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quinta-feira, outubro 10, 2019

Novo visitante no rio das Maçãs

Desde Setembro que o rio das Maçãs conta com um belo visitante - que se integrou no feliz bando de patos reais, que tem a Várzea de Colares como habitat.


É frequente  a visita de patos de outras espécies, que escolhem aquele local para passarem algum tempo, e mesmo para ficarem ali a viver - como este ganso que nos parece muito feliz

Posts relacionados:

https://riodasmacas.blogspot.com/2017/10/patos-mandarim-de-visita-ao-rio-das.html
https://riodasmacas.blogspot.com/2014/07/a-visita-ao-rio-das-macas-do-pato.html

segunda-feira, setembro 16, 2019

Visita ao rio das Maçãs

Por vezes o rio das Maçãs  tem visitas temporárias que se integram bem no residente bando de patos reais, e também dos patos mudos que escolheram há muito tempo aquele frondoso e hospitaleiro  lugar para seu habitat. Desta vez encontrámos  no último Sábado, um bonito ganso -  que terá sido bem recebido pelos outros patos.
 Post relacionado:
https://riodasmacas.blogspot.com/2014/07/a-visita-ao-rio-das-macas-do-pato.html

domingo, fevereiro 17, 2019

Sobre os Patos-reais do rio das Maçãs

Garantida a continuidade do feliz bando de Patos-reais da Várzea de Colares (rio das Maçãs)
Fotos em 16/02/2019

Post relacionado:
https://riodasmacas.blogspot.com/2017/04/patos-reais-na-primavera-2017.html


"Formam grandes grupos na época de migração. São bastante rápidos a voar, podendo atingir 65 km/h. Os casais só se formam na altura da reprodução. O ninho é uma depressão rasa rodeada de vegetação ou existente em cavidades de árvores, perto de zonas com água. Após eclosão, apenas com algumas horas de vida, as crias podem começar a nadar, mantendo-se próximas da mãe. A plumagem do macho é colorida e a fêmea apresenta uma coloração acastanhada."
Texto retirado daqui


sexta-feira, dezembro 28, 2018

A estrofe do rio das Maçãs (reedição)

Na passagem por Colares


*Das maçana appelido então tomei

Que no mundo me faz tão conhecido
E hum caso aconteceo que vos direi
Quando corri furioso, e atrevido:
Porque tam longe as ondas penetrei
Neptuno se mostrou mais offendido,
Queixando-se que entrei mais Soberano
Que no seu Oceano outro Oceano.


A foz no Oceano Atlântico na Praia das Maçãs

*Estrofe da "Fábula do Rio das Maçãs" do séc XVII, de D. Francisco de Mello e Castro

segunda-feira, julho 16, 2018

Na foz do rio das Maçãs


"Corre este rio que nasce no termo de Cintra, no logar do Lourel, de nascente a poente, e recebendo as aguas que se despenhão do alto da Serra, e de dois riachos que lhe entrão hum junto á quinta da Bréja, e outro junto ao tanque da varsea da mesma Villa, depois de haver feito moer varias azenhas e fertilizado os pomares que ficão nas suas duas margens com suas aguas (as quaes usavão por distribuição do almoxarife, sem pensão, os povos desta Villa) tomando o nome de Gallamares , desde o sitio de Ponte Redonda á varsea, e desta até o Oceano o de rio das Maçãs, vai alli morrer na praia denominada das Maçãs.”
CINTRA PINTURESCA –Visconde de Juromenha –1838

Um espontâneo banhista que quis participar na foto saindo das águas do Rio das Maçãs


No final do percurso, já na Praia das Maçãs aproximando-se do mar



quinta-feira, abril 19, 2018

O regresso da Garça da Várzea de Colares

Nos últimos dias temos tido a sorte de reencontrar e registar a presença  da Garça-real que acompanhamos há muito tempo.
. Desde o início do anos (Fevereiro), tinhamos notícia  de algumas visitas à Várzea de Colares, mas não a sua permanência como era habitual.
Voltou aos seu locais de eleição e a  alimentar-se no rio das Maçãs, já que o caudal com as últimas chuvadas, o fez aumentar.
Com um aspecto saudável , o que demonstra que sendo uma garça solitária, continua a ter uma vivência feliz nesta região.

Fotos em Abril de 2018

quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Patos - Reais de Colares

Pato - real no rio das Maçãs na Vázea de Colares

"Apesar dos Patos-Reais não serem uma das espécies em vias de extinção, os seus habitats têm vindo a ser destruídos quer pela poluição quer pelo aquecimento global, e isso deverá ser uma das nossas preocupações. A protecção desta espécie passa pela conservação dos seus habitats."

Renovação  do bando garantido. Foto de 10 de Abril de 2017
"O habitat dos Patos-Reais são normalmente habitats aquáticos como, lagoas, barragens, valas, rios, arrozais, parques urbanos entre outros.
A dieta destes patos consiste essencialmente em alimentar-se de vegetações, plantas aquáticas, e pequenos invertebrados. Também já houve relatos de que se alimentam de pequenos anfíbios como os sapos.
Apesar de terem uma dieta bastante definida, nada os impede de se alimentarem dos alimentos que os seres humanos lhes fornecem, como por exemplo pão.
Em Portugal, o Pato-Real é uma ave não migratória, isto deve-se essencialmente ao clima e às condições que se mantêm estáveis ao longo do ano, não havendo assim necessidade de migrar para outras regiões à procura de melhores condições. O período de acasalamento desta espécie ocorre entre Março e Junho.
O macho abandona a fêmea assim que a fêmea comece a produzir ovos.
A fêmea após o acasalamento é capaz de produzir entre oito a treze ovos e o período de incubação dura aproximadamente vinte e oito dias.
As crias assim que nascem não precisam de ser alimentadas pela progenitora, eles alimentam-se de insectos intuitivamente, no entanto gostam de estar próximos da progenitora pois esta fornece-lhes protecção.
Por mais incrível que pareça, os Patos-Reais têm uma elevada taxa de acasalamento macho-macho.
Grande parte dos machos acasalam-se com outros machos, para ser mais preciso 19% da população de Patos-Reais é homossexual.
Apesar dos Patos-Reais não serem uma das espécies em vias de extinção, os seus habitats têm vindo a ser destruídos quer pela poluição quer pelo aquecimento global, e isso deverá ser uma das nossas preocupações.
A protecção desta espécie passa pela conservação dos seus habitats."
Texto retirado daqui:
http://www.maisnatureza.com/animais/aves/pato-real/#toc0


"O Pato-Real mede entre 56 a 65cm de comprimento, e pesa entre 0.9 a 1.2kg. Não é difícil realizar distinção de sexos, isto porque cada sexo possui características distintas, e durante o período de acasalamento essas características são acentuadas. Os machos têm uma cabeça verde, um anel branco no pescoço, o dorso é acinzentado e o peito de um tom de castanho-escuro, estas cores tornam-se mais fortes a quando o período de acasalamento, para chamar a atenção de um parceiro."

Texto retirado daqui
 

Um casal de patos reais na chegada ao seu habitat,  no  rio das Maçãs/Várzea de Colares


quinta-feira, fevereiro 08, 2018

O rio das Maçãs ao longo do tempo (Reedição)

"Corre este rio, que nasce no termo de Cintra, no logar de Lourel, de nascente para poente, e recebendo as aguas que se despenham do alto da serra. e de dois riachos que lhe entram, um junto á quinta da Breja, e outro junto ao tanque da varzea da mesma villa, depois de haver feito mover varias azenhas, e fertilizando os pomares que ficam nas suas margens, com as suas aguas ( as quaes usavam por distribuição do almoxarife, sem pensão, os povos d'esta villa), tomando o nome de Gallamares deste sítio de Ponte Redonda. à Varzea, e d'esta até ao Oceano o de rio das Maçãs, vae aí morrer na praia denominada das Maçãs"

In Cintra Pinturesca/Memoria Descritiva das Villas de Cintra e Collares e seus arredores/Antonio A.R. da Cunha/1905
A foz do rio da Maçãs e o braço de mar que terá chegado a Galamares, criando em Colares um porto de mar num antigo mapa (Séc.XV?), apresentado no dia 13 de Novembro de 2016 no Salão Nobre da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares, durante o colóquio: "Colares- Uma evocação histórica".

"As fonte Árabes, tais como as portuguesas até ao séc XVI. evidenciam a importância que então detinha na região, o denominado Rio de Colares ou das Maçãs. Sabe-se hoje que. na Antiguidade, existia um esteiro navegável que ocupava todo o vale entre a actual Praia das Maçãs e o Banzão. No período islâmico tal esteiro não estava ainda completamente assoreado, pois em Colares encontrámos silos dessa época que continham numerosas conchas de moluscos que apenas vivem em águas salobras e relativamente paradas. Alias, o profundo e rápido assoreamento da costa portuguesa a meio da respectiva fachada Atlântica é um fenómeno que sobrevem apenas a partir do séc.XV, como está já largamento estudado e comprovado. A foz do Rio de Colares e o esteiro que a continuava e ligava ao mar, formavam então uma enseada que proporcionava à nossa região um verdadeiro porto e lhe estreitava os laços quotidianos com o Oceano, de uma forma que hoje nos custa a compreender privados que estamos, desde há séculos, dessa estrada natural de penetração."
Em "O Foral Afonsino de Sintra" de José Cardim Ribeiro, Director do MASMO


Aguarela de Roque Gameiro (1864-1934), com uma imagem do percurso do Rio das Maçãs junto à foz.

Postal antigo (não datado) com o curso do rio da Maçãs a dividir o areal da Praia das Maçãs
Num postal antigo ( não datado), o curso do rio das Maçãs já como conhecemos nos nossos dias
"(...) Descendo a costa, encontramos o Rio das Maçãs, cujos afluentes da margem direita drenam a vertente Sul do citado planalto.(planalto de S.João das Lampas)

O Rio das Maçãs é o mais importante curso de água desta vertente.Nasce no Castanheiro, a cerca de 200 m. de altitude, passa em S.Romão, depois em Lourel, tomando o nome desse povoado até à ponte Redonda, para depois ser conhecido com o nome de Ribeira de Galamares, até à várzea de Colares.
.Nesta secção descreve um largo meandro envolvendo o Vinagre e, retomando a direcção dominante SE-NW. passa a denominar-se Rio das Maçãs, embocando no oceano na praia assim chamada.
(...)
O Rio das Maçãs, com cerca de 13,5 Km. de extensão, recebe pela margem direita alguns afluentes vindos dos contrafortes  do planalto de S.João das Lampas, como as ribeiras de Janas,Mucifal, Morelinho, Carrascal e Cabriz.
Pela margem esquerda, muito abrupta recebe as ribeiras do Covão, Colares,Monserrate e a do Duche, ou Rio do Porto, que corre num apertado vale de fractura onde se nota  uma interessante inversão estratigráfica.(...)" 
em "Sintra e o seu Termo" de José de Oliveira Boléo,1940

quarta-feira, janeiro 03, 2018

Visita de Ano Novo ao rio das Maçãs


No início deste ano novo, um olhar para o rio das Maçãs, na Várzea de Colares e tentar encontrar a nossa garça-real - que últimamente  e por notícias do MEC, frequenta  agora Almoçageme.
Da garça-real nem vê-la, mas o casal de patos brancos, continua por cá


E claro o bando de patos-reais, que não nos abandona por nada.

quarta-feira, dezembro 20, 2017

Notas hidrográficas sobre o rio das Maçãs

RiodasMacasblogue2012Garça

"(...) Descendo a costa, encontramos o Rio das Maçãs, cujos afluentes da margem direita drenam a vertente Sul do citado planalto.(planalto de S.João das Lampas)

O Rio das Maçãs é o mais importante curso de água desta vertente.Nasce no Castanheiro, a cerca de 200 m. de altitude, passa em S.Romão, depois em Lourel, tomando o nome desse povoado até à ponte Redonda, para depois ser conhecido com o nome de Ribeira de Galamares, até à várzea de Colares.
.Nesta secção descreve um largo meandro envolvendo o Vinagre e, retomando a direcção dominante SE-NW. passa a denominar-se Rio das Maçãs, embocando no oceano na praia assim chamada.
(...)
O Rio das Maçãs, com cerca de 13,5 Km. de extensão, recebe pela margem direita alguns afluentes vindos dos contrafortes  do planalto de S.João das Lampas, como as ribeiras de Janas,Mucifal, Morelinho, Carrascal e Cabriz.
Pela margem esquerda, muito abrupta recebe as ribeiras do Covão, Colares,Monserrate e a do Duche, ou Rio do Porto, que corre num apertado vale de fractura onde se nota  uma interessante inversão estratigráfica.(...)"
em "Sintra e o seu Termo" de José de Oliveira Boléo,1940

*Foto de Junho de 2012-Garça Nocturna no Rio das Maçãs, na Várzea de Colares

Foto da Garça-real da Várzea de Colares

quarta-feira, novembro 29, 2017

Avifauna do rio das Maçãs

Aproveitando o Sol, desta Quarta-feira de Outono, uma visita ao rio das Maçãs na Várzea de Colares, possibilitou os registos que publicamos.
Um casal visitante recente, que por cá continuam.
A garça-real que já nos habituámos a observar, aproveitando o bonito dia de Outono, no seu lugar de eleição.
Casal de patos-mudos, que também escolheu o rio das Maçãs, como seu habitat

domingo, novembro 26, 2017

Visitas no rio das Maçãs

Visitas ao rio das Maçãs, continuam. Desta vez um casal de patos brancos (domésticos?), que se integraram bem no bando de patos-reais que ali escolheram viver.


Depois de outra visita recente, de um casal de patos Mandarim:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/10/patos-mandarim-de-visita-ao-rio-das.html


Patos Mandarim na Várzea de Sintra

segunda-feira, outubro 30, 2017

Patos Mandarim de visita ao rio das Maçãs


Hoje deparámos, com chegada de visitas ao rio das Maçãs - um bonito casal de Patos Mandarim, ágeis e autoritários, observados com alguma distanciação pelo bando de Patos-reais, que por lá vivem há muito tempo.


"O Pato-mandarim (Aix galericulata), marreco-mandarim ou apenas mandarim, é um pato de médio porte, parente próximo do pato-carolino. Mede de 41 a 49 cm de comprimento, com uma envergadura de 65 a 75 cm.
O macho adulto é uma ave marcante e inconfundível. Possui um bico vermelho, faixas brancas crescentes acima dos olhos, uma face avermelhada e "bigodes". O peito é roxo com duas faixas verticais, os flancos rosados, com duas faixas laranjas que deslizam pelas costas. A fêmea é similar à fêmea do Pato-carolino, com um anel branco em volta do olho e desenhado para a parte de trás do olho, esbranquiçada na parte debaixo, com uma pequena faixa branca na lateral e esbranquiçada também na ponta do bico.[1]
Os Patos Mandarins são referenciados pelos chineses como Yuan-yang (chinês tradicional: 鴛鴦, chinês simplificado: 鸳鸯, pinyinyuān yāng), são frequentemente destacados na arte Oriental e são considerados como símbolos de carinho e fidelidade conjugal. Uma vez que, após acasalarem se mantêm aos pares para o resto da vida.
Um provérbio chinês para casais usa o pato mandarim como metáfora: "Dois patos mandarins brincando na água" (chinês tradicional: 鴛鴦戲水, chinês simplificado: 鸳鸯戏水, pinyinyuān yāng xì shuǐ). O símbolo do Pato Mandarim é também utilizado nos casamentos chineses, por que na tradição chinesa eles simbolizam a felicidade e a fidelidade conjugal. A razão para esta metáfora é por que ao contrário de outras espécies de patos, o pato mandarim permanece com a parceira com a qual acasalou até que os ovos eclodam e inclusive auxilia no cuidado com os filhotes.[2] Mesmo com os dois pais zelando pela segurança dos filhotes, a maioria deles não consegue chegar na idade adulta."

https://pt.wikipedia.org/wiki/Aix_galericulata



Pato Mandarim
Casal de patos Mandarim, observado por outro "estranjeiro" um dos patos Mudos, que adoptou o rio das Maçãs como habitat.

sábado, outubro 14, 2017

Porque hoje é Sábado...




Uma névoa de Outono o ar raro vela, (5-11-1932)

Uma névoa de Outono o ar raro vela,
Cores de meia-cor pairam no céu.
O que indistintamente se revela,
Árvores, casas, montes, nada é meu.

Sim, vejo-o, e pela vista sou seu dono.
Sim, sinto-o eu pelo coração, o como.
Mas entre mim e ver há um grande sono.
De sentir é só a janela a que eu assomo.

Amanhã, se estiver um dia igual,
Mas se for outro, porque é amanhã,
Terei outra verdade, universal,
E será como esta [...]
Fernando Pessoa

Fotos em Outubro,no rio das Maçãs/Várzea de Colares
 

segunda-feira, outubro 09, 2017

Outono no rio das Maçãs

Momentos de um Outono mais quente do que habitual, hoje no final da tarde, no rio das Maçãs, na Várzea de Colares.
 (foto de 09/10/2017)


Sinais outonais, dados pelo Plátanos.
 (foto de 09/10/2017)

E a Garça, no seu local de eleição a olhar de soslaio, talvez  para o pôr do sol.
(foto de 09/10/2017)

terça-feira, outubro 03, 2017

Vinho de Colares e o rio das Maçãs

Gravura antiga com Rio das Maçãs na Várzea de Colares

 ”A tradição diz-nos e os factos parecem demonstrá-lo que a grande área do terreno em que se cultiva o Vinho de Colares foi há longuíssimos séculos pertença do mar.

A fundamentar essas opiniões se afirma ser o nome de Galamares, vocábulo que o tempo corrompeu de Alaga-Mar, lugar onde nesses recuados tempos, chegava a maré, inundando na sua enchente o vale.

O facto tem ainda a justificá-lo a circunstância de no foral de Sintra, datado de 1154, nas confrontações do termo de Sintra nele descritas , se referir ao rio Galamares.

Era então um rio navegável e entrava no Oceano por uma foz límpida , onde numa enseada lançavam ferro as embarcações.(...)Acresce ainda que a doação no Reguengo de Colares, feita como atrás dizemos por D.Afonso III , se faz menção de um porto chamado Basa, que se reputa haver sido uma povoação romana, não devendo ser ousadia afirmar que esse porto que no mesmo documento vimos chamar Basan,seja o Banzão de hoje.(...)

Do rio de Colares (Rio das Maçãs*) que serpenteava veloz por entre pomares e deles arrastava os frutos que vieram dar o nome á praia onde tem a foz-Praia das Maçãs(...)."

-No “ O Vinho de Colares” edição da Adega Regional de Colares em 1938
Nota:
*Rio de Colares ,Ribeira de Colares ou Rio das Maçãs nota de PedroMacieira





sábado, maio 27, 2017

No tempo de renovação do bando de Patos Reais

Mais uma ninhada no rio das Maçãs ,garante que o bando de Patos Reais continua com grande vigor, no seu favorito habitat - conforme as fotos de ontem comprovam.

Fotos em 26/05/2017

Os Patos Reais da Várzea de Colares, são um elemento fundamental na paisagem  bucólica daquele lugar - aguardemos que a estes patinhos seja concedida uma longa permanência, também para nosso deleite.