Praia de São Julião, perto da Ericeira.
*Imagem do Vídeo de Madonna
Encontrado aqui:

quinta-feira, agosto 29, 2019

Tributo a Maria Almira Medina

parquemedina2
A Casa-Museu Leal da Câmara, na Rinchoa, vai receber nos dias 29, 30 e 31 de agosto, um tributo a Maria Almira Medina, figura ímpar a cultura sintrense, falecida em janeiro de 2016.

 Antecipando as comemorações do centenário do nascimento de Maria Almira Medina, esta iniciativa pretende homenagear a mulher, poeta, escritora, caricaturista, professora, jornalista, pintora, pedagoga, ceramista, cuja obra perdura naqueles que com ela conviveram, e pretendem legar às gerações futuras, a grande qualidade desta notável sintrense, cujas origens são Tavarede, Figueira da Foz.
 A iniciativa da Casa das Cenas com a produção do Grupo Acusa Teatro, conta com o apoio da Câmara Municipal de Sintra, ​Junta de Freguesia de Rio de Mouro, entre outras parcerias e entidades


Foto:
Na visita que foi feita ao Chalet  da Condessa d'Edla em 2008, Maria Almira Medina declamando um poema feito de propósito para aquele momento




sexta-feira, junho 21, 2019

Casa Saloia em Colares (Reedição)

Casa Saloia em Colares-Helena Roque Gameiro 1927
Helena Roque Gameiro(Reprodução publicada na revista "Ilustração" nº44, em 16 de Outubro de 1927)

"(...) A Várzea é o mais encantador sitio de Collares; o rio das Maçãs deslizando suavemente na sua base, por entre viçosos pomares, e sob um contínuo toldo de verdura , forma como uma lagoa no sítio chamado Tanque da Várzea, ahi sente-se o doce murmurio das aguas, o sussuro das frondosas arvores embaladas pelo vento, uma multidão de pássaros com os seus afinados gorgeios."

Novo Guia do Viajante em Lisboa e seus arredores. Cintra, Collares e Mafra 1853

quarta-feira, junho 12, 2019

Visita guiada ao ao Santuário Romano da Praia das Maçãs

Jornadas Europeias de Arqueologia 2019
 16 de Junho, domingo, 16h30 Visita guiada ao Santuário Romano consagrado ao Sol, à Lua e ao Oceano no Alto da Vigia – Praia das Maçãs

 Esta visita tem como objectivo proporcionar ao público presente o contacto directo com a escavação em curso. Será ainda facultada a interpretação deste local no que concerne às suas diferentes ocupações ao longo dos séculos. Acesso: Gratuito, mediante marcação (nº de participantes limitado).

 Local de Encontro: Parque de Estacionamento da Praia Pequena, junto ao Hotel Quinta da Vigia.

 Informações e reservas: +351 21 960 95 20
| dbmu.masmo.divulgacao@cm-sintra.pt
Foto de 23 de Setembro de 2016
 Visita ao Santuário Romano consagrado ao Sol,`a Lua  e ao Oceano,  em Setembro de 2016, também no âmbito das jornadas Europeias do Património - guiada por Alexandre Gonçalves arqueólogo do Museu.
Foto de 23 de Setembro de 2016

Foto de 23 de Setembro de 2016


Sobre o Santuário Romano da Praia das Maçãs

Descoberto templo romano ao Sol, à Lua e ao Oceano, que estava perdido
Via Diário de Notícias:
"Ali,  (junto à falésia, perto da Praia das Maçãs), descobriu o arqueólogo Cardim Ribeiro, ergueu-se em tempos um dos mais importantes santuários do Império Romano, consagrado ao Sol à Lua e ao Oceano, cuja localização estava há muito perdida, e que muitos julgavam até que fosse apenas lenda. Não era. Com a descoberta do templo, em 2008, vieram outros achados, alguns surpreendentes, que "tornam este local único e de grande alcance histórico", assegura Cardim Ribeiro ao DN.
A descoberta logo no primeiro ano de escavações de um ribat, uma mesquita feita de uma série de celas e, numa delas, de um mirhab, um nicho para as orações, orientado para Meca, "foi uma surpresa", conta o arqueólogo. Com toda a probabilidade, não será a única. Há muito mais História debaixo daquelas areias e do mar de chorões que cobre as dunas.
Para já, as escavações incidem "na periferia do santuário". Uma prospeção geofísica feita em agosto de 2011 indica que o edifício principal do templo romano, retangular e de grande dimensão, está ali enterrado, um pouco atrás do local onde agora decorrem os trabalhos. "Este sítio é um ovo de História, que atravessa diferentes eras civilizacionais e cultos, ao longo de mais de um milénio", resume Cardim Ribeiro."

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4241547

http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/11/o-templo-romano-da-praia-das-macas.html

sábado, junho 08, 2019

Porque hoje é Sábado...

De 29 de Maio a 16 de Junho, no Parque Eduardo VII, a decorrer a 89ª Feira do Livro de Lisboa.


Fotos em 07/06/2019



quarta-feira, maio 29, 2019

Cinco artistas em Sintra , 1855

Foto  PM, em 18/05/2019, no Museu  Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
João Cristino da Silva
Este é o primeiro retrato colectivo de artistas na pintura portuguesa, na romântica Sintra. Cristino, auto-representado, revela as linhas principais exploradas pelo grupo dos cinco artistas (Tomás da Anunciação, Francisco Metrass, Vítor Bastos e José Rodrigues) que desenvolvem o retrato, a pintura de paisagem e o natural e a pintura de costumes. Os cinco artistas, à excepção do escultor Vítor Bastos, observam e registam “o natural” em pequenos apontamentos, manifestando a sua atitude artística de captação da natureza e divulgação das tradições locais, embora posteriormente retocada em atelier. Cria-se um envolvente diálogo entre a arte, onde se destaca Anunciação ao centro, em jeito de homenagem, e os usos e hábitos populares, na descrição pormenorizada dos seus trajes, mas também se avista, num horizonte longínquo, uma paisagem, através de um “óculo” criado pela junção dos dois rochedos, muito ao gosto romântico. Exibido na Exposição Universal de Paris, em 1855, Cristino obteve grande sucesso com este quadro, no início da sua carreira, facto que desempenhou um importante papel na sua afirmação social e artística, projectando-o como herói romântico nacional. Ao fundo, e entre brumas, o Palácio da Pena, edificado por D. Fernando, também ele um espírito romântico, surge como pontuação desta pintura, cenograficamente tratada e símbolo de uma natureza artisticamente apropriada.
 Maria Aires Silveira
*Fonte MNAC

Óleo sobre tela. 86,3 × 128,8 cm assinado e datado Inv. 23 Historial Pertenceu às colecções do rei D. Fernando II (1816 – 1885). Adquirido pelo Estado, através do Legado Valmor, a Madalena Adelaide Namura para a Academia Real de Belas-Artes em 1908 – 1909. Integrado no MNAC em 1911.

 Exposições Paris, 1855, 1676; Lisboa, 1856; Lisboa, 1913, 23; Lisboa, 1947; Lisboa, 1950; Lisboa 1950, 2, p.b.; Lisboa, 1979, 21, p.b.; Lisboa, 1981; Lisboa, 1986; Paris, 1987, 94, cor e p.b.; Lisboa, 1988, 94, cor e p.b.; Queluz, 1989, 2; Porto, 1999, 61, cor; Lisboa, 2000, 22, cor; Almada, 2001, 7, cor; Lisboa, 2002; Lisboa, 2005; Lisboa, 2008; Lisboa, 2010.

sábado, maio 25, 2019

Porque hoje é Sábado...


 Dunas 
 Areia velha, cansada
De movimento.
Sempre jovem, o vento
Passa num desafio.
Mas só deixa, adivinhada,
 A sombra dum arrepio
 Na sonolência ondulada… .

In Diário XI
Miguel Torga

*Foto de  Duna na Lagoa de Óbidos

sexta-feira, maio 03, 2019

domingo, abril 28, 2019

Exposição de Nadir Afonso no MU.SA

 O MU.SA – Museu das Artes de Sintra, vai inaugurou no dia 8 de Março, às 17h00, a exposição “O Espaço ilimitado da pintura” obras da coleção de Nadir Afonso, patente até 5 de janeiro de 2020.

 Esta exposição insere-se nas comemorações do centenário do nascimento do pintor, datado de 4 dezembro de 1920. A Cidade era um meio privilegiado de observação da geometria e de inspiração para as suas obras, daí resultantes os 167 trabalhos/obras expostos que dão a conhecer a metodologia do artista, e os vários estádios de desenvolvimento da sua obra, através de estudos e telas. Grande parte das obras expostas compõem a coleção de Laura Afonso, viúva do pintor, e da Fundação Nadir Afonso.
Fonte CMS

sábado, abril 27, 2019

Porque hoje é Sábado...


Esplanada

Naquele tempo falavas muito de perfeição, 
da prosa dos versos irregulares 
onde cantam os sentimentos irregulares. 
Envelhecemos todos, tu, eu e a discussão, 

agora lês saramagos & coisas assim 
e eu já não fico a ouvir-te como antigamente 
olhando as tuas pernas que subiam lentamente 
até um sítio escuro dentro de mim. 

O café agora é um banco, tu professora do liceu; 
Bob Dylan encheu-se de dinheiro, o Che morreu. 
Agora as tuas pernas são coisas úteis, andantes, 
e não caminhos por andar como dantes. 

Manuel Pina, in 'Um Sítio onde Pousar a Cabeça' 

segunda-feira, abril 22, 2019

25 de Abril com concerto musical no terreiro do Palácio da Vila

 Os concertos de música ao vivo vão regressar ao terreiro do Palácio da Vila de Sintra no próximo dia 25 de abril, às 20h00. Os Real Companhia, de Fernando Pereira, vão recordar algumas das músicas que marcaram o dia da Liberdade há 45 anos. O Terreiro Rainha Dona Amélia, do Palácio Nacional de Sintra, é palco para o Concerto da Liberdade, com Fernando Pereira e convidados, e com entrada livre. Rogério Charraz, Sebastião Antunes e Joana Amendoeira estão entre os convidados do concerto que terá o Castelo dos Mouros iluminado com a cor dos cravos da revolução.
Fonte CMS

sábado, abril 13, 2019

Vivaldi na Igreja da Terrugem

Decorreu ontem, Sexta-feira, mais um "Concerto de Primavera" Ciclo de Música Barroca de Sintra.

As Quatro Estações de António Vivaldi
Tamila Kharambura, violino
Ensemble Barroco de Lisboa
Nelson Nogueira, violino
Eurico Cardoso, violino
Francisco Fins, viola
Abel Gomes, vioncelo
João Alves, contrabaixo
Jenny Silvestre, cravo

Tamila Kharambura
Nascida em Lviv, na Ucrânia. Tamila é actualmente professora convidada de Violino na Escola Superior de Música de Lisboa e colabora frequentemente com várias orquestras na Áustria e em Portugal como a Wiener Kammer Orchester, a Volksoper Wien e a Orquestra Gulbenkian.