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quinta-feira, julho 12, 2012

Incêndio de ontem na Serra de Sintra

IncendioSintra11072012blogue IncendioSintraJulho112012blogue O incêndio  de ontem na serra de Sintra, foi dado como dominado mais de quatro horas depois graças à intervenção de 281 bombeiros, apoiados por 85 viaturas e cinco meios aéreos. Dois bombeiros dos Voluntários de Almoçageme ficaram ligeiramente feridos, com queimaduras na face e nas costas, e foram transportados para o Hospital.
Após o primeiro alarme às 14H30, os primeiros bombeiros a chegar ao local do incêndio foram os de Colares , os primeiros meios aéreos (2 helicópteros Karmov) demoraram mais de uma hora a chegar à Serra de Sintra, às 16H30 os meios aéreos foram reforçados com dois aviões anfíbios, até às 19h30, as aeronaves descarregaram  toneladas de água sobre a zona do incêndio.
Terão estado em risco cerca de 200 hectares da Serra de Sintra, a intervenção das diversas corporações de bombeiros no terreno terão salvaguardado zonas sensíveis como Palácio de Monserrate, Palácio da Pena , Chalet da Condessa d´Edla, e Tapada D.Fernando nos Capuchos.
Segundo afirmações  do presidente Fernando Seara à SIC, foram acionados meios de protecção em incêndios no Parque da Pena que contribuiram para a redução de potenciais e irreparáveis prejuízos naquela zona da serra.

terça-feira, agosto 17, 2010

Nova estrada de 12 Km na Serra de Sintra

Notícia com 3 dias, sem ainda ter a informação toda, não deixa de ser preocupante - pois se é necessário abrir novos acessos, para facilitar o combate a eventuais incêndios florestais, os resultados das últimas intervenções da PSML na Serra de Sintra, (ver aqui, a situação actual da Tapada D.Fernando nos Capuchos), não nos deixam ficar descansados.Este post será actualizado conforme se consiga obter mais informações da nova "quase auto estrada" na Serra de Sintra.

Photobucket

Fotos de 14-08-2010 - nos Capuchos
Photobucket


Notícia do Jornal I-online

Engenharia militar abre estradas na serra de Sintra para proteger parque natural

por Agência Lusa, Publicado em 13 de Agosto de 2010

O objetivo não é destruir o parque natural, mas sim preservar a natureza. Apesar da maquinaria pesada que leva tudo à sua passagem, a engenharia militar está na Serra de Sintra com retro escavadoras, bulldozers e camiões para preparar a mata para os incêndios.

O Exército aceitou o desafio da Autoridade Florestal Nacional, que em colaboração com as autarquias, está a abrir uma estrada com 12 quilómetros para acesso a viaturas dos bombeiros de combate aos fogos, em caso de incêndio florestal nesta zona protegida.

Estes trabalhos na floresta de Sintra permitem à força militar nacional, que será destacada para o Líbano no final do ano, treinar o seu “nível operacional num ambiente real, com uma mais valia para o país e para a sociedade”, explicou o segundo comandante do regimento de Engenharia 1, tenente coronel Vale do Couto.

A obra já realizada, cerca de quatro quilómetros, já permite chegar a zonas “inacessíveis até há bem pouco tempo”, merecendo mesmo um louvor do Comandante Operacional Municipal da Protecção Civil de Sintra, Pedro Nunes, que classifica o trabalho do Exército como “espetacular”.

O novo acesso começa junto ao Convento dos Capuchos, numa subida íngreme e só acessível de viatura todo o terreno. O que estava fechado com matos, acácias e silvas ficou um ‘estradão’ muito liso em terra batida, com a função de corta fogo e acesso a viaturas de emergência.

Uma máquina potente de rastos, com uma lâmina de cerca de quatro metros, vai na frente a desbravar e a empurrar tudo para o lado, seguindo atrás uma niveladora, máquina de seis rodas com uma pá móvel, que deixa tudo liso à sua passagem, na nova “quase auto estrada” do Parque Natural, graceja o sargento engenheiro que partirá para o Líbano.

Os camiões transportam depois o saibro, retirado de uma zona erma próxima e despejam as pedras - que misturadas com terra ficam completamente lisas com a passagem do cilindro. No final fica-se com uma quase auto estrada preparada para as “viaturas circularem quase a fundo e sem perderem tempo”, explicou o tenente coronel.

Vale do Couto explicou, durante a visita da agência Lusa às obras na serra, que este tipo de trabalho é muito gratificante em termos pessoais, pois “além de servir de treino aos militares, deixa uma marca” pessoal para o bem da sociedade.

O Exército já executou “cerca de 36 por cento da obra” de engenharia, sem descurar valetas, descarregadores ou mesmo manilhas de passagem de água por baixo da estrada.

“Já que se está a fazer, faz-se bem”, concluiu.

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Árvores de Sintra

carvalhodaPena
"No tempo do antigo regente * Carlos de Oliveira Carvalho não se cortava uma árvore sem a sua autorização - Que saudades do velho "Carvalho da Pena!".
José Alfredo da Costa Azevedo, no Jornal de Sintra de 4 de Novembro de 1972

Intervenções Sintrenses

Depois da intervenção da PSML, na Tapada D. Fernando II em 2007, e de Monserrate em 2008 - E das várias intervenções no Linhó de que as fotos que uma leitora do blogue, gentilmente nos enviou, testemunham:

Linhó2009 0114 171319
Linhó 2009

Linhó2010 0108 160505
Linhó 2010
Mais fotos aqui - E mais recentemente a intervenção nas tílias de S.pedro de Sintra.

Fica a grande preocupação sobre o que poderá ainda acontecer aos plátanos de Colares?

Notas:
* "Carlos de Oliveira de Carvalho, falecido em 1939, de quem podemos dizer que foi um continuador da obra de do rei- artista D.Fernando II"

"Durante 28 anos foi regente do Parque da Pena, tendo também a seu cargo a administração da Serra de Sintra"

José Alfredo da Costa Azevedo

terça-feira, junho 09, 2009

Prevenção dos incêndios florestais pode hipotecar biodiversidade

Excertos de um artigo Nicolau Ferreira, no jornal "Público" de Domingo 7 de Junho de 2009:

"A prevenção dos incêndios pode pôr em perigo a biodiversidade das florestas. Parece ser uma antítese, mas um artigo publicado recentemente por um biólogo e especialista em insectos português (José Alberto Quartau), dá o alerta para a pouca consideração que as espécies vivas e em particular os insectos têm na legislação portuguesa criada para minimizar o risco dos fogos.(...)"
Tapada D.Fernando II, depois da intervenção da PSML em 2007

"O que o investigador teme é o impacte que uma limpeza excessiva e desregrada do subcoberto vegetal - toda a vegetação mais rasteira que cresce por baixo das árvores que é o principal habitat dos insectos - poderá ter na sobrevivência das espécies de insectos.(...)"
Monserrate, depois da intervenção da PSML em 2009

"A lei define duas escalas para as áreas de gestão. Os cobertos florestais com mais de 500 hectares - um quadrado com mais de 2236 metros de lado - terão que ser separados por faixas de terreno com a largura de 125 metros onde todo o coberto vegetal terá que ser removido. Áreas que não sejam maiores do que 50 hectares - um quadrado com 707 metros de lado - terão que ser separadas por faixas com um tamanho entre dez e 50 metros, nos casos de maior risco de incêndios poderá ir até aos cem metros.

O tamanho das faixas de separação será de acordo com o que existe nas extremidades do coberto vegetal: ruas, caminhos-de-ferro, edifícios, aldeias. Apesar destas limitações, Quartau tem medo da aplicação da lei. "Na prática, quem limpa, rapa tudo. Contrata uma empresa que não tem directivas ecológicas e limpa o mato todo", alerta. E é na continuidade deste processo, que pode ser ainda mais violento quando o material resultante está destinado à ser utilizado como biocombustível - o que está previsto na mesma lei (...)"

-Ler artigo do Público "Prevenção dos incêndios pode hipotecar biodiversidade"

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Um alerta sobre o Convento dos Capuchos

Rui Vasco Silva, no Blogue “SOS Capuchos”, faz um alerta sobre o estado de degradação e abandono em que se encontra o Convento dos Capuchos, cuja construção remonta ao séc XVI. Graffitis deixados por visitantes, falta de guias, necessidade urgente de obras de recuperação, questões da segurança do local, alguns dos aspectos que a PSML deveria ter em consideração.

A envolvência florestal arrasada pela intervenção “anti-infestantes“ que ocorreu em 2007, dá actualmente àquele local uma imagem que envergonha quem gosta de Sintra.
O que escreveria dos portugueses, William Beckford se hoje voltasse a Sintra e visitasse o
Convento da cortiça?

Fotos da entrada do Convento publicadas na "Illustração Portugueza" de 3 de Agosto de 1908

“Tenho para mim, porque a realidade assim me leva a concluir, que os Capuchos são a pedra no sapato das sucessivas tutelas. Centrando-me na actual, não é difícil concluir que o Convento é o parente pobre dos Parques sob controlo da Sociedade PSML, razão pela qual o investimento (não apenas mas também financeiro) realizado pela empresa nos diferentes espaços que tutela é tão desiquilibrado, e desajustado face às necessidades dos mesmos.”
Rui Vasco Silva no Blogue “SOS Capuchos”

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Um novo blogue sobre o Convento dos Capuchos

“SOS CAPUCHOS” é um novo blogue dedicado ao Convento dos Capuchos, o seu autor Rui Vasco Silva, responsável por dois outros blogues: Serra de Sintra e Parque da Pena - três trabalhos essenciais para quem quer conhecer melhor a Serra de Sintra.

Este novo blogue na sequência dos dois outros trabalhos pretende, como escreve Rui Vasco Silva, chamar a atenção para a “enorme importância histórica e patrimonial” do Convento dos Capuchos - preocupado também com “a destruição do espaço, e má gestão material, o desrespeito pelo seu espírito inicial bem como pela memória do lugar” e para a “ausência das imagens de arte sacra há muito tempo retiradas, supostamente para restauro.” Considera ainda que intervenção da PSML naquele local desde 2007, afronta a “ Memória do Lugar" pois as “Tapadas adjacentes ao Convento foram arrasadas pelo abate não proporcionado nem selectivos de árvores.” Pretende que o trabalho agora lançado, ajude a “sua recuperação, bem como pelo respeito relativo à história, ao espírito e à memória do lugar."

sábado, janeiro 24, 2009

A Serra de Sintra, os cortes de árvores e os resultados

Foto da Tapada D.Fernando II em Agosto de 2007 durante os trabalhos de desflorestação

Um artigo do jornal “Público” de sexta-feira, 23/01/2009 destaca que a «Associação de Defesa do Património de Sintra vai questionar o ministro do Ambiente sobre exagero da intervenção em área protegida - O corte de arvoredo na serra de Sintra, nas tapadas entre a rampa da Pena e a estrada para os Capuchos, está a preocupar técnicos e ambientalistas por ameaçar a "vivência" da Paisagem Cultural classificada pela UNESCO.»
Em 2007 o mesmo problema aconteceu na Tapada D.Fernando II, e como também lembra o jornal “Público” de ontem em artigo de Luis Filipe Sebastião:
”A polémica em torno das acções da Parques de Sintra-Monte da Lua (PSML) na serra não é de agora. Em Agosto de 2007, cidadãos e partidos manifestaram-se contra a desflorestação da Tapada de D. Fernando II, por não envolver só acácias e pitósporos, mas também espécies não-infestantes. As dúvidas estendiam-se ao destino da madeira cortada, que um técnico florestal garante ter ficado na posse da empresa contratada para a limpeza.”- Nessa altura com pena nossa não se conseguiu ouvir a voz da ADPS, voz importante nas coisas de Sintra...
Foto da Tapada D.Fernando II de Agosto de 2007, durante os trabalhos de desflorestação

O programa de desflorestação justificado pela eliminação de espécies invasoras continuou e ainda é o Jornal "Público" que comenta:
Algumas zonas, principalmente junto aos muros do parque da Pena e mais próximo do acesso ao antigo convento, eram ladeadas por uma densa área florestal.
Este cenário foi radicalmente alterado nas últimas semanas, mediante o corte da maioria das árvores numa faixa de várias dezenas de metros a partir da via pública. Onde antes a vista repousava num manto verdejante, composto por espécies variadas, das folhosas autóctones às infestantes exóticas, restam clareiras com o terreno revolvido, com cotos de troncos de pequeno porte. Os escassos restos por retirar, na Tapada de Monserrate, permitem identificar o abate de alguns cedros de grande porte e aparentemente de boa saúde fitossanitária. Nas tapadas do Mouco e D. Fernando II, e na envolvente do Convento dos Capuchos, ficaram de pé uns quantos pinheiros ou eucaliptos. Algumas zonas apresentam estacas condutores de espécies entretanto plantadas. Mas que, na Tapada D. Fernando II, estão já ameaçadas pelo recrudescimento do acacial.”
* Texto integral da notícia do Jornal "Público" de 23/01/2009-aqui
**Post de 2007 sobre a Tapada D.Fernando II-aqui

A Tapada D.Fernando II, 538 dias depois...
Foto da Tapada D.Fernando II em 23 de Janeiro de 2009

Em 2007, em resposta aos nossos pedidos de explicações face ao grau de desflorestação que estava a ocorrer na Tapada D. Fernando II, foi-nos enviado uma explicação por parte do EngºJaime Ferreira,Director Técnico da PSML, de que transcrevemos os seguintes parágrafos:
“Na Tapada D. Fernando II, a intervenção que vimos desenvolvendo consiste na redução do coberto florestal no perímetro da propriedade e nas margens dos caminhos, eliminando as espécies invasoras e retirando árvores e ramos de risco para salvaguarda de pessoas e bens.

No Convento dos Capuchos, a intervenção consiste em remover as espécies invasoras, remover árvores e ramos de risco e retirar lenhas caídas.

Na Tapada de Monserrate, para a qual está a ser desenvolvido um Projecto de Beneficiação Florestal ao abrigo do Programa AGRO, as acções consistem na remoção da vegetação invasora, no desbaste do pinhal e na beneficiação de caminhos florestais.”
*Texto da resposta da PSML em 2007 -Aqui
Foto da entrada do Convento dos Capuchos em 23 de Janeiro de 2009

Hoje, 538 dias depois da desflorestação que foi levada a efeito na Tapada D.Fernando II o impacto daquela intervenção em 2007,é desolador e desconfortável e irá permanecer por muitos anos. Local, antes frondoso com uma grande exuberância florestal e que agora só fará parte da memória daqueles que o conheceram antes.
O acesso ao Convento dos Capuchos continua com cercas de arame o que dá uma má impressão a quem pretende visitar aquele local. E quem não conheça aquele acesso vai pensar de certeza que se enganou no caminho.

Foto da Tapada D.Fernando II em 23 de Janeiro de 2009

Actualização Jornal Público de 24-01-2009 -aqui

terça-feira, julho 29, 2008

Defender a Floresta

Imagem do incêndio na Serra de Sintra de 7 Julho, na zona dos Capuchos

Algumas iniciativas para defender a serra de Sintra de incêndios, estão em marcha.De Julho a 30 de Setembro, um grupo de jovens voluntários vão vigiar a Serra de Sintra no âmbito de um “Programa de Voluntariado Jovem para a s Florestas”.Também irão sensibilizar as populações para “o risco de incêndio,limpeza das áreas florestais, e participação de inventariação de necessidades de intervenção nos espaços florestais, quer em acções de limpeza, quer em registo de ocorrências.”

Imagem do incêndio na Serra de Sintra de 7 Julho,na zona dos Capuchos
Florestas de Sintra em discussão

Até 21 de Agosto está disponível para consulta pública o Regulamento de “Zona de Intervenção Florestal de Sintra” no site da CMS.

Este ano já com dois incêndios, a Serra de Sintra necessita da vigilância e dos cuidados de todos para não colocar em risco o tesouro florestal que herdámos. As intervenções que os cidadãos de Sintra desenvolverem nesse sentido serão de grande utilidade e uma forma de colaborar com as corporações de Bombeiros, que nesta altura do ano se mantém vigilantes para evitar os perigos de novos incêndios numa zona tão sensível como a Serra de Sintra.

sexta-feira, julho 11, 2008

Os incêndios do passado domingo na Serra de Sintra


17H00, foto obtida a partir de Colares

Publicamos hoje três fotos do violento incêndio que deflagrou no domigo na zona sensível dos Capuchos,(post publicado no Rio Das Maçãs), O alerta foi dado muito perto das 17H00, num domingo muito ventoso, o que complicou o trabalho de 228 bombeiros que combateram o incêndio. O combate foi apoiado por meios aéreos, e 65 viaturas.
O incêndio foi dado como circunscrito cerca das 20H00, mas só depois de uma intervenção de 2 aviões Canadairs, já muito próximo das 21H00, os bombeiros puderam descansar.

Algum tempo depois era este o aspecto da coluna de fumo
Ataque ao incêndio com um dos dois helicópteros usados com grande eficácia
Post relacionados
-Serra de Sintra fustigada por incêndios-aqui
-Incêndios no Parque Natural Sintra Cascais-aqui

terça-feira, outubro 30, 2007

A visita de William Beckford ao Convento dos Capuchos em 1787

Fotos de António Passaporte do Arq.fotográfico da CML

“Tinhamos em perpectiva um longo passeio, e por isso não pude demorar-me metade do tempo que desejava naquele alto e apartado monte.Descendo por uma sofrível estrada, que serpeia entre os rochedos em muitas curvas irregulares, percorremos algumas milhas de um estreito planalto, sobre a crista de montes bravios e ermos, até ao convento de Cortiça, que corresponde exactamente à primeira vista que lhe lançámos,`a pintura que fazemos no nosso espírito da habitação de Robison Crusué.”
William Beckford em 1787
A Corte da rainha D.Maria I

220 anos depois....
Em 2007 , passados 220 anos da estadia de Willian Beckford em Sintra, os muitos visitantes que ocorrem àquele local do Parque Natural Sintra Cascais,tem à sua espera esta "agradável" imagem à chegada ao Convento dos Capuchos.





domingo, agosto 19, 2007

Regresso à Tapada D.Fernando II




Fotos tiradas na Tapada D.Fernando II, em 18 de Agosto de 2007



Ponto da situação
Todas as participações, que este assunto gerou,(mesmo numa altura de férias) estão a ser sem dúvida muito úteis para o acompanhamento da intervenção da PSML no património natural da serra de Sintra, sublinhando o aspecto positivo da resposta da PSML, através do Engº Jaime Ferreira,e o aspecto menos positivo a posição da Quercus, que parece distante do problema, e do silêncio total da Associação Olho Vivo, e da Associação de Protecção do Património de Sintra.
-Em entrevista ao Alvor de Sintra em 7/8/2007 o engº Jaime Ferreira director técnico para a área de floresta jardins e obras do PSML, era explicado que“a madeira abatida nas várias zonas tem como destino a produção de energia através de biomassa. Na tapada e na zona envolvente do convento é a “Sequóia Verde” - empresa responsável pelo projecto - que transporta toda a matéria morta para a central".

Em resposta ao “Rio das Maçãs”, indica que “Não há ainda implantado na zona nenhum esquema de aproveitamento da biomassa resultante dos cortes, pelo que os ramos e folhas são estilhaçados e ficam no local, para reposição de nutrientes e cobertura do solo, e os troncos saem, para queima, de acordo com o contrato estabelecido com o adjudicatário de alguns dos trabalhos.”
Ora aqui parece que há uma contradição clara entre o que foi dito ao Alvor de Sintra e aquilo que acontece no terreno.

-No regresso à Tapada D.Fernando II, ontem (sábado)verificámos que o ruído das motoserras continua, que não existem (ainda) os tais painéis explicativos das intervenções que estão decorrer,e qual a solução prevista para aquele local.
-Também o ICN, vem agora afirmar que “ reconhece impacto visual do corte de árvores na Tapada D. Fernando II “ e que “o acompanhamento vai ser feito semanalmente”
O que dá a entender que no terreno além da “Sequóia Verde”,empresa que estará a fazer os abates mais ninguém estaria a fiscalizar a intervenção.
Constatámos que aquele local, continua protegido por vários carros de bombeiros, o que acontece talvez, desde os anos 70.É naquele local onde de Verão permanentemente se encontram de prevenção unidades de bombeiros, e portanto um dos locais mais protegidos de toda a serra contra o perigo de incêndios.Havendo outros locais na serra (na minha opinião), com mais necessidade de intervenção da PSML, face ao risco de incêndio, pelo número de árvores caídas e apodrecidas ,como no Parque da Pena, e no Castelo dos Mouros.
As obras de beneficiação nos Capuchos, assustam. As cercas de arame à volta do Convento e as clareiras derivado do derrube das centenas de árvores que ali existiam, afastam qualquer visitante daquele local , onde anteriormente era agradável chegar e fazer uma visita ao Convento - que actualmente fica fora da visão de quem chega.(É necessário não esquecer que em Agosto, é a altura de mais visitantes a este local).

Em 27 de Março e 2007, foi assinado um protocolo“ entre a autarquia e a Agência Municipal de Energia de Sintra (AMES), a Higiene Pública Empresa Municipal (HPEM) e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra (SMAS) –aponta para a criação de uma Base de Dados actualizada de toda a Serra, bem como a análise da produção dos resíduos provenientes da limpeza florestal. O estudo inclui ainda a análise das linhas de águas existentes e a definição de uma metodologia de trabalho da limpeza da floresta."-Será que já está implementado ?






sexta-feira, agosto 17, 2007

Tapada D.Fernando II-a resposta da PSML


Tapada D.FernandoII, em 8 de Agosto de 2007

Face aos nossos pedidos de informação, sobre a intervenção que está a ocorrer na Tapada D.Fernando II, recebemos hoje a resposta da PSML, que passamos a trancrever:


Exmº Senhor...
Venho, por este meio, responder ao seu mail de 8 de Agosto sobre a preocupação que os trabalhos florestais em curso no Convento dos Capuchos e nas tapadas de D. Fernando II e de Monserrate, lhe suscitaram.

1. Saliento, em primeiro lugar, que nos agrada registar que as actividades que desenvolvemos são identificadas e acompanhadas por quem se interessa pelo património de Sintra, e reconheço que deveríamos dar mais atenção à informação que prestamos a qual, face às suas dúvidas, foi certamente insuficiente.

Em consequência, decidimos já colocar nos locais painéis explicativos dos trabalhos que estamos a desenvolver e que não são, de modo algum, de “desflorestação” ou de “abate de árvores centenárias”, como passo a explicar.

2. Como sabe, a Serra de Sintra, inserida no Parque Natural de Sintra-Cascais, é considerada Zona Crítica de Incêndios (recordem-se os de 1966, 1979 e 1991). Após estes grandes incêndios, as espécies invasoras disseminaram-se por toda a Serra. Estas espécies tem uma ecologia de fogo associada, isto é propagam-se mais facilmente após a ocorrência do fogo.

As áreas do Convento dos Capuchos e Tapada D. Fernando II foram severamente afectadas. E excluindo um núcleo de vegetação autóctone na envolvente do Convento, todo o seu ecossistema foi fortemente afectado pelo domínio das espécies invasoras, a mais relevante das quais, pela sua agressividade e dominância, é a acácia (Acacia sp. ). Esta espécie concorre pelo mesmo espaço e luz com as espécies autóctones e estas, normalmente, perdem a seu favor. Outras espécies invasoras estão presentes: Pittosporum undulattum (pitósporo); Robinia pseudoacacia (robinia); Hakea salicifolia; Aillanthus altissima (ailanto).
À medida que as espécies invasoras avançam na Serra de Sintra, por abandono ou insuficiente gestão, diminui a biodiversidade do Parque Natural de Sintra-Cascais. A gravidade desta ameaça ambiental levou a publicação do Decreto - Lei 295/99 de 1999/12/21.

Não foram abatidas árvores centenárias porque as invasoras que foram removidas resultam dos incêndios acima referidos. É, ainda de referir, que estás espécies têm elevadas taxas de crescimento, a que corresponde um elevado consumo de água, resultando exemplares de grande porte.

Diminuir o risco de incêndio é uma obrigação legal de qualquer proprietário de uma floresta (Dec. Lei nº. 124/2006 de 28/6. - Artº. 15), e controlar a expansão das espécies invasoras faz parte obrigatória da boa gestão do património natural, em particular do tão relevante património à nossa guarda.

A silvicultura preventiva, isto é, a execução de acções de corte de vegetação eliminando a continuidade dos combustíveis com vista à diminuição do risco de incêndio, deve ser a resposta principal em áreas com elevado risco como é a Serra de Sintra.

As zonas de maior risco de incêndio são as confinantes com a rede viária e caminhos, pelo que devem ser preferenciais na execução de acções de silvicultura preventiva.

Na Tapada D. Fernando II, a intervenção que vimos desenvolvendo consiste na redução do coberto florestal no perímetro da propriedade e nas margens dos caminhos, eliminando as espécies invasoras e retirando árvores e ramos de risco para salvaguarda de pessoas e bens.

No Convento dos Capuchos, a intervenção consiste em remover as espécies invasoras, remover árvores e ramos de risco e retirar lenhas caídas.

Na Tapada de Monserrate, para a qual está a ser desenvolvido um Projecto de Beneficiação Florestal ao abrigo do Programa AGRO, as acções consistem na remoção da vegetação invasora, no desbaste do pinhal e na beneficiação de caminhos florestais.

As áreas sujeitas a controlo de espécies invasoras serão sujeitas a rearborizações com espécies autóctones.

Todas estas acções estão autorizadas e são acompanhadas pelo Parque Natural de Sintra-Cascais.

É ainda de salientar que iniciámos durante este ano a produção de espécies autóctones com recurso ao germoplasma de exemplares existentes no Parque de Monserrate, como é o caso dos sobreiros. Esta produção, que é facultada aos visitantes dos Parques Históricos, pode vir a ser incrementada e usada nas rearborizações.

3. Não há ainda implantado na zona nenhum esquema de aproveitamento da biomassa resultante dos cortes, pelo que os ramos e folhas são estilhaçados e ficam no local, para reposição de nutrientes e cobertura do solo, e os troncos saem, para queima, de acordo com o contrato estabelecido com o adjudicatário de alguns dos trabalhos.

4. Esperando que esta informação lhe permita compreender que o que estamos a fazer é o que deve ser feito e não, como teme, “ um enorme erro”, fico ao dispor para o esclarecimento de quaisquer dúvidas que possam evitar outros receios infundados.

Com os melhores cumprimentos,

Jaime Ferreira,
Director Técnico da PSML,
Licenciado em Engenharia Florestal
Posição do Instituto de Conservação da Natureza:
-Informação do ICN sobre a Tapada D.Fernando II, publicada hoje no "Alvor de Sintra"-aqui

quinta-feira, agosto 16, 2007

PARQUE PARAQUE TEQUERO

“Se todos, de alguma forma, tomámos apenas de empréstimo às gerações futuras a terra onde vivemos, se em Sintra o que nos doaram pelo tempo das nossas vidas é tão único e belo, e se, para mais, a zona é tão complexa e variada que a sua gestão exige enfrentar dilemas como os recordados por António Lamas, então não é possivel esperar apenas que os “outros”-e os “outros” são quase sempre os poderes públicos-façam o que cabe a cada um de nós.Como cidadãos”.
José Manuel Fernandes
–Director do jornal “Público” no prefácio do PARQUE PARAQUE TEQUERO
Mancha verde do PSML -foto Google Earth
Texto do e-mail que enviei ao PSML em 8 e em 13 de Agosto de 2007 de que não obtive qualquer resposta.
Subject: Tapada D.Fernando II
Date: Wed, 8 Aug 2007 23:59:25 +0000
Exmos, Srs,
Não existindo no vosso site outro e-mail, deduzo que este será o único contacto via internet disponivel para o PSML.Tendo um blogue sobre a região de Sintra, "Rio das Maçãs",http://www.riodasmacas.blogspot.com/.Tenho publicado vários artigos sobre assuntos referentes ao PSML, especialmente sobre a recuperação do Chalet da Condessa dÉdla, e o Palácio da Pena.
Desta vez a questão porque os contacto é sobre a desflorestação que a Tapada D.Fernando II, junto ao Convento dos Capuchos está a sofrer. Estive lá e verifiquei indignado o abate de árvores centenárias, com a justificação de uma intervenção, em prol do controlo de "espécies invasoras", associado com a prevenção de incêndios.Está também em actividade na Tapada uma empresa criada "Sequoia Verde", que abate, transporta todo o material retirado da Tapada, para produção de biomassa.
Sobre este assunto publiquei hoje um post, em que coloco duas perguntas ao PSML:
1ªCom que direcção cientifica está o PSML a conduzir o abate de árvores na Tapada D.Fernando II, adjacente ao Convento dos Capuchos?
2ªQuem fiscaliza a empresa "Sequóia Verde"- No terreno durante a "limpeza"-e a na unidade de produção de biomassa?
Esta segunda pergunta, terá a ver com o protocolo assinado em 27 de Março de 2007, entre a Câmara Municipal de Sintra, e Agência Municipal de Energia de Sintra (AMES), e Higiéne Pública Empresa Municipal (HPEM) e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS), que apontava para a criação de uma base de dados actualizada de toda a serra, bem como a análise da produção dos resíduos provenientes da limpeza florestal.
Como municípe interessado na preservação do património monumental e natural de Sintra e estando preocupado com o abate de árvores centenárias numa área sensível da Serra de Sintra, e não encontrando informação suficiente que me garanta que o que está acontecer não seja um enorme erro, solicitava do PSML acesso a mais informação sobre o trabalho de desflorestação que se está a processar, e a forma com está acompanhar no terreno os trabalhos, efectuados pela "Sequoia Verde", e também quem acompanha a fase de produção de biomassa.
Aguardando os vossos esclarecimentos.
Com os meus cumprimentos,
Pedro Macieira


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-Outras "limpezas" na Serra de Sintra.-pressionar

segunda-feira, agosto 13, 2007

Os cedros também se abatem na Serra de Sintra

Foto tirada em 8/08/2007 -Tapada D.Fernando II

O PSML, está a fazer uma intervenção na Tapada D.Fernando II , através de uma empresa de nome “Sequóia Verde” como sendo uma limpeza de espécies infestantes (como Acácias e Pitosporos),no sentido de obviar o risco de incêndios. Em posts anteriores temos denunciado a intervenção que está a deixar clareiras e a abater árvores adultas, criando um desequilíbrio naquele ecossistema que irá demorar muitos anos a recuperar, mesmo com a plantação de outras espécies.
Foto tirada em 8/08/2007-Tapada D.Fernando II
Quanto aos excessos que se está a praticar, publicamos hoje mais alguns exemplos que nos foram enviadas por Carlos Portugal, e que demonstra como no dia 10/08/2007, dois dias depois de estarmos, nos Capuchos se abatiam cedros na zona da Malveira da Serra.










Cedros marcados para abate ?







Cepos de cedro
Considerando que a serra de Sintra não é um património dos Parques de Sintra Monte da Lua, as suas intervenções neste património natural, deveriam ser justificadas publicamente com informação detalhada nos locais onde essas intervenções decorrem.
E como o contacto via e-mail feito em 8/08/2007, não mereceu qualquer resposta do PSML, aqui ficam de novo as perguntas, cujas respostas considero de grande importância, para que todos que gostam da serra de Sintra possam conhecer o âmbito destas intervenções,e como e quem fiscaliza no terreno este tipo de desflorestação.

Foram estas perguntas que dirigi ao PSML, e que volto a repetir hoje , e que até agora não tive qualquer resposta:
- Com que direcção científica está a PSML a conduzir o processo de abate de árvores na Tapada D.Fernando II, adjacente ao Convento dos Capuchos ?
- Quem fiscaliza a empresa “Sequoia verde”-No terreno durante a “limpeza” -e na unidade de produção de biomassa?
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sexta-feira, agosto 10, 2007

Outras ”limpezas” na Serra de Sintra


Tapada D.FernandoII-Capuchos -8Agosto2007-Foto:PedroMacieira

As limpezas florestais, que decorrem das necessidades de manter caminhos, e retirar matos e madeira seca, é uma tarefa necessária para salvaguardar as zonas de floresta do risco de incêndios. O que está a ocorrer na Tapada D.Fernando II , na minha modesta opinião ultrapassa em muito esses procedimentos como tentei demonstrar nas fotos que publiquei ontem aqui.

Ora o que acontece é que por motivos que não conheço, mas poderei suspeitar, essas intervenções vão normalmente além do que é necessário, danificando um património florestal que deveria ser preservado.

Com colaboração prestimosa de Carlos Portugal, publicamos algumas fotos de uma outra intervenção que decorreu há 3 anos na zona da Azóia (área protegida do Parque Natural Sintra Cascais) as imagens testemunham o resultado da “limpeza” efectuada, com o consequente abate de árvores que pelos cepos seriam de grande porte.




























Fotos de Carlos Portugal-Azóia-Sintra-2004
-Relativamente ao assunto da Tapada D.Fernando II onde decorre uma desflorestação em larga escala, dirigi um e-mail ao PSML, de que ainda não obtive qualquer resposta.

quarta-feira, agosto 08, 2007

A (des)TAPADA D.FERNANDO II NOS CAPUCHOS

" No tempo do antigo regente Carlos de Oliveira Carvalho não se cortava uma árvore sem a sua autorização -Que saudades do velho “Carvalho da Pena!”.
José Alfredo da Costa Azevedo no Jornal de Sintra 4 de Novembro de 1972


“A Tapada D.Fernando II é um espaço florestal situado junto ao Convento dos Capuchos, estando sob a tutela da empresa Parques de Sintra Monte da Lua. Trata-se de uma área de 31 hectares onde existiam exemplares notáveis de árvores centenárias, algumas das quais pertencentes às espécies infestantes (como Acácias e Pitosporos), e que se constituia como um foco de floresta verdadeiramente ímpar.”

Blogue Serra de Sintra

Nos Capuchos hoje de manhã o intenso ruído de motoserras, substituía o chilrear das aves e dos sons das brisas matinais a agitar o topo do frondoso arvoredo que havia naquele local. Para justificação deste intenso ruído mecânico, em entrevista ao jornal digital Alvor de Sintra, Jaime Ferreira director técnico para a área de floresta jardins e obras do PSML, explica : «tratar-se de um conjunto de “trabalhos de beneficiação da zona”, destinados a aliar ”o controlo de espécies invasoras” como as árvores em abate, à “prevenção de incêndios no centro da Serra de Sintra».


Durante a manhã, estivemos na Tapada D.Fernando II junto ao Convento dos Capuchos e o espectáculo é pior do que se poderia imaginar,as fotos darão um pequeno exemplo dos “trabalhos de beneficiação”, que se estão a proceder naquele zona protegida do Parques Sintra Monte da Lua.
Também sobre o destino da madeira que era retirada daquele local, Jaime Ferreira afirmou ao “Alvor de Sintra” que a « a madeira abatida nas várias zonas tem como destino a produção de energia através de biomassa. Na tapada e na zona envolvente do convento é a “Sequóia Verde” - empresa responsável pelo projecto - que transporta toda a matéria morta para a central. Em Monserrate são os serviços do parque que tratam da tarefa de remoção».


Não sendo especialista na matéria, mas olhando aquele local hoje, e lembrando-me da florestação que ali existia , a situação que me foi dado ver é muito perturbadora.

E faço minha, a pergunta que o blogue Serra de Sintra fez ao PSML :

- Com que direcção científica está a PSML a conduzir o processo de abate de árvores na Tapada D.Fernando II, adjacente ao Convento dos Capuchos?
-
- E acrescento mais esta pergunta que tem a ver com o protocolo assinado entre a autarquia e a Agência Municipal de Energia de Sintra (AMES), a Higiene Pública Empresa Municipal (HPEM) e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra (SMAS)*

- Quem fiscaliza a empresa “Sequoia verde”-No terreno durante a “limpeza” -e na unidade de produção de biomassa?

Não sei se alguém se incomodará a dar as respostas, mas irei através deste blogue e na sequência do alerta lançado pelo “Serra de Sintra" continuar a exigir do PSML ,mais informação sobre a desflorestação que está a ser praticada actualmente no coração da serra de Sintra.

Notas:
*Carlos Eugénio de Oliveira Ferreira de Carvalho “Carvalho da Pena”, Administrador Florestal do Parque da Pena nos anos 40.

**O protocolo assinado, em 27 de Março de 2007 - entre a autarquia e a Agência Municipal de Energia de Sintra (AMES), a Higiene Pública Empresa Municipal (HPEM) e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra (SMAS) –aponta para a criação de uma Base de Dados actualizada de toda a Serra, bem como a análise da produção dos resíduos provenientes da limpeza florestal. O estudo inclui ainda a análise das linhas de águas existentes e a definição de uma metodologia de trabalho da limpeza da floresta.

-Post do blogue Serra de Sintra -aqui