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terça-feira, dezembro 26, 2017

Sobre a Rola do mar

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Rolas -do mar ,Praia Grande/ Novembro 2014
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Estas ágeis aves  alimentam-se geralmente em zonas rochosas à beira-mar, muitas vezes virando pequenas pedras para procurar os pequenos invertebrados.

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Fotos na Praia das Maçãs Novembro 2014


Sobre a Rola-do-mar
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
A Rola-do-mar (Arenaria interpres) pertence à ordem dos Charadriiformes, família Scolopacidae e subfamília Arenariinae.
É uma limícola de pequenas dimensões (21-24 cm de comprimento e 44-49 cms de envergadura), robusta, com patas e bico curtos. A sua plumagem característica torna-a numa espécie de fácil identificação. Em quase todas as plumagens o bico é preto e as patas são alaranjadas. A plumagem nupcial é muito colorida; possuem marcas pretas na cabeça e uma banda preta no peito contrastando com a cor branca da parte inferior do corpo. No dorso e asas apresenta um padrão muito marcado e contrastante; o manto, as escapulares e as terciárias são preto-acastanhadas, com penas orladas a cor ferrugem e as pequenas e médias coberturas são cor de ferrugem. Nesta plumagem os machos distinguem-se pelo seu padrão mais vivo e menos acastanhado. De Inverno, a plumagem torna-se castanha-acinzentada com orlas brancas nas penas. Também as marcas faciais se tornam mais difusas.
Os juvenis são semelhantes aos adultos em plumagem de Inverno, com as penas do dorso orladas a castanho claro e as patas amareladas.
Em vôo apresentam um padrão único com dois painéis brancos nas asas e uma barra preta terminal na cauda.

*Postal da Praia das Maçãs 1ª Parte
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/11/postal-da-praia-das-macas-com-aves.html
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quinta-feira, agosto 24, 2017

Pássaros da minha rua II

  Na sequência de post anterior - publicamos hoje mais umas fotos do enorme bando de pardais(?), que moram mesmo ao nosso lado.  Fotos  em 13/08/2017
Este ano um enorme bando de pardais veio para o Mucifal/Sintra, passar o Verão. Barulhentos e muito frenéticos, só os figos os fazem parar...
As fotos possiveis dos "invasores"  veraneantes.
 Local de eleição do bando, o canavial
Fotos no Mucifal/Colares

http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/08/passaros-da-minha-rua.html

segunda-feira, agosto 07, 2017

Pássaros da minha rua

Este ano um enorme bando de pardais veio para o Mucifal/Sintra, passar o Verão. Barulhentos e muito frenéticos, só os figos os fazem parar...
As fotos possiveis dos "invasores"  veraneantes.
 Local de eleição do bando, o canavial
Fotos no Mucifal/Colares


quinta-feira, março 02, 2017

Mergulhão a Ave do Ano 2017 para Portugal

 Praia da Adraga, um pequeno grupo de mergulhões, disputam o topo de um rochedo


Esta espécie de corvo-marinho que, com o seu pescoço comprido e curvado,  foi escolhida como a Ave do Ano 2017 para Portugal.
Mergulhão, numa grande pescaria na piscina oceânica das Azenhas do Mar.
"O anúncio foi feito hoje pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), que com esta campanha quer “dar a conhecer esta ave marinha”, que ocorre ao longo de todo o ano na costa continental portuguesa, indica a associação, numa nota enviada à Wilder.
A plumagem da galheta (Phalacrocorax aristotelis) é escura com reflexos esverdeados, os olhos são verde-esmeralda e o pescoço e bico são compridos."
Texto retirado daqui
http://www.wilder.pt/historias/conheca-qual-e-a-ave-do-ano-2017-em-portugal/

domingo, janeiro 15, 2017

Pássaros de Colares

 Ensombram a ribeira/ e o verde da seara/ e passam pela eira/ em que o sol se pousara/ nas gotas do orvalho/ luarento e vacilante/ refrescam o cansaço/e dormem um instante.(...)

In "Pássaros do Sul"- Mafalda Veiga
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Fotos em 15 de Janeiro de 2017, no Mucifal/Colares
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Aves no Mucifal, hoje, aproveitando o belo dia de Sol de Inverno
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quinta-feira, outubro 20, 2016

Nova vizinhança

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Com os dias de sol de Outubro, pequenas aves surgiram com o seu estridente canto alegrando as nossa manhãs no Mucifal.
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Fotos de 20 de outubro de 2016
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Outra pequena e ágil  ave também veio visitar-nos
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Fotos no Mucifal/Colares

segunda-feira, janeiro 12, 2015

Mergulhão Ocidental

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Dia de Sol, na última Sexta-feira, mar com vagas alterosas, não impediu  mesmo assim a um Mergulhão, uma grande pescaria na piscina oceânica das Azenhas do Mar.
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O Mergulhão, vive em lagos grandes de áreas abertas, estuários de rios e orla marítima. Encontrado aos pares ou em pequenos grupos, compostos de adultos e imaturos. Quando mergulha desenvolve grande velocidade sob a água, mas em terra, mostra-se desajeitado.
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"Os mergulhões alimentam-se de peixes, insectos, moluscos e crustáceos, que caçam durante os mergulhos. São sobretudo aves solitárias mas formam casais durante a época de reprodução ou grandes grupos nas alturas de migração.
As posturas, com 3 a 9 ovos, são feitas em ninhos isolados, construídos na água em montes de lama ou zonas de vegetação aquática densa. Os juvenis chocam prontos para nadar e são cuidados por ambos os pais, que por vezes os transportam no dorso."
in Wikipédia
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Fotos em 9/01/2015 Piscina oceânica das Azenhas do Mar

quarta-feira, outubro 30, 2013

Aves da minha rua


Um registo de uma simpática ave num dia solarengo no Mucifal

Um projecto  de observação de aves, num Concelho próximo 

O concelho  de Torres Vedras conta desde 2011, com seis pontos de observação de aves.

"Essas estruturas foram concebidas no âmbito do projeto Torres Vedras Birdwatching – Um olhar sobre as aves, o qual foi apresentado no dia 9 de junho, no âmbito da Semana do Ambiente.

Estes pontos de observação de aves situam-se na Serra do Socorro (dois), na Quinta do Manjapão, no Paul, nos Casalinhos de Alfaiata e na Foz do rio Sizandro.

A partir dessas estruturas pode-se observar e fotografar uma grande variedade de aves, principalmente: a águia de asa redonda, o abibe, o cartaxo, a cegonha branca, o cuco, o estorninho preto, o galeirão comum, a galinha d’ água, a garça boieira, a garça branca pequena, a garça real, o melro, o pato real, o peneireiro vulgar, a petinha dos prados, a petinha ribeirinha, o picanço real, o picanço barreteiro, o pintassilgo e o trigueirão.

De referir que anteriormente a Câmara Municipal já tinha investido em outras estruturas no âmbito do turismo ambiental, nomeadamente em percursos pedestres, na Ecopista do Sizandro e no Eco-Caminho da Serra do Socorro."

sexta-feira, julho 12, 2013

Aves da minha rua II

BlogueGaio32013
 Gaio, foto no Mucifal

As penas azuis das asas são a característica mais fácil de detectar nesta espécie, pois contrastam bastante
com a tonalidade acastanhada do dorso e peito. As asas possuem também um padrão preto-e-branco,
tornando a combinação de cores muito visível quando se encontra em voo. O uropígio branco, a cauda preta
e o bigode escuro completam as características mais marcantes deste corvídeo.

Abundância e calendárioO gaio encontra-se bem distribuído de norte a sul do território,
sendo mais abundante na metade norte e no extremo sul.
Frequenta sobretudo zonas florestais, mas também pode ser visto
em meio urbano, desde que aí existam árvores grandes. Pode ser
observado durante todo o ano, pois é uma espécie residente


Texto retirado daqui:
http://www.avesdeportugal.info/gargla.html


BlogueGaio422013 Post relacionado: Aves da minha rua

quarta-feira, junho 12, 2013

Postal da Várzea de Colares com Perdizes

bloguePerdizVarzeadeColares32 Ontem na Várzea de Colares, tivemos a sorte de nos cruzarmos com uma numerosa família de perdizes, o que possibilitou as fotos que publicamos  nesta quarta-feira. BloguePerdizVarzeadeColares2BloguePerdizVarzeadeCola8 Biologia da Perdiz Vermelha
Classificação Taxonómica desta espécie mais conhecida como perdiz comum, pertence ao Reino animal, ao Filo Cordata, a Classe das Aves, pertencendo a Ordem dos Galliformes. A Familia dos Phasianidea é uma das sete famílias que compõem a Ordem dos Galliformes. São exemplares da família Phasianidea: os faisões, os perus e claro as perdizes. A Perdiz vermelha pertence ao Género Alectoris. Sendo o nome cientifico da espécie Alectoris Rufa.
A diferença que existe entre macho e fêmea principalmente é no caso do macho a presença de esporão bem desenvolvido nas duas patas pois as fêmeas poderão ter presença de esporão mas apenas num tarso.
O tamanho do macho pode ser maior mais corpulento que a fêmea e o comprimento do tarso ser maior e mais grosso.
A reprodução desta espécie de uma maneira geral inicia-se em Março onde se costuma ver as perdizes aos casais e não em bandos por serem uma espécie monogâmica, dando inicio a postura nos fins de Abril até Junho podendo alargar o prazo dependendo das condições do ano.
A fêmea procura uma pequena depressão no meio da vegetação rasteira onde faz o ninho.
A Perdiz é uma espécie nidífuga, os perdigotos abandonam o ninho à nascença, permanecendo a ninhada junto da fêmea.


(Notas sobre a biologia da Perdiz -retiradas daqui)