A reabertura dos parques e monumentos será no dia Internacional dos Museus,
Via jornal " Público":
"Os parques e monumentos geridos pela Parques de Sintra, entre os quais os palácios da Pena, de Sintra, de Queluz e de Monserrate, reabrem ao público na segunda-feira, com entradas gratuitas nesse dia e novas medidas de segurança sanitárias.
(...)
Os parques e monumentos geridos pela Parques de Sintra são o Parque e Palácio Nacional da Pena, Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz, Chalet da Condessa d"Edla, Castelo dos Mouros, Palácio e Jardins de Monserrate, Convento dos Capuchos e Escola Portuguesa de Arte Equestre e estavam encerrados desde meados de Março, devido à pandemia de covid-19.
(...)
Além do uso de máscara e a admissão condicionada de visitantes, a necessidade de observar a distância mínima de segurança estará sinalizada, os visitantes deverão higienizar regularmente as mãos e serão apenas admitidos pagamentos com cartões bancários ou Mbway, não se aceitando numerário, indica a Parques de Sintra.(...)"
Saber mais aqui:
https://www.publico.pt/2020/05/12/local/noticia/parques-sintra-reabre-monumentos-segundafeira-novas-regras-1916217
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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terça-feira, maio 12, 2020
domingo, março 15, 2020
Medidas de prevenção tomadas pela Parques de Sintra - Monte da Lua
Comunicado da PS-ML:
Como é do conhecimento público, Portugal encontra-se numa situação de introdução múltipla e transmissão local limitada relativamente à infeção pelo novo coronavírus COVID-19.
De acordo com a Direção-Geral da Saúde, verifica-se em certas regiões do País uma evolução epidemiológica que aponta para um cenário de rápido crescimento, o que aconselha à tomada de medidas mitigadoras que reduzam os riscos de infeção pelo novo coronavírus COVID-19, nomeadamente, a realização de atividades que, pelo número de participantes envolvidos, possam potenciar riscos inadequados.
Em reunião realizada esta quarta-feira nos Paços do Concelho de Sintra com o presidente da autarquia, Basílio Horta, o conselho de administração da Parques de Sintra Monte da Lua (Palácio da Pena, Castelo dos Mouros, Palácio Nacional de Sintra, Palácio Nacional de Queluz, Palácio de Monserrate) e os administradores da Fundação Cultursintra (Quinta da Regaleira), foi decidido implementar as seguintes medidas de prevenção à ameaça epidémica pelo novo coronavírus COVID-19:
1 - Suspender a aceitação de pagamentos em numerário nas bilheteiras, lojas e cafetarias destes espaços (ficando disponível apenas pagamentos por cartões bancários e aquisições online);
2 - Suspender o serviço de aluguer de audioguias;
3 - Suspender o serviço interno de Visitas Guiadas;
4 - Proibir a realização de visitas guiadas nestes espaços organizadas ou acompanhadas por guias externos;
5 - Suspender a realização das atividades de cariz cultural ou outros, independentemente do número de participantes nestes espaços.
6 - Limitar a concentração de visitantes (no caso da Regaleira 10 pessoas) no acesso a estes espaços e circulação no interior dos recintos, seja em espaços cobertos ou de exterior, reservando-se o direito de fazer cessar a permanência no interior destes espaços aos visitantes que não cumpram esta orientação.
7 - As reservas de visitas a estes espaços (livres ou guiadas) bem como ingressos em atividades culturais agendadas partir dessa data e já pagas serão objeto de devolução.
8 - Internamente, no âmbito das medidas de prevenção, os trabalhadores das bilheteiras, cafetarias e das lojas deverão reforçar o uso de luvas.
9 - Obrigatoriedade de higienização das mãos dos visitantes que acederem aos espaços.
10 - As medidas acima elencadas estarão em vigor até instruções em contrário.
*Foto de hoje, durante a tarde do Palácio da Pena
De acordo com a Direção-Geral da Saúde, verifica-se em certas regiões do País uma evolução epidemiológica que aponta para um cenário de rápido crescimento, o que aconselha à tomada de medidas mitigadoras que reduzam os riscos de infeção pelo novo coronavírus COVID-19, nomeadamente, a realização de atividades que, pelo número de participantes envolvidos, possam potenciar riscos inadequados.
Em reunião realizada esta quarta-feira nos Paços do Concelho de Sintra com o presidente da autarquia, Basílio Horta, o conselho de administração da Parques de Sintra Monte da Lua (Palácio da Pena, Castelo dos Mouros, Palácio Nacional de Sintra, Palácio Nacional de Queluz, Palácio de Monserrate) e os administradores da Fundação Cultursintra (Quinta da Regaleira), foi decidido implementar as seguintes medidas de prevenção à ameaça epidémica pelo novo coronavírus COVID-19:
1 - Suspender a aceitação de pagamentos em numerário nas bilheteiras, lojas e cafetarias destes espaços (ficando disponível apenas pagamentos por cartões bancários e aquisições online);
2 - Suspender o serviço de aluguer de audioguias;
3 - Suspender o serviço interno de Visitas Guiadas;
4 - Proibir a realização de visitas guiadas nestes espaços organizadas ou acompanhadas por guias externos;
5 - Suspender a realização das atividades de cariz cultural ou outros, independentemente do número de participantes nestes espaços.
6 - Limitar a concentração de visitantes (no caso da Regaleira 10 pessoas) no acesso a estes espaços e circulação no interior dos recintos, seja em espaços cobertos ou de exterior, reservando-se o direito de fazer cessar a permanência no interior destes espaços aos visitantes que não cumpram esta orientação.
7 - As reservas de visitas a estes espaços (livres ou guiadas) bem como ingressos em atividades culturais agendadas partir dessa data e já pagas serão objeto de devolução.
8 - Internamente, no âmbito das medidas de prevenção, os trabalhadores das bilheteiras, cafetarias e das lojas deverão reforçar o uso de luvas.
9 - Obrigatoriedade de higienização das mãos dos visitantes que acederem aos espaços.
10 - As medidas acima elencadas estarão em vigor até instruções em contrário.
*Foto de hoje, durante a tarde do Palácio da Pena
quarta-feira, março 04, 2020
PS-ML apresentou o Plano de Gestão Florestal para 2020
A Parques de Sintra - Monte da Lua, fez hoje no Palácio Valenças a apresentação Pública do Plano de Gestão Florestal para 2020, para uma assistência atenta e conhecedora dos vários aspectos relacionados com a serra de Sintra. Serra que a PS-ML gere apenas 1200 hectares dos 4.000 existentes,
Engº Nuno Oliveira. ladeado por dois técnicos da PS-ML (Carla Abrantes e Diogo), e por uma técnica da CMS (Sofia), apresentaram o plano de gestão para este ano, do perímetro florestal da sua responsabilidade na serra de Sintra.
Foi mencionado, intervenções na Tapada do Saldanha, para eliminação de espécies infestantes, assim como plantações de 60.000 novas árvores, por equipas de voluntários e equipas do PSML,numa área de 62 hectares.
Durante 2020 ocorrerá a recuperação dos Parque de Merendas D.Miguel e das Pedras irmãs. Vão ser instalados 35 portões de madeira em vários caminhos, permitindo a passagem pedonal, de ciclistas e cavalos, impedindo a passagem de veículos motorizados.
Também será colocada nova signalética. Segundo a PS-ML, continuarão as intervenções nas faixas de gestão combustível como preconiza a actual legislação.
Também na área da biodiversidade o plano prevê a continuidade de alguns trabalhos e estudos iniciados em 2019, como substituição e colocação de portas em minas de água para morcegos.
sexta-feira, fevereiro 28, 2020
Sessão pública sobre as intervenções florestais na Serra de Sintra
Na Sala da Nau do Palácio Valenças, com a presença de técnicos da Parques de Sintra, e Engº Nuno Oliveira,
domingo, janeiro 05, 2020
Natal e o Pinheiro da Pena
“O Pinheiro da Pena” - 28 de novembro de 2019 a 6 de janeiro de 2020 o Palácio Nacional da Pena expõe reconstituição inédita da Árvore de Natal de D. Fernando II.
" D. Fernando II introduziu na corte portuguesa a tradição da árvore de Natal e concebeu o primeiro cartão de Boas Festas - Iniciativa inédita, em Portugal e no contexto internacional - Instalação resulta de investigação histórica e iconográfica - Inclui reproduções à escala da decoração e dos brinquedos, segundo técnicas de execução tradicionais Sintra,"
O Palácio Nacional da Pena comemora este Natal com a reconstituição histórica inédita da Árvore de Natal de D. Fernando II − o “ Pinheiro da Pena” que estará em exposição no Salão Nobre deste monumento até 6 de janeiro, Dia de Reis.
"Na época em que reinou com D. Maria II, o Natal no Palácio das Necessidades (em Lisboa) era celebrado em torno de um pinheiro trazido propositadamente do Parque da Pena, em Sintra."
Fonte PSML
segunda-feira, julho 01, 2019
Visita ao Convento dos Capuchos em obras
Fotos em 26/06/2019
Numa visita efectuada ao Convento dos Capuchos em 26/06/2019, que sofre agora uma intervenção de recuperação - constatámos na visita que o espaço estava transformado num imenso estaleiro, com alterações de acesso ao convento complicados, com signalética confusa. Painéis com indicação de tempo de duração de obra, em local errado. Falta de informação de tempo em falta para a conclusão da obra.
A circulação de visitantes dentro do convento, por não haver acesso pela entrada principal, transforma a visita num labirinto sem informação dos compartimentos que são visitados.
No exterior, espaço onde anteriormente existia uma esplanada e loja de publicações, encerrada só funcionando os sanitários, ao lado outro pavilhão encerrado atacado por ervas.
Entre a entrada e o antigo acesso ao Convento, e onde continuam a ser cobrados os bilhetes de acesso ao preço existente antes das obras, o matagal ocupa agora as zonas verde e não só.
Em 2016 a PSML, apresentou o projecto de requalificação.
"Na última terça-feira foi apresentado pelos directores técnicos para o Património Construído e para o Património Natural dos Parque de Sintra, o projecto de requalificação e restauro do Convento dos Capuchos, também conhecido como Convento da Cortiça - o projecto foi iniciado no final de Outubro com a empreitada de recuperação e caminhos e da cerca conventual (após a realização de sondagens arqueológicas), e representa um investimento global de cerca de 3 milhões de euros e deverá estar concluído no final de 2018."
https://riodasmacas.blogspot.com/2016/11/projecto-de-requalificacao-e-restauro.html
Numa visita efectuada ao Convento dos Capuchos em 26/06/2019, que sofre agora uma intervenção de recuperação - constatámos na visita que o espaço estava transformado num imenso estaleiro, com alterações de acesso ao convento complicados, com signalética confusa. Painéis com indicação de tempo de duração de obra, em local errado. Falta de informação de tempo em falta para a conclusão da obra.
A circulação de visitantes dentro do convento, por não haver acesso pela entrada principal, transforma a visita num labirinto sem informação dos compartimentos que são visitados.
No exterior, espaço onde anteriormente existia uma esplanada e loja de publicações, encerrada só funcionando os sanitários, ao lado outro pavilhão encerrado atacado por ervas.
Entre a entrada e o antigo acesso ao Convento, e onde continuam a ser cobrados os bilhetes de acesso ao preço existente antes das obras, o matagal ocupa agora as zonas verde e não só.
Em 2016 a PSML, apresentou o projecto de requalificação.
"Na última terça-feira foi apresentado pelos directores técnicos para o Património Construído e para o Património Natural dos Parque de Sintra, o projecto de requalificação e restauro do Convento dos Capuchos, também conhecido como Convento da Cortiça - o projecto foi iniciado no final de Outubro com a empreitada de recuperação e caminhos e da cerca conventual (após a realização de sondagens arqueológicas), e representa um investimento global de cerca de 3 milhões de euros e deverá estar concluído no final de 2018."
https://riodasmacas.blogspot.com/2016/11/projecto-de-requalificacao-e-restauro.html
sexta-feira, fevereiro 22, 2019
Parques de Sintra Monte da Lua - salários e precariedade.
Trabalhadores da Parques de Sintra contestam baixos salários e precariedade
Via Diário de Notícias
"A inexistência de instrumentos de valorização remuneratória, como um plano de carreiras, apesar de obrigatória por lei, continua a fazer com que os trabalhadores da PSML não possam beneficiar de uma atualização de vencimentos, o que acontece desde 2008", denunciou, em comunicado, a Comissão de Trabalhadores (CT).
A PSML, criada para gerir parques históricos e monumentos de Sintra, revelou estar a negociar com sindicatos um acordo de empresa, para melhorar salários e valorizar as carreiras dos trabalhadores.
A CT considera a "situação injustificável, já que a PSML anunciou recentemente mais um crescimento da receita", por via do aumento do número de visitantes nos parques e monumentos sob a sua gestão.
"Esta empresa pública que recebe zero do Orçamento do Estado, e que vê, de ano para ano, o número de visitas crescerem e consequentemente os lucros crescerem, funciona com 40% dos trabalhadores a receber um valor igual ou inferior ao salário mínimo nacional e 30% de trabalhadores precários", refere-se no comunicado.
Segundo explicou à Lusa Maria João de Sousa, da CT, a administração da PSML comunicou que o montante para aumentos salariais "está cabimentado desde 2018, mas está bloqueado na Secretaria de Estado do Tesouro".
"O Governo não se devia meter nesta questão, mas não nos deixa nem fazer contratações. Todos os dias saem pessoas da empresa e, com ordenados baixos, não se consegue contratar, portanto não sabemos qual é o futuro", frisou.
A representante dos trabalhadores admitiu que a sociedade ainda não informou se vai aplicar o aumento para 635 euros do salário mínimo na administração pública.
"Temos pessoas a fazer trabalho efetivo da empresa, com encargos específicos técnicos, de projetos ligados à conservação e restauro, o grande departamento de intervenção da empresa, que recebem 600 euros e são contratadas por uma empresa de trabalho temporário", denunciou Maria João de Sousa.
A sociedade, que gere os parques e palácios da Pena e de Monserrate, bem como o Castelo dos Mouros, o Convento dos Capuchos e os palácios nacionais de Sintra e de Queluz, possui 308 funcionários efetivos e "entre 100 a 150 funcionários contratados" por empresas, estimou.
Para Maria João de Sousa, perante a falta de respostas, a paz social pode estar em causa na empresa, levando "em crescendo a fazer vigílias e, eventualmente, terminando numa greve".
"É inadmissível que uma empresa que recebe 3,5 milhões de visitantes, que é uma das principais bandeiras do turismo nacional, seja constituída por funcionários que recebem salários com os quais mal conseguem sobreviver", vincou o comunicado, notando que "o valor médio de lucro anual, desde 2015, é de mais de seis milhões" de euros.
Numa nota enviada à Lusa, a PSML informou que "está a falar com os sindicatos, onde a celebração de um acordo de empresa é um dos principais temas".
A sociedade lembrou que "está sujeita às normas do Orçamento do Estado e ao cumprimento dos respetivos decretos de execução orçamental e das circulares emitidas pelo Ministério das Finanças que têm, ao longo dos últimos anos, imposto as restrições salariais que a todos têm afetado".
O descongelamento de progressões de carreira e reposição de ordenados só é possível em empresas com instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho em vigor, que "nunca existiram" na PSML.
A atual administração "tem reunido com os sindicatos, com vista à negociação e celebração de um acordo de empresa que permita a melhoria dos salários dos colaboradores e a valorização dos recursos humanos", adiantou a nota.
"A administração está empenhada e a trabalhar para ultrapassar estas questões, tendo já previsto, no seu orçamento para 2019, uma verba para aumentos salariais", concluiu a PSML.
A PSML foi criada em 2000, na sequência da classificação pela UNESCO da Paisagem Cultural de Sintra, e possui como acionistas o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, a Direção Geral do Tesouro e Finanças (que representa o Estado), o Turismo de Portugal e a Câmara Municipal de Sintra."
sexta-feira, novembro 23, 2018
Fonte dos Passarinhos no Parque da Pena
Fonte dos PassarinhosPavilhão erigido em 1853, inspirado na cultura árabe. De base octogonal, encimado por uma cúpula esférica, apresenta uma inscrição em árabe, na qual se alude à grandiosidade da obra de D. Fernando, comparando-a à de D. Manuel I. Os azulejos e diversos elementos decorativos neo-mouriscos, pontuam o parque de elementos exóticos e orientalizantes, próprios da gramática decorativa do Romantismo.
Texto da PSML
Pavilhão de estilo islâmico.Cúpula esférica com inscrição em árabe. Os azulejos são semelhantes aos da fachada principal do Palácio da Pena.sexta-feira, novembro 16, 2018
Tuia-gigante do Parque da Pena é candidata a Árvore do Ano 2019
Fotos da Tuia-gigante do Parque da Pena em 2007
Tuia-gigante do Parque da Pena é candidata a Árvore do Ano 2019
Tuia-gigante do Parque da Pena é candidata a Árvore do Ano 2019
- Árvore eleita representará Portugal no concurso europeu Tree of the Year 2019
- Evento promove a importância das árvores antigas na herança cultural e natural
Sintra, 15 de novembro de 2018 – A tuia-gigante, uma das árvores mais emblemáticas do Parque da Pena, está a concorrer ao título de Árvore do Ano 2019, sob o mote “O Gigante da Pena”. Com cerca de 150 anos, uma altura aproximada de 35 metros e uma copa extensa e envolvente, foi plantada na época da criação do parque por D. Fernando II e é considerada, desde 1916, um dos exemplares notáveis deste recinto. Beneficiando de uma carga fortemente cénica, bem ao gosto do Romantismo, tem impressionado gerações e destaca-se como uma das árvores mais fotografadas da Pena.
Esta espécie nativa da América do Norte, famosa entre os índios locais pelas suas propriedades terapêuticas e pelo seu caráter sagrado, assume no Parque da Pena uma estrutura de copa singular, diferente da que a caracteriza no seu ambiente original. Imponente e silenciosa, tem caminhado em direção ao lago que a ladeia e tem estimulado a imaginação dos visitantes, levando-os a “viajar” até paragens exóticas e potenciando o ambiente romântico idealizado pelo Rei Artista.
A eleição da Árvore do Ano é organizada, em Portugal, pela UNAC – União da Floresta Mediterrânica e as votações estão disponíveis, até ao próximo dia 20 de novembro, em https://portugal. treeoftheyear.eu/Vote. Numa iniciativa que vai para além da beleza ou da idade das árvores a concurso, pretende-se revelar a sua história e o seu papel na vida das pessoas e das comunidades.
Para votar na tuia-gigante do Parque da Pena basta:
1) Aceder à página do concurso em https://portugal. treeoftheyear.eu/Vote
2) Selecionar a “Tuia-gigante” e uma segunda árvore em que pretenda votar
3) Carregar em “VOTE”, no rodapé da página
4) Introduzir o seu endereço de email e selecionar “VOTE”
5) No email de confirmação, que irá receber no endereço que introduziu, carregar em “clique aqui” para que o voto seja validado/contabilizado
1) Aceder à página do concurso em https://portugal.
2) Selecionar a “Tuia-gigante” e uma segunda árvore em que pretenda votar
3) Carregar em “VOTE”, no rodapé da página
4) Introduzir o seu endereço de email e selecionar “VOTE”
5) No email de confirmação, que irá receber no endereço que introduziu, carregar em “clique aqui” para que o voto seja validado/contabilizado
A árvore portuguesa vencedora concorre posteriormente à votação para a Árvore Europeia do Ano (European Tree of the Year), promovida pela Environmental Partnership Association (EPA), desde 2011. Em 2018, Portugal estreou-se a vencer na participação neste evento, com o “Sobreiro Assobiador”, de Águas de Moura, Alentejo, numa edição que contou com mais de 200.000 votos através do website oficial.
(texto da PSML)
segunda-feira, outubro 08, 2018
O Parque Natural Sintra-Cascais dois dias depois
Grande incêndio de Sábado na Serra de Sintra - 600 hectares ardidos
Com início na Peninha (junto ao convento), a frente de fogo, (com o forte vento que se fez sentir),estendeu-se até ao Guincho. O incêndio terá destruído uma área de cedros centenários, junto à Peninha, além de áreas de vegetação baixa (tojo e zimbro), atingindo o sistema dunar da Cresmina no Guincho.
Sinais ainda activos do incêndio
Atravessando a estrada, na direcção do Guincho, afectou várias áreas urbanas no sentido da Praia do Abano, que tiveram que ser evacuadas.
Guincho,no trajecto do fogo.
Almoinhas Velhas atingida, na passagem do fogo - habitações foram evacuadas
Habitação salva do cerco das chamas em Almoinhas Velhas
Hoje cerca de 200 bombeiros de prevenção na zona afectada. Vinte feridos ligeiros, sendo todos bombeiros, um civil e mais de 300 pessoas evacuadas.
Com início na Peninha (junto ao convento), a frente de fogo, (com o forte vento que se fez sentir),estendeu-se até ao Guincho. O incêndio terá destruído uma área de cedros centenários, junto à Peninha, além de áreas de vegetação baixa (tojo e zimbro), atingindo o sistema dunar da Cresmina no Guincho.
Sinais ainda activos do incêndio
Atravessando a estrada, na direcção do Guincho, afectou várias áreas urbanas no sentido da Praia do Abano, que tiveram que ser evacuadas.
Guincho,no trajecto do fogo.
Almoinhas Velhas atingida, na passagem do fogo - habitações foram evacuadas
Habitação salva do cerco das chamas em Almoinhas Velhas
Hoje cerca de 200 bombeiros de prevenção na zona afectada. Vinte feridos ligeiros, sendo todos bombeiros, um civil e mais de 300 pessoas evacuadas.
segunda-feira, agosto 06, 2018
Noites de Verão no Palácio da Pena
Este verão pode visitar o Parque e Palácio Nacional da Pena à noite. Todas as quintas-feiras entre os dias 2 de agosto e 13 de setembro as portas deste monumento abrem das 20h às 00h .
quarta-feira, julho 25, 2018
Cinema ao ar livre em Monserrate
Foto de 2/07/2017 no Parque de Monserrate
"A programação estende-se entre 3 e 26 de Agosto e é inteiramente desenhada em torno de títulos clássicos do cinema do século XX. O primeiro fim-de-semana arranca com O Homem das Mulheres (de Jerry Lewis, 1961), na sexta, dia 3; e Serenata à Chuva, o clássico de Gene Kelly e Stanley Donen (1952), na noite de sábado, 4. Nos fins-de-semana seguintes, vai poder ver títulos como Sentimento, de Luchino Visconti 1954), Fúria de Viver, de Nicholas Ray (1955), Easy Rider, de Dennis Hopper (1969), Febre de Sábado à Noite, o clássico de John Badham que popularizou John Travolta em 1977, ou E.T., O Extraterrestre, o clássico instantâneo que Steven Spielberg nos deu em 1982."
Texto retirado daqui:
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/ha-cinema-ao-ar-livre-em-sintra-no-mes-de-agosto-071718
"A programação estende-se entre 3 e 26 de Agosto e é inteiramente desenhada em torno de títulos clássicos do cinema do século XX. O primeiro fim-de-semana arranca com O Homem das Mulheres (de Jerry Lewis, 1961), na sexta, dia 3; e Serenata à Chuva, o clássico de Gene Kelly e Stanley Donen (1952), na noite de sábado, 4. Nos fins-de-semana seguintes, vai poder ver títulos como Sentimento, de Luchino Visconti 1954), Fúria de Viver, de Nicholas Ray (1955), Easy Rider, de Dennis Hopper (1969), Febre de Sábado à Noite, o clássico de John Badham que popularizou John Travolta em 1977, ou E.T., O Extraterrestre, o clássico instantâneo que Steven Spielberg nos deu em 1982."
Texto retirado daqui:
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/ha-cinema-ao-ar-livre-em-sintra-no-mes-de-agosto-071718
terça-feira, julho 03, 2018
Postal de Sintra
"Sintra foi o primeiro sítio Europeu inscrito pela UNESCO como Paisagem Cultural, em 1995.
Em 2014, os valores naturais e culturais que a Parques de Sintra gere receberam aproximadamente 2.234.000 visitas, cerca de 87% das quais por parte de estranjeiros"
"Em vez de intervir em discussões políticas, D.Fernando assumiu a tarefa importante de restaurar os edifícios nacionais, alguns como a Torre de Belém, símbolos importantes da nacionalidade. Na altura em que começou a planear a construção do Palácio da Pena na sua amada Sintra, começava a nascer uma nova consciência em relação à herança nacional. D.Fernando foi muito influenciado por um grupas de amigos liberais - incluindo o escritor e crítico Alexandre Herculano e Francisco Adolfo Varnhagen (um luso-brasileiro interessado em todos os aspectos da vida cultural).Juntos, convenceram-no de que o estilo arquitectónico da época de D.Manuel I, no século XVI, era o verdadeiro estilo nacional. O «manuelino» (termo inventado por Varnhagen) era uma evolução do Gótico com toques orientais e marítimos floreados, como o que se podem ver em Tomar e na Torre de Belém.Quando D.Fernando instruiu o arquitecto alemão Ludwig Wilhelm, barão de Eschwege, decidira criar um edifício exótico e espectacular que iria coroar o cume de Sintra, e ser visível a quilómetros."
*Malcom Jack/Breve história de Lisboa cidade do mar
Em 2014, os valores naturais e culturais que a Parques de Sintra gere receberam aproximadamente 2.234.000 visitas, cerca de 87% das quais por parte de estranjeiros"
"Em vez de intervir em discussões políticas, D.Fernando assumiu a tarefa importante de restaurar os edifícios nacionais, alguns como a Torre de Belém, símbolos importantes da nacionalidade. Na altura em que começou a planear a construção do Palácio da Pena na sua amada Sintra, começava a nascer uma nova consciência em relação à herança nacional. D.Fernando foi muito influenciado por um grupas de amigos liberais - incluindo o escritor e crítico Alexandre Herculano e Francisco Adolfo Varnhagen (um luso-brasileiro interessado em todos os aspectos da vida cultural).Juntos, convenceram-no de que o estilo arquitectónico da época de D.Manuel I, no século XVI, era o verdadeiro estilo nacional. O «manuelino» (termo inventado por Varnhagen) era uma evolução do Gótico com toques orientais e marítimos floreados, como o que se podem ver em Tomar e na Torre de Belém.Quando D.Fernando instruiu o arquitecto alemão Ludwig Wilhelm, barão de Eschwege, decidira criar um edifício exótico e espectacular que iria coroar o cume de Sintra, e ser visível a quilómetros."
*Malcom Jack/Breve história de Lisboa cidade do mar
sexta-feira, abril 20, 2018
Exposição colectiva de fotografia
De 5 de maio a 3 de junho
Parques de Sintra promove exposição colectiva de fotografia “Significação: Outras Imagens do Jardim”
- Mostra vai estar patente no MU.SA – Museu das Artes de Sintra
- Exposição exibe trabalhos de quatro artistas
- Iniciativa pretende fomentar novos olhares sobre o património histórico
Quatro artistas vencedores do concurso lançado pela PSML no final de Janeiro.
-António Castanheira
-Camille Aboudaram-Lorena Travassos
-Mané
segunda-feira, fevereiro 26, 2018
Serões Musicais no Palácio da Pena
A quarta edição dos Serões Musicais no Palácio da Pena,
ciclo de música dedicado ao repertório do período romântico, irá
transportar-nos para diferentes paragens: Brasil, França e Espanha, mas
sempre com Portugal no núcleo. Os primeiros concertos acontecem já nos
dias 2 e 3 de março
segunda-feira, janeiro 22, 2018
Farol do Cabo da Roca - depois da tormenta a bonança?
Foto em 22/01/2018
Depois da tempestade ANA, ter resolvido o escândalo da instalação de uma torre metálica com 45 metros junto ao farol (22m) em 2013, sem que os vários poderes (muitos), quebrassem os seus silêncios ou tomassem qualquer atitude. Temos de novo o "nosso" farol com a imagem que deveria ter tido sempre. Vamos pensar que não se cometem duas vezes o mesmo erro
Foto em 22/01/2018
O Suplemento “Fugas” do jornal Público de Agosto de 2008, publicou um interessante artigo sobre as “Luzes que acendem a costa e o Mar”, fazendo uma selecção dos faróis mais emblemáticos do território nacional. O cabo da Roca não poderia deixar de estar presente, não só devido à sua posição geográfica, e também pela beleza do local onde se encontra. (zona protegida do Parque Natural Sintra-Cascais, e sendo Sintra a paisagem de Sintra, Património Mundial atribuido pela UNESCO)
Foto em 22/01/2018
Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/12/psm-l-de-novo-vencedora-do-world-travel.html
Depois da tempestade ANA, ter resolvido o escândalo da instalação de uma torre metálica com 45 metros junto ao farol (22m) em 2013, sem que os vários poderes (muitos), quebrassem os seus silêncios ou tomassem qualquer atitude. Temos de novo o "nosso" farol com a imagem que deveria ter tido sempre. Vamos pensar que não se cometem duas vezes o mesmo erro
Foto em 22/01/2018
O Suplemento “Fugas” do jornal Público de Agosto de 2008, publicou um interessante artigo sobre as “Luzes que acendem a costa e o Mar”, fazendo uma selecção dos faróis mais emblemáticos do território nacional. O cabo da Roca não poderia deixar de estar presente, não só devido à sua posição geográfica, e também pela beleza do local onde se encontra. (zona protegida do Parque Natural Sintra-Cascais, e sendo Sintra a paisagem de Sintra, Património Mundial atribuido pela UNESCO)
Foto em 22/01/2018
Cabo da Roca
“É sem dúvida, um dos mais emblemáticos da costa portuguesa.
O Farol do Cabo da Roca está situado no ponto mais ocidental da Europa Continental – no cabo com o mesmo nome, no concelho de Sintra - e, uma vez que se encontra 165 metros acima do nível do mar, oferece uma magnífica panorâmica sobre o Oceano Atlântico, bem como sobre a belíssima paisagem que o rodeia.
A crer no que dizem os fâs do Cabo da Roca, assim que se acende a luz do farol o local passa a gozar de um ambiente ainda mais encantador.
A luz que é emitida a apartir do alto da torre quadrangular de 22 metros tem, actualmente, um alcance de 26 milhas (cerca de 48 quilómetros).
“É sem dúvida, um dos mais emblemáticos da costa portuguesa.
O Farol do Cabo da Roca está situado no ponto mais ocidental da Europa Continental – no cabo com o mesmo nome, no concelho de Sintra - e, uma vez que se encontra 165 metros acima do nível do mar, oferece uma magnífica panorâmica sobre o Oceano Atlântico, bem como sobre a belíssima paisagem que o rodeia.
A crer no que dizem os fâs do Cabo da Roca, assim que se acende a luz do farol o local passa a gozar de um ambiente ainda mais encantador.
A luz que é emitida a apartir do alto da torre quadrangular de 22 metros tem, actualmente, um alcance de 26 milhas (cerca de 48 quilómetros).
Há mais motivos que justificam a inclusão do Farol do Cabo da Roca na lista de faróis de visita obrigatória em Portugal Continental. É que este é também um dos faróis mais antigos da costa portuguesa, integrando o leque de seis que foram mandados construir por alvará pombalino, em 1758. A sua conclusão e entrada em funcionamento concretizaram-se em 1772,”
In Fugas - Agosto 2008Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/12/psm-l-de-novo-vencedora-do-world-travel.html
terça-feira, janeiro 16, 2018
A lista de compras da rainha Carlota Joaquina
"Filha de Carlos IV e irmã de Fernando VII, reis de Espanha, nasceu em 1775 e morreu em 1830, aos 54 anos. Participou de pelo menos cinco conspirações, segundo registam os livros de História.
(...)
Em 1821, já de volta a Portugal, recusou-se a assinar a constituição liberal portuguesa, contrariando a exigência das Cortes e as orientações do marido (D.João VI). Como resultado, foi confinada ao Palácio de Queluz, distante de Lisboa e do poder."
In "1808"/Laurentino Gomes.
Foto PSML
O manuscrito adquirido pela Parques de Sintra Monte da Lua, regressa agora ao espólio do Palácio de Queluz. O manuscrito tem 71 páginas e nele constam jóias, roupas, meias de seda, leques de marfim e 560 lenços de mão.
sábado, dezembro 30, 2017
A melhor Imagem de 2017 de Sintra
"Elevada a Paisagem Cultural do Património da Humanidade durante a 19ª Sessão do Comité da UNESCO ocorrida em Paris a 6 de Dezembro de 1995, Sintra é um imenso livro aberto de imagens do Passado, emolduradas numa Natureza fascinante."
In Sintra Património Mundial/CMS 2004

Foto obtida em 12 de Dezembro de 2017 - (que não era possivel obter desde 2013)
A tempestade ANA, permite agora que num local dos mais visitados e fotografados, de Sintra, uma imagem civilizada. Área protegida do Parque Natural Sintra-Cascais, e nomeada, Património da Humanidade pela UNESCO hà 27 anos - a razão da nossa escolha como foto do ano para Sintra.
Posts relacionados:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/12/sobre-o-farol-do-cabo-da-roca-reaccao.html
https://riodasmacas.blogspot.pt/2017/05/farol-do-cabo-da-roca-e-os-fotografos.html
In Sintra Património Mundial/CMS 2004

Foto obtida em 12 de Dezembro de 2017 - (que não era possivel obter desde 2013)
A tempestade ANA, permite agora que num local dos mais visitados e fotografados, de Sintra, uma imagem civilizada. Área protegida do Parque Natural Sintra-Cascais, e nomeada, Património da Humanidade pela UNESCO hà 27 anos - a razão da nossa escolha como foto do ano para Sintra.
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quinta-feira, dezembro 28, 2017
Sobre a intenção de abater 1400 árvores no Parque Natural Sintra-Cascais
Foto no PNSC em Abril de 2017
É afirmado também na resposta do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, que a intervenção será articulada com a Câmara Municipal de Sintra.
Post relacionado:
No seguimento da intenção demonstrada pelo ICNF, de executar um abate de 1400 árvores em pleno Parque Natural Sintra Cascais, recebemos agora a informação, (através de uma resposta do Governo, ao Bloco de esquerda - pedido feito a 8 de Novembro 2017), que terá "ficado acordado numa reunião em 28 de Novembro, com o ICNF e a CMS, a marcação conjunta das árvores do troço da estrada florestal a incluir na hasta pública", e que actualmente o ICNF,"não está em condições de dizer quantas árvores irão ser cortadas junto à EN9-1 e ao troço da estrada florestal Malveira-Portela".
Foto no PNSC em Abril de 2017
segunda-feira, dezembro 18, 2017
A Sala dos Embaixadores do Palácio de Queluz
Foto da Sala dos Embaixadores em 08/05/2017
Aproveitando o início de uma intervenção de conservação da Parques de Sintra - Monte da Lua, na Sala dos Embaixadores, do Palácio de Queluz, para tema da publicação do post de hoje - trabalhos que deverão estar concluídos no Verão de 2018, e orçarão em 180 mil euros.
Sobre a Sala dos Embaixadores
Sobre a Sala dos Embaixadores
(texto da PSML)
Inicialmente designada por Barraca Rica, Sala das Colunas, das Serenatas, dos Serenins e Galeria, esta dependência passou a ser conhecida, depois de 1794, como Sala das Talhas e Sala dos Embaixadores.
A sua construção iniciou-se em 1754, sob risco do arquiteto Jean-Baptiste Robillion e com a colaboração dos franceses Jacques Antoine Colin, entalhador, e Jean François Cragnier, ensamblador, e os portugueses Bruno José do Vale e Francisco de Melo, que pintaram o teto e a sanca com motivos alegóricos e de chinoiserie.
A pintura do painel central, de grande efeito cenográfico, representa a família real participando num serenim (concerto). É uma réplica da tela original atribuída ao pintor italiano Giovanni Berardi, concluída em 1762, que se perdeu no incêndio de 1934, que afetou particularmente esta zona do palácio.
Este é o espaço do Palácio onde melhor se sente a influência da decoração em chinoiserie, tão ao gosto da segunda metade do século XVIII. A existência de dois dosséis para tronos, delimitados pelas colunas em espelho, justificava-se pelas cerimónias em que os reis eram acompanhados pelos Príncipes do Brasil, título pelo qual eram conhecidos os príncipes herdeiros.
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