Patos Reais nesta sexta-feira na Várzea de Colares
Fotos em 29/04/2016
Insinuações
A pata e o pato -real
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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sexta-feira, abril 29, 2016
quinta-feira, setembro 17, 2015
Patos-reais da ribeira de Belas libertados no rio das Maçãs
Foto no rio das Maçãs, Várzea de Colares, em 16/09/2015
Texto via APGVN
Dezenas de Patos-reais (Anas platyrhynchos) foram envenenados na Ribeira de Belas no troço de Queluz, por razões des...conhecidas, até ao momento.
Os Vigilantes da Natureza a exercer funções no Parque Natural de Sintra-Cascais foram chamados ao local tendo recolhido um casal de Patos-reais com vida, após exame clinico executado pelos veterinários da Câmara Municipal de Sintra as aves foram libertadas na Ribeira de Colares.
O Rio Jamor nasce na serra da Carregueira, no concelho de Sintra, e vai desaguar no rio Tejo, na Cruz Quebrada. Toma o nome de Ribeira de Belas no troço inicial a montante da interseção com a ribeira de Venda Seca. O principal afluente da margem esquerda é a Ribeira de Carenque.
A Ribeira de Colares tem 14,3 km de comprimento, estendendo-se desde Chão de Meninos (a norte da Serra de Sintra, onde nasce, a uma cota de 250 metros), até à foz na Praia das Maçãs. A Ribeira de Colares *é um dos habitats aquáticos existentes no Parque Natural de Sintra-Cascais onde o Pato-real é uma das espécies residentes.
Vigilantes Natureza publicou um vídeo novo.
*Ribeira de Colares = rio das Maçãs
Post relacionado :
"O habitat dos Patos-reais em Colares"
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/02/o-habitat-dos-patos-reais-em-colares.html
Texto via APGVN
Dezenas de Patos-reais (Anas platyrhynchos) foram envenenados na Ribeira de Belas no troço de Queluz, por razões des...conhecidas, até ao momento.
Os Vigilantes da Natureza a exercer funções no Parque Natural de Sintra-Cascais foram chamados ao local tendo recolhido um casal de Patos-reais com vida, após exame clinico executado pelos veterinários da Câmara Municipal de Sintra as aves foram libertadas na Ribeira de Colares.
O Rio Jamor nasce na serra da Carregueira, no concelho de Sintra, e vai desaguar no rio Tejo, na Cruz Quebrada. Toma o nome de Ribeira de Belas no troço inicial a montante da interseção com a ribeira de Venda Seca. O principal afluente da margem esquerda é a Ribeira de Carenque.
A Ribeira de Colares tem 14,3 km de comprimento, estendendo-se desde Chão de Meninos (a norte da Serra de Sintra, onde nasce, a uma cota de 250 metros), até à foz na Praia das Maçãs. A Ribeira de Colares *é um dos habitats aquáticos existentes no Parque Natural de Sintra-Cascais onde o Pato-real é uma das espécies residentes.
Vigilantes Natureza publicou um vídeo novo.
*Ribeira de Colares = rio das Maçãs
Post relacionado :
"O habitat dos Patos-reais em Colares"
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/02/o-habitat-dos-patos-reais-em-colares.html
sexta-feira, fevereiro 28, 2014
Patos Reais no Rio das Maçãs
Um casal de patos reais na chegada ao seu habitat, no rio das Maçãs/Várzea de Colares - foto de ontem 27/02/2014
"O Pato-Real mede entre 56 a 65cm de comprimento, e pesa entre 0.9 a 1.2kg. Não é difícil realizar distinção de sexos, isto porque cada sexo possui características distintas, e durante o período de acasalamento essas características são acentuadas. Os machos têm uma cabeça verde, um anel branco no pescoço, o dorso é acinzentado e o peito de um tom de castanho-escuro, estas cores tornam-se mais fortes a quando o período de acasalamento, para chamar a atenção de um parceiro.
(...)
Apesar dos Patos-Reais não serem uma das espécies em vias de extinção, os seus habitats têm vindo a ser destruídos quer pela poluição quer pelo aquecimento global, e isso deverá ser uma das nossas preocupações. A protecção desta espécie passa pela conservação dos seus habitats."
Texto retirado daqui
sexta-feira, maio 17, 2013
quarta-feira, setembro 12, 2012
terça-feira, setembro 11, 2012
Reflexos do Rio das Maçãs
No final do dia no Rio das Maçãs, os reflexos das suas margens permitiram os efeitos que registámos, com a presença de duas felizes patas reais, nas calmas águas da Várzea de Colares.
sexta-feira, abril 27, 2012
Guardiões do Rio das Maçãs
Os Patos-reais do Rio das Maçãs, são uma autêntica atracção na Várzea de Colares, contando sempre com a solidariedade da população, que diariamente os alimenta com
pão, que trazem de propósito ou é gentilmente fornecido pelo café "Cantinho da Várzea".Neste momento a manutenção do bando estará assegurada pelos filhotes, que já se movimentam ligeiros nas águas do rio das Maçãs.
terça-feira, janeiro 10, 2012
Olhares de Colares

Foto da Serra de Sintra vista de Colares em 7/1/2012
Transcrição parcial de uma crónica de MEC, no Jornal Público:
"Falta Pouco
Em Colares a primeira semana do ano foi clara. O fumo das fogueiras foi bonito contra o verde da serra enquanto o céu era azul.Quanto mais o sol brilhava e menos as nuvens interrompiam, mais o fumo fazia vezes de névoas que se associam a Sintra mas que, tal como o nevoeiro de Londres, são cada vez mais raras, graças a sabemos lá o quê.
(...)
Os patos, nesta primeira semana do ano, andam com muita fome. As aves, em geral – aquelas que aqui nasceram e ficaram -, merecem consideração. Os andarilhos como as andorinhas, são encantadores, como são os passageiros e imigrantes. O Inverno, a bem sofrer e ficar fechados em casa, ainda não veio. Cuidemos um bocadinho mais dos que ficam de fora, comparando o cuidado com a facilidade com que ficamos cá dentro.”
Miguel Esteves Cardoso
Jornal Público 6/1/2012

Casal de Patos Reais no Rio das Maçãs em Colares
terça-feira, agosto 09, 2011
Patos de Colares
"Estivemos (...) à beira da ribeira de Colares, numa corrente de ar malcriadamente saudada pelos homens gordos, mas triunfalmente desdenhada pela mulheres magras.
Lisboetas, a Filipa e o Pedro (Ayres) estranharam a neblina e a frescura das quatro da tarde, como se tivessem regressado a uma tarde de Novembro de 2010, agradável.Sobretudo estranharam a altura de água da ribeira por onde os alegres patos de Colares deslizam, soberanos e acarinhados.
O Café da Várzea, ficámos a saber, oferece saquinhos de pão velho a quem pedir. É um acto magnânimo de vizinhança, generosidade e de inteligência. Foi um prazer humilde dar de comer aos patos; dar-lhes nomes; cumprimentá-los até."
Miguel Esteves Cardoso
"A chuva dos patos" (excerto), no Jornal Público de 3 de Agosto de 2011
* Fotos :patos reais da Várzea de Colares
sexta-feira, outubro 29, 2010
Voo Livre
Ontem no rio das Maçãs, na Várzea de Colares os patos-reais, talvez felizes pelo solarengo Outono, esvoaçavam com alguma frequência - permitindo a captação destas imagens:



Patos-reais (Anas platyrhynchos)
Identificação
Os machos adultos têm a cabeça "verde-garrafa" e um anel branco no pescoço. O dorso e o ventre são
acinzentados e o peito é castanho escuro. O espelho alar é azul e o bico é amarelo. As fêmeas tem um
padrão de plumagem, em tons de castanho, sendo semelhante a outras espécies de patos de superfície.
Porém, algumas características como o tamanho, espelho alar, ou cor do bico, podem ajudar a distinguir
esta espécie das outras com alguma segurança. Os juvenis e os adultos em eclipse apresentam algumas
semelhanças com as fêmeas. São ainda fácilmente identificáveis, tanto em voo como pousados, devido às
suas vocalizações, uns muito típicos quá-quá-quá ou quak-quak-quak.
Abundância e calendário
Em Portugal o pato-real é sobretudo uma espécie residente, nidificando, entre Março e Julho, de norte a sul
do país, sendo porém mais abundante nas principais bacias hidrográficas portuguesas e nas barragens e
açudes a sul do rio Tejo. Ocupa praticamente todo o tipo de habitats aquáticos, desde lagoas costeiras,
barragens, açudes e valas de rega até ribeiras, rios, pauis, arrozais, ETAR’s, parques urbanos, etc.,
preferindo essencialmente zonas de águas pouco profundas.
Texto encontrado em Aves de Portugal.com



Patos-reais (Anas platyrhynchos)
Identificação
Os machos adultos têm a cabeça "verde-garrafa" e um anel branco no pescoço. O dorso e o ventre são
acinzentados e o peito é castanho escuro. O espelho alar é azul e o bico é amarelo. As fêmeas tem um
padrão de plumagem, em tons de castanho, sendo semelhante a outras espécies de patos de superfície.
Porém, algumas características como o tamanho, espelho alar, ou cor do bico, podem ajudar a distinguir
esta espécie das outras com alguma segurança. Os juvenis e os adultos em eclipse apresentam algumas
semelhanças com as fêmeas. São ainda fácilmente identificáveis, tanto em voo como pousados, devido às
suas vocalizações, uns muito típicos quá-quá-quá ou quak-quak-quak.
Abundância e calendário
Em Portugal o pato-real é sobretudo uma espécie residente, nidificando, entre Março e Julho, de norte a sul
do país, sendo porém mais abundante nas principais bacias hidrográficas portuguesas e nas barragens e
açudes a sul do rio Tejo. Ocupa praticamente todo o tipo de habitats aquáticos, desde lagoas costeiras,
barragens, açudes e valas de rega até ribeiras, rios, pauis, arrozais, ETAR’s, parques urbanos, etc.,
preferindo essencialmente zonas de águas pouco profundas.
Texto encontrado em Aves de Portugal.com
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