Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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segunda-feira, fevereiro 17, 2020
Barragem do rio da Mula
Barragem do rio da Mula
"O rio da Mula, conhecido por diferentes nomes conforme os locais por onde passa, é um rio português que tem a sua nascente na serra de Sintra (a montante da lagoa Azul) e a sua foz no oceano Atlântico, em Cascais, na Praia da Ribeira No seu percurso de cerca de 10 quilómetros, passa pelas localidades de Pisão e Alvide.
O rio, juntamente com o de Manique/Caparide, é uma das linhas de água mais importantes do concelho de Cascais devido à sua extensão e às características específicas do seu caudal."
in Wikipédia
segunda-feira, outubro 08, 2018
O Parque Natural Sintra-Cascais dois dias depois
Grande incêndio de Sábado na Serra de Sintra - 600 hectares ardidos
Com início na Peninha (junto ao convento), a frente de fogo, (com o forte vento que se fez sentir),estendeu-se até ao Guincho. O incêndio terá destruído uma área de cedros centenários, junto à Peninha, além de áreas de vegetação baixa (tojo e zimbro), atingindo o sistema dunar da Cresmina no Guincho.
Sinais ainda activos do incêndio
Atravessando a estrada, na direcção do Guincho, afectou várias áreas urbanas no sentido da Praia do Abano, que tiveram que ser evacuadas.
Guincho,no trajecto do fogo.
Almoinhas Velhas atingida, na passagem do fogo - habitações foram evacuadas
Habitação salva do cerco das chamas em Almoinhas Velhas
Hoje cerca de 200 bombeiros de prevenção na zona afectada. Vinte feridos ligeiros, sendo todos bombeiros, um civil e mais de 300 pessoas evacuadas.
Com início na Peninha (junto ao convento), a frente de fogo, (com o forte vento que se fez sentir),estendeu-se até ao Guincho. O incêndio terá destruído uma área de cedros centenários, junto à Peninha, além de áreas de vegetação baixa (tojo e zimbro), atingindo o sistema dunar da Cresmina no Guincho.
Sinais ainda activos do incêndio
Atravessando a estrada, na direcção do Guincho, afectou várias áreas urbanas no sentido da Praia do Abano, que tiveram que ser evacuadas.
Guincho,no trajecto do fogo.
Almoinhas Velhas atingida, na passagem do fogo - habitações foram evacuadas
Habitação salva do cerco das chamas em Almoinhas Velhas
Hoje cerca de 200 bombeiros de prevenção na zona afectada. Vinte feridos ligeiros, sendo todos bombeiros, um civil e mais de 300 pessoas evacuadas.
domingo, fevereiro 18, 2018
Protecção Civil, ICNF, CMS e Comandante dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme de acordo com os abates no Parque Natural Sintra-Cascais
Notícia de hoje no D.N. confirma acordo da Protecção Civil de Sintra, da C.M.S , ICNF e do Comandante dos Bombeiros de Almoçageme, para o plano de abates de árvores no Parque Natural Sintra Cascais.
Foto em 30/01/2018
Em Janeiro verificámos novas marcações nas árvores, a partir da Lagoa azul até à estrada florestal entre a Malveira da Serra e o cruzamento da Portela.
Foto em 30/01/2018
O DN esclarece que o relatório da Protecção Civil de Sintra admite que a intervenção" (370 árvores na serra de Sintra, a maioria pinheiros, mas também cedros e acácias"), que se trata "de uma remoção maioritáriamente de pinheiros que se encontram no fim do seu ciclo de vida". Embora as fotos que publicamos não o demonstrem.
Pinheiros jovens também marcados fotos em 30/01/2018
O DN, indica também que "o corte das 370 árvores foi objecto de parecer do comandante dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme, que considerou "relevantes as medidas do ICNF, mas referiu que as acções de remoção, só por si não anulam a ocorrência deste tipo de incêndios florestais", apesar da "mitigação do risco"
É esclarecido também na notícia, que "para o comandante, no entanto, o ICNF deve também intervir no "lado oposto do perímetro florestal, em frente à Penha Longa, onde existem àrvores de grande porte com continuidade nas copas".
Foto em 30/01/2018, em frente à Penha Longa a Lagoa Azul...
E a terminar a notícia, mais um esclarecimento:"uma fonte oficial da Câmara Municipal de Sintra, disse à LUSA que presidente da autarquia, Basilio Horta (PS), "concorda com as conclusões e procedimentos adotados pela Protecção Civil Municipal"
https://www.dn.pt/lusa/interior/protecao-civil-de-sintra-estima-corte-de-370-arvores-na-serra-9125574.html
Posts relacionados:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/11/bloco-de-esquerda-questionou-o-governo_23.html
http://riodasmacas.blogspot.pt/2018/01/abate-de-arvores-no-pnsc-2-round.html
Foto em 30/01/2018
Em Janeiro verificámos novas marcações nas árvores, a partir da Lagoa azul até à estrada florestal entre a Malveira da Serra e o cruzamento da Portela.
Foto em 30/01/2018
O DN esclarece que o relatório da Protecção Civil de Sintra admite que a intervenção" (370 árvores na serra de Sintra, a maioria pinheiros, mas também cedros e acácias"), que se trata "de uma remoção maioritáriamente de pinheiros que se encontram no fim do seu ciclo de vida". Embora as fotos que publicamos não o demonstrem.
Pinheiros jovens também marcados fotos em 30/01/2018
É esclarecido também na notícia, que "para o comandante, no entanto, o ICNF deve também intervir no "lado oposto do perímetro florestal, em frente à Penha Longa, onde existem àrvores de grande porte com continuidade nas copas".
Foto em 30/01/2018, em frente à Penha Longa a Lagoa Azul...
E a terminar a notícia, mais um esclarecimento:"uma fonte oficial da Câmara Municipal de Sintra, disse à LUSA que presidente da autarquia, Basilio Horta (PS), "concorda com as conclusões e procedimentos adotados pela Protecção Civil Municipal"
https://www.dn.pt/lusa/interior/protecao-civil-de-sintra-estima-corte-de-370-arvores-na-serra-9125574.html
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segunda-feira, janeiro 22, 2018
Farol do Cabo da Roca - depois da tormenta a bonança?
Foto em 22/01/2018
Depois da tempestade ANA, ter resolvido o escândalo da instalação de uma torre metálica com 45 metros junto ao farol (22m) em 2013, sem que os vários poderes (muitos), quebrassem os seus silêncios ou tomassem qualquer atitude. Temos de novo o "nosso" farol com a imagem que deveria ter tido sempre. Vamos pensar que não se cometem duas vezes o mesmo erro
Foto em 22/01/2018
O Suplemento “Fugas” do jornal Público de Agosto de 2008, publicou um interessante artigo sobre as “Luzes que acendem a costa e o Mar”, fazendo uma selecção dos faróis mais emblemáticos do território nacional. O cabo da Roca não poderia deixar de estar presente, não só devido à sua posição geográfica, e também pela beleza do local onde se encontra. (zona protegida do Parque Natural Sintra-Cascais, e sendo Sintra a paisagem de Sintra, Património Mundial atribuido pela UNESCO)
Foto em 22/01/2018
Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/12/psm-l-de-novo-vencedora-do-world-travel.html
Depois da tempestade ANA, ter resolvido o escândalo da instalação de uma torre metálica com 45 metros junto ao farol (22m) em 2013, sem que os vários poderes (muitos), quebrassem os seus silêncios ou tomassem qualquer atitude. Temos de novo o "nosso" farol com a imagem que deveria ter tido sempre. Vamos pensar que não se cometem duas vezes o mesmo erro
Foto em 22/01/2018
O Suplemento “Fugas” do jornal Público de Agosto de 2008, publicou um interessante artigo sobre as “Luzes que acendem a costa e o Mar”, fazendo uma selecção dos faróis mais emblemáticos do território nacional. O cabo da Roca não poderia deixar de estar presente, não só devido à sua posição geográfica, e também pela beleza do local onde se encontra. (zona protegida do Parque Natural Sintra-Cascais, e sendo Sintra a paisagem de Sintra, Património Mundial atribuido pela UNESCO)
Foto em 22/01/2018
Cabo da Roca
“É sem dúvida, um dos mais emblemáticos da costa portuguesa.
O Farol do Cabo da Roca está situado no ponto mais ocidental da Europa Continental – no cabo com o mesmo nome, no concelho de Sintra - e, uma vez que se encontra 165 metros acima do nível do mar, oferece uma magnífica panorâmica sobre o Oceano Atlântico, bem como sobre a belíssima paisagem que o rodeia.
A crer no que dizem os fâs do Cabo da Roca, assim que se acende a luz do farol o local passa a gozar de um ambiente ainda mais encantador.
A luz que é emitida a apartir do alto da torre quadrangular de 22 metros tem, actualmente, um alcance de 26 milhas (cerca de 48 quilómetros).
“É sem dúvida, um dos mais emblemáticos da costa portuguesa.
O Farol do Cabo da Roca está situado no ponto mais ocidental da Europa Continental – no cabo com o mesmo nome, no concelho de Sintra - e, uma vez que se encontra 165 metros acima do nível do mar, oferece uma magnífica panorâmica sobre o Oceano Atlântico, bem como sobre a belíssima paisagem que o rodeia.
A crer no que dizem os fâs do Cabo da Roca, assim que se acende a luz do farol o local passa a gozar de um ambiente ainda mais encantador.
A luz que é emitida a apartir do alto da torre quadrangular de 22 metros tem, actualmente, um alcance de 26 milhas (cerca de 48 quilómetros).
Há mais motivos que justificam a inclusão do Farol do Cabo da Roca na lista de faróis de visita obrigatória em Portugal Continental. É que este é também um dos faróis mais antigos da costa portuguesa, integrando o leque de seis que foram mandados construir por alvará pombalino, em 1758. A sua conclusão e entrada em funcionamento concretizaram-se em 1772,”
In Fugas - Agosto 2008Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/12/psm-l-de-novo-vencedora-do-world-travel.html
terça-feira, junho 13, 2017
Assinado protocolo para a Gestão da Quinta da Peninha
Capela da Peninha
Informação PSML:
"Este conjunto histórico engloba a Ermida de São Saturnino e a Capela de Nossa Senhora da Penha. Foi fundado por Frei Pedro da Conceição, nos finais do sec XVI, e o seu interior barroco, inclui um conjunto de páineis de azulejos azuis e brancos do início do sec.XVIII, representando cenas da vida da Virgem. Junto à capela existe uma residência romântico-revivalista mandada construir em 1918 pelo mecenas António Carvalho Monteiro."
CMS
"(...)No tempo do Cardeal Rei, pelos annos de 1579, acudiram a venera-la (imagem da N.Senhora da Penha) muitos povos como Collares, Cintra, Cascaes, e de todos aquelles logares circumvizinhos até o Milharado(...) "
Visconde de Juromenha-Cintra Pinturesca, 1838
Ermida de São Saturnino
Informação PSML:
"A Parques de Sintra, o ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas) e a EMAC (Empresa Municipal de Ambiente e Cascais) assinaram, hoje, um protocolo para gestão da Quinta da Peninha. A cerimónia decorrerá na Quinta de Peninha e contará com a presença da secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Ramos
A Quinta da Peninha está situada num dos cumes mais elevados da Serra de Sintra, sobre o Cabo da Roca, na zona tampão da Paisagem Cultural de Sintra, e é composta por uma parte urbana – o Santuário da Peninha, classificado como imóvel de interesse público, que integra a ermida de São Saturnino, a Capela de Nossa Senhora da Penha e um palacete romântico - e uma parte rústica, que se estende para o concelho de Cascais.
No âmbito deste protocolo, a Parques de Sintra procederá à reabilitação e à gestão do conjunto edificado do Santuário da Peninha, a fim de assegurar boas condições para a fruição deste património pelo público. Já a EMAC ficará responsável pela gestão da parte rústica da Quinta da Peninha, para realização de atividades relacionadas com a natureza.
O protocolo prevê a elaboração de um Plano de Gestão, que estabelecerá objetivos em matéria de valorização do património, conservação da natureza, educação e sensibilização, animação ambiental e cultural, bem como nos domínios da segurança e manutenção do espaço e da ligação a outras áreas de interesse natural e cultural (por exemplo, o Convento dos Capuchos, o Cabo da Roca, os sítios arqueológicos do Monge e da Anta de Adrenunes e as rotas de caminhada do Parque Natural de Sintra-Cascais).
A execução do plano de gestão será acompanhada por uma Comissão designada por representantes da Parques de Sintra, da EMAC e do ICNF.(...)"
"Este conjunto histórico engloba a Ermida de São Saturnino e a Capela de Nossa Senhora da Penha. Foi fundado por Frei Pedro da Conceição, nos finais do sec XVI, e o seu interior barroco, inclui um conjunto de páineis de azulejos azuis e brancos do início do sec.XVIII, representando cenas da vida da Virgem. Junto à capela existe uma residência romântico-revivalista mandada construir em 1918 pelo mecenas António Carvalho Monteiro."
CMS
Visconde de Juromenha-Cintra Pinturesca, 1838
Ermida de São Saturnino
quinta-feira, maio 04, 2017
Debate em defesa das Árvores de Sintra
Ontem 3 de Maio de 2017, no auditório dos SMAS, um debate promovido pela Alagamares, com as forças politicas e movimentos de cidadãos que têm sido uma frente contra a decisão do ICNF, de abater em zona de paisagem protegida no Parque Natural Sintra -Cascais, 1400 árvores, Pinheiros, Cedros e Carvalhos.
Presentes no debate: PEV-Partido Os Verdes, Bloco de Esquerda ,Partido Animais e Pessoas PAN,Quercus, Associação de Defesa do Património de Sintra (ADPS), Alagamares, (Re)Pensar Sintra, Sintra sem Herbicidas, Penaferrim, e cidadãos que se têm associado a esta frente na defesa do património arbóreo de Sintra, e na defesa da Paisagem Cultural de Sintra classificada pela UNESCO.
Deste encontro que serviu para debate e reforço deste enorme movimento, considerou-se a necessidade de exigir ao ICNF e Ministério da Agricultura, os estudos técnicos que conduziram à proposta de abate em massa em zona protegida do Parque Natural Sintra-Cascais. E consideraram também envolver neste processo a Comissão Nacional da UNESCO, e o Gabinete de Paisagem Cultural de Sintra.
Presentes no debate: PEV-Partido Os Verdes, Bloco de Esquerda ,Partido Animais e Pessoas PAN,Quercus, Associação de Defesa do Património de Sintra (ADPS), Alagamares, (Re)Pensar Sintra, Sintra sem Herbicidas, Penaferrim, e cidadãos que se têm associado a esta frente na defesa do património arbóreo de Sintra, e na defesa da Paisagem Cultural de Sintra classificada pela UNESCO.
Deste encontro que serviu para debate e reforço deste enorme movimento, considerou-se a necessidade de exigir ao ICNF e Ministério da Agricultura, os estudos técnicos que conduziram à proposta de abate em massa em zona protegida do Parque Natural Sintra-Cascais. E consideraram também envolver neste processo a Comissão Nacional da UNESCO, e o Gabinete de Paisagem Cultural de Sintra.
terça-feira, maio 02, 2017
Árvores de Sintra
Quinta da Ribafria 29/04/2017- Associações de Cidadãos
Parque Natural Sintra Cascais -Marcas para abate do ICNF - 30/03/2017
Quinta da Ribafria 29/04/2017 - Associações de Cidadãos
Parque Natural Sintra Cascais -Marcas para abate do ICNF - 30/03/2017
Quinta da Ribafria 29/04/2017 - Associações de Cidadãos
Parque Natural Sintra Cascais -Marcas para abate do ICNF - 30/03/2017
Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/04/a-comissao-de-ambiente-ordenacao-do.html
ICNF-Instituto de Conservação da Natureza e Florestas
PNSC - Parque Natural Sintra-Cascais
quarta-feira, abril 26, 2017
Silêncios Sintrenses
Como temos feito relativamente aos movimentos de cidadãos, que se mobilizaram na defesa do património arbóreo de Sintra, e de partidos políticos que se colocaram desde o início na linha da frente contra o abate injustificado de 1400 árvores, no Parque Natural Sintra Cascais, por iniciativa do ICNF - publicamos hoje, via Bloco de Esquerda, um relato de uma recente conclusão da Assembleia Municipal Sintrense, que trava e silencia uma decisão, no sentido de tomada de posição contra o abate em massa no PNSC.
Via BE:
http://sintra.bloco.org/assembleia-municipal/sintrenses-com-marco-almeida-e-ps-adiam-tomada-de-posicao-sobre-abate-de-arvore#.WP0cw01ekMI.facebook
"Sintrenses com Marco Almeida e PS adiam tomada de posição sobre abate de árvores"
ARTIGO |
«O Bloco de Esquerda propôs que a Assembleia Municipal de Sintra se pronunciasse desfavorável ao abate de ávores programado para o Parque Natural de Sintra Cascais.
sábado, abril 15, 2017
PAN - Sintra contra o abate de 1400 árvores no PNSC
Via PAN:
"Abate de árvores
O ICNF marcou para abate as árvores nas áreas de sua jurisdição que ladeiam a estrada N9-1 de Linhó à Malveira da Serra e a estrada da Malveira da Serra até ao cruzamento da Pedra Amarela, já no alto da Serra de Sintra. São 2 percursos distintos.
A estrada de Linhó à Malveira da Serra limita a base da Serra pelo seu lado sul. O pinheiro bravo é aí dominante, originando um ambiente agradável. Ao longo da estrada, do lado da Serra, o ICNF marcou as árvores que, eventualmente, pelo seu porte, numa situação limite, poderiam, em caso de derrube, atingir a estrada. A maioria, claro, são pinheiros de alto porte, que resistiram aos incêndios, e que dificilmente virão a ser derrubados por causas naturais. Aliás, essa berma já tinha sido objeto de abate anterior das árvores mais próximas da estrada, como se poderá verificar localmente. Parece-nos inútil e desqualificante da zona o abate que se prepara. Na Serra, a proteção da Natureza deve sobrepor-se a quaisquer planos de proteção de vias de acesso e respetivos usuários.
O troço de estrada entre a Malveira da Serra e o cruzamento da Pedra Amarela é bem conhecido dos amantes da Serra. Existe atualmente naquele vale uma magnífica mata de cedros que a tornou no recanto mais encantador da Serra. Por entre esta mata de cedros, a estrada serpenteia encosta acima, os cedros marcando as bermas da estrada. Embora asfalta-da, é difícil dois carros cruzarem-se naquele troço de estrada. E também aqui o ICNF marcou as árvores de maior porte que, imaginariamente, poderiam eventualmente vir a atingir a estrada, numa situação limite. É absolutamente inadmissível que o mais belo troço de estrada da Serra de Sintra possa vir a ser arrasado pelo próprio ICNF, teoricamente o organismo encarregue de o proteger. É estranho e causa alguma perplexidade. Qual foi a lógica que presidiu a este abate que se preparava?
A estrada de Linhó à Malveira da Serra limita a base da Serra pelo seu lado sul. O pinheiro bravo é aí dominante, originando um ambiente agradável. Ao longo da estrada, do lado da Serra, o ICNF marcou as árvores que, eventualmente, pelo seu porte, numa situação limite, poderiam, em caso de derrube, atingir a estrada. A maioria, claro, são pinheiros de alto porte, que resistiram aos incêndios, e que dificilmente virão a ser derrubados por causas naturais. Aliás, essa berma já tinha sido objeto de abate anterior das árvores mais próximas da estrada, como se poderá verificar localmente. Parece-nos inútil e desqualificante da zona o abate que se prepara. Na Serra, a proteção da Natureza deve sobrepor-se a quaisquer planos de proteção de vias de acesso e respetivos usuários.
O troço de estrada entre a Malveira da Serra e o cruzamento da Pedra Amarela é bem conhecido dos amantes da Serra. Existe atualmente naquele vale uma magnífica mata de cedros que a tornou no recanto mais encantador da Serra. Por entre esta mata de cedros, a estrada serpenteia encosta acima, os cedros marcando as bermas da estrada. Embora asfalta-da, é difícil dois carros cruzarem-se naquele troço de estrada. E também aqui o ICNF marcou as árvores de maior porte que, imaginariamente, poderiam eventualmente vir a atingir a estrada, numa situação limite. É absolutamente inadmissível que o mais belo troço de estrada da Serra de Sintra possa vir a ser arrasado pelo próprio ICNF, teoricamente o organismo encarregue de o proteger. É estranho e causa alguma perplexidade. Qual foi a lógica que presidiu a este abate que se preparava?
Quaisquer que fossem as razões e motivos que existissem, o PAN - Sintra opõe-se veementemente a este abate planeado e solicita ao ICNF o anulamento imediato de qualquer iniciativa nesse sentido. As árvores marcadas são, na sua esmagadora maioria, espécimes saudáveis, solidamente enraizados, bonitos e que devem ser protegidos.
A manutenção da Serra de Sintra deverá seguir a rotina a que nunca se deveria ter fugido: abater apenas alguns espécimes que possam vir a oferecer perigo evidente, colaborar num plano de proteção contra incêndios, reequilibrar algumas zonas afetadas pelo fogo ou ação humana e, sobretudo, prosseguir as recomendações constantes da ficha do Sítio Sintra-Cascais do Plano Setorial da Rede Natura 2000, nomeadamente no que respeita:
- aos matagais de loureiro, aos carvalhais e às florestas de Quercus;
- aos habitats identificados, que sustentam a flora e fauna existente e protegida por lei;
- ao controlo da vegetação não autóctone e invasora que, este sim, deveria ser uma prioridade a nível de orientações de gestão;
- à acentuada pressão turística e urbana existente na zona.
A manutenção da Serra de Sintra deverá seguir a rotina a que nunca se deveria ter fugido: abater apenas alguns espécimes que possam vir a oferecer perigo evidente, colaborar num plano de proteção contra incêndios, reequilibrar algumas zonas afetadas pelo fogo ou ação humana e, sobretudo, prosseguir as recomendações constantes da ficha do Sítio Sintra-Cascais do Plano Setorial da Rede Natura 2000, nomeadamente no que respeita:
- aos matagais de loureiro, aos carvalhais e às florestas de Quercus;
- aos habitats identificados, que sustentam a flora e fauna existente e protegida por lei;
- ao controlo da vegetação não autóctone e invasora que, este sim, deveria ser uma prioridade a nível de orientações de gestão;
- à acentuada pressão turística e urbana existente na zona.
O PAN - Sintra congratula-se com o eco que a intervenção da Alagamares teve na sociedade civil. Existindo um Conselho Consultivo do Parque Natural de Sintra-Cascais, que inclui representantes da Câmara Municipal de Sintra, das juntas de freguesia da área do par-que, e das associações de defesa do ambiente, e que poderia reunir extraordinariamente por convocatória do seu presidente, que é também presidente da Comissão Diretiva do Parque, seria desejável que este Conselho Consultivo do Parque reunisse e se debruçasse sobre as decisões e processos administrativos que levaram à presente situação, inaceitável.
O PAN Sintra irá tomar iniciativas para tentar travar tal situação.
Fiquem atentos."
Fiquem atentos."
Pessoas-Animais-Natureza
foto no PNSC em 30/04/2017
quarta-feira, abril 12, 2017
LPN, GEOTA,QUERCUS, FAPAS, SPEA e WWF e o abate de 1400 árvores no PNSC
A Liga para a Protecção da Natureza informou a Alagamares de que foi enviada ontem uma carta, subscrita pelas organizações LPN, GEOTA, QUERCUS, FAPAS, SPEA e WWF solicitando o cancelamento do abate de árvores previsto para o Parque Natural Sintra Cascais.
Foto em 24/03/2017 no Parque Natural de Sintra-Cascais
domingo, março 26, 2017
Plantar árvores em Monserrate na área protegida do Parque Natural Sintra-Cascais
Ontem na Serra de Sintra
Enquanto o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e o desaparecido PNSC, pretendem escandalosamente a desflorestação de uma parte da zona protegida do Parque Natural, (para a tranformar em receita ignóbil, do seu orçamento, e com C.M. de Sintra, a olhar para o lado), no Sábado, com a Alagamares um grupo de cidadãos - como reacção, e simbolismo - plantaram em Monserrate 50 árvores.
Foto-reportagem de um dia na Serra de Sintra
inicío da missão em Monserrate
Atravessar lagoa e ribeira na Serra de Sintra
Fotos em 25/03/2017
Missão terminada com sucesso
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sábado, março 25, 2017
A madeira, os pinheiros e o Falcão no PNSC
No Correio da Manhã: "Cerca de 1200 pinheiros bravos, ciprestes, acácias e cedros vão ser abatidos na serra de Sintra e Penha Longa, numa área florestal sob gestão do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF)",
Ontem no Parque Natural Sintra _ Cascais, um falcão rodeado de pinheiros com circulos vermelhos, talvez a observar alterações no seu habitat.
Falcão num ramo de um pinheiro,exactamente onde ICNF e PNSC, pretendem destruir as manchas de pinheiros, zona que devia estar protegida do Parque Natural Sintra Cascais
Muitas marcas vermelhas numa floresta ainda verde
“As árvores não se encontram em fim de vida, nem em mau estado fitossanitário, nem em concorrência directa com as espécies autóctones, que escasseiam nas áreas a intervir”, contrapôs à Lusa uma fonte dos serviços do ICNF, que pediu para não ser identificada.“
Jornal Publico
Ontem no Parque Natural Sintra _ Cascais, um falcão rodeado de pinheiros com circulos vermelhos, talvez a observar alterações no seu habitat.
Falcão num ramo de um pinheiro,exactamente onde ICNF e PNSC, pretendem destruir as manchas de pinheiros, zona que devia estar protegida do Parque Natural Sintra Cascais
Muitas marcas vermelhas numa floresta ainda verde
“As árvores não se encontram em fim de vida, nem em mau estado fitossanitário, nem em concorrência directa com as espécies autóctones, que escasseiam nas áreas a intervir”, contrapôs à Lusa uma fonte dos serviços do ICNF, que pediu para não ser identificada.“
Jornal Publico
domingo, dezembro 06, 2015
Sintra, 20 anos depois da classificação de Paisagem Cultural do Património da Humanidade II
"Um dos princípios-base das classificações da UNESCO tem a ver com o desejável interesse e salutar aproximação entre a população e os bens classificados no seu território, respectivo usufruto e gestão. O profundo esquecimento deste princípio constitui um dos maiores desvios aos principios da UNESCO na gestão da PCS*."
José Cardim Ribeiro/Público 22/04/2007
-Vinte anos depois da classificação de Paisagem Cultural do Património Mundial, Sintra é hoje uma "marca" importante, e muito graças à positiva intervenção da Parques de Sintra Monte da Lua (PSML) na preservação e recuperação do vasto património que gere. Mas nem tudo correu bem, e corre bem.
No momento da celebração da efeméride, alguns exemplos negativos, que continuam na nossa opinião a manchar a classificação de Sintra com "Paisagem Protegida".
Hotel Netto
A saga "Hotel Netto"
O presidente da autarquia, Basílio Horta, revelou à Lusa que a proposta relativa ao degradado Hotel Netto, a submeter ao executivo e à assembleia municipal, "passa pela venda do imóvel, com projecto aprovado, para que quem comprar, se quiser, comece a construir no dia seguinte".
Administração Interna construiu torre de 45 metros junto ao Farol do Cabo da Roca
em zona de paisagem protegida
no PNSC
Torre metálica de 50 metros de altura junto ao Farol do Cabo da Roca, em zona de paisagem protegida no Parque Natural Sintra-Cascais
A casa "Camacho" no Banzão, local onde se pretende fazer "nascer" um ALDI
A recente notícia da construção de uma loja da cadeia ALDI, no Banzão, local de paisagem protegida na área do Parque Natural Sintra-Cascais, surpreendeu e preocupou todos que consideram que aquela zona deveria ser preservada. A "Casa Camacho", embora actualmente não esteja ocupada, faz parte integrante da paisagem daquela zona, fronteira com o Pinhal da Nazaré - com arquitectura datada dos meados do séc XX, envolvida por muitos pinheiros que não merecem o destino, que lhes foi destinado.
A construção da loja ALDI, pretendida implicará o abate de dezenas de árvores e a demolição de uma vivenda com história, destruíndo a harmonia de um local de grande importância paisagística e arquitectónica.
Sintra cortada ao meio
Imagem Google Earth
A imagem demonstra como não se circula hoje em Sintra. Após o fecho ao trânsito da Av.Heliodoro Salgado, Sintra ficou partida ao meio.
A passagem pedonal da Av.Heliodoro Salgado verdadeiro tampão na circulação de Sintra.
"Permanecem, no âmbito da PCS,* espaços que os sintrenses sempre consideraram públicos e como seus franqueado à população: o mais importante, neste aspecto, é o Castelo dos Mouros, que efectivamente deveria ser de novo franqueado à população."
José Cardim Ribeiro /Público 22 de Abril de 2007
*PCS,actualmente PSML
Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/12/sintra-20-anos-depois-da-classificacao.html
José Cardim Ribeiro/Público 22/04/2007
-Vinte anos depois da classificação de Paisagem Cultural do Património Mundial, Sintra é hoje uma "marca" importante, e muito graças à positiva intervenção da Parques de Sintra Monte da Lua (PSML) na preservação e recuperação do vasto património que gere. Mas nem tudo correu bem, e corre bem.
No momento da celebração da efeméride, alguns exemplos negativos, que continuam na nossa opinião a manchar a classificação de Sintra com "Paisagem Protegida".
Hotel Netto
A saga "Hotel Netto"
O presidente da autarquia, Basílio Horta, revelou à Lusa que a proposta relativa ao degradado Hotel Netto, a submeter ao executivo e à assembleia municipal, "passa pela venda do imóvel, com projecto aprovado, para que quem comprar, se quiser, comece a construir no dia seguinte".
Um supermercado no Banzão?
A recente notícia da construção de uma loja da cadeia ALDI, no Banzão, local de paisagem protegida na área do Parque Natural Sintra-Cascais, surpreendeu e preocupou todos que consideram que aquela zona deveria ser preservada. A "Casa Camacho", embora actualmente não esteja ocupada, faz parte integrante da paisagem daquela zona, fronteira com o Pinhal da Nazaré - com arquitectura datada dos meados do séc XX, envolvida por muitos pinheiros que não merecem o destino, que lhes foi destinado.
A construção da loja ALDI, pretendida implicará o abate de dezenas de árvores e a demolição de uma vivenda com história, destruíndo a harmonia de um local de grande importância paisagística e arquitectónica.
Imagem Google EarthA imagem demonstra como não se circula hoje em Sintra. Após o fecho ao trânsito da Av.Heliodoro Salgado, Sintra ficou partida ao meio.
A passagem pedonal da Av.Heliodoro Salgado verdadeiro tampão na circulação de Sintra."Permanecem, no âmbito da PCS,* espaços que os sintrenses sempre consideraram públicos e como seus franqueado à população: o mais importante, neste aspecto, é o Castelo dos Mouros, que efectivamente deveria ser de novo franqueado à população."
José Cardim Ribeiro /Público 22 de Abril de 2007
*PCS,actualmente PSML
Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/12/sintra-20-anos-depois-da-classificacao.html
sábado, agosto 01, 2015
Um ALDI no Banzão?
Sobre Sintra Paisagem Natural - Património Mundial "A candidatura de uma paisagem cultural para inclusão no Património Mundial exige uma mistura excepcional de sítios naturais e culturais num quadro exemplar. A Serra de Sintra corresponde-lhe de uma forma convincente. Vista de longe (ou a partir de uma fotografia aérea) ela dá a impressão de uma paisagem muito mais natural que se distingue bem dos arredores: uma pequena cadeia montanhosa granítica coberta de florestas, elevando-se da região rural (também ela entrecortada por montes e vales) entre Lisboa e o litoral. Vista de mais perto e percorrendo-a, a Serra revela marcas culturais de uma riqueza surpreendente, cobrindo vários séculos da história de Portugal. "
In "Sintra Património da Humanidade"
A casa "Camacho" no Banzão, local onde se pretende fazer "nascer" um ALDI
A construção da loja ALDI, pretendida implicará o abate de dezenas de árvores e a demolição de uma vivenda (Casa Camacho),com história - destruindo a harmonia de um local de grande importância paisagística e arquitectónica.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/07/foi-voce-que-pediu-um-supermercado-aldi_44.html
Entrada da Casa Camacho o nºº40 da Avenida Atlântico
A possibilidade da construção de um supermercado da cadeia alemã ALDI no Banzão, tem suscitado grandes preocupações no comércio tradicional local e em todos que se preocupam com a preservação do património paisagístico de um local, em zona fronteira com o Pinhal da Nazaré e com um conjunto de vivendas de veraneio emoldurado por muitos pinheiros - local de passagem da linha do histórico eléctrico da Praia das Maçãs. Hoje publicamos a posição do ICNF, em 31/07/2015 sobre o assunto que não nos permite ficar tranquilos:
*Resposta do ICNF sobre a possibilidade de construção de um supermercado ALDI no Banzão
"Em resposta à questão que nos colocou sobre a construção de uma superfície comercial numa zona de pinhal , no Parque Natural de Sintra Cascais temos a informar o seguinte: - após esclarecimento junto da Câmara Municipal de Sintra, verificamos que existe um pedido de parecer junto desta entidade, para o qual a CMS ainda não se pronunciou; - no âmbito do regulamento do Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra Cascais, Resolução de Conselho de Ministros nº 1-A/2004 de 8 de Janeiro, a área em questão encontra-se em Área não abrangida por regime de protecção, isto é em Área Urbana, de acordo com o seu artigo 29º . Pelo que não se encontram sujeitos a parecer da nossa entidade. Com os melhores cumprimentos Conceição Bernardes Engenheira Biofisica Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, IP Departamento de Conservação da Natureza e Florestas - Lisboa e Vale do Tejo Parque Natural de Sintra Cascais"
*Fonte oficial da Câmara de Sintra assegurou ao Jornal da Região, em 14 de Junho de 2015, que a construção de um supermercado Aldi no Banzão ainda não tinha sido autorizado.
Via Jornal da Região em 14/07/2015
"Segundo fonte oficial da autarquia, "no início de abril" deu entrada um pedido de informação prévia sobre a viabilidade da instalação de uma pequena superfície comercial, com "cerca de 900 metros quadrados, num terreno do Banzão.
Atendendo a algumas questões de acessibilidades na zona, e das características de construção urbana do local, à partida vê-se ali fortes condicionantes para um equipamento daquele género", admitiu a fonte municipal, acrescentando que o pedido "está a ser apreciado", mas "não está autorizado".
O Jornal da Região também recolheu a posição da Junta de Freguesia de Colares:
"O presidente da Junta de Freguesia de Colares, Rui Santos, admitiu a sua "preocupação com os pequenos comerciantes, porque vai rebentar com tudo", mas a decisão não pertence à autarquia local."
Notícia integral no Jornal da Região:
http://jregiao-online.webnode.pt/products/populacao-preocupada-com-projeto-de-superficie-comercial-no-banzao-sintra/
No Rio das Maçãs:
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