Com ameaça de chuva, decorreu como programado esta Terça-Feira, o tradicional Corso Carnavalesco do MTBA - Magoito,Tojeira,Bolembre e Arneiro dos Marinheiros.
Foto em 05/03/2019
Foto em 05/03/2019
Foto em 05/03/2019
Foto em 05/03/2019
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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terça-feira, março 05, 2019
quinta-feira, fevereiro 14, 2019
Lua de Fevereiro
A Lua em quarto Crescente - foto de hoje.
Foto de ontem 13/02/2019
A lua de hoje está 66.58% visível e está a crescer. Faltam 4 dias para a fase Lua Cheia.
Foto de ontem 13/02/2019
A lua de hoje está 66.58% visível e está a crescer. Faltam 4 dias para a fase Lua Cheia.
quinta-feira, agosto 09, 2018
domingo, abril 01, 2018
Imagens das cheias de 1983 no "Cantinho da Várzea"
O "Cantinho da Várzea", que utiliza o seu espaço para algumas exposições temporárias de pintura, tem agora uma colecção de fotos, que testemunham as cheias de 1983 que atingiram Sintra em Novembro de 1983.
Havendo poucos registos fotográficos das cheias de 1983 em Colares, as fotos cedidas por um cliente: José Cabeça- e agora disponíveis publicamente, são de grande interesse para se ter a noção das consequências .do temporal daquele ano.
"Luís decidiu ir ver os tais estragos. Desceu o pinhal de Janas, de bicicleta, saído o Mucifal, uma massa de água suja e detritos cobria toda a várzea. Entre maçãs e damascos pululavam desgovernados fogões, mesas, roupa e lixo, junto ao rio a água subira três metros, até os carros dos bombeiros estavam alagados. Passando o Cantinho com água pela cintura, quis ver o mar na Praia Grande, mas a ponte ruíra e só por Almoçageme se chegava. Em casa de Ângela, nada sucedera, no Penedo, porém, árvores caídas denunciavam a revoada, um rádio a pilhas dava nota de grandes estragos em Sintra. No Jamor e Ribeira das Jardas, a água galgara as linhas de água, castigando as construções em leito de cheia.
Com o passar do dia, a coisa adensava: todos os galináceos da Ermelinda afogados, a Jacinta sem casa, até a cama foi na enxurrada, a paróquia acolhia alguns desalojados, dando-lhes leite e cobertores, cancelada a festa de anos, o engenheiro e a mulher foram ajudar os vizinhos.(..)."
domingo, março 25, 2018
Aviso à navegação II (com actualização)
O Centro Histórico de Sintra e os seus acessos vão estar
condicionados por alteração de sentido de trânsito a
partir das 22h00 do dia 26 de Março.
Decidiu a CMS, implementar um conjunto de medidas que vai alterar os circuitos tradicionais de acesso à Vila Velha.
Nos últimos dias comerciantes e alguns moradores reagiram contra as novas medidas de acesso à Vila Velha:
https://www.publico.pt/2018/03/23/local/noticia/comerciantes-e-moradores-tentam-travar-alteracoes-ao-transito-no-centro-historico-1807882
Também, foi interposta uma Providência cautelar, de forma suspender estas alterações nos circuitos de acesso à Vila Velha.
Nos últimos dias comerciantes e alguns moradores reagiram contra as novas medidas de acesso à Vila Velha:
https://www.publico.pt/2018/03/23/local/noticia/comerciantes-e-moradores-tentam-travar-alteracoes-ao-transito-no-centro-historico-1807882
Também, foi interposta uma Providência cautelar, de forma suspender estas alterações nos circuitos de acesso à Vila Velha.
O período da Páscoa é sem dúvida um dos momentos mais
caóticos nos acessos a Sintra e especialmente ao Centro Histórico e visita aos Palácios da Vila, da Pena, e ao
Castelo dos Mouros – com visitantes espanhóis e de outras origens, e mesmo muitos portugueses neste período Pascal - mas foi exactamente o momento decidido, pela autarquia, para arranque das medidas de alteração dos sentidos do trânsito.o que tem tudo para não correr bem.
No plano radical das mudanças, considera CMS, existirem parques periféricos para estacionamento automóvel e transportes públicos para fazerem chegar os visitantes e
não só, à Vila Velha. O mapa das alterações destribuído no site da CMS, é
confuso, e será ainda mais para quem
seja visitante e não conheça Sintra.
O Eléctrico e a Av. Heliodoro Salgado
Prometeu Fernando Seara, fazer chegar o eléctrico à Estação
da CP, coisa que não aconteceu –anteriormente Edite Estrela, com a alteração
para circuito “pedonal” na Av. Heliodoro Salgado –cortou Sintra ao meio, e
como eucalipto, secou todo o comércio tradicional na zona nobre da Estefânia -também no plano a implementar, não considerado qualquer alteração neste percurso.
O Eléctrico uma marca de Sintra, autêntico Museu vivo e dos
únicos no Mundo com circuíto não urbano, transporte histórico centenário e
ecológico, não é sequer considerado no novo plano.
Segundo a CMS: ” Nesta
primeira fase, com início a 26 de Março (22h), serão apenas alterados alguns
sentidos de circulação e limitado o acesso a alguns arruamentos. As alterações
vão também permitir aumentar a atratividade dos parques de estacionamento
dissuasores. “
Ver mais aqui:
sexta-feira, março 16, 2018
Postal de Galamares
Em Novembro de 2017 verificou-se o abatimento de piso e queda do muro de suporte na (EN) 247, em Galamares. Mais recentemente surgiu um placard, indicando que as Infraestruturas de Portugal, teriam assumido a obra...mas ontem às 23h00, a situação era a que a foto apresenta - sem qualquer vestígio de começo de obra.
domingo, março 04, 2018
Visita de Marguerite Yourcenar a Sintra (reedição)
"Minha senhora,
Não tenho por hábito escrever prefácios ou introduções. É o que vos explicará a minha hesitação em fazê-lo para o texto que se propõe publicar na RAIZ E UTOPIA. E porquê? Um texto diz o que tem a dizer, a menos que seja um falhanço, e arriscamo-nos a diluir ou a sobrecarregar a mensagem adicionando-lhe uma explicação em notas.
Que fazer, então? Talvez começar por lembrar que estas páginas foram escritas no vosso país, Portugal, mais precisamente em Sintra. O que escrevemos raramente guarda a marca do lugar onde o escrevemos, a menos que o objetivo seja descrever esse lugar ou se trate de literatura de viagem.
Mas o autor sabe: o texto mantém para ele o odor e a cor do lugar onde foi criado. Nunca poderei relê-lo sem rever, da janela do meu quarto em Seteais, as nuvens a passar e repassar no alto das colinas, cobrindo e descobrindo o estranho e absurdo castelo de estilo pseudo-manuelino-germânico, oferecido por um príncipe alemão, no Século XIX, que teve porém a sensibilidade de reconhecer um lugar de encantamento e magia.
A exuberância vegetal e a extravagância humana dominavam, vistas da minha janela, o primeiro plano do requintado pátio e dos pórticos de Seteais, como um cenário de Wagner sobreposto a um cenário de Mozart. Foi ali, por acaso, nesse quartinho levemente rococó que escrevi estas páginas dedicadas ao sofrimento animal – que não é mais que uma das piores formas do sofrimento universal. Levantava a cabeça, de tempos a tempos, para ver se o nevoeiro, no seu jogo, não tinha levado o castelo de Drácula. Mas não: lá continuava e pelo anoitecer acendia o seu olho vermelho. O Mal, que faz do homem o carrasco das outras espécies e também da sua, é, receio bem, igualmente imutável.
Mas não se passam cinco dias num lugar qualquer apenas a escrever um ensaio, mesmo quando se trata de um tema que nos toca o coração.
Fica-se exposto, como sempre, a essa mistura de pequenas e grandes alegrias, de pequenos e grandes males, de leves preocupações e ansiedades profundas que enchem cada dia das nossas vidas. Os meus pulmões e os meus brônquios (tinha chegado doente), indispostos por essas neblinas e chuva caprichosa, desempenhavam o seu papel, é preciso dizê-lo, tal como o voo dos pombos-torcaz e o perfume das glicínias de Seteais. Os jogos fascinantes do tempo também interferiam nisso. No livro de visitas do hotel, encontrei a marca de uma das minhas primeiras passagens, há cerca de vinte anos, com uma amiga já falecida. No livro, ela expressava o seu entusiasmo por este belo lugar. Quantas coisas mudaram, entretanto, em Portugal e em mim! E quanto, no fundo, ficou igual. Nós formamo-nos, deformamo-nos, reformamo-nos com o pano de fundo dos nossos sempiternos instintos, dos nossos desejos, das nossas vontades, das nossas fraquezas e das nossas forças, como as nuvens sobre a serra de Sintra”.
Marguerite Yourcenar
Palácio da Pena envolto nas brumas do Monte da Lua
Texto original ler aqui:
Créditos:
-Agradecimentos a Emilia Reis pela disponibilização do texto
Informação adicional de Emilia Reis:
"
terça-feira, fevereiro 20, 2018
Colares e os Plátanos
Postal antigo do início do Séc.XX, de Colares com plátanos em ambos lados da estrada, em frente às vivendas construídas por Inácio Costa, para as suas netas Ema e Alda, actualmente albergam a farmácia e a Estação dos CTT.
Postal mais antigo (?) da mesma estrada de Colares, com muitos e altos Plátanos.
Foto antiga não datada, bomba da gasolina da Várzea de Colares com os frondosos plátanos
Créditos: Maria Clara Gomes via página de FB "Adoro Sintra ".
"Ao tempo da construção da Adega já existiam os plátanos frondosos que hoje podemos admirar desde a ponte da Várzea até ao Banzão no caminho da "Praia". São exemplares centenários nos quais os automobilistas apressados nem reparam.
A sombra destas árvores protegeu a fermentação de muitos "caldos" de boas colheitas que estagiaram dentro da Adega. Merecem pois que brindemos à sua saúde esperando no futuro sejam devidamente apreciados.
Para isso no local deveria colocar-se um painel informativo, chamando à atenção para estas imponentes árvores.
Os plátanos da Adega Regional de Colares são um dos "monumentos vivos" que povoam o Município Sintrense.
Um verdadeiro ex-líbris da antiga e nobre Vila de Colares...#
Cortez Fernandes -Blogue "Tudo de Novo a Ocidente"
Postal mais antigo (?) da mesma estrada de Colares, com muitos e altos Plátanos.
Foto antiga não datada, bomba da gasolina da Várzea de Colares com os frondosos plátanos
Créditos: Maria Clara Gomes via página de FB "Adoro Sintra ".
"Ao tempo da construção da Adega já existiam os plátanos frondosos que hoje podemos admirar desde a ponte da Várzea até ao Banzão no caminho da "Praia". São exemplares centenários nos quais os automobilistas apressados nem reparam.
A sombra destas árvores protegeu a fermentação de muitos "caldos" de boas colheitas que estagiaram dentro da Adega. Merecem pois que brindemos à sua saúde esperando no futuro sejam devidamente apreciados.
Para isso no local deveria colocar-se um painel informativo, chamando à atenção para estas imponentes árvores.
Os plátanos da Adega Regional de Colares são um dos "monumentos vivos" que povoam o Município Sintrense.
Um verdadeiro ex-líbris da antiga e nobre Vila de Colares...#
Cortez Fernandes -Blogue "Tudo de Novo a Ocidente"
segunda-feira, maio 29, 2017
Dia do Bombeiro Português em Cascais
Comemorações do Dia do Bombeiro Português em Cascais, evento nacional organizado pela Liga dos Bombeiros Portugueses em parceria com a Federação de Bombeiros do Distrito de Lisboa e do Secretariado das Associações de Bombeiros do Concelho de Cascais com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, aconteceu no domingo, dia 28 de Maio.
Reconhecimento
Em formaçãoNo Desfile
Banda musical dos Bombeiros de Famalicão
segunda-feira, abril 24, 2017
sábado, março 04, 2017
Semelhanças e Diferenças - Reedição
Foto 1
Foto2
Semelhanças
1ª Foto:Uma das mais notáveis linhas de Budapeste, número 58 área Moscou - Zugliget (Zugliget) construída em 1867.
http://city4people.ru/blog/blog_176.html
2ª Foto:.O Eléctrico da Praia das Maçãs inaugurado em 31 de Março de 1904, com um percurso inicial não urbano da Vila Velha de Sintra até às Azenhas do Mar. Nos nossos dias circula entre Sintra e a Praia das Maçãs, com parte do material circulante com mais de 100 anos.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/03/os-110-anos-do-electrico-da-praia-das.html
Diferenças
!ª Foto: Troço Zugliget Budapeste, com a passagem de antigo eléctrico por uma estação construída em 1903.Uma estação terminal de plataforma aberta de uma beleza extraordinária, construída como Pavilhão no estilo alpino, então na moda. O Troço foi encerrado em 1976, ainda hoje a cidade espera para ressuscitar a linha (o terreno ainda é propriedade das autoridades municipais),mas parece que não existe qualquer interesse nisso.
http://hampage.hu/trams/58-as/e_index.html
2ª Foto: Passagem do Eléctrico da Praia das Maçãs, em Colares/S,Sebastião, ontem 29 de Março de 2014, na altura em que o eléctrico faz 110 anos de actividade.O Eléctrico da Praia das Maçãs é um autêntico Museu vivo (parte do material circulante tem mais de 100 anos), uma imagem de marca de Sintra -merece o carinho de todos os Sintrenses e merecia que a autarquia sua proprietária celebrasse devidamente a data que agora passa.
Foto de 29 de Março de 2014,em Colares/S.Sebastião
http://city4people.ru/blog/blog_176.html
Foto2
Semelhanças
1ª Foto:Uma das mais notáveis linhas de Budapeste, número 58 área Moscou - Zugliget (Zugliget) construída em 1867.
http://city4people.ru/blog/blog_176.html
2ª Foto:.O Eléctrico da Praia das Maçãs inaugurado em 31 de Março de 1904, com um percurso inicial não urbano da Vila Velha de Sintra até às Azenhas do Mar. Nos nossos dias circula entre Sintra e a Praia das Maçãs, com parte do material circulante com mais de 100 anos.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/03/os-110-anos-do-electrico-da-praia-das.html
Diferenças
!ª Foto: Troço Zugliget Budapeste, com a passagem de antigo eléctrico por uma estação construída em 1903.Uma estação terminal de plataforma aberta de uma beleza extraordinária, construída como Pavilhão no estilo alpino, então na moda. O Troço foi encerrado em 1976, ainda hoje a cidade espera para ressuscitar a linha (o terreno ainda é propriedade das autoridades municipais),mas parece que não existe qualquer interesse nisso.
http://hampage.hu/trams/58-as/e_index.html
2ª Foto: Passagem do Eléctrico da Praia das Maçãs, em Colares/S,Sebastião, ontem 29 de Março de 2014, na altura em que o eléctrico faz 110 anos de actividade.O Eléctrico da Praia das Maçãs é um autêntico Museu vivo (parte do material circulante tem mais de 100 anos), uma imagem de marca de Sintra -merece o carinho de todos os Sintrenses e merecia que a autarquia sua proprietária celebrasse devidamente a data que agora passa.
Foto de 29 de Março de 2014,em Colares/S.Sebastião
http://city4people.ru/blog/blog_176.html
sábado, dezembro 31, 2016
Ano Novo
RECEITA DE ANO NOVO
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de AndradePara você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
terça-feira, novembro 10, 2015
Visitas a Sintra

*Foto de 17/07/2015
Parques de Sintra Monte da Lua, recebeu o visitante 2 Milhões
A Parques de Sintra recebeu dia 6 de Novembro último, pela primeira vez, num só ano, a entrada do “visitante 2 milhões”.
Este marco reflete o crescimento continuado de visitas às áreas sob gestão da Parques de Sintra que, até ao momento, regista já um aumento de 15,21% (relativamente ao período homólogo de 2014).
Este marco reflete o crescimento continuado de visitas às áreas sob gestão da Parques de Sintra que, até ao momento, regista já um aumento de 15,21% (relativamente ao período homólogo de 2014).
Gráfico do crescimento de visitas nos Parques e Monumentos sob gestão da PSML
Visitas até 06/11/2015, às 11h00
– Parques de Sintra
Número de visitas por local:
Parque e Palácio Nacional da Pena 960.993
Palácio Nacional de Sintra 450.162
Castelo dos Mouros 314.525
Palácio Nacional e Jardins de Queluz 122.123
Palácio e Parque de Monserrate 98.076
Convento dos Capuchos 30.065
Chalet da Condessa d'Edla 19.648
Quintinha de Monserrate 2.259
Picadeiro Henrique Calado (EPAE) 2.149
Total 2.000.000
*Fonte:PSML
O Turismo de Portugal, participou em Maio de 2014, no Dubai, na Arabian Travel Market, uma importante feira de viagens e turismo do Médio Oriente com um stand informativo sobre o destino Portugal - estando presente neste importante certame, a Parques de Sintra Monte da Lua (PSML), com a categoria de palácios e monumentos.(*Foto de Mariana Guerra, no Dubai para o "Rio das Maçãs")
Poema de Abril
Esta é a madrugada que eu esperava/
O dia inicial inteiro e limpo/Onde emergimos da noite e do silêncio/E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'O Nome das Coisas'
Foto do ponto mais Ocidental do Continente Europeu/Cabo da Roca
quinta-feira, março 26, 2015
Notícias da Quinta da Ribafria
A notícia boa e a notícia má
A boa notícia
A Quinta da Ribafria vai abrir ao público no dia 25 de Abril com um programa de animação e uma exposição de escultura de Laranjeira Santos, adianta o Jornal da Região, na última edição (25 a 31 de Março).
Jornal da Região:
https://drive.google.com/file/d/0B6Dt2bqkL0hybG1qazRzdnVyZ1k/view?pli=1
A má notícia
Também informa o Jornal da Região, que a "autarquia vai avançar, ainda com um concurso para adaptação dos imóveis para uma unidade hoteleira de luxo.
(...)
A ideia é transformar (a Ribafria) num belíssimo Grande Hotel, aproveitando as antigas instalações do IPSD, que devem dar cerca de 30 quartos e o próprio palácio até um máximo de 50 quartos" segundo informou ao Jornal da Região, Rui Pereira, vereador da cultura da autarquia sintrense.
*Foto baixo relevo a lembrar escultura de cariz medieval na capela-mor do palácio.
Sobre a Quinta da Ribafria
"A histórica quinta no Lourel, cuja casa e torre foram edificadas no século XVI, pertenceu à família Mello e foi vendida em 1988 à Fundação Friedrich Naumann, através do IPSD, devido a condicionalismos para investimentos germânicos no exterior. A fundação alemã retirou-se de Portugal na década de 1990 e os dois terrenos que compõem a propriedade, no total de 13,3 hectares, acabaram vendidos a uma sociedade imobiliária de João Vale e Azevedo, ex-dirigente do Benfica.
O IPSD conseguiu a anulação judicial da venda, alegando que Vale e Azevedo tinha efectuado "negócio consigo próprio", em vez de transferir a quinta para o seu verdadeiro dono, a fundação alemã. O Instituto Português do Património Arquitetónico (IPPAR) recusou, em 2001, exercer o direito de preferência sobre a Ribafria - opção legal nos imóveis classificados -, mas a Câmara de Sintra aproveitou para comprar a quinta por 2,1 milhões de euros."
in jornal Público/Fugas
Uma visita à Quinta da Ribafria em 10 de Abril de 2014
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/08/visita-quinta-da-ribafria.html
...e o Hotel Netto na Vila Velha (na actualidade)
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/02/debate-sobre-os-20-anos-de-sintra-como.html
As armas dos Ribafria no páteo interior
A boa notícia
A Quinta da Ribafria vai abrir ao público no dia 25 de Abril com um programa de animação e uma exposição de escultura de Laranjeira Santos, adianta o Jornal da Região, na última edição (25 a 31 de Março).
Jornal da Região:
https://drive.google.com/file/d/0B6Dt2bqkL0hybG1qazRzdnVyZ1k/view?pli=1
A má notícia
Também informa o Jornal da Região, que a "autarquia vai avançar, ainda com um concurso para adaptação dos imóveis para uma unidade hoteleira de luxo.
(...)
A ideia é transformar (a Ribafria) num belíssimo Grande Hotel, aproveitando as antigas instalações do IPSD, que devem dar cerca de 30 quartos e o próprio palácio até um máximo de 50 quartos" segundo informou ao Jornal da Região, Rui Pereira, vereador da cultura da autarquia sintrense.
*Foto baixo relevo a lembrar escultura de cariz medieval na capela-mor do palácio.
Sobre a Quinta da Ribafria
"A histórica quinta no Lourel, cuja casa e torre foram edificadas no século XVI, pertenceu à família Mello e foi vendida em 1988 à Fundação Friedrich Naumann, através do IPSD, devido a condicionalismos para investimentos germânicos no exterior. A fundação alemã retirou-se de Portugal na década de 1990 e os dois terrenos que compõem a propriedade, no total de 13,3 hectares, acabaram vendidos a uma sociedade imobiliária de João Vale e Azevedo, ex-dirigente do Benfica.
O IPSD conseguiu a anulação judicial da venda, alegando que Vale e Azevedo tinha efectuado "negócio consigo próprio", em vez de transferir a quinta para o seu verdadeiro dono, a fundação alemã. O Instituto Português do Património Arquitetónico (IPPAR) recusou, em 2001, exercer o direito de preferência sobre a Ribafria - opção legal nos imóveis classificados -, mas a Câmara de Sintra aproveitou para comprar a quinta por 2,1 milhões de euros."
in jornal Público/Fugas
Uma visita à Quinta da Ribafria em 10 de Abril de 2014
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/08/visita-quinta-da-ribafria.html
...e o Hotel Netto na Vila Velha (na actualidade)
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/02/debate-sobre-os-20-anos-de-sintra-como.html
As armas dos Ribafria no páteo interior
domingo, dezembro 21, 2014
Natal sem eléctrico da Praia das Maçãs
Informação CMS:
"O Eléctrico de Sintra, por motivos operacionais, vai suspender a circulação de 21 de dezembro até dia 2 de janeiro de 2015.
O eléctrico volta ao seu normal funcionamento a partir do dia 3 de janeiro de 2015."
http://www.cm-sintra.pt/suspensao-do-eletrico-de-sintra-em-dezembro
Uma data não muito a propósito para suspender a circulação de um transporte, que teria neste período uma maior procura.
Uma data não muito a propósito para suspender a circulação de um transporte, que teria neste período uma maior procura.
sábado, novembro 29, 2014
Porque hoje é Sábado...
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura reconheceu o cante alentejano como Património Imaterial da Humanidade.
À hora que se anunciou que o cante alentejano foi reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade, mais de 400 crianças, da escola Mário Beirão, envolvidas no projecto cante na escola, Herança com raízes, cantaram a moda “Castelo de Beja”.
Imagem: José Ferrolho
© 2014 www.diariodoalentejo.pt
À hora que se anunciou que o cante alentejano foi reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade, mais de 400 crianças, da escola Mário Beirão, envolvidas no projecto cante na escola, Herança com raízes, cantaram a moda “Castelo de Beja”.
Imagem: José Ferrolho
© 2014 www.diariodoalentejo.pt
sexta-feira, outubro 31, 2014
Porque hoje é Sábado...
Pedido de pão por Deus ainda é tradição no 1 de Novembro
Transcrição de uma reportagem da TSF/ Sandra Pires)
Segundo o sociólogo Moisés Espírito Santo, a tradição do pedido do pão por Deus começa a misturar-se com o Halloween, em particular nas cidades.
Nas zonas rurais portuguesas, o (antigo) feriado do 1 de Novembro é(ra) aproveitado para se fazer o pedido do pão por Deus, uma comemoração onde os mais novos andam de porta em porta vestidos a rigor, como manda a tradição.
Ouvido pela TSF, o sociólogo Moisés Espírito Santo explicou que «as mamãs preparam-nos muito bem para andar na rua, muito bem vestidinhos, com uma saquinha muito bem arranjadinha para aquele efeito, mas nada de mascarados».
«Andam muito seriozinhos, muito sossegadinhos e preparadinhos para aquele diz de festa», acrescentou este sociólogo sobre esta comemoração numa altura em que se começa a arraigar a tradição do dia das Bruxas na cultura portuguesa.
Por esta razão, é já «costume a garotada subir aos prédios e aos andares com uma abóbora furada em forma de caveira com uma vela dentro acesa e pedem 'bolinho, bolinho, que é para as almas'».
«É uma mistura da festa das Bruxas, do Halloween e isto é próprio da cidade. Mas a tradição popular portuguesa tem a ver com a tradição de dar bolos secos e frutos secos a quem ajudou as colheitas», acrescentou.
Pão, broa, bolinhos, frutos secos e, mais recentemente chocolates, são as oferendas habituais, sendo que a quem não dá nada não lhe é rogada nenhuma praga, uma tradição que aos poucos vem perdendo força.
«Enquanto o costume era dos adultos era fácil transmitir, mas estando nas mãos da garotada tende a desaparecer, porque, às vezes, não funciona e os pais não encorajam, porque acham que é pedinchice», adiantou.
Moisés Espírito Santo notou mesmo que na região de Leiria houve mais crianças envolvidas nesta tradição no ano passado do que neste ano.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1700539&page=-1
Nota do blog:
*Texto alterado pelo blog relativamente à referência ao antigo feriado de 1 de Novembro.
( Este feriado encontra-se suspenso, por decisão do governo PSD/CDS,como feriado civil, até 2018 celebrado em dia não-útil, por acordo entre a Santa Sé e a República Portuguesa)
Também faz parte da tradição do Dia de Todos os Santos, o fabrico dos "Bolos dos Santos", um bolo tradicional desta época nas localidades dos Concelhos de Mafra e Torres vedras. Associámos na imagem o vinho de Colares.
*. Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo à base de farinha e erva doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes.quarta-feira, outubro 29, 2014
A despedida do Professor António Lamas
Foto de arquivo do blogue (inauguração da recuperação do Salão Nobre do Palácio da Pena)
Pelo seu interesse transcrevemos notícias da RTP e jornal Público
Notícia RTP/Lusa:
António Lamas despediu-se dos trabalhadores da Parques de Sintra-Monte da Lua
Pelo seu interesse transcrevemos notícias da RTP e jornal Público
Notícia RTP/Lusa:
António Lamas despediu-se dos trabalhadores da Parques de Sintra-Monte da Lua
O presidente da Parques de Sintra-Monte da Lua (PSML), António Lamas, renunciou ao cargo na sociedade que gere os parques e monumentos de Sintra, com efeitos a partir de hoje, segundo o próprio comunicou aos trabalhadores.
"Termino esta segunda-feira 27 de outubro a minha colaboração formal com a PSML", informou António Lamas, numa comunicação "a todos os colaboradores da PSML", a que a agência Lusa teve acesso.
O presidente da sociedade desde 2006 recordou "os progressos conseguidos, marcados pelos muitos projetos de recuperação do património que a empresa gere - que aumentou (Palácios de Sintra e Queluz e Escola Portuguesa de Arte Equestre) pela confiança pública" do trabalho desenvolvido, aumento de visitantes e prémios recebidos.
"Foram quase nove anos de intenso trabalho, com uma excecional equipa, que recordarei para sempre como um dos melhores períodos da minha vida profissional", acrescentou António Lamas.
Na comunicação, o presidente cessante explicou que o conselho de administração nomeou, na semana passada, Manuel Baptista como administrador delegado, para que até à nomeação da nova administração para o triénio 2015-2017 o trabalho desenvolvido "não sofra perturbações".
"Espero poder utilizar noutros projetos públicos a experiência do `caso PSML`, como é conhecido", admitiu António Lamas, que se despediu agradecendo a "colaboração" de todos.
António Lamas deve agora ser nomeado presidente do Centro Cultural de Belém (CCB), após o falecimento de Vasco Graça Moura, em abril deste ano, conforme anunciou em setembro uma fonte oficial da Secretaria de Estado da Cultura à agência Lusa.
A comunicação surge após o presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta (PS), ter anunciado na última sessão do executivo que o ministro do Ambiente lhe disse que António Lamas "ia pedir a renúncia, uma vez que ia para Lisboa fazer o mesmo que fez em Sintra no eixo Belém-Ajuda".
O autarca acrescentou que, na altura, comunicou ao ministro Jorge Moreira da Silva que "Sintra não está confortável com a posição que tem" no capital da PSML.
A sociedade é detida pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças (35 %), Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (35), Turismo de Portugal (15) e município de Sintra (15).
"A ideia é nós termos um capital de 50%, se for necessário comprá-lo, compramos", afirmou Basílio Horta, considerando que com a repartição do capital "a sinergia entre as duas entidades será muito melhor".
O presidente da autarquia esclareceu ter recusado que todas as competências fossem entregues a Manuel Baptista e que o administrador indicado pela câmara, João Lacerda Tavares, não ficasse com qualquer atribuição.
"Era humilhante para a pessoa e era desconfortável para a câmara", justificou Basílio Horta, que adiantou que os dois administradores vão repartir as competências entre si.
A PSML gere o parque e palácio da Pena, o `chalet` da condessa d`Edla, o castelo dos Mouros, o convento dos Capuchos, os jardins e o palácio de Monserrate, os palácios nacionais de Sintra e de Queluz e a Escola Portuguesa de Arte Equestre.
António Lamas é formado em engenharia civil pelo Instituto Superior Técnico e presidiu ao Instituto Português do Património Cultural e à Junta Autónoma de Estradas.
Apesar dos vários contactos, não foi possível obter um comentário de António Lamas.
Notícia via RTP
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=777407&tm=4&layout=121&visual=49
Foto de arquivo do blogue (durante a reconstrução do Chalet da Condessa d'Edla)
No Jornal Público de 25/09/2014:
“O que defendi para Belém está escrito”
O presidente da sociedade desde 2006 recordou "os progressos conseguidos, marcados pelos muitos projetos de recuperação do património que a empresa gere - que aumentou (Palácios de Sintra e Queluz e Escola Portuguesa de Arte Equestre) pela confiança pública" do trabalho desenvolvido, aumento de visitantes e prémios recebidos.
"Foram quase nove anos de intenso trabalho, com uma excecional equipa, que recordarei para sempre como um dos melhores períodos da minha vida profissional", acrescentou António Lamas.
Na comunicação, o presidente cessante explicou que o conselho de administração nomeou, na semana passada, Manuel Baptista como administrador delegado, para que até à nomeação da nova administração para o triénio 2015-2017 o trabalho desenvolvido "não sofra perturbações".
"Espero poder utilizar noutros projetos públicos a experiência do `caso PSML`, como é conhecido", admitiu António Lamas, que se despediu agradecendo a "colaboração" de todos.
António Lamas deve agora ser nomeado presidente do Centro Cultural de Belém (CCB), após o falecimento de Vasco Graça Moura, em abril deste ano, conforme anunciou em setembro uma fonte oficial da Secretaria de Estado da Cultura à agência Lusa.
A comunicação surge após o presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta (PS), ter anunciado na última sessão do executivo que o ministro do Ambiente lhe disse que António Lamas "ia pedir a renúncia, uma vez que ia para Lisboa fazer o mesmo que fez em Sintra no eixo Belém-Ajuda".
O autarca acrescentou que, na altura, comunicou ao ministro Jorge Moreira da Silva que "Sintra não está confortável com a posição que tem" no capital da PSML.
A sociedade é detida pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças (35 %), Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (35), Turismo de Portugal (15) e município de Sintra (15).
"A ideia é nós termos um capital de 50%, se for necessário comprá-lo, compramos", afirmou Basílio Horta, considerando que com a repartição do capital "a sinergia entre as duas entidades será muito melhor".
O presidente da autarquia esclareceu ter recusado que todas as competências fossem entregues a Manuel Baptista e que o administrador indicado pela câmara, João Lacerda Tavares, não ficasse com qualquer atribuição.
"Era humilhante para a pessoa e era desconfortável para a câmara", justificou Basílio Horta, que adiantou que os dois administradores vão repartir as competências entre si.
A PSML gere o parque e palácio da Pena, o `chalet` da condessa d`Edla, o castelo dos Mouros, o convento dos Capuchos, os jardins e o palácio de Monserrate, os palácios nacionais de Sintra e de Queluz e a Escola Portuguesa de Arte Equestre.
António Lamas é formado em engenharia civil pelo Instituto Superior Técnico e presidiu ao Instituto Português do Património Cultural e à Junta Autónoma de Estradas.
Apesar dos vários contactos, não foi possível obter um comentário de António Lamas.
Notícia via RTP
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=777407&tm=4&layout=121&visual=49
Foto de arquivo do blogue (durante a reconstrução do Chalet da Condessa d'Edla)
No Jornal Público de 25/09/2014:
António Lamas e a ida para o CCB: "O que defendi para Belém, está escrito"
Por Cláudia Carvalho
O ainda presidente da Parques de Sintra não confirmou a mudança para o CCB mas ao PÚBLICO voltou a defender a aplicação do modelo de administração em Sintra à zona de Belém.
Ainda a presidir à Parques de Sintra Monte da Lua, António Lamas falou pela primeira vez desde que na semana passada foi noticiado que vai dirigir o Centro Cultural de Belém (CCB), podendo ainda gerir um novo pólo que reúna todos os museus daquela zona. Apesar de não ter confirmado nem desmentido a informação, Lamas defendeu ao PÚBLICO que o modelo de gestão em Sintra é aplicável em Belém.
(...)
"Nesta quinta-feira, no entanto, o ainda presidente da Parques de Sintra confirmou a sua posição em relação ao projecto que o Governo estará a preparar para a zona de Belém e que passa por juntar numa só administração todos os museus e monumentos do eixo Belém-Ajuda. Lamas não quis comparar mas deu o exemplo de Sintra: “[O Palácio de] Queluz não é rentável. Mas o Palácio da Pena ou o Castelo dos Mouros são muito rentáveis. É a gestão conjunta que permite que os que têm mais gerem receitas para os que têm menos, é a redistribuição”.
Via jornal Público -texto integral aqui
Ainda a presidir à Parques de Sintra Monte da Lua, António Lamas falou pela primeira vez desde que na semana passada foi noticiado que vai dirigir o Centro Cultural de Belém (CCB), podendo ainda gerir um novo pólo que reúna todos os museus daquela zona. Apesar de não ter confirmado nem desmentido a informação, Lamas defendeu ao PÚBLICO que o modelo de gestão em Sintra é aplicável em Belém.
“O que defendi para Belém está escrito”, disse ao PÚBLICO António Lamas, à margem da inauguração do novo projecto museológico do Quarto D. Quixote, no Palácio Nacional de Queluz, referindo-se ao artigo de opinião publicado neste jornal em que defendia a aplicação do modelo da Parques de Sintra, empresa pública criada em 2000 para reunir e gerir o património do Estado da Paisagem Cultural de Sintra, à zona de Belém
Nesta quinta-feira, no entanto, o ainda presidente da Parques de Sintra confirmou a sua posição em relação ao projecto que o Governo estará a preparar para a zona de Belém e que passa por juntar numa só administração todos os museus e monumentos do eixo Belém-Ajuda. Lamas não quis comparar mas deu o exemplo de Sintra: “[O Palácio de] Queluz não é rentável. Mas o Palácio da Pena ou o Castelo dos Mouros são muito rentáveis. É a gestão conjunta que permite que os que têm mais gerem receitas para os que têm menos, é a redistribuição”.(...)
"Nesta quinta-feira, no entanto, o ainda presidente da Parques de Sintra confirmou a sua posição em relação ao projecto que o Governo estará a preparar para a zona de Belém e que passa por juntar numa só administração todos os museus e monumentos do eixo Belém-Ajuda. Lamas não quis comparar mas deu o exemplo de Sintra: “[O Palácio de] Queluz não é rentável. Mas o Palácio da Pena ou o Castelo dos Mouros são muito rentáveis. É a gestão conjunta que permite que os que têm mais gerem receitas para os que têm menos, é a redistribuição”.
Via jornal Público -texto integral aqui
“O que defendi para Belém está escrito”
quarta-feira, outubro 01, 2014
Sinais

Quando o Dia Mundial da Música se junta ao dia em que entra em vigor a lei de criminalização dos maus-tratos a animais em Portugal só pode ser um bom sinal…
Via Erica Macieira
Foto Praia Grande
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