Boletim Photographico, Nº75 Março de 1916
O Jornal " O Concelho de Sintra" nº29
de 1 de Junho de 1911 , publicava um artigo dedicado à Várzea de
Colares, que transcrevemos parcialmente mantendo a acentuação e
ortografia do original.
"A poetica Varzea de Collares e o dia de S.João
Ha
37 annos via-se ao pé da antiga ponte e no sítio que hoje occupa a
adega Bernardino Gomes e Comp.ª uma tosca cabana coberta de colmo
vendo-se sobre uns fetos peras, pecegos e mais fructas; e um barril do
bello ramisco...
Eram as
filhas do conhecido fazendeiro Chistovão d'Almeida, vulgo da Volta, as
caixeirinhas assiduas d'aquella tendinha em miniatura! Coitadas! não
morreram velhas!
Parece-me
estar ainda em pleno e intimo convivio com os meus amigos João Paraty,
Conde de Caparica, Manoel Pereira, Conde de Idanha, do Tojal,
Portocarrero, Villa Real, Luiz do Rego, Isidoro de Bemfica...e tuti
quanti - a maior parte já fugiu para a outra banda.
O dia de S.João d'aquelles tempos!
Enquanto
os barcos do Almeida da volta se retiravam suavemente com as cachopas,
ás vezes misturadas com os Marialvas que lhes pagavam o bote, grupos
alegre d'outras raparigas dançavam alegremente ao som do pifano sem chaves, e descantes populares(...)".
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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quinta-feira, agosto 23, 2018
quarta-feira, janeiro 03, 2018
Visita de Ano Novo ao rio das Maçãs
No início deste ano novo, um olhar para o rio das Maçãs, na Várzea de Colares e tentar encontrar a nossa garça-real - que últimamente e por notícias do MEC, frequenta agora Almoçageme.
Da garça-real nem vê-la, mas o casal de patos brancos, continua por cá
E claro o bando de patos-reais, que não nos abandona por nada.
domingo, outubro 08, 2017
Voos dominicais da Garça da Várzea de Colares
Contributos para o Diário da Garça
Domingo. com muito calor, nada melhor que abanar as longas asas, para refrescar
E escolher uma sombra
Durante a manhã no regresso ao seu habitat
Domingo. com muito calor, nada melhor que abanar as longas asas, para refrescar
E escolher uma sombra
Durante a manhã no regresso ao seu habitat
sábado, maio 27, 2017
No tempo de renovação do bando de Patos Reais
Fotos em 26/05/2017Os Patos Reais da Várzea de Colares, são um elemento fundamental na paisagem bucólica daquele lugar - aguardemos que a estes patinhos seja concedida uma longa permanência, também para nosso deleite.
segunda-feira, maio 22, 2017
Sinais da biodiversidade de Colares
Têm algum tempo já estas fotos da Várzea de Colares - os perdigotos na imagem, terão talvez, conseguido sobreviver à "fileira" de caçadores, e continuar na nossa vizinhança.

Biologia da Perdiz VermelhaClassificação Taxonómica desta espécie mais conhecida como perdiz comum, pertence ao Reino animal, ao Filo Cordata, a Classe das Aves, pertencendo a Ordem dos Galliformes. A Familia dos Phasianidea é uma das sete famílias que compõem a Ordem dos Galliformes. São exemplares da família Phasianidea: os faisões, os perus e claro as perdizes. A Perdiz vermelha pertence ao Género Alectoris. Sendo o nome cientifico da espécie Alectoris Rufa.
A diferença que existe entre macho e fêmea principalmente é no caso do macho a presença de esporão bem desenvolvido nas duas patas pois as fêmeas poderão ter presença de esporão mas apenas num tarso.
O tamanho do macho pode ser maior mais corpulento que a fêmea e o comprimento do tarso ser maior e mais grosso.
A reprodução desta espécie de uma maneira geral inicia-se em Março onde se costuma ver as perdizes aos casais e não em bandos por serem uma espécie monogâmica, dando inicio a postura nos fins de Abril até Junho podendo alargar o prazo dependendo das condições do ano.
A fêmea procura uma pequena depressão no meio da vegetação rasteira onde faz o ninho.
A Perdiz é uma espécie nidífuga, os perdigotos abandonam o ninho à nascença, permanecendo a ninhada junto da fêmea.
(Notas sobre a biologia da Perdiz -retiradas daqui)
sábado, abril 01, 2017
Porque hoje é Sábado...
A Garça-real já não mora aqui
Foto em 3 de Janeiro de 2017
Um registo de uma pescaria
Uma das últimas fotos que conseguimos antes do abandono da Várzea de Colares em 2 de Fevereiro de 2017.
Voos da garça-real
Após alguns dias sem aparecer na Várzea de Colares, tivemos a sorte de a fotografar naquela tarde primaveril de sexta-feira de 30 de Abril de 2016.
Aguardamos o seu regresso a Colares
Foto em 3 de Janeiro de 2017
Depois de 2 anos a acompanhar os voos e pescarias da garça-real, que escolheu viver nos últimos tempos na Várzea de Colares, na margem do rio das Maçãs - verificamos a sua ausência há mais de um mês.
Há notícias que em certas altura do dia,a ainda nos faz uma visita, mas terá encontrado outro lugar para viver, talvez por falta de peixe actualmente no rio das Maçãs.Um registo de uma pescaria
Uma das últimas fotos que conseguimos antes do abandono da Várzea de Colares em 2 de Fevereiro de 2017.
Voos da garça-real
Após alguns dias sem aparecer na Várzea de Colares, tivemos a sorte de a fotografar naquela tarde primaveril de sexta-feira de 30 de Abril de 2016.
Aguardamos o seu regresso a Colares
terça-feira, janeiro 17, 2017
Contributo para o Diário da Garça da Várzea de Colares em 2017
Nem só de peixe se alimenta a Garça
Na horta junto ao rio da Maçãs, talvez por falta de peixe ou preguiça, nada melhor que apanhar minhocas, ou mesmo uma qualquer lagartixa.

Fotos em 16 de Janeiro de 2017 na Várzea de Colares
Algum tempo de espera em atitude de caça...e aguardar a oportunidade de "pescar" uma lagartixa
http://riodasmacas.blogspot.pt/search?q=Contributos+para+o+Di%C3%A1rio+da+Gar%C3%A7a+da+V%C3%A1rzea+de+Colares


Fotos em 16 de Janeiro de 2017 na Várzea de Colares


sábado, abril 30, 2016
Contributo para o Diário de Abril da Garça da Várzea de Colares
Fotos da última sexta-feira com a Garça na rio das Maçãs - Várzea de Colares
Após alguns dias sem aparecer na Várzea de Colares, tivemos a sorte de a fotografar naquela tarde primaveril de sexta-feira.
Os vôos da super Garça
Garça em voo junto aos seus companheiros, os patos reais
Regresso do seu local de pescaria
Um esvoaçar para o seu poiso de observação favorito
Fotos em 29 de Abril de 2016
Após alguns dias sem aparecer na Várzea de Colares, tivemos a sorte de a fotografar naquela tarde primaveril de sexta-feira.
Os vôos da super Garça
Garça em voo junto aos seus companheiros, os patos reais
Regresso do seu local de pescaria
Um esvoaçar para o seu poiso de observação favorito
Fotos em 29 de Abril de 2016
quinta-feira, setembro 17, 2015
Patos-reais da ribeira de Belas libertados no rio das Maçãs
Foto no rio das Maçãs, Várzea de Colares, em 16/09/2015
Texto via APGVN
Dezenas de Patos-reais (Anas platyrhynchos) foram envenenados na Ribeira de Belas no troço de Queluz, por razões des...conhecidas, até ao momento.
Os Vigilantes da Natureza a exercer funções no Parque Natural de Sintra-Cascais foram chamados ao local tendo recolhido um casal de Patos-reais com vida, após exame clinico executado pelos veterinários da Câmara Municipal de Sintra as aves foram libertadas na Ribeira de Colares.
O Rio Jamor nasce na serra da Carregueira, no concelho de Sintra, e vai desaguar no rio Tejo, na Cruz Quebrada. Toma o nome de Ribeira de Belas no troço inicial a montante da interseção com a ribeira de Venda Seca. O principal afluente da margem esquerda é a Ribeira de Carenque.
A Ribeira de Colares tem 14,3 km de comprimento, estendendo-se desde Chão de Meninos (a norte da Serra de Sintra, onde nasce, a uma cota de 250 metros), até à foz na Praia das Maçãs. A Ribeira de Colares *é um dos habitats aquáticos existentes no Parque Natural de Sintra-Cascais onde o Pato-real é uma das espécies residentes.
Vigilantes Natureza publicou um vídeo novo.
*Ribeira de Colares = rio das Maçãs
Post relacionado :
"O habitat dos Patos-reais em Colares"
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/02/o-habitat-dos-patos-reais-em-colares.html
Texto via APGVN
Dezenas de Patos-reais (Anas platyrhynchos) foram envenenados na Ribeira de Belas no troço de Queluz, por razões des...conhecidas, até ao momento.
Os Vigilantes da Natureza a exercer funções no Parque Natural de Sintra-Cascais foram chamados ao local tendo recolhido um casal de Patos-reais com vida, após exame clinico executado pelos veterinários da Câmara Municipal de Sintra as aves foram libertadas na Ribeira de Colares.
O Rio Jamor nasce na serra da Carregueira, no concelho de Sintra, e vai desaguar no rio Tejo, na Cruz Quebrada. Toma o nome de Ribeira de Belas no troço inicial a montante da interseção com a ribeira de Venda Seca. O principal afluente da margem esquerda é a Ribeira de Carenque.
A Ribeira de Colares tem 14,3 km de comprimento, estendendo-se desde Chão de Meninos (a norte da Serra de Sintra, onde nasce, a uma cota de 250 metros), até à foz na Praia das Maçãs. A Ribeira de Colares *é um dos habitats aquáticos existentes no Parque Natural de Sintra-Cascais onde o Pato-real é uma das espécies residentes.
Vigilantes Natureza publicou um vídeo novo.
*Ribeira de Colares = rio das Maçãs
Post relacionado :
"O habitat dos Patos-reais em Colares"
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/02/o-habitat-dos-patos-reais-em-colares.html
sexta-feira, agosto 14, 2015
Observar as aves da vizinhança
Publicamos hoje mais duas fotos da Garça-real da Várzea de Sintra (fotos de 10/08/2015) com algumas notas sobre características desta bela ave.
Quando em voo o pescoço encontra-se recolhido, sendo esta uma
característica que a separa da cegonha-branca.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/08/o-voo-da-garca-real.html
"A Garça-real (Ardea cinerea), pertencente à família Ardeidae, é a maior das garças da Europa, com 90 cm de comprimento, entre 175 e 195 cm de envergadura e cerca de 2 kg de peso. É uma espécie conspícua, facilmente observável e reconhecível no campo, mesmo pelos observadores menos experientes. As garças apresentam um voo impetuoso, com o pescoço retraído formando um “s” e emitem frequentemente um grasnar rouco característico. A plumagem das aves adultas é idêntica para os dois sexos, dominando os tons de cinzento, preto e branco. A cabeça e pescoço são maioritariamente brancos, com excepção de uma nítida coroa preta prolongada, na plumagem nupcial, por duas ou três penas também negras. O dorso é cinzento, bem como parte das asas em que somente as penas de voo (primárias e secundárias) são pretas. O bico é amarelo e as patas cor de carne. Os juvenis apresentam uma maior uniformidade no cinzento da plumagem."
Texto encontrado aqui:
http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Fichas-de-Especies/content/Garca-real-pescadora-elegante?bl=1&viewall=true
Quando em voo o pescoço encontra-se recolhido, sendo esta uma
característica que a separa da cegonha-branca.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/08/o-voo-da-garca-real.html
"A Garça-real (Ardea cinerea), pertencente à família Ardeidae, é a maior das garças da Europa, com 90 cm de comprimento, entre 175 e 195 cm de envergadura e cerca de 2 kg de peso. É uma espécie conspícua, facilmente observável e reconhecível no campo, mesmo pelos observadores menos experientes. As garças apresentam um voo impetuoso, com o pescoço retraído formando um “s” e emitem frequentemente um grasnar rouco característico. A plumagem das aves adultas é idêntica para os dois sexos, dominando os tons de cinzento, preto e branco. A cabeça e pescoço são maioritariamente brancos, com excepção de uma nítida coroa preta prolongada, na plumagem nupcial, por duas ou três penas também negras. O dorso é cinzento, bem como parte das asas em que somente as penas de voo (primárias e secundárias) são pretas. O bico é amarelo e as patas cor de carne. Os juvenis apresentam uma maior uniformidade no cinzento da plumagem."
Texto encontrado aqui:
http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Fichas-de-Especies/content/Garca-real-pescadora-elegante?bl=1&viewall=true
quarta-feira, dezembro 10, 2014
Diário das Garças da Várzea de Colares
(foto em 4/12/2014)
No início do mês de Dezembro, o casal de Garças Reais que há vários meses se instalou, no rio das Maçãs, e que temos acompanhado, permitiram as fotos que hoje publicamos. Nos dias seguintes continuámos a tentar observá-las, mas nas nossas mais recentes passagens pelo rio das Maçãs, não foi possível encontrá-las. Continuaremos atentos.
No rio das Maçãs, a iniciar mais uma pescaria (foto em 4/12/2014)
Garça a observar o movimento matinal, junto à estrada na Várzea de Colares (foto em 2/12/2014)
Embora já bem habituadas ao movimento do dia a dia da Várzea de Colares - na foto, uma das garças, refugiada debaixo da ponte, um pouco assustada, com a chegada de um grupo de crianças que alimentavam o bando de patos reais.(foto em 2/12/2014)
Posts relacionados:
Garças Reais do Rio das Maçãs.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/10/as-garcas-reais-do-rio-das-macas.html
Garças Reais do Rio das Maçãs II
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/11/gracas-reais-do-rio-das-macas.html
No início do mês de Dezembro, o casal de Garças Reais que há vários meses se instalou, no rio das Maçãs, e que temos acompanhado, permitiram as fotos que hoje publicamos. Nos dias seguintes continuámos a tentar observá-las, mas nas nossas mais recentes passagens pelo rio das Maçãs, não foi possível encontrá-las. Continuaremos atentos.
No rio das Maçãs, a iniciar mais uma pescaria (foto em 4/12/2014)
Garça a observar o movimento matinal, junto à estrada na Várzea de Colares (foto em 2/12/2014)
Embora já bem habituadas ao movimento do dia a dia da Várzea de Colares - na foto, uma das garças, refugiada debaixo da ponte, um pouco assustada, com a chegada de um grupo de crianças que alimentavam o bando de patos reais.(foto em 2/12/2014)
Posts relacionados:
Garças Reais do Rio das Maçãs.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/10/as-garcas-reais-do-rio-das-macas.html
Garças Reais do Rio das Maçãs II
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/11/gracas-reais-do-rio-das-macas.html
quinta-feira, novembro 20, 2014
Garças-Reais do Rio das Maçãs II
Visitámos de novo, na última sexta-feira (14/11/2014), as Garças -reais do rio das Maçãs, que ao contrário das outras vezes, continuam já há bastante tempo por ali a conviver com os outros habitantes daquele espaço - neste caso com os "patos-mudos", também eles têm o hábito, de passar algumas temporadas na Várzea de Colares.
Foto em 14/11/2014 na Várzea de Colares
A Garça-real (Ardea cinerea), pertencente à família Ardeidae, é a maior das garças da Europa, com 90 cm de comprimento, entre 175 e 195 cm de envergadura e cerca de 2 kg de peso. É uma espécie conspícua, facilmente observável e reconhecível no campo, mesmo pelos observadores menos experientes. As garças apresentam um voo impetuoso, com o pescoço retraído formando um “s” e emitem frequentemente um grasnar rouco característico. A plumagem das aves adultas é idêntica para os dois sexos, dominando os tons de cinzento, preto e branco. A cabeça e pescoço são maioritariamente brancos, com excepção de uma nítida coroa preta prolongada, na plumagem nupcial, por duas ou três penas também negras. O dorso é cinzento, bem como parte das asas em que somente as penas de voo (primárias e secundárias) são pretas. O bico é amarelo e as patas cor de carne. Os juvenis apresentam uma maior uniformidade no cinzento da plumagem.
Texto sobre as Garças-reais,encontrado aqui:
http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Fichas-de-Especies/content/Garca-real-pescadora-elegante?bl=1&viewall=true
Post relacionado
Os Patos-reais do Rio das Maçãs:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/02/patos-reais-no-rio-das-macas.html
terça-feira, julho 15, 2014
Pêras "Lambe-os-dedos" produção 2014

Fotos de 30/06/2014
A centenária pereira da Várzea de Colares, contínua ano após anos a oferecer-nos as suas apreciadas Pêras "Lambe-os-dedos" - este ano em menos quantidade do que no ano passado, mas como as fotos demonstram, com muito bom aspecto.
Post relacionado:
*Pêras "Lambe-os-dedos" produção 2013
http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/06/peras-lambe-os-dedos-producao-2013_25.html
sexta-feira, fevereiro 28, 2014
Patos Reais no Rio das Maçãs
Um casal de patos reais na chegada ao seu habitat, no rio das Maçãs/Várzea de Colares - foto de ontem 27/02/2014
"O Pato-Real mede entre 56 a 65cm de comprimento, e pesa entre 0.9 a 1.2kg. Não é difícil realizar distinção de sexos, isto porque cada sexo possui características distintas, e durante o período de acasalamento essas características são acentuadas. Os machos têm uma cabeça verde, um anel branco no pescoço, o dorso é acinzentado e o peito de um tom de castanho-escuro, estas cores tornam-se mais fortes a quando o período de acasalamento, para chamar a atenção de um parceiro.
(...)
Apesar dos Patos-Reais não serem uma das espécies em vias de extinção, os seus habitats têm vindo a ser destruídos quer pela poluição quer pelo aquecimento global, e isso deverá ser uma das nossas preocupações. A protecção desta espécie passa pela conservação dos seus habitats."
Texto retirado daqui
terça-feira, janeiro 14, 2014
Várzea de Colares
Boletim Photographico, Nº75 Março de 1916
O Jornal " O Concelho de Sintra" nº29 de 1 de Junho de 1911 , publicava um artigo dedicado à Várzea de Colares, que transcrevemos parcialmente mantendo a acentuação e ortografia do original.
"A poetica Varzea de Collares e o dia de S.João
Ha 37 annos via-se ao pé da antiga ponte e no sítio que hoje occupa a adega Bernardino Gomes e Comp.ª uma tosca cabana coberta de colmo vendo-se sobre uns fetos peras, pecegos e mais fructas; e um barril do bello ramisco...
Eram as filhas do conhecido fazendeiro Chistovão d'Almeida, vulgo da Volta, as caixeirinhas assiduas d'aquella tendinha em miniatura! Coitadas! não morreram velhas!
Parece-me estar ainda em pleno e intimo convivio com os meus amigos João Paraty, Conde de Caparica, Manoel Pereira, Conde de Idanha, do Tojal, Portocarrero, Villa Real, Luiz do Rego, Isidoro de Bemfica...e tuti quanti - a maior parte já fugiu para a outra banda.
O dia de S.João d'aquelles tempos!
Enquanto os barcos do Almeida da volta se retiravam suavemente com as cachopas, ás vezes misturadas com os Marialvas que lhes pagavam o bote, grupos alegre d'outras raparigas dançavam alegremente ao som do pifano sem chaves, e descantes populares(...)".
O Jornal " O Concelho de Sintra" nº29 de 1 de Junho de 1911 , publicava um artigo dedicado à Várzea de Colares, que transcrevemos parcialmente mantendo a acentuação e ortografia do original.
"A poetica Varzea de Collares e o dia de S.João
Ha 37 annos via-se ao pé da antiga ponte e no sítio que hoje occupa a adega Bernardino Gomes e Comp.ª uma tosca cabana coberta de colmo vendo-se sobre uns fetos peras, pecegos e mais fructas; e um barril do bello ramisco...
Eram as filhas do conhecido fazendeiro Chistovão d'Almeida, vulgo da Volta, as caixeirinhas assiduas d'aquella tendinha em miniatura! Coitadas! não morreram velhas!
Parece-me estar ainda em pleno e intimo convivio com os meus amigos João Paraty, Conde de Caparica, Manoel Pereira, Conde de Idanha, do Tojal, Portocarrero, Villa Real, Luiz do Rego, Isidoro de Bemfica...e tuti quanti - a maior parte já fugiu para a outra banda.
O dia de S.João d'aquelles tempos!
Enquanto os barcos do Almeida da volta se retiravam suavemente com as cachopas, ás vezes misturadas com os Marialvas que lhes pagavam o bote, grupos alegre d'outras raparigas dançavam alegremente ao som do pifano sem chaves, e descantes populares(...)".
segunda-feira, abril 29, 2013
Inspirações
A Várzea de Colares, com o rio das Maçãs, rodeada de plátanos ( infelizmente menos frondosos nesta Primavera), e a Serra de Sintra a acompanhar todo o horizonte com a presença altiva do Palácio da Pena , é um local único, inspirador de qualquer artista - mesmo que seja, como no caso uma inspiração franciscana...
sexta-feira, abril 26, 2013
Patos-Mudos no rio das Maçãs
O rio das Maçãs, tem nos últimos dias, cinco patos-mudos, que partilham as suas águas com o bando de patos-reais, que ali tem o seu habitat .Esta semana conseguimos algumas fotos, que demonstram como se adaptaram bem ao local e ao convívio com os outros patos.
Os patos -mudos, são originários da América do Sul e têm como nome científico Cairina moschata. O macho emite um som que se assemelha ao de um assopro, enquanto a fêmea emite um som semelhante a algo como [fi´fi]...Daí nasceu o termo "pato-mudo" para fazer a distinção.
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