Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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domingo, março 08, 2020
Ermida de Santa Eufémia
"A capela de Santa Eufémia a sua casa de banhos, cuja fama de milagrosos ainda hoje corre.
Não conserva já o pittoresco aspecto d’outros tempos, a fonte de Santa Eufémia e a sua minuscula casa de banhos.
Construcções modernas ali feitas ultimamente, para installação das cavallariças reaes e aposentaria da respectiva creadagem, destruiram os enormes alcantilados penedos que na encosta sobranceira á fonte se amontoavam, dando-lhe aquelle encantador aspecto que para as almas simples que na milagrosa agua procuravam alivio, como que as alheava do mundo aproximando-as do céo."
Fonte- "Cintra Pinturesca ou Memoria Descriptiva das Villas de Cintra e Collares" de António A.R.Cunha, edição de 1905.
terça-feira, junho 25, 2019
A antiga sede da Sociedade Filarmónica União 1º Dezembro em S.Pedro de Sintra
Fotos em 22/06/2019
"A Sociedade Filarmónica União 1º Dezembro foi fundada no dia 1 de Dezembro de 1880, sob foral de D. Carlos, Rei de Portugal, tendo como cor da bandeira o azul, símbolo marcante da monarquia. Os objectivos da Sociedade, à data da sua constituição, eram os de se dedicar à instrução e ao recreio: música, bailes, récitas e outras distracções. De notar que até 1920 a Sociedade Filarmónica União 1º Dezembro tinha uma magnífica banda de música, designada por Real Filarmónica da Sociedade União 1º Dezembro, que abrilhantava os bailes da Sociedade. Mas mudaram-se os tempos e mudaram-se as vontades. Os “Papos Secos”, assim se designavam os associados do clube, resolveram extinguir a Filarmónica, ficando somente com um pequeno grupo musical."
" Por volta do ano de 1933, um grupo de jovens denominado de “Os Terríveis”, que se dedicava à prática de vários desportos, como Ténis de Mesa, Ciclismo e Futebol, debatia-se com grandes dificuldades financeiras para manter a sua secção desportiva. Em meados de 1935, a direcção propôs a sua integração na Sociedade com a criação de uma secção desportiva que, desde logo, obteve assinaláveis êxitos. Resultante da referida fusão e dada a necessidade de expandir a actividade desportiva, o então Conde de Sucena doou, naquele mesmo ano, os terrenos onde está o nosso Parque de Jogos do 1º Dezembro. "
"A 6 de Abril de 1938, o Clube foi inscrito na modalidade de Futebol na Associação de Futebol de Lisboa. No futebol sénior masculino são de realçar os resultados desportivos obtidos em 2002, com a conquista da Taça da Associação de Futebol de Lisboa. No ano seguinte, o Clube subiu à 3ª Divisão Nacional e atingiu a quarta eliminatória da Taça de Portugal, considerado o melhor resultado de sempre a nível da região de Sintra, tendo sido eliminado pelo Sporting Clube de Portugal. No futebol sénior feminino, foram inúmeros os títulos conquistados pelas atletas do clube, tendo a equipa dominado por completo o panorama futebolístico nacional na última década e meia."
Fotos em 22 de Junho de 2019
Texto encontrado aqui:
https://www.facebook.com/1oDezembro/
"A Sociedade Filarmónica União 1º Dezembro foi fundada no dia 1 de Dezembro de 1880, sob foral de D. Carlos, Rei de Portugal, tendo como cor da bandeira o azul, símbolo marcante da monarquia. Os objectivos da Sociedade, à data da sua constituição, eram os de se dedicar à instrução e ao recreio: música, bailes, récitas e outras distracções. De notar que até 1920 a Sociedade Filarmónica União 1º Dezembro tinha uma magnífica banda de música, designada por Real Filarmónica da Sociedade União 1º Dezembro, que abrilhantava os bailes da Sociedade. Mas mudaram-se os tempos e mudaram-se as vontades. Os “Papos Secos”, assim se designavam os associados do clube, resolveram extinguir a Filarmónica, ficando somente com um pequeno grupo musical."
" Por volta do ano de 1933, um grupo de jovens denominado de “Os Terríveis”, que se dedicava à prática de vários desportos, como Ténis de Mesa, Ciclismo e Futebol, debatia-se com grandes dificuldades financeiras para manter a sua secção desportiva. Em meados de 1935, a direcção propôs a sua integração na Sociedade com a criação de uma secção desportiva que, desde logo, obteve assinaláveis êxitos. Resultante da referida fusão e dada a necessidade de expandir a actividade desportiva, o então Conde de Sucena doou, naquele mesmo ano, os terrenos onde está o nosso Parque de Jogos do 1º Dezembro. "
"A 6 de Abril de 1938, o Clube foi inscrito na modalidade de Futebol na Associação de Futebol de Lisboa. No futebol sénior masculino são de realçar os resultados desportivos obtidos em 2002, com a conquista da Taça da Associação de Futebol de Lisboa. No ano seguinte, o Clube subiu à 3ª Divisão Nacional e atingiu a quarta eliminatória da Taça de Portugal, considerado o melhor resultado de sempre a nível da região de Sintra, tendo sido eliminado pelo Sporting Clube de Portugal. No futebol sénior feminino, foram inúmeros os títulos conquistados pelas atletas do clube, tendo a equipa dominado por completo o panorama futebolístico nacional na última década e meia."
Fotos em 22 de Junho de 2019
Texto encontrado aqui:
https://www.facebook.com/1oDezembro/
sábado, julho 14, 2018
Porque hoje é Sábado...
Momentos da Feira Quinhentista de S. Pedro de Sintra
Até ao próximo Domingo a tradicional feira em estilo medieval no largo de S.Pedro de Sintra.
Artesãos e animação permanente recrearam um ambiente de época, que demonstra algum cuidado e preparação neste evento - desde o guarda-roupa, até à intervenção dos actores que estão presentes nesta encenação. Hoje na visita à Feira, fizemos as fotos que publicamos.
A presença da animação musical
Cenários cuidados, e acção real dos artesãos.
O teatro presente
Fotos em 13/07/2018
Artesãos e animação permanente recrearam um ambiente de época, que demonstra algum cuidado e preparação neste evento - desde o guarda-roupa, até à intervenção dos actores que estão presentes nesta encenação. Hoje na visita à Feira, fizemos as fotos que publicamos.
A presença da animação musical
Cenários cuidados, e acção real dos artesãos.
O teatro presente
Fotos em 13/07/2018
quarta-feira, agosto 30, 2017
S.Pedro de Penaferrim (reedição)
foto :Pormenor do Largo de D.Fernando II S.Pedro de Penaferrim
Cintra de Antigamente
in "Cintra Pinturesca ou Memória Descritiva das Villas de Cintra e Collares e seus arredores"/António A.R.Cunha/1905
(Acentuação e ortografia conforme o original)
Freguezia de Santa Maria
"Freguezia de Santa Maria tem a sua parochial no arrabalde * da villa, junto á serra e ao pé do castello.
Confina o seu districto com os das freguesias de S.Miguel ** do arrabalde, S.Martinho da villa, e com os das freguesias de Montelavar, S.Pedro de Penaferrim e Terrugem, no termo d'Este concelho.
(...)
É a sua população de 159 fogos e 600 habitantes.
(...)
Contém o seu districto quinze povos ou logares, denominados:
Arrabalde - 45 fogos
Calçada - 36 fogos
Chão dos Meninos - 6 fogos
Rio do Porto -1 fogo
S.Sebastião- 4 fogos
Ribeira - 8 fogos
Cabriz - 28 fogos
Santo Amaro - 1 fogo
Ribafria - 1 fogo
Lourel - 10 fogos
Corrigos - 3 fogos
Ralhados - 5 fogos
Bajouca - 2 fogos
Maria Dias - 2 fogos
Coutinha Affonso - 7 fogos
-------------------
Somma - 159
O numero medio dos nascidos em cada anno, nos últimos cinco, até 1820, foi de 19, dos mortos 9, e dos casamentos 4.
Não há n'esta freguesia rio algum de nome, ou caudaloso, sim alguns regatos por onde correm as aguas de varias fontes e ribeiro que rebentam de inverno pelas terras, e nenhum d'eles merece o nome de rio, por não conservarem a sua corrente de verão."
Notas da edição de 1905
*Hoje o Arrabalde, está compreendido nos limites da villa.
**Esta freguesia, hoje extincta, foi anexada á de Santa Maria,ficaram por isso os limites d'esta confinando com os das de S. Martinho,S.Pedro, Terrugem e Montelavar
Sintra de Hoje
http://www.freguesias.pt/freguesia.php?cod=111109
Reorganização administrativa do território (Lei n.º 22/2012, de 30 de Maio):
Novo Nome: União das freguesias de Sintra (Santa Maria e São Miguel, São Martinho e São Pedro de Penaferrim),
Freguesias agregadas: Santa Maria e S Miguel, São Martinho, São Pedro de Penaferrim
*Foto
Fonte de S.Pedro de Penaferrim de Raul Lino
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/9380354
Cintra de Antigamente
in "Cintra Pinturesca ou Memória Descritiva das Villas de Cintra e Collares e seus arredores"/António A.R.Cunha/1905
(Acentuação e ortografia conforme o original)
Freguezia de Santa Maria
"Freguezia de Santa Maria tem a sua parochial no arrabalde * da villa, junto á serra e ao pé do castello.
Confina o seu districto com os das freguesias de S.Miguel ** do arrabalde, S.Martinho da villa, e com os das freguesias de Montelavar, S.Pedro de Penaferrim e Terrugem, no termo d'Este concelho.
(...)
É a sua população de 159 fogos e 600 habitantes.
(...)
Contém o seu districto quinze povos ou logares, denominados:
Arrabalde - 45 fogos
Calçada - 36 fogos
Chão dos Meninos - 6 fogos
Rio do Porto -1 fogo
S.Sebastião- 4 fogos
Ribeira - 8 fogos
Cabriz - 28 fogos
Santo Amaro - 1 fogo
Ribafria - 1 fogo
Lourel - 10 fogos
Corrigos - 3 fogos
Ralhados - 5 fogos
Bajouca - 2 fogos
Maria Dias - 2 fogos
Coutinha Affonso - 7 fogos
-------------------
Somma - 159
O numero medio dos nascidos em cada anno, nos últimos cinco, até 1820, foi de 19, dos mortos 9, e dos casamentos 4.
Não há n'esta freguesia rio algum de nome, ou caudaloso, sim alguns regatos por onde correm as aguas de varias fontes e ribeiro que rebentam de inverno pelas terras, e nenhum d'eles merece o nome de rio, por não conservarem a sua corrente de verão."
Notas da edição de 1905
*Hoje o Arrabalde, está compreendido nos limites da villa.
**Esta freguesia, hoje extincta, foi anexada á de Santa Maria,ficaram por isso os limites d'esta confinando com os das de S. Martinho,S.Pedro, Terrugem e Montelavar
Sintra de Hoje
http://www.freguesias.pt/freguesia.php?cod=111109
Reorganização administrativa do território (Lei n.º 22/2012, de 30 de Maio):
Novo Nome: União das freguesias de Sintra (Santa Maria e São Miguel, São Martinho e São Pedro de Penaferrim),
Freguesias agregadas: Santa Maria e S Miguel, São Martinho, São Pedro de Penaferrim
*Foto
Fonte de S.Pedro de Penaferrim de Raul Lino
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/9380354
quinta-feira, julho 13, 2017
Feira Quinhentista em S.Pedro de Sintra
A Feira Quinhentista, tenta recriar ofícios da época - este fim de semana, para conviver com mercadores e artesãos de outras paragens nas tascas e nas tavernas e assistir a dança, música, teatro e oficinas.
De 13 a 16 de Julho a Praça D. Fernando II, em S. Pedro de Sintra recebe mais uma edição da Feira Quinhentista, recriando um mercado de época.
A edição deste ano presta homenagem ao Mestre Gil Vicente que frequentou os Paços Reais de Sintra no reinado de D. Manuel I e escreveu alguns dos mais belos textos sobre Sintra e a sua Serra, hoje património mundial.Fotos de hoje
Momentos em S.Pedro de Sintra
*Fotos em 13/07/2017
*Texto da CMS, adaptado
terça-feira, janeiro 26, 2016
terça-feira, janeiro 12, 2016
O carro de exteriores da RTP
A histórica «Mercedes-Benz» com matricula GD-61-21, construída em Mannheim na Alemanha em 1957, que esteve ao serviço da RTP,até 1980 - encontrava-se (nas fotos), no recinto do arraial dos Festejos de N.ªS.ª do Cabo Espichel, em S.Pedro de Penaferrim em 2014.
Foi em 1957 que a RTP recebeu o seu primeiro carro de exteriores, (na foto),encomendado pela RTP e construída nesse ano, a viatura GD-61-21, da marca «Mercedes-Benz»; foi especialmente concebida e transformada para possibilitar a cobertura televisiva de eventos no exterior.
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2012/09/rtp-radiotelevisao-portuguesa.html
Museu do Caramulo certifica Carro de Exteriores da RTP de 1957
" O Museu do Caramulo certificou a carrinha Mercedes-Benz LP-312/36, o primeiro carro de exteriores da RTP, de 1957, e o qual se supõe ser hoje um exemplar único em toda a Europa, pelo seu interesse histórico e museológico e por se encontrar fiel às especificações originais. Em 1957 a RTP fez a encomenda directamente à Mercedes-Benz, em Manheim, na Alemanha. Sofreu adaptação específica para possibilitar a cobertura televisiva de eventos em exterior pela Fernseh GMBH, precursora da Broadcast Technology Solutions. Equipado com as mais evoluídas tecnologias da época e constituindo um verdadeiro estúdio móvel, foi o primeiro veículo do género em Portugal.
Na sua chegada a Portugal, ficou em exposição durante 20 dias no stand do concessionário da Mercedes, C. Santos, na Avenida da Liberdade. Facto curioso que a decisão de colocar a tecnologia em funcionamento e quem visitasse o stand poderia ver as imagens que eram captadas e simultaneamente difundidas em circuito fechado Este veículo tem um motor de seis cilindros a diesel, com 4.580 c.c debitando 110 cavalos, que lhe permite atingir uma velocidade máxima de 76 km/h com um consumo próximo dos 15L/100Km. A 9 de Fevereiro de 1958 foi realizada a primeira emissão utilizando este estúdio móvel, nada mais que a transmissão do um jogo entre o Sporting Clube de Portugal e o FC Áustria, no Estádio José Alvalade, em Lisboa.
Esteve ao serviço da RTP até 1980 e em 2006, numa parceria entre a RTP e a Mercedes-Benz, foi feito um extenso restauro da viatura. O processo durou mais de um ano a completar, incluídas reparações mecânicas e eléctricas. Os exteriores e interiores do veículo foram inteiramente renovados. A RTP forneceu material audiovisual histórico, mantendo o equipamento técnico da viatura o mais fiel possível ao original. O veículo faz hoje parte do Museu da RTP."
Texto do Museu do Caramulo
https://www.facebook.com/museudocaramulo/?fref=nf
Foto Museu do Caramulo
Posts relacionados:
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/rtp-historia-uma-empresa-foi-privada-1975/pag/-1
in (texto e foto) Jornal I
A visita do carro de exteriores da RTP a S.Pedro de Sintra:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/09/o-antigo-carro-de-exteriores-da-rtp.html
sábado, julho 18, 2015
"Feira Quinhentista" até domingo em S.Pedro de Sintra

A decorrer até domingo na Praça D. Fernando II, em São Pedro, a "Feira Quinhentista", onde será possível regressar à Idade média, através de animação permanente, a feira tenta recriar um ambiente de festa em que actores assumem papéis de figuras da época.
Fotos de sexta-feira 17/07/2015
Hoje (2º dia da feira), ao final da tarde havia muitos frequentadores no recinto da feira, e a animação através de actores permitia a recriação do ambiente da época quinhentista - possibilitando também os registos que publicamos.
.Com tascas e tasquinhas e tendas de artigos alusivos à época que esta feira pretende imitar.
quinta-feira, julho 16, 2015
quinta-feira, junho 18, 2015
sábado, abril 11, 2015
terça-feira, março 03, 2015
Coisas de Sintra Antiga
foto :Pormenor do Largo de D.Fernando II S.Pedro de Penaferrim
Cintra de Antigamente
in "Cintra Pinturesca ou Memória Descritiva das Villas de Cintra e Collares e seus arredores"/António A.R.Cunha/1905
(Acentuação e ortografia conforme o original)
Freguezia de Santa Maria
"Freguezia de Santa Maria tem a sua parochial no arrabalde * da villa, junto á serra e ao pé do castello.
Confina o seu districto com os das freguesias de S.Miguel ** do arrabalde, S.Martinho da villa, e com os das freguesias de Montelavar, S.Pedro de Penaferrim e Terrugem, no termo d'Este concelho.
(...)
É a sua população de 159 fogos e 600 habitantes.
(...)
Contém o seu districto quinze povos ou logares, denominados:
Arrabalde - 45 fogos
Calçada - 36 fogos
Chão dos Meninos - 6 fogos
Rio do Porto -1 fogo
S.Sebastião- 4 fogos
Ribeira - 8 fogos
Cabriz - 28 fogos
Santo Amaro - 1 fogo
Ribafria - 1 fogo
Lourel - 10 fogos
Corrigos - 3 fogos
Ralhados - 5 fogos
Bajouca - 2 fogos
Maria Dias - 2 fogos
Coutinha Affonso - 7 fogos
-------------------
Somma - 159
O numero medio dos nascidos em cada anno, nos últimos cinco, até 1820, foi de 19, dos mortos 9, e dos casamentos 4.
Não há n'esta freguesia rio algum de nome, ou caudaloso, sim alguns regatos por onde correm as aguas de varias fontes e ribeiro que rebentam de inverno pelas terras, e nenhum d'eles merece o nome de rio, por não conservarem a sua corrente de verão."
Notas da edição de 1905
*Hoje o Arrabalde, está compreendido nos limites da villa.
**Esta freguesia, hoje extincta, foi anexada á de Santa Maria,ficaram por isso os limites d'esta confinando com os das de S. Martinho,S.Pedro, Terrugem e Montelavar
Sintra de Hoje
http://www.freguesias.pt/freguesia.php?cod=111109
Reorganização administrativa do território (Lei n.º 22/2012, de 30 de Maio):
Novo Nome: União das freguesias de Sintra (Santa Maria e São Miguel, São Martinho e São Pedro de Penaferrim),
Freguesias agregadas: Santa Maria e S Miguel, São Martinho, São Pedro de Penaferrim
Cintra de Antigamente
in "Cintra Pinturesca ou Memória Descritiva das Villas de Cintra e Collares e seus arredores"/António A.R.Cunha/1905
(Acentuação e ortografia conforme o original)
Freguezia de Santa Maria
"Freguezia de Santa Maria tem a sua parochial no arrabalde * da villa, junto á serra e ao pé do castello.
Confina o seu districto com os das freguesias de S.Miguel ** do arrabalde, S.Martinho da villa, e com os das freguesias de Montelavar, S.Pedro de Penaferrim e Terrugem, no termo d'Este concelho.
(...)
É a sua população de 159 fogos e 600 habitantes.
(...)
Contém o seu districto quinze povos ou logares, denominados:
Arrabalde - 45 fogos
Calçada - 36 fogos
Chão dos Meninos - 6 fogos
Rio do Porto -1 fogo
S.Sebastião- 4 fogos
Ribeira - 8 fogos
Cabriz - 28 fogos
Santo Amaro - 1 fogo
Ribafria - 1 fogo
Lourel - 10 fogos
Corrigos - 3 fogos
Ralhados - 5 fogos
Bajouca - 2 fogos
Maria Dias - 2 fogos
Coutinha Affonso - 7 fogos
-------------------
Somma - 159
O numero medio dos nascidos em cada anno, nos últimos cinco, até 1820, foi de 19, dos mortos 9, e dos casamentos 4.
Não há n'esta freguesia rio algum de nome, ou caudaloso, sim alguns regatos por onde correm as aguas de varias fontes e ribeiro que rebentam de inverno pelas terras, e nenhum d'eles merece o nome de rio, por não conservarem a sua corrente de verão."
Notas da edição de 1905
*Hoje o Arrabalde, está compreendido nos limites da villa.
**Esta freguesia, hoje extincta, foi anexada á de Santa Maria,ficaram por isso os limites d'esta confinando com os das de S. Martinho,S.Pedro, Terrugem e Montelavar
Sintra de Hoje
http://www.freguesias.pt/freguesia.php?cod=111109
Reorganização administrativa do território (Lei n.º 22/2012, de 30 de Maio):
Novo Nome: União das freguesias de Sintra (Santa Maria e São Miguel, São Martinho e São Pedro de Penaferrim),
Freguesias agregadas: Santa Maria e S Miguel, São Martinho, São Pedro de Penaferrim
segunda-feira, setembro 22, 2014
O antigo carro de exteriores da RTP visita S.Pedro de Sintra
A histórica «Mercedes-Benz» com matricula GD-61-21, construída em Mannheim na Alemanha em 1957, que esteve ao serviço da RTP,até 1980 - encontrava-se na última sexta-feira, no recinto do arraial dos Festejos de N.ªS.ª do Cabo Espichel, em S,Pedro de Penaferrim.
Foi em 1957 que a RTP recebeu o seu primeiro carro de exteriores, (na foto),encomendado pela RTP e construída nesse ano, a viatura GD-61-21, da marca «Mercedes-Benz»; foi especialmente concebida e transformada para possibilitar a cobertura televisiva de eventos no exterior.
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2012/09/rtp-radiotelevisao-portuguesa.html
"Foi só a 18 de Fevereiro de 1957 que a R.T.P. passou a oferecer uma programação diária, primeiro apenas numa área à volta de Monsanto, e a partir de Novembro em Lisboa, Coimbra e Porto. Apesar desta conquista, “infelizmente somos forçados a anunciar resultados bem menos satisfatórios no que respeita à instalação dos estúdios de Lisboa”. Já com localização escolhida há dois anos, “problemas urbanísticos e outros” foram impedindo a construção deste estúdio, levando a televisão a procurar soluções de recurso que obrigaram a “avultadas despesas”.
Ainda assim, o caminho estava a ser bem trilhado: “Poucos são já os jornais portugueses que não se referem regular e frequentemente à Televisão e seus programas”, “desde o início das emissões os programas têm despertado as atenções gerais. Vivamente criticados por uns, aplaudidos benévola e compreensivelmente por outros, ninguém, pode dizer--se, lhes tem ficado indiferente.” A TV em Portugal em 1957 começava a descolar. "
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/rtp-historia-uma-empresa-foi-privada-1975/pag/-1
in (texto e foto) Jornal I
sábado, setembro 20, 2014
Diamantes Negros em S.Pedro de Sintra
Conforme programação das Festas de Acolhimento à imagem de N.ªS.ª do Cabo Espichel, actuaram na última sexta-feira em S. Pedro de Penaferrim, os" Diamantes Negros".

No ano em que comemoram o 50º aniversário, os Diamantes Negros, nesta actuação apresentaram uma nova formação - sendo um sinal de um prolongamento de uma carreira que se iniciou em 25 de Janeiro de 1964.

No ano em que comemoram o 50º aniversário, os Diamantes Negros, nesta actuação apresentaram uma nova formação - sendo um sinal de um prolongamento de uma carreira que se iniciou em 25 de Janeiro de 1964.
sexta-feira, setembro 12, 2014
Notas sobre o Círio de N.Senhora do Cabo Espichel
S.Pedro de Penaferrim, recebe 25 anos depois o Círio de N. Senhora do Cabo Espichel, a partir de sábado dia 13 até 31 de Setembro, a esse propósito algumas notas sobre este secular evento:
"O Domingo Ilustrado" nº141 de 25 de Setembro de 1927 (Círio em Sintra)
O Círio de Nossa Senhora do Cabo Espichel que percorre várias paróquias sintrenses é uma tradição secular,segundo Manuel J.Gandra” a romaria popular e a peregrinação religiosa dos Círios constituir-se-iam como última reminiscência e mais longínqua memória do acontecimento geográfico-natural que tradicionalmente se designa pelo dito afundamento do continente Atlante ou da Atlântica..”
Neste sentido, e segundo Manuel J.Gandra os “Círios do cabo”, como o “devotado por Sintra, com o nome de Nossa senhora do Cabo Espichel, partilhado desde o século XV pelas populações costeiras entre o Cabo Espichel e o Cabo da Roca, estatuir-se-iam como memória religiosa daquele trágico acontecimento, não do afundamento de um continente, como até há pouco se pressupunha quando se falava da Atlântica, mas da submersão de centenas de quilómetros da zona costeira europeia por uma onda gigantesca, igualmente com profundas consequência no Mediterraneo.Há cerca de10000 anos, nível do Oceano Atlântico, encontrar-se-ia a uma quota “inferior ao actual de mais de uma centena de metros”,permitindo a passagem, ilha a ilha entre a Europa eo continente americano.(...)”
Este cenário terá sido alterado, segundo o autor por um impacto de um cometa, em pleno atlântico, “o que terá causado um aquecimento global do planeta, provocando uma deglaciação abrupta e um súbito, e inesperado e devastador dilúvio, em virtude da devolução aos oceanos das águas retidas nos glaciares.”
Sintra 2010, Círio de N.do Cabo Espichel
Como resultado desta alteração planetária ,”as populações sobreviventes na sua mentalidade evemerista* teriam passado a adorar, sobretudo nas zonas geográficas de cabos peninsulares, onde a terra penetra mar a dentro, tanto um conjunto de divindades maritimas, como a memória dos seus antepassados tragados pela águas.sintomáticamente, no caso do Círio de N.Senhora do Cabo Espichel, a divindade primitiva adorada (uma “Virgem Negra”, segundo Manuel Gandra) designava-se primitivamente como Nossa Senhora da Pedra da Mua, que não terá a ver com a
mula **que transportava a imagem peregrina de N.senhora mas com o étimo*** egípcio “Mu”.
Os povos da serra de Sintra (alcabideche) e da Serra da Arrábida (Caparica) ter-se-iam unido na adoração de uma entidade mítica primitiva de que, após cristianização da Península Ibérica N.Senhora do Cabo se tornou descendente.
Vitor Manuel Adrião, considera que “Círio Votivo ou Giro seria já cardápio do Culturísmo do Saloio moçárabe ao tempo da Ocupação árabe, cuja lei era permissiva e não repressiva da Fé cristã”.
O “giro” do Círio de N.Senhora do Cabo espichel iniciado em 1430, protegido pelos reis de Portugal desde 1849.
Sintra 2010, Círio de N.Senhora do Cabo Espichel
. Teresa Marques Alves ,considera que “Um Círio é por definição uma manifestação religiosa de forte cariz popular que se traduz em romagens cíclicas, de uma ou mais povoações , a santuários , passando por vários lugares em cortejo.(...) Círios são manifestações essencialmente estremenhas: temos como exemplos o Cirio de Nossa Senhora do Cabo Espichel, o de Nossa Senhora da Nazaré, Nossa Senhora da Atalaia, Nossa Senhora da Guia, Nossa Senhora da Peninha e o Círio de Nossa Senhora da Penha de França.
*evemerismo-Sistema filosófico dos que sustentam que os deuses foram personagens humanas, divinizadas pelos homens .
** Versão tradicional “No século XIII, o local foi muito popular junto dos peregrinos, depois de um homem ter tido uma visão de Nossa Senhora que surgia do mar numa mula. A lenda diz que as pegadas da mula podem ser vistas nas rochas. Em homenagem à Virgem, foi edificada, nesse mesmo local, uma ermida a que chamaram “Pedra Mua”.
Explicação da origem da lenda segundo Vitor Manuel Adrião,” , a existência de diversas pistas de dinossáurios, com maior realce nas escarpas da enseada da praia dos Lagosteiros, pretexto para as pegadas deixadas na Pedra de Mua pela burrinha (mula ou muar) que transportou a Senhora encosta acima,10 transpondo-se assim o óbvio geológico para a maior valia da aparição sobrenatural da Virgem, o que recata à finalidade consagratória desse mais um finis-terrae ou lugar sagrado”
***étimo-vocábulo que é de origem imediata de outro
Fontes :
-“Jornal de Sintra” 7 de Julho 2006-Círio do Litoral Colarense , Graça Pedroso
-“Jornal da Região” de 13 Fevereiro de 2002- O Círio de Nossa Srª da Praia, Teresa Marques Alves
-“Jornal de Sintra” 19 de Maio 2006-07-18- O Círio de N.Srª do cabo Filomena Oliveira/Luis Martins
-“ Diário Noticias “7 de Abril 1990 - Sintra Morada de Deuses , Antónia de Sousa /.M.J.Gandra
-O Giro do Círio dos Saloios , Vitor Manuel Adrião para ver texto integral pressionar aqui
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Sobre o O Círio de Nossa Senhora da Praia que nasceu em 1897,por iniciativa de Alfredo Keil e foi efectuado pela última vez em 1944, tinha o seu inicio na Vila de Colares para as Azenhas do Mar:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2006/07/crios.html
http://riodasmacas.blogspot.pt/2010/09/festas-de-n-sr-do-cabo-espichel-em.html
http://riodasmacas.blogspot.pt/2010/09/festas-de-n-sr-do-cabo-espichel-em_20.html
"O Domingo Ilustrado" nº141 de 25 de Setembro de 1927 (Círio em Sintra)
O Círio de Nossa Senhora do Cabo Espichel que percorre várias paróquias sintrenses é uma tradição secular,segundo Manuel J.Gandra” a romaria popular e a peregrinação religiosa dos Círios constituir-se-iam como última reminiscência e mais longínqua memória do acontecimento geográfico-natural que tradicionalmente se designa pelo dito afundamento do continente Atlante ou da Atlântica..”
Neste sentido, e segundo Manuel J.Gandra os “Círios do cabo”, como o “devotado por Sintra, com o nome de Nossa senhora do Cabo Espichel, partilhado desde o século XV pelas populações costeiras entre o Cabo Espichel e o Cabo da Roca, estatuir-se-iam como memória religiosa daquele trágico acontecimento, não do afundamento de um continente, como até há pouco se pressupunha quando se falava da Atlântica, mas da submersão de centenas de quilómetros da zona costeira europeia por uma onda gigantesca, igualmente com profundas consequência no Mediterraneo.Há cerca de10000 anos, nível do Oceano Atlântico, encontrar-se-ia a uma quota “inferior ao actual de mais de uma centena de metros”,permitindo a passagem, ilha a ilha entre a Europa eo continente americano.(...)”
Este cenário terá sido alterado, segundo o autor por um impacto de um cometa, em pleno atlântico, “o que terá causado um aquecimento global do planeta, provocando uma deglaciação abrupta e um súbito, e inesperado e devastador dilúvio, em virtude da devolução aos oceanos das águas retidas nos glaciares.”
Sintra 2010, Círio de N.Senhora do Cabo Espichel, A Berlinda da Senhora, tal como o Círio, também eram transportados respectivamente num trem adaptado, e, numa carroça puxada por um macho.
Sintra 2010, Círio de N.do Cabo Espichel
Como resultado desta alteração planetária ,”as populações sobreviventes na sua mentalidade evemerista* teriam passado a adorar, sobretudo nas zonas geográficas de cabos peninsulares, onde a terra penetra mar a dentro, tanto um conjunto de divindades maritimas, como a memória dos seus antepassados tragados pela águas.sintomáticamente, no caso do Círio de N.Senhora do Cabo Espichel, a divindade primitiva adorada (uma “Virgem Negra”, segundo Manuel Gandra) designava-se primitivamente como Nossa Senhora da Pedra da Mua, que não terá a ver com a
mula **que transportava a imagem peregrina de N.senhora mas com o étimo*** egípcio “Mu”.
Os povos da serra de Sintra (alcabideche) e da Serra da Arrábida (Caparica) ter-se-iam unido na adoração de uma entidade mítica primitiva de que, após cristianização da Península Ibérica N.Senhora do Cabo se tornou descendente.
Sintra 2010, Círio de N.Senhora do Cabo Espichel
. Teresa Marques Alves ,considera que “Um Círio é por definição uma manifestação religiosa de forte cariz popular que se traduz em romagens cíclicas, de uma ou mais povoações , a santuários , passando por vários lugares em cortejo.(...) Círios são manifestações essencialmente estremenhas: temos como exemplos o Cirio de Nossa Senhora do Cabo Espichel, o de Nossa Senhora da Nazaré, Nossa Senhora da Atalaia, Nossa Senhora da Guia, Nossa Senhora da Peninha e o Círio de Nossa Senhora da Penha de França.
*evemerismo-Sistema filosófico dos que sustentam que os deuses foram personagens humanas, divinizadas pelos homens .
** Versão tradicional “No século XIII, o local foi muito popular junto dos peregrinos, depois de um homem ter tido uma visão de Nossa Senhora que surgia do mar numa mula. A lenda diz que as pegadas da mula podem ser vistas nas rochas. Em homenagem à Virgem, foi edificada, nesse mesmo local, uma ermida a que chamaram “Pedra Mua”.
Explicação da origem da lenda segundo Vitor Manuel Adrião,” , a existência de diversas pistas de dinossáurios, com maior realce nas escarpas da enseada da praia dos Lagosteiros, pretexto para as pegadas deixadas na Pedra de Mua pela burrinha (mula ou muar) que transportou a Senhora encosta acima,10 transpondo-se assim o óbvio geológico para a maior valia da aparição sobrenatural da Virgem, o que recata à finalidade consagratória desse mais um finis-terrae ou lugar sagrado”
***étimo-vocábulo que é de origem imediata de outro
Fontes :
-“Jornal de Sintra” 7 de Julho 2006-Círio do Litoral Colarense , Graça Pedroso
-“Jornal da Região” de 13 Fevereiro de 2002- O Círio de Nossa Srª da Praia, Teresa Marques Alves
-“Jornal de Sintra” 19 de Maio 2006-07-18- O Círio de N.Srª do cabo Filomena Oliveira/Luis Martins
-“ Diário Noticias “7 de Abril 1990 - Sintra Morada de Deuses , Antónia de Sousa /.M.J.Gandra
-O Giro do Círio dos Saloios , Vitor Manuel Adrião para ver texto integral pressionar aqui
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terça-feira, abril 30, 2013
Sobre o Jardim da Vigia
Na sequência do post, sobre o abate de dois Cedros no Jardim da Vigia em Sintra, publicamos hoje duas memórias de meados do século XIX , sobre esse mesmo local.O Primeiro postal foi escrito exactamente de S.Pedro de Sintra e datado de Setº. de 1915 onde, com grande pormenor se pode ver o Arrabalde, com a Igreja de Santa Maria suas quintas e casario.
Postal 2-Sintra - Serra e Castelos do Gregório da Pena e dos Mouros
Neste outro postal, (1948), vê-se uma fileira de piteiras em primeiro plano razão pela qual, possivelmente, ainda hoje algumas pessoas o referem como "o Jardim dos Cardos".
Ventura Saraiva - a propósito do "Jardim dos Cardos" elaborou uma poesia descritiva deste "jardim plantado/Com flores ao natural":
JARDIM DOS CARDOS
Do Arrabalde até ao cimo
Há degraus para sentar
O cenário é um mimo
Paraíso de encantar
É um jardim plantado
Com flores ao natural
De " Cardos" foi batizado
Assim se tornou banal
Mas não se pode mudar
Para Jardim dos Pintores?
É que tudo faz lembrar
Uma varanda com flores
Ao longe, o Castelo imponente
A Serra no seu regaço
E a Pena indiferente
Olha a Vila com seu Paço
E nos " Cardos " me extasio
Com tamanha maravilha
É chama para pavio
Um sítio que se partilha
Jardim dos Cardos que injustiça
Um nome com tantos espinhos
Passeia por lá a preguiça
Não se pica nos beijinhos...
Ventura Saraiva, Junho 2006 (Publicado no Jornal de Sintra)
Créditos
-A Emilia Reis pela cedência dos dois postais publicados.
-Ao visitante do blogue que nos deixou a poesia do "jardim dos Cardos".
JARDIM DOS CARDOS
Do Arrabalde até ao cimo
Há degraus para sentar
O cenário é um mimo
Paraíso de encantar
É um jardim plantado
Com flores ao natural
De " Cardos" foi batizado
Assim se tornou banal
Mas não se pode mudar
Para Jardim dos Pintores?
É que tudo faz lembrar
Uma varanda com flores
Ao longe, o Castelo imponente
A Serra no seu regaço
E a Pena indiferente
Olha a Vila com seu Paço
E nos " Cardos " me extasio
Com tamanha maravilha
É chama para pavio
Um sítio que se partilha
Jardim dos Cardos que injustiça
Um nome com tantos espinhos
Passeia por lá a preguiça
Não se pica nos beijinhos...
Ventura Saraiva, Junho 2006 (Publicado no Jornal de Sintra)
Créditos
-A Emilia Reis pela cedência dos dois postais publicados.
-Ao visitante do blogue que nos deixou a poesia do "jardim dos Cardos".
sábado, abril 27, 2013
Os Cedros do Jardim da Vigia
Jardim da Vigia, muito perto do Arrabalde-foto encontrada no blogue "Trans-Atlântico"
O Jardim da Vigia fica perto da Casa de Raul Lino, em S.Pedro é um miradouro privilegiado sobre a Serra com o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros. No jardim existiam três enormes cedros. Dois deles foram agora cortados, um outro, mais abaixo terá sobrevivido por agora.
Nesta foto de Emília Reis, é possivel ver a copa de um dos cedros e lá bem no alto, o Palácio da Pena, antes da intervenção da autarquia
Fotos após o abate dos dois Cedros
Foto Emília Reis
Foto sintrense
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quarta-feira, fevereiro 06, 2013
O Baile da Rainha em S.Pedro de Sintra
A histórica Sociedade Filarmónica "Os Aliados", de S.Pedro de Sintra, fundada em 1922, vai organizar o tradicional Baile da Rainha, no próximo dia 8 de fevereiro, pelas 22H00, na sede da coletividade. Este carnaval caracolino teve origem em 1926 e tem como principal objectivo preservar a tradição e cultura popular.
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domingo, julho 15, 2012
A Feira Medieval de S.Pedro de Sintra
Entre 13 e 15 de Julho, decorre em S.Pedro de Sintra a recriação da Feira Medieval. Este ano será recriada a estadia da corte em Sintra, no ano de 1428, durante o reinado de D. João I.
A Feira Medieval de S.Pedro de Sintra, conta com a presença de mais de 145 participantes, com diversas bancas com artesanato, tendas de refeições e recriação de artificies de ofícios e artesãos da época.
*Fotos da Feira Medieval do dia de ontem, Sábado
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