Fotos em 01/11/2019
Decorre até Domingo, 3 de Novembro o VII Feira da Maçã Reineta em Fontanelas
Presente o tradicional doce do Arrobe, em que a maçã reineta é um dos componentes
Presença da Escola de Hotelaria de Colares
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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sábado, novembro 02, 2019
quinta-feira, outubro 24, 2019
Festival da Maçã Reineta em Fontanelas
Maçã Reineta de Fontanelas em chão de areia. (foto em 16/09/2019)
Maçã Reineta
"A maçã reineta é um fruto caracteristíco de Fontanelas. Com uma cor mista de tons verdes e castanho-avermelhado, forma arredondada, o gosto ligeiramente adtringente da sua polpa branca-amarelada, refresca-nos e faz-nos lembrar o clima ameno onde este fruto é cultivado."
*De um folheto distribuído pela organização do Festival da Maçã Reineta
Foto em 16/09/2019 em Fontanelas
Nos próximos dias 1, 2 e 3 de Novembro, realiza-se em Fontanelas a VII Feira da Maça Reineta
Maçã Reineta
"A maçã reineta é um fruto caracteristíco de Fontanelas. Com uma cor mista de tons verdes e castanho-avermelhado, forma arredondada, o gosto ligeiramente adtringente da sua polpa branca-amarelada, refresca-nos e faz-nos lembrar o clima ameno onde este fruto é cultivado."
*De um folheto distribuído pela organização do Festival da Maçã Reineta
Foto em 16/09/2019 em Fontanelas
Nos próximos dias 1, 2 e 3 de Novembro, realiza-se em Fontanelas a VII Feira da Maça Reineta
quarta-feira, setembro 18, 2019
No tempo das vindimas - produção 2019
domingo, outubro 28, 2018
Coisas de Outono
Foto com os "Bolos dos Santos" e as Maçãs Reinetas de Fontanelas
A tradição obriga em algumas regiões, que no dia 1 de Novembro, além do "Pão por Deus", a confecção de uma broas , "Bolos dos Santos", (denominação na região de Mafra) - que tem a particularidade, de usar folhas de cana, colocadas nos tabuleiros que vão ao forno, de forma a evitar que as broas com a cozedura não se agarrem à base do forno.As da foto feitas já este ano, pela D.Lurdes do Mucifal oriunda da Encarnação/Mafra.
Macã Reineta em Festival em Fontanelas
A tradição obriga em algumas regiões, que no dia 1 de Novembro, além do "Pão por Deus", a confecção de uma broas , "Bolos dos Santos", (denominação na região de Mafra) - que tem a particularidade, de usar folhas de cana, colocadas nos tabuleiros que vão ao forno, de forma a evitar que as broas com a cozedura não se agarrem à base do forno.As da foto feitas já este ano, pela D.Lurdes do Mucifal oriunda da Encarnação/Mafra.
Macã Reineta em Festival em Fontanelas
Realizou-se no fim de semana, em Fontanelas,continuando no próximo dia 1 de Novembro, o VI Festival da Maçã Reineta uma iniciativa organizada pela Associação de Produtores de Frutos Tradicionais da Região de Colares, pela União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia e pela União de Freguesias de Terrugem e São João das Lampas, União das Freguesias de Sintra, com o apoio da Câmara Municipal de Sintra e várias entidades.
http://riodasmacas.blogspot.com/2018/10/festival.html
O festival tem por objectivo divulgar a produção, venda, consumo e confecção deste fruto que abunda na região de Sintra e especial em Fontanelas, em chão de areia.
sábado, outubro 20, 2018
terça-feira, outubro 09, 2018
Outubro e as Vindimas
Vindimas /foto em 09/10/2018
Vinha ramisco de Fontanelas (chão de areia)Foto em 09/10/2018
Malvasia (chão rijo) na chegada à adega Regional de Colares
Cachos da casta ramisco
"RAMISCO - Privilégio e maldição de Colares
É a casta de Colares, a identidade da região, o espelho mágico da identidade e singularidade de uma região única. É simultaneamente o privilégio e a maldição de Colares. Será porventura uma das castas mais exóticas de Portugal, uma das mais mal compreendidas, uma das menos estudadas e aproveitadas… e, quem sabe, uma das mais promissoras. Pela forma como sempre foi cultivada em Colares, em solos de areia de profundidade extrema, nunca consentiu as amarguras da filoxera. Por isso sempre foi plantada em pé-franco, em produção directa, sem necessidade de recorrer a portaenxertos. Subsistem dezenas de cepas históricas, plantas com idade superior aos 100 anos, verdadeiros patrimónios genéticos de valor incalculável. Infelizmente, e por a casta se encontrar confinada à região de Colares, quase não existem experiências na utilização de porta-enxertos americanos. Desconhece-se pois a sua valência fora da região natural. Mas a casta encerra promessas interessantes, em parte pela elevada acidez natural, que a poderiam qualificar para uma utilização mais intensiva e profícua, nomeadamente nas regiões mais soalheiras de Portugal. No Alentejo poderia ser uma solução. A pressão urbanística e a ameaça directa da construção civil são hoje o principal entrave da casta, acenando com um eventual, e assustador, perigo de extinção. A sua migração dependerá do resultado dos estudos de adaptação com porta-enxertos americanos. Os taninos fortes e a acidez natural elevada são as características distintivas da casta. Estas insígnias inatas dão-lhe especial aptidão para criar vinhos extremes, vinhos com uma enorme capacidade de guarda, mas igualmente vinhos que necessitam de muito tempo de estágio. Vinhos difíceis enquanto jovens, e portanto, vinhos de espírito pouco comercial. Mas o tempo confere-lhe elegância, polimento, perfume e delicadeza, descritores pouco comuns nas castas portuguesas. O tempo encarrega-se também de evidenciar os discretos aromas florais, a cereja e os aromas terrosos, a resina e o cedro.O potencial de acidez poderá revelar-se precioso no loteamento com castas de baixa acidez natural, como a Aragonês.(...)"
De um texto de Rui Falcão publicado em Blue Wine 21
Vinha ramisco de Fontanelas (chão de areia)Foto em 09/10/2018
Malvasia (chão rijo) na chegada à adega Regional de Colares
Cachos da casta ramisco
"RAMISCO - Privilégio e maldição de Colares
É a casta de Colares, a identidade da região, o espelho mágico da identidade e singularidade de uma região única. É simultaneamente o privilégio e a maldição de Colares. Será porventura uma das castas mais exóticas de Portugal, uma das mais mal compreendidas, uma das menos estudadas e aproveitadas… e, quem sabe, uma das mais promissoras. Pela forma como sempre foi cultivada em Colares, em solos de areia de profundidade extrema, nunca consentiu as amarguras da filoxera. Por isso sempre foi plantada em pé-franco, em produção directa, sem necessidade de recorrer a portaenxertos. Subsistem dezenas de cepas históricas, plantas com idade superior aos 100 anos, verdadeiros patrimónios genéticos de valor incalculável. Infelizmente, e por a casta se encontrar confinada à região de Colares, quase não existem experiências na utilização de porta-enxertos americanos. Desconhece-se pois a sua valência fora da região natural. Mas a casta encerra promessas interessantes, em parte pela elevada acidez natural, que a poderiam qualificar para uma utilização mais intensiva e profícua, nomeadamente nas regiões mais soalheiras de Portugal. No Alentejo poderia ser uma solução. A pressão urbanística e a ameaça directa da construção civil são hoje o principal entrave da casta, acenando com um eventual, e assustador, perigo de extinção. A sua migração dependerá do resultado dos estudos de adaptação com porta-enxertos americanos. Os taninos fortes e a acidez natural elevada são as características distintivas da casta. Estas insígnias inatas dão-lhe especial aptidão para criar vinhos extremes, vinhos com uma enorme capacidade de guarda, mas igualmente vinhos que necessitam de muito tempo de estágio. Vinhos difíceis enquanto jovens, e portanto, vinhos de espírito pouco comercial. Mas o tempo confere-lhe elegância, polimento, perfume e delicadeza, descritores pouco comuns nas castas portuguesas. O tempo encarrega-se também de evidenciar os discretos aromas florais, a cereja e os aromas terrosos, a resina e o cedro.O potencial de acidez poderá revelar-se precioso no loteamento com castas de baixa acidez natural, como a Aragonês.(...)"
De um texto de Rui Falcão publicado em Blue Wine 21
sexta-feira, novembro 03, 2017
Fontanelas - Festival da Maçã Reineta
Maçã Reineta
"A maçã reineta é um fruto caracteristíco de Fontanelas. Com uma cor mista de tons verdes e castanho-avermelhado, forma arredondada, o gosto ligeiramente adtringente da sua polpa branca-amarelada, refresca-nos e faz-nos lembrar o clima ameno onde este fruto é cultivado."
*De um folheto distribuído pela organização do Festival da Maçã Reineta
Presença de vários produtores
Macieiras e vinhas crescem nos mesmos terrenos, tanto de areia como de chão rijo, lado a lado de forma alternada.
segunda-feira, outubro 23, 2017
Feira da Maçã Reineta em Fontanelas
Feira da Maçã
Foto de 13/09/2017,cedida ao Jornal de Sintra
Pelo 5º ano, Maçã Reineta e os seus derivados em Fontanelas
Sr. Fonseca produtor de Maçã Reineta em chão de areia, em Fontanelas, acondicionando a Maçã, para ser transportada para a Cooperativa Agrícola de Colares (foto em 13/09/2017)
Foto de 13/09/2017,cedida ao Jornal de Sintra
Pelo 5º ano, Maçã Reineta e os seus derivados em Fontanelas
Sr. Fonseca produtor de Maçã Reineta em chão de areia, em Fontanelas, acondicionando a Maçã, para ser transportada para a Cooperativa Agrícola de Colares (foto em 13/09/2017)
quarta-feira, outubro 18, 2017
sexta-feira, setembro 22, 2017
As maçãs reinetas de Fontanelas em chão de areia
Simultâneamente com as vindimas em Fontanelas, é necessário a colher as famosas maçãs reinetas, plantadas, como as vinhas de ramisco e malvasia em chão de areia - onde as fortes brisas marítimas se fazem sentir.
O sr. Fonseca a preparar as maçãs para as levar para as câmaras frigoríficas do Grémio, em Colares
Fotos em 15/09/2017
Post relacionado:
Feira da maçã reineta em Fontanelas.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/10/festival-da-maca-reineta-em-fontanelas.html
O sr. Fonseca a preparar as maçãs para as levar para as câmaras frigoríficas do Grémio, em Colares
Fotos em 15/09/2017
Feira da maçã reineta em Fontanelas.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/10/festival-da-maca-reineta-em-fontanelas.html
quarta-feira, setembro 20, 2017
Vindimas em Colares
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
A Região Demarcada de Colares é a segunda mais antiga do País, tendo sido fundada pelo Rei D. Manuel II através de Carta de Lei de 18 de Setembro de 1908. Encontra-se localizada no Concelho de Sintra, nas Freguesias de São Martinho, São João das Lampas e Colares.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
Em 15 de Agosto de 1931 foi criada a Adega Regional de Colares, organismo que teve, e tem, grande influência sobre a viticultura e vinicultura da região. Actualmente a produção do Vinho de Colares da Adega Regional de Colares, está dependente de um pequeno número de produtores da região, o que provoca alguns problemas à sua sustentabilidade.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
O Vinho de Colares, tão mencionado por Eça de Queirós, e premiado no princípio do século em vários certames internacionais, está actualmente numa situação difícil devido à escassez da sua produção.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
Os requisitos para que o vinho de Colares seja DOC (Denominação de Origem Controlada) são de grande exigência, tanto no plano da vinha, como também no controlo da sua produção, o que coloca alguns pequenos produtores fora da zona da Adega Regional. A denominação de DOC Colares é feita pela comissão Vitivinícola Regional de Bucelas, Carcavelos e Colares.
As vinhas de Ramisco, cultivadas em solos de areia, com raízes a quatro metros de profundidade, ficam assim protegidas da filoxera, uma doença provocada por um insecto, que no séc.XIX destruiu milhares de vinhas por toda a Europa.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
Na região surgiram outras soluções que fogem ao tradicional cultivo da vinha. É o caso da Fundação Oriente (2004), que detém actualmente a maior vinha de Colares que utiliza métodos de cultivo da vinha que não respeita as práticas tradicionais, como a rega automática e elevação das cepas acima do que é previsto ou a replantação de “enxertos prontos”. Além disso, a não utilização das paliçadas de canas secas, que além da descaracterização paisagistica natural da vinha poderão produzir alterações nas caraterísticas do produto final, e que segundo os viticultores tradicionais dificilmente se poderá chamar de Colares.
Dentro do ambiente do vinho de Colares além dos produtores que mencionámos existem dois armazenistas que engarrafam o vinho adquirido aos produtores da região e comercializam-no tanto no mercado nacional como no estrangeiro. É o caso de António Paulo da Silva, da Adega das Azenha do Mar, que comercializa o vinho de Colares com o rótulo Colares Chitas e também o casal da Azenha de chão rijo e um vinho mais corrente, o Beira-Mar.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
Post relacionado:
No tempo das vindimas do Ramisco em Colares
A Região Demarcada de Colares é a segunda mais antiga do País, tendo sido fundada pelo Rei D. Manuel II através de Carta de Lei de 18 de Setembro de 1908. Encontra-se localizada no Concelho de Sintra, nas Freguesias de São Martinho, São João das Lampas e Colares.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
Em 15 de Agosto de 1931 foi criada a Adega Regional de Colares, organismo que teve, e tem, grande influência sobre a viticultura e vinicultura da região. Actualmente a produção do Vinho de Colares da Adega Regional de Colares, está dependente de um pequeno número de produtores da região, o que provoca alguns problemas à sua sustentabilidade.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
O Vinho de Colares, tão mencionado por Eça de Queirós, e premiado no princípio do século em vários certames internacionais, está actualmente numa situação difícil devido à escassez da sua produção.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
Os requisitos para que o vinho de Colares seja DOC (Denominação de Origem Controlada) são de grande exigência, tanto no plano da vinha, como também no controlo da sua produção, o que coloca alguns pequenos produtores fora da zona da Adega Regional. A denominação de DOC Colares é feita pela comissão Vitivinícola Regional de Bucelas, Carcavelos e Colares.
As vinhas de Ramisco, cultivadas em solos de areia, com raízes a quatro metros de profundidade, ficam assim protegidas da filoxera, uma doença provocada por um insecto, que no séc.XIX destruiu milhares de vinhas por toda a Europa.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
Na região surgiram outras soluções que fogem ao tradicional cultivo da vinha. É o caso da Fundação Oriente (2004), que detém actualmente a maior vinha de Colares que utiliza métodos de cultivo da vinha que não respeita as práticas tradicionais, como a rega automática e elevação das cepas acima do que é previsto ou a replantação de “enxertos prontos”. Além disso, a não utilização das paliçadas de canas secas, que além da descaracterização paisagistica natural da vinha poderão produzir alterações nas caraterísticas do produto final, e que segundo os viticultores tradicionais dificilmente se poderá chamar de Colares.
Dentro do ambiente do vinho de Colares além dos produtores que mencionámos existem dois armazenistas que engarrafam o vinho adquirido aos produtores da região e comercializam-no tanto no mercado nacional como no estrangeiro. É o caso de António Paulo da Silva, da Adega das Azenha do Mar, que comercializa o vinho de Colares com o rótulo Colares Chitas e também o casal da Azenha de chão rijo e um vinho mais corrente, o Beira-Mar.
Foto em 19/09/2017 em Fontanelas
Post relacionado:
No tempo das vindimas do Ramisco em Colares
segunda-feira, setembro 18, 2017
No tempo das vindimas do Ramisco em Colares
Fotos em Fontanelas 13/09/2017
"Pensa-se que a introdução da casta “Ramisco” na região se deve ao rei D. Afonso III (séc. XIII), que a teria trazido de França. O grande enólogo Ferreira Lapa afirma que “o Colares é o vinho mais francês que possuímos”. O rei D. Dinis (séc. XIII-XIV) aplicou aos mouros, donos das terras de Colares, um tributo no qual se inclui uma quarta parte da produção de vinho da região. A primeira exportação de vinho de Colares, documentada, efectuou-se no reinado de D. Fernando I (séc. XIV). D. João I (séc. XIV-XV) ofereceu esta região a D. Nuno Alvares Pereira como recompensa pela vitória de Aljubarrota.(...)"
Na Revista de Vinhos, nº 154, Setembro de 2002.
Vinha da casta ramisco em Fontanelas, 13/09/2017
"De longínqua tradição, encimando a famosa lista da viticultura nacional, o vinho de Colares contém particularidades únicas, que o tornaram ao longo dos anos num dos mais apreciados vinhos do mundo. A sua famosa casta Ramisco, cuja vinha é abacelada em terrenos arenosos do litoral e sujeita ao micro-clima existente na região sintrense, produz um vinho de bouquet magnífico, cheio de delicadeza, sabor e perfume agradáveis, e com pequena percentagem de álcool.(...)"
*João Rodil em "Sintra na Obra de Eça Queirós"
Continua a decorrer as vindimas em Colares, com uma boa produção este ano.
"Pensa-se que a introdução da casta “Ramisco” na região se deve ao rei D. Afonso III (séc. XIII), que a teria trazido de França. O grande enólogo Ferreira Lapa afirma que “o Colares é o vinho mais francês que possuímos”. O rei D. Dinis (séc. XIII-XIV) aplicou aos mouros, donos das terras de Colares, um tributo no qual se inclui uma quarta parte da produção de vinho da região. A primeira exportação de vinho de Colares, documentada, efectuou-se no reinado de D. Fernando I (séc. XIV). D. João I (séc. XIV-XV) ofereceu esta região a D. Nuno Alvares Pereira como recompensa pela vitória de Aljubarrota.(...)"
Na Revista de Vinhos, nº 154, Setembro de 2002.
Vinha da casta ramisco em Fontanelas, 13/09/2017
"De longínqua tradição, encimando a famosa lista da viticultura nacional, o vinho de Colares contém particularidades únicas, que o tornaram ao longo dos anos num dos mais apreciados vinhos do mundo. A sua famosa casta Ramisco, cuja vinha é abacelada em terrenos arenosos do litoral e sujeita ao micro-clima existente na região sintrense, produz um vinho de bouquet magnífico, cheio de delicadeza, sabor e perfume agradáveis, e com pequena percentagem de álcool.(...)"
*João Rodil em "Sintra na Obra de Eça Queirós"
Continua a decorrer as vindimas em Colares, com uma boa produção este ano.
quinta-feira, setembro 29, 2016
Tempo de Vindimas 2016
Hoje em Fontanelas, debaixo de um calor fora fora de época, vindimava-se as uvas brancas (Malvasia) em chão de areia.
Foto em Fontanelas 29/09/2016
"Os vinhos de Colares têm uma história inimitável história desde a fundação da Nacionalidade perpetuada até aos nossos dias. As cepas plantadas em zonas arenosas e marítimas necessitam de grandes cuidados no seu cultivo, levando a pequenas produções acarinhadas pelo esforço do trabalho manual do viticultores empenhados em manter uma actividade genuinamente enraizada na cultura regional do nosso Concelho."
in Fol. da Adega Regional de Colares
Foto em Fontanelas em 29/09/2016
Foto em Fontanelas em 29/09/2016
Sinal de modernidade no transporte de uva até à Adega
"Os vinhos de Colares têm uma história inimitável história desde a fundação da Nacionalidade perpetuada até aos nossos dias. As cepas plantadas em zonas arenosas e marítimas necessitam de grandes cuidados no seu cultivo, levando a pequenas produções acarinhadas pelo esforço do trabalho manual do viticultores empenhados em manter uma actividade genuinamente enraizada na cultura regional do nosso Concelho."
in Fol. da Adega Regional de Colares
Foto em Fontanelas em 29/09/2016
Foto em Fontanelas em 29/09/2016
Sinal de modernidade no transporte de uva até à Adega
segunda-feira, fevereiro 01, 2016
O centenário do nascimento de Vergílio Ferreira
1916 - 1996
Vergílio António Ferreira (Gouveia, Melo, 28 de janeiro de 1916 — Lisboa, 1 de março de 1996)- Embora sendo professor (ver a referência aos professores de Manhã Submersa e Aparição), foi como escritor que mais se distinguiu. O seu nome continua associado à literatura através da atribuição do Prémio Vergílio Ferreira. Em 1992, foi galardoado com o Prémio Camões.

Foto: Fontanelas/Sintra, local onde o escritor Vergílio Ferreira tinha casa a povoação prestou-lhe a homenagem com um monumento que recorda a sua presença naquela terra, em que as ruas são versos....
Que Há para Lá do Sonhar?
Céu baixo, grosso, cinzento
e uma luz vaga pelo ar
chama-me ao gosto de estar
reduzido ao fermento
do que em mim a levedar
é este estranho tormento
de me estar tudo a contento,
em todo o meu pensamento
ser pensar a dormitar.
Mas que há para lá do sonhar?
Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 1'
Testemunho de Vergílio Ferreira sobre a ponte do Rodísio da Praia Grande
Praia Grande 22. Novembro.1983 -" Ontem de tarde fomos ver os desastres da cheia
aqui ao pé. Do Rodísio para a Praia Grande há uma ponte com um
pilar sobre uma ribeira seca durante quase todo o ano. Com a
enchente, a ribeira inchou pavorosamente e levou a ponte adiante
ontem inundava todo o areal numa maré de água turva. Havia
almofadas vermelhas a boiarem, talvez de automóveis, muros
derrubados, canos rebentados ou postos à mostra nas ruas. Na grande
adega de Colares os tonéis sem vinho boiavam leves e ficaram
trancados contra as portas que eram estreitas para darem passagem."
http://www.apagina.pt/?aba=7&cat=180&doc=12689&mid=2
Foto em 2 de Janeiro de 2014
*Há 31 anos nas grandes cheias que atingiram a região de Lisboa, inundaram a baixa do Cacém, quando as águas da Ribeira das Jardas sairam do seu leito, estrangulado pelas construções de imóveis, aí "plantados". Também a zona de Sintra foi gravemente afectada pela forte pluviosidade, provocando a morte de 10 pessoas,e vários desaparecidos, totalizando os prejuízos em cerca de 18 milhões de contos. A ponte do Rodizio que ligava a estrada da Praia das Maçãs à Praia Grande, sob o rio das Maçãs, construída nos inicíos do Séc.XX, foi nessa altura destruída
Vergílio António Ferreira (Gouveia, Melo, 28 de janeiro de 1916 — Lisboa, 1 de março de 1996)- Embora sendo professor (ver a referência aos professores de Manhã Submersa e Aparição), foi como escritor que mais se distinguiu. O seu nome continua associado à literatura através da atribuição do Prémio Vergílio Ferreira. Em 1992, foi galardoado com o Prémio Camões.

Foto: Fontanelas/Sintra, local onde o escritor Vergílio Ferreira tinha casa a povoação prestou-lhe a homenagem com um monumento que recorda a sua presença naquela terra, em que as ruas são versos....
Que Há para Lá do Sonhar?
Céu baixo, grosso, cinzento
e uma luz vaga pelo ar
chama-me ao gosto de estar
reduzido ao fermento
do que em mim a levedar
é este estranho tormento
de me estar tudo a contento,
em todo o meu pensamento
ser pensar a dormitar.
Mas que há para lá do sonhar?
Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 1'
Testemunho de Vergílio Ferreira sobre a ponte do Rodísio da Praia Grande
Praia Grande 22. Novembro.1983 -" Ontem de tarde fomos ver os desastres da cheia
aqui ao pé. Do Rodísio para a Praia Grande há uma ponte com um
pilar sobre uma ribeira seca durante quase todo o ano. Com a
enchente, a ribeira inchou pavorosamente e levou a ponte adiante
ontem inundava todo o areal numa maré de água turva. Havia
almofadas vermelhas a boiarem, talvez de automóveis, muros
derrubados, canos rebentados ou postos à mostra nas ruas. Na grande
adega de Colares os tonéis sem vinho boiavam leves e ficaram
trancados contra as portas que eram estreitas para darem passagem."
http://www.apagina.pt/?aba=7&cat=180&doc=12689&mid=2
Foto em 2 de Janeiro de 2014
*Há 31 anos nas grandes cheias que atingiram a região de Lisboa, inundaram a baixa do Cacém, quando as águas da Ribeira das Jardas sairam do seu leito, estrangulado pelas construções de imóveis, aí "plantados". Também a zona de Sintra foi gravemente afectada pela forte pluviosidade, provocando a morte de 10 pessoas,e vários desaparecidos, totalizando os prejuízos em cerca de 18 milhões de contos. A ponte do Rodizio que ligava a estrada da Praia das Maçãs à Praia Grande, sob o rio das Maçãs, construída nos inicíos do Séc.XX, foi nessa altura destruída
segunda-feira, outubro 26, 2015
Fontanelas e o III Festival da Maçã Reineta
Fotos em Fontanelas 25/10/2015
A banca do Sr. Fonseca com a sua produção de Maçãs Reinetas, um dos vários produtores presentes no certame.
Realizou-se no fim de semana, em Fontanelas, o III Festival da Maçã Reineta uma iniciativa organizada pela Associação de Produtores de Frutos Tradicionais da Região de Colares, pela União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia e pela União de Freguesias de Terrugem e São João das Lampas, União das Freguesias de Sintra, com o apoio da Câmara municipal de Sintra e várias entidades.
O festival tem por objetivo divulgar a produção, venda, consumo e confecção deste fruto que abunda na região de Sintra e especial em Fontanelas, em chão de areia.
A banca do Sr. Fonseca com a sua produção de Maçãs Reinetas, um dos vários produtores presentes no certame.
quinta-feira, outubro 22, 2015
Festa da Maçã Reineta em Fontanelas
Exemplares das maçãs Reinetas de Fontanelas/Sintra
Macieiras em Fontanelas em chão de areia, vizinhas das vinhas de uvas Ramisco
quinta-feira, outubro 01, 2015
Festival da Maçã Reineta em Fontanelas
Maçãs Reinetas produção 2015
Fontanelas Setembro 2015
Fontanelas Setembro 2015
As macieiras em chão de areia em Fontanelas
"(Sintra é) uma das vilas que dependem de Lisboa no Andaluz, nas proximidades do mar. Está permanentemente mergulhada numa bruma que se não dissipa. O seu clima é são e os habitantes vivem longo tempo. Tem dois castelos que são de extrema solidez. A vila está a cerca de uma milha do mar. Há aí um curso de água que se lança no mar e serve para a rega das hortas. A região de Sintra é uma das regiões onde as maçãs são mais abundantes. Esses frutos atingiam tal espessura, que alguns chegam a ter quatro palmos de circunferência. Acontece o mesmo com as peras. Na serra de Sintra crescem violetas selvagens. Da costa vizinha extrai-se âmbar excelente." In livro "Portugal na Espanha Árabe" do Prof. Doutor António Borges Coelho (tradução de texto de 1220, da autoria de Ibne Almunine Alhimiari).
Via Obras de José Alfredo da Costa Azevedo III
Fontanelas Setembro 2015
Fontanelas Setembro 2015
As macieiras em chão de areia em Fontanelas
"(Sintra é) uma das vilas que dependem de Lisboa no Andaluz, nas proximidades do mar. Está permanentemente mergulhada numa bruma que se não dissipa. O seu clima é são e os habitantes vivem longo tempo. Tem dois castelos que são de extrema solidez. A vila está a cerca de uma milha do mar. Há aí um curso de água que se lança no mar e serve para a rega das hortas. A região de Sintra é uma das regiões onde as maçãs são mais abundantes. Esses frutos atingiam tal espessura, que alguns chegam a ter quatro palmos de circunferência. Acontece o mesmo com as peras. Na serra de Sintra crescem violetas selvagens. Da costa vizinha extrai-se âmbar excelente." In livro "Portugal na Espanha Árabe" do Prof. Doutor António Borges Coelho (tradução de texto de 1220, da autoria de Ibne Almunine Alhimiari).
Via Obras de José Alfredo da Costa Azevedo III
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