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sábado, novembro 09, 2019

O Eucaliptus Oblíqua do Parque da Pena

"finalmente em frente a árvore máxima deste conjunto; é o Eucalyptus Oblíqua plantado quase sobre a linha de água no dia do casamento de D.Fernando II e Condessa d'Edla em 10 de Junho de 1869."
in Monografia do Parque da Pena/1960/Mário Azevedo Gomes

 "num dia de temporal, ajudado pelo vento forte, decidiu deitar-se sobre ele e adormecer para sempre".

Por iniciativa de  Emilia Reis e colaboração dos Parques de Sintra -Monte da Lua, e  com o empenho do Engº Nuno Oliveira - realizou-se ontem no Parque da Pena, uma singela homenagem, através da plantação de um novo "Eucalyptus Oblíqua L'Her”  no local onde existia a árvore,  de origem australiana, com 141 anos que marcava o casamento de D.Fernando II e Condessa d'Edla em 1869 e que foi derrubado em 2010 por um temporal.


Emilia Reis  e técnicos do PSML,durante a plantação do pequeno "Obliqua"


Elementos de um ramo do eucalipto centenário, memória bem guardada pela Emilia Reis

*Publicamos um texto da autoria de Emília reis, que faz um interessante  relato do dia em que o Parque da Pena voltou a ter um  Eucalyptus Oblíqua:

" Para assinalar a efeméride dos 150 anos do casamento do rei D.Fernando II com Elise Hensler, já condessa d’Edla, que ocorre em 2019, foi hoje plantado ao fim da tarde, no Parque da Pena, um pequeno "Eucalyptus Oblíqua L'Her” que vai continuar o testemunho da velhinha árvore que ‘Os Dois’ tinham plantado em 11 de Junho de 1869, derrubada num dia incerto do mês de Março de 2010, por um violento temporal. Ficou agora a pequena árvore, perto do pedaço do majestoso tronco que repousa, deitado, num espaço da Feteira da Condessa.
Desejo-lhe uma vida longa sem as várias vicissitudes por que passou o velhinho “Oblíqua” que, aquando da sua queda, segundo o testemunho de uma tília que lhe estava perto, se terá suicidado por amor (1).

 (1) Aguardou durante 134 anos, silencioso e triste, que lhe reconhecessem o valor de ser, no Parque da Pena, a única testemunha viva do casamento celebrado em 10 de Junho de 1869, entre D. Fernando II e Elise Hensler, Condessa d’Edla, até que, esse dia lhe pareceu ter chegado. Foi em 13 de Junho de 2003 e, nessa data, uma nova alma lhe nasceu. Varreram todos os caminhos que estavam em seu redor, limparam a Feteira, que os seus ramos, lá do alto, podiam agora contemplar e, finalmente, numa cerimónia simples mas bonita, colocaram-lhe perto uma placa que assinalava a efeméride e o seu valor. Mas, depois, o tempo foi passando e de novo o esquecimento voltou aquele lugar. A placa envelheceu, desbotou, já se não lia e só mesmo os apaixonados pela história que ele contava o iam visitar. Entristeceu de novo e agora com o peso da idade, começou a inclinar-se, suavemente. Apaixonou-se pelo pequeno regato que lhe corria aos pés e que lhe tinha dado de beber durante tantos anos e, num dia de temporal, ajudado pelo vento forte, decidiu deitar-se sobre ele e adormecer para sempre. Contou a tília que lhe estava perto que o “Oblíqua” se tinha suicidado por amor. (Este texto publiquei-o como comentário em 3 de Abril de 2010, no Blogue “Sintra Acerca de” 

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Emília Reis (09/11/2019)


O grupo que acompanhou e esteve presente na plantação da nova árvore

sexta-feira, novembro 23, 2018

Fonte dos Passarinhos no Parque da Pena

Fonte dos Passarinhos
Pavilhão erigido em 1853, inspirado na cultura árabe. De base octogonal, encimado por uma cúpula esférica, apresenta uma inscrição em árabe, na qual se alude à grandiosidade da obra de D. Fernando, comparando-a à de D. Manuel I. Os azulejos e diversos elementos decorativos neo-mouriscos, pontuam o parque de elementos exóticos e orientalizantes, próprios da gramática decorativa do Romantismo.

Texto da PSML
Pavilhão de estilo islâmico.Cúpula esférica com inscrição em árabe. Os azulejos são semelhantes aos da fachada principal do Palácio da Pena.
-Mais informação sobre a Fonte dos Passarinhos-aqui

sexta-feira, novembro 16, 2018

Tuia-gigante do Parque da Pena é candidata a Árvore do Ano 2019

Fotos da Tuia-gigante do Parque da Pena em 2007
Tuia-gigante do Parque da Pena é candidata a Árvore do Ano 2019

- Votação nacional até 20 de novembro em https://portugal.treeoftheyear.eu/Vote
- Árvore eleita representará Portugal no concurso europeu Tree of the Year 2019
- Evento promove a importância das árvores antigas na herança cultural e natural

Sintra, 15 de novembro de 2018 – A tuia-gigante, uma das árvores mais emblemáticas do Parque da Pena, está a concorrer ao título de Árvore do Ano 2019, sob o mote “O Gigante da Pena”. Com cerca de 150 anos, uma altura aproximada de 35 metros e uma copa extensa e envolvente, foi plantada na época da criação do parque por D. Fernando II e é considerada, desde 1916, um dos exemplares notáveis deste recinto. Beneficiando de uma carga fortemente cénica, bem ao gosto do Romantismo, tem impressionado gerações e destaca-se como uma das árvores mais fotografadas da Pena.

Esta espécie nativa da América do Norte, famosa entre os índios locais pelas suas propriedades terapêuticas e pelo seu caráter sagrado, assume no Parque da Pena uma estrutura de copa singular, diferente da que a caracteriza no seu ambiente original. Imponente e silenciosa, tem caminhado em direção ao lago que a ladeia e tem estimulado a imaginação dos visitantes, levando-os a “viajar” até paragens exóticas e potenciando o ambiente romântico idealizado pelo Rei Artista.

A eleição da Árvore do Ano é organizada, em Portugal, pela UNAC – União da Floresta Mediterrânica e as votações estão disponíveis, até ao próximo dia 20 de novembro, em https://portugal.treeoftheyear.eu/Vote. Numa iniciativa que vai para além da beleza ou da idade das árvores a concurso, pretende-se revelar a sua história e o seu papel na vida das pessoas e das comunidades.

Para votar na tuia-gigante do Parque da Pena basta:
1) Aceder à página do concurso em https://portugal.treeoftheyear.eu/Vote
2) Selecionar a “Tuia-gigante” e uma segunda árvore em que pretenda votar
3) Carregar em “VOTE”, no rodapé da página
4) Introduzir o seu endereço de email e selecionar “VOTE”
5) No email de confirmação, que irá receber no endereço que introduziu, carregar em “clique aqui” para que o voto seja validado/contabilizado

A árvore portuguesa vencedora concorre posteriormente à votação para a Árvore Europeia do Ano (European Tree of the Year), promovida pela Environmental Partnership Association (EPA), desde 2011. Em 2018, Portugal estreou-se a vencer na participação neste evento, com o “Sobreiro Assobiador”, de Águas de Moura, Alentejo, numa edição que contou com mais de 200.000 votos através do website oficial.
(texto da PSML)



domingo, agosto 13, 2017

Os cavalos da raça Ardennais do Parque da Pena

Foto dos cavalos Ardennais no cortejo do Círio de N.Senhora do Cabo Espichel no sábado 13 de Setembro de 2014

A Parques de Sintra Monte da Lua (PSML) iniciou, em 2010, um projecto para a recuperação de métodos tradicionais de trabalho na exploração e manutenção florestal, nomeadamente a utilização de cavalos.

Por esse motivo foi feita a aquisição de três exemplares da raça Ardennais (cavalos de tiro).
O Kali, o Valseur e o Medhi são três excelentes cavalos da raça Ardennais que chegaram ao Parque da Pena, em 21 de Abril  de 2011.

http://riodasmacas.blogspot.pt/2011/07/tres-cavalos-belgas-na-serra-de-sintra.html

Foto dos Cavalos Ardennais no II desfile Equestre de Sintra durante os festejos de N.Senhora do Cabo Espichel em Setembro de 2011


Os cavalos de raça Ardennais são comandados essencialmente através de ordens vocais e sem grande auxílio das rédeas. Respondem a mais de 10 tipos diferentes de ordens vocais e respondem sempre pelo seu nome.

http://riodasmacas.blogspot.pt/2011/09/festas-de-sintra-na-freguesia-de-santa_04.html



Foto de um Ardennais durante uma sessão de trabalho no Parque da Pena em 2011

http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/08/demonstracao-com-cavalos-de-raca.html

"Com vista à introdução de cavalos de trabalho na Serra de Sintra, a PSML estabeleceu contactos com o Centro Europeu do Cavalo, nomeadamente com o seu director Pierre Arnoud (Centre Européen du Cheval, localizado perto de Liège, instituição do Governo Belga vocacionada exactamente para manter viva esta prática florestal), com o qual veio a contratar o apoio logístico e de consultoria ao projecto, a aquisição de três cavalos e a formação de técnicos portugueses.
Em 2011, o projecto concretizou-se e a 21 de Abril chegaram ao Parque da Pena, três cavalos da raça Ardennais: o Kali, o Valseur e o Medhi. A opção por esta raça deveu-se ao facto deste tipo de cavalos serem muito populares para trabalhos na floresta, por serem relativamente pequenos, ágeis, muito fortes, e de temperamento muito dócil. Esta é uma das raças mais antigas e bem documentadas em toda a Europa.(...)"

In  revista online “Voz do Campo”

domingo, maio 22, 2016

Efeméride do dia

Hoje 22 de Maio, data em que há 180 anos nasceu Elise Fredericke Hensler - Condessa d'Edla.

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 Elise Hensler, segunda mulher de D.Fernando II, mais tarde Condessa d’Edla. De origem suíça-alemã, vai com a família muito jovem para os Estados Unidos onde adquire nacionalidade americana. Enquanto cantora lírica de carreira internacional Elise Hensler vai actuar, primeiro no Porto, em 1859, vindo depois para Lisboa onde conhece o rei viúvo com quem virá a casar em 1869. Unidos não só pelo amor à música como também pelo amor à natureza, D. Fernando e a condessa d’Edla serão os verdadeiros criadores do Parque da Pena.

Post relacionado
Visita ao Chalet da Condessa d'Edla
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/11/visita-ao-chalet-da-condessa-dedla.html
Chaleth17122011Blogue
 Chalet da Condessa no Parque da Pena

Créditos:
*Sobre a foto de Elise Hendler:
"Albumina original da Condessa de Edla, mulher morganática de D. Fernando II. Cerca de 10x 6,5 cm, montada em cartão, fotógrafo Fritz, Rua do Almada , Porto. Dedicatória de Amélia Rangel , a seu irmão, no verso. ?? euros. Pouco comum."
- Informação que acompanhava  a foto encontrada numa página do Facebook  (grupo fechado) de partilha e venda de velharias...

segunda-feira, outubro 12, 2015

Notas sobre o Parque da Pena

Fonte dos Passarinhos
Parque da Pena
Em colaboração com o Barão de Eschwege e o Barão de Kessler, D. Fernando II (reg.1853-1855) vai definir também o plano e projecto do Parque que viria a envolver o Palácio da Pena. Aproveitando o terreno acidentado, a fertilidade do solo e a singularidade climática da serra, manda plantar um imenso arvoredo, originário de regiões distantes, enquadrando, bem ao gosto romântico da época, ruínas, pavilhões e pequenas construções para criar ambientes diversos e cenários de inigualável beleza natural.A intervenção botânica na serra foi de grande envergadura, já que a imagem profundamente arborizada da serra de Sintra, que hoje conhecemos não correspondia, de modo algum, à realidade na segunda metade do século XIX. Além de espécies florestais europeias, foram introduzidas muitas outras originárias de regiões distantes. Foi o caso das sequóias e túias da América do Norte, das araucárias do Brasil e da Austrália, das criptomérias do Japão e dos cedros do Líbano. Construiu-se assim, um ambiente natural de rara beleza e de enorme importância científica que, seguramente muito contribuiu para a classificação de Sintra, pela Unesco como Património da Humanidade




Em 1869, D. Fernando II casa com Elise Hensler, Condessa d' Edla (n.1839-m.1929). A sua segunda esposa iria ser a sua mais fiel colaboradora no processo de arborização e embelezamento do Parque da Pena e tapadas anexas. Partilhando o mesmo gosto pela natureza que o monarca, Elise Hensler vai contribuir para o enriquecimento dos jardins, quer através da plantação da Feteira da Condessa, quer introduzindo espécies raras provenientes da América do Norte, onde vivera parte da sua juventude. Para terem uma residência separada do Palácio, D. Fernando II e a Condessa mandaram edificar o Chalet, edifício hoje parcialmente destruído, que preconizou o gosto pela construção de chalets em Sintra e no Estoril. Em 1885, D. Fernando deixa em testamento, para além de outras propriedades, todo o Parque e o Palácio da Pena à sua segunda esposa. Perante a violenta reacção da opinião pública ao testamento, a condessa acabaria por vender ao Estado em 1889, todas estas propriedades.


Fonte: Texto PSML



domingo, julho 12, 2015

Sobre a visita nocturna ao Parque e Palácio da Pena

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 «– Na noite de 4 de julho, cerca de 7.000 pessoas juntaram-se ao evento solidário “À noite em Sintra”, organizado pela Parques de Sintra. O evento consistiu na abertura do Parque e Palácio da Pena, entre as 20h00 e as 00h00 e, em troca, era pedido aos visitantes que entregassem um bem alimentar à Santa Casa da Misericórdia de Sintra (SCMS), ou adquirissem, no local, um voucher no valor de 3 Euros. Esta recolha resultou em 5 toneladas de bens alimentares, nas quais se incluem, a título de exemplo, 1.642 pacotes de arroz, 1.334 pacotes de esparguete ou 1.236 latas de atum, entre outros. A venda de vouchers (alternativa à entrega de bens alimentares) totalizou 2.300 Euros, incluindo doações espontâneas de valor superior aos 3 Euros pré-definidos. Os bens alimentares serão distribuídos a famílias desfavorecidas acompanhadas pela SCMS e a verba referente aos vouchers será canalizada para a aquisição de bens alimentares e para o financiamento das actividades sociais do Departamento de Acção Social como, por exemplo, a compra de medicamentos para os utentes. A iniciativa incluiu também a possibilidade de os visitantes participarem em visitas guiadas ao Parque, na qual foram angariados cerca de 500 Euros (5 Euros por pessoa), que serão para a União de Freguesias de Sintra. (...)»
Texto PSML

A nossa opinião
Temos ao longo do tempo acompanhados e participado em vários eventos organizados pela PSML, a visita nocturna ao Parque e Palácio da Pena de 4 de Julho último, pareceu-nos que não era o local nem a hora ideal para uma recolha solidária de bens alimentares.
Após o evento constatámos  através de testemunhos publicados, que uma  parte dos interessados na visita nocturna, não teriam conseguido o ingresso, tanto pelas condições atmosféricas que condicionaram as entradas como  pela dificuldade de acesso aos autocarros, provocando longas filas com tempos de espera muito demorados, também o trânsito de viaturas automóveis no acesso ao parque da Pena terá sido problemático.

 A realização deste tipo de eventos que mobilizam um enorme conjunto de participantes, provocam sempre grandes aglomerações nos locais, onde o acesso normalmente  já é relativamente complicado -  também o local e a hora deste evento era à partida, pela nossa parte considerado não muito apropriado e seria previsível  no mínimo, as complicações que aconteceram.

terça-feira, janeiro 06, 2015

A foto da Condessa

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"Albumina original da Condessa de Edla, mulher morganática de D. Fernando II. Cerca de 10x 6,5 cm, montada em cartão, fotógrafo Fritz, Rua do Almada , Porto. Dedicatória de Amélia Rangel , a seu irmão, no verso. ?? euros. Pouco comum."
- Informação que acompanhava  a foto encontrada numa página do Facebook  (grupo fechado) de partilha e venda de velharias...

 Elise Hensler, segunda mulher de D.Fernando II, mais tarde Condessa d’Edla. De origem suíça-alemã, vai com a família muito jovem para os Estados Unidos onde adquire nacionalidade americana. Enquanto cantora lírica de carreira internacional Elise Hensler vai atuar, primeiro no Porto, em 1859, vindo depois para Lisboa onde conhece o rei viúvo com quem virá a casar em 1869. Unidos não só pelo amor à música como também pelo amor à natureza, D. Fernando e a condessa d’Edla serão os verdadeiros criadores do Parque da Pena.
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Janela da cozinha do Chalet da Condessa




Post relacionado
Visita ao Chalet da Condessa d'Edla
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/11/visita-ao-chalet-da-condessa-dedla.html


Créditos:
Foto da Condessa d'Edla encontrada aqui:
Marius PinusDoidos por velharias.

terça-feira, dezembro 09, 2014

A Parques de Sintra - Monte da Lua, galardoada pela segunda vez com World Travel Award

A Parques de Sintra – Monte da Lua (PSML) foi galardoada no domingo, pela segunda vez consecutiva, com o World Travel Award para “Melhor Empresa do Mundo em Conservação”, durante a cerimónia oficial em Anguilla (Caraíbas).
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 Estes prémios, reconhecidos internacionalmente como os “óscares do turismo”, são atribuídos anualmente às melhores empresas do mundo na área do turismo e representam uma das distinções mais importantes que estas empresas podem receber. A votação é realizada pelo público em geral e por milhares de profissionais de Agências de Viagens e Turismo, oriundos de 160 países.
  
Os World Travel Awards foram criados em 1993 para reconhecer, premiar e celebrar a excelência em todos os sectores da indústria do turismo.
Fonte/Texto PSML 


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Fotos: Chalet da Condessa d'Edla, no Parque da Pena e Palácio de Monserrate

sexta-feira, dezembro 05, 2014

A acessibilidade aos Parques de Sintra

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Foto PSML


A Parques de Sintra (PSML), tem em curso o projecto "Parques de Sintra Acolhem Melhor", que pretende melhorar as condições de acessibilidade aos Parques e Palácios sob gestão da empresa e constituí-los como exemplo de boas práticas do turismo acessível e da igualdade de acesso ao Património natural e construído.


Este projecto, com um investimento global de cerca de 2 milhões de Euros ao longo de 2 anos, e cofinanciado pelo Turismo de Portugal em 25%, teve como ponto de partida uma aprofundada investigação sobre as melhores práticas e conta com a consultoria de várias associações nacionais do sector, nomeadamente a Associação Salvador, a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal) e a APS (Associação Portuguesa de Surdos).


http://www.associacaosalvador.com/noticias-e-eventos/outras-noticias/Parques-de-Sintra-Acolhem-Melhor-Turismo-acessivel-nos-Parques-de-Sintra/969/


*Fonte: Associação Salvador/PSML

quarta-feira, dezembro 03, 2014

Do Parque da Pena para a Tapada do Mouco

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A passagem que liga o Parque da Pena à Tapada do Mouco


O Chalet da Tapada do Mouco
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"O Chalet da Tapada do Mouco, construído em 1870 para instalação ocasional do Infante D.Augusto, filho mais novo do Rei D.Fernando II, serviu também para alojar, no tempo da Condessa, algumas das suas visitas. Mais tarde foi morada do jardineiro Domingos Morgado. Neste momento encontra-se assim, belo ainda, como as fotos documentam, invadido por trepadeiras, sem telhado e esventrado do seu interior."
Texto de Emilia Reis
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A Tapada do Mouco é uma área florestal adjacente ao Parque da Pena, que foi adquirida pelo Rei D. Fernando II em 1850.

quarta-feira, novembro 05, 2014

Visita ao Chalet da Condessa d'Edla

 Atribuído recentemente ao Chalet da Condessa d'Edla o Prémio 2013 União Europeia - Europa Nostra, na categoria de Recuperação. O descerramento da placa alusiva ao prémio decorreu no dia 10 de Outubro.

Interiores
Foto em 10/10/2014 (visita ao interior do Chalet, agora mobilado)
Foto em 10/10/2014
Foto em 10/10/2014
Foto em 10/10/2014
 

quinta-feira, setembro 04, 2014

Novo acesso pedonal para o Castelo dos Mouros e Parque da Pena

Já é possível, aos fins de semana, fazer o percurso pedonal que liga o centro histórico de Sintra e o Castelo dos Mouros e Parque da Pena através da Quinta da Amizade. O caminho estará aberto das 10h às 18h, aos sábados e domingos, e é uma  alternativa ao percurso pela estrada.
Informação via  PSML.

Foto da Vila Sassetti na Quinta da Amizade


Visita à Quinta da Amizade e Vila Sassetti -  ver aqui


. Mais informação: http://www.parquesdesintra.pt/noticias/caminho-pedonal-liga-centro-de-sintra-ao-castelo-dos-mouros-e-parque-da-pena

quarta-feira, abril 02, 2014

Os autocarros do Parque da Pena




  
A Parque de Sintra Monte da Lua (PSML), substituiu os antigos  e estranhos autocarros, tipo "armário", que eram a diesel, ruidosos e pouco adaptados ao perfil dos caminhos existentes no interior do Parque da Pena.


 fotos  de 21/10/2011
 Os novos autocarros do Parque da Pena

Desde ontem 1 de Abril o Parque da Pena, tem em circulação  três novos autocarros híbridos "que encomendou especificamente para transporte ambientalmente responsável entre o portão do Parque e a entrada do Palácio. Com esta aquisição, no valor de cerca de 375.000 Euros, será agora possível, aos quase 800.000 visitantes anuais do Parque e Palácio, circular entre aqueles dois pontos-chave num veículo com vistas panorâmicas e um mínimo de emissão de gases e ruídos."

Os novos autocarros "foram desenhados especificamente para a Parques de Sintra pela Mobipeople e adequam-se na perfeição à circulação no interior do Parque da Pena: são de dimensão mais reduzida, mais compactos e permitem uma melhor fruição da viagem e um contacto mais próximo com a natureza por serem descapotáveis e possibilitarem a remoção integral dos vidros laterais. E, o mais importante, são ambientalmente mais eficientes, minimizando a emissão de partículas para o meio ambiente ao mesmo tempo que reduzem em cerca de 20% o consumo de gasóleo.
Cada autocarro tem capacidade até 35 lugares, incluindo um lugar para uma cadeira de rodas. Houve por parte da Parques de Sintra a preocupação de integrar nos novos autocarros uma plataforma elevatória que permite a fácil inclusão de pessoas com mobilidade condicionada, integrado no projeto Parques de Sintra Acolhem Melhor, que visa melhorar a experiência de fruição dos parques e monumentos por parte de pessoas com mobilidade reduzida."
Custo em defesa do ambiente
Para utilizar este serviço de ida e volta entre o portão do Parque e a entrada do Palácio, os visitantes deverão adquirir um suplemento ao bilhete, com um preço de 3 Euros (gratuito para crianças até aos 5 anos). O bilhete incluirá, a partir de meados do mês de abril, um sistema áudio individual com explicação sobre o Parque e Palácio da Pena em 5 idiomas: português, inglês, castelhano, francês e alemão.


Foto PSML
Fonte:PSML

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Há um ano a Serra de Sintra foi assolada por um temporal


 photo PPenaf.jpg  
 Parque da Pena

 "A 19 de Janeiro de 2013, a serra de Sintra foi assolada por fortes chuvas e ventos ciclónicos de velocidades superiores a 120km/hora, evento extremo que atingiu em particular o Parque da Pena, sob gestão da Parques de Sintra. Registou-se a queda de cerca de 2.000 árvores, as estradas e caminhos ficaram quase todos cortados, diversos muros e pavimentos foram danificados, e as infraestruturas de rega, energia e comunicações foram também em grande parte afetadas.
 (...)
A Parques de Sintra estimou prejuízos em cerca de 3 milhões de Euros e tem feito face aos trabalhos de reconstrução, remoção de árvores e replantação com recursos próprios (receitas de bilheteiras, cafetarias, lojas e aluguer de espaços)."


Parque da Pena

"Imediatamente após o temporal, as equipas de operadores florestais, jardineiros e cantoneiros da Parques de Sintra avançaram, com a maior rapidez possível, no corte e remoção das árvores que bloqueavam os caminhos de acesso à serra e de circulação no Parque da Pena.

Os trabalhos incluíram também a recuperação dos sistemas de drenagem de águas pluviais, calçadas e valetas, bem como em infraestruturas de energia, iluminação, comunicações e segurança (CCTV).
Foi reconstruída a Casa do Guarda do Chalet, aproveitando-se a oportunidade para alterar a organização interior do espaço, aumentando a área útil de trabalho e permitindo que hoje funcione não só como bilheteira mas também como loja.
Desenvolveu-se também um projeto de recuperação dos muros (já terminado) e caminhos destruídos (já reabertos).

Dos 33 hectares afetados no Parque, garantiu-se desde logo a segurança dos visitantes removendo potenciais perigos. Os principais espaços de visita no Parque da Pena estão hoje limpos, tendo a Parques de Sintra recorrido às suas equipas internas, apoiadas por maquinaria florestal mas também pelos cavalos Ardennais, que efetuam trabalhos nas áreas de acesso difícil ou para as quais é menos indicada a utilização de máquinas. No total, foram removidas até ao momento cerca de 700 árvores, faltando ainda limpar cerca de 24 hectares no Parque, trabalho que prosseguirá em 2014."
Cavalo de raça  Ardennais

"Dado que, nos Parques da Pena e Monserrate, todas as árvores estão etiquetadas com código de barras, georreferenciadas e classificadas botanicamente (no âmbito do sistema de informação da Parques de Sintra sobre o património botânico), sabe-se que na Pena havia 35.000 e em Monserrate 18.000 árvores, sendo possível, no final da remoção de todas as árvores caídas, saber com rigor o número e a espécie das árvores atingidas.

Em novembro último reuniram-se condições para iniciar a reflorestação de algumas das áreas que, após os trabalhos de remoção de árvores e resíduos lenhosos ficaram mais expostas. Assim, foram já plantadas 285 árvores jovens de médio porte, incluindo abetos, cedros, juníperos, criptomérias, píceas, sequoias, pseudotsugas, tsugas, liriodendros, faias e tílias. 

Também em novembro começou o projeto de recuperação do Sistema de Rega do Jardim da Condessa d’Edla e da Quinta da Pena, muito danificado no temporal, e que envolve a deteção e correção de roturas na rede de rega, e a substituição de válvulas, electroválvulas e emissores de rega danificados. Por fim, serão reparados elementos como valetas, passagens hidráulicas e sumidouros, remates de canteiros, degraus e pavimentos."

 Chalet da Condessa
 *Todas as fotos do post são anteriores ao temporal de 2013.

Créditos
*Utliizado excertos de um texto da PSML

segunda-feira, outubro 28, 2013

Lançamento de livro sobre ‘Os Criadores da Pena – D. Fernando II e a Condessa d’Edla’



 A Parques de Sintra lança, na próxima terça-feira 29 de outubro (dia do aniversário de nascimento de D. Fernando II) a publicação ‘Os Criadores da Pena – D. Fernando II e a Condessa d’Edla’, da autoria da escritora e historiadora Margarida Magalhães Ramalho.
A obra, é o resultado de uma profunda investigação histórica da autora, em arquivos nacionais e internacionais bem como em arquivos particulares nomeadamente os espólios pertencentes aos descendentes da Condessa
A preparação do livro, encomendado pela Parques de Sintra, levou a historiadora a investigar e aprofundar as motivações do casal na conceção do Chalet da Condessa d’Edla e da área de jardins na zona ocidental do Parque da Pena. Permite uma melhor compreensão da relação entre Fernando de Saxe-Coburgo Gotha, rei-consorte de D. Maria II, e a sua segunda mulher, Elise Hensler, mais tarde Condessa d’Edla. De origem suíça-alemã, vai com a família muito jovem para os Estados Unidos onde adquire nacionalidade americana. Enquanto cantora lírica de carreira internacional Elise Hensler vai atuar, primeiro no Porto, em 1859, vindo depois para Lisboa onde conhece o rei viúvo com quem virá a casar em 1869. Unidos não só pelo amor à música como também pelo amor à natureza, D. Fernando e a condessa d’Edla serão os verdadeiros criadores do Parque da Pena.
Entre a documentação inédita apresentada conta-se a certidão de nascimento de Alice Hensler, filha ilegítima da condessa, nascida em Paris, em 1856. Este nascimento, envolto desde sempre em grande secretismo, permitiu alguma especulação em torno da paternidade de Alice. Apesar de o documento não apresentar o nome do pai, pode-se, pelas data de nascimento, afastar definitivamente a eventualidade do pai poder ter sido o rei D. Fernando II.
Outra das novidades apresentadas são as cartas trocadas entre a Condessa d’Edla e a Rainha D. Amélia, que demonstram uma cumplicidade entre as duas mulheres, bem como a amizade fraterna que D. Pedro II, irmão de D. Maria II, nutria pela Condessa.
A obra divulga ainda correspondência que demonstra a tensão familiar provocada pela dificuldade que os filhos de D. Fernando II tiveram em aceitar o segundo casamento do pai e evidencia a cumplicidade e harmonia do casal, fruto de um grande amor que os manteve sempre unidos. Nesta união partilharam gostos, paixões e projetos que resultaram em importantes legados do património cultural português, desde a criação de um dos mais belos refúgios do Romantismo de Sintra, ao apoio a artistas como Viana da Motta e Columbano Bordalo Pinheiro.
António Lamas, Presidente do Conselho de Administração da Parques de Sintra, refere, no prefácio, que esta encomenda “se insere na vontade da empresa Parques de Sintra em fomentar a investigação sobre a vida e obra do Rei-Artista e divulgá-la”, acrescentando ainda que D. Fernando II “é um fascinante personagem da história e das artes em Portugal, que merece todo o nosso respeito e homenagem”.
Sobre Margarida Magalhães Ramalho
Margarida de Magalhães Ramalho nasceu em Lisboa em 1954 e é licenciada em História da Arte. Começou a sua atividade de investigadora com um trabalho da Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, em Cascais, como responsável pelas escavações arqueológicas aí realizadas, entre 1987 e 2005.
Foi comissária de algumas exposições como ‘Porto 1865 – Uma Exposição’ (1994, Palácio Nacional de Soares dos Reis) e ‘D. Carlos de Bragança, A Paixão do Mar’ (1996, Museu de História Natural de Lisboa). Mais tarde, no âmbito das comemorações do Centenário da República foi comissária executiva da exposição ‘100 Anos de Património, Memória e Identidade’ (2010)
Desde há vários anos que se dedica ao estudo das questões relacionadas com a chegada de refugiados durante a II Guerra Mundial. Nesse âmbito, foi coautora e responsável pelos conteúdos científicos do Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes e comissária em coautoria da exposição Lisboa, a Última Fronteira, uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa. É também a responsável científica pelos conteúdos do futuro polo museológico  de Vilar Formoso. Colaborou regularmente com a revista Egoísta e esporadicamente com o jornal Expresso e é autora de vários guias turísticos e patrimoniais, tendo coordenado também, em 2010, a edição dos Roteiros de Património de Cascais, publicados pela Câmara Municipal de Cascais, sendo ainda autora do volume ‘Fortificações Marítimas’.
Entre os livros publicados pela autora destacam-se a ‘Fotobiografia do rei D. Carlos’ (2001), ‘Lisboa na pintura, um olhar sobre a cidade’ (2010), ‘Escrever sobre Sintra’ (2010) ou ‘Lisboa uma cidade em tempo de Guerra’ (2012).

Fonte:PSML

quarta-feira, setembro 18, 2013

Jornadas Europeias do Património

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Começam já na sexta-feira (dia 20) as Jornadas Europeias do Património. Já há muito poucas vagas para as visitas técnicas no Palácio e Parque da Pena, Mouros e Abegoaria, - se quiserem participar apressem-se Mais informações: http://tinyurl.com/qgn7by4

sexta-feira, agosto 16, 2013

Demonstração com cavalos de raça Ardennais no Parque da Pena

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A 4 de setembro
Cavalos de Tiro: A Gestão Sustentável das Florestas
Parque da Pena | 14h00

A Parques de Sintra recuperou um dos métodos tradicionais de trabalho associados à exploração e manutenção florestal: a utilização de cavalos de tiro. Esta surge na ótica da gestão sustentável das florestas, em alternativa a outros métodos mecânicos mais intrusivos, sempre que se coloquem em risco valores importantes para a preservação do património natural e cultural. Pretende-se, desta forma, encontrar um equilíbrio entre a mecanização florestal e o uso de outras técnicas mais respeitadoras do ambiente, como o uso destes animais. Pretende-se efetuar, com a ação proposta, a realização de um percurso botânico guiado ao Parque da Pena que culminará numa sessão teórica e demonstração prática dos trabalhos realizados por estes animais. Esta é mais uma forma de homenagear um património sociocultural perdido não só na Serra de Sintra como em Portugal. 

·         Duração: 3h

 Informações ao público e inscrições:
+351 21 923 73 00 / npa@parquesdesintra.pt
Texto da PSML ParquedaPena19072011e ParquedaPena19072011g ParquedaPena19072011c Mais informações sobre os cavalos Ardennais -Aqui:
 http://riodasmacas.blogspot.pt/2011/07/tres-cavalos-belgas-na-serra-de-sintra.html

quarta-feira, abril 17, 2013

Reabertura ao público do Chalet da Condessa d'Edla no Parque da Pena

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No próximo dia 18 de Abril, às 17 horas, comemorando o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios e a atribuição do importante Prémio Europa Nostra 2013, serão reabertos ao público, o Chalet e o Jardim da Condessa d’Edla, em Sintra.

Esta reabertura marca a conclusão dos restauros das pinturas dos paramentos interiores do Chalet (tectos e paredes em estuque e madeiramentos de vãos e da escada principal) e a abertura ao público da zona envolvente (Jardim da Condessa), cujo acesso foi encerrado após o temporal de 19 de Janeiro de 2013, devido a inúmeras quedas de árvores e à destruição da Casa do Guarda.
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Chalet20111217 Escadaria principal, fase de construção em 17  de Dezembro de 2011. Chalet17122011eras2 Como na primeira fase da recuperação do Chalet, que incluiu o difícil restauro da Sala das Heras, houve a preocupação de reintegrar todos os elementos recuperados do incêndio de 1999. (fotos de 17/12/2011) Chalet20111217eras Chalet20111217salaeras