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quarta-feira, agosto 10, 2016

Coisas do Vinho de Colares (Reedição)

Adega Regional de Colares

“O genuíno Vinho de Colares é um vinho de mesa de previlegiada compleição, produzido com as uvas da casta Ramisco, cultivado exclusivamente nos terrenos de areia solta de origem terciária situados na região de Colares de cujo antigo concelho adoptou o nome.”O Vinho de Colares –1938


A Carta de lei, de 18 de Setembro de 1908, determinou que "os vinhos produzidos na freguesia colareja e nos terrenos areentos das freguesias de São Martinho e de São João das Lampas fossem tidos como vinho do tipo regional de Colares".

Legenda “A comissão de viticultores de Collares que entregou uma representação ao Sr. Ministro das Obras Públicas , solicitando uma marca privativa para os seus vinhos”. (Foto de Benoliel) Ilustração Portuguesa de 18 de Abril de 1910.

Anúncio publicado no Jornal “O Concelho de Sintra” em 1910

Em Agosto de 1931, é criada a Adega Regional de Colares.

Em 19 de Setembro de 1934, publicava-se o Estatuto da Região de Colares , outorgado no decreto lei nº24500, que se pode considerar como Carta-Magna do Vinho de Colares.

Actualmente a produção do Vinho de Colares é básicamente liderada por duas entidades:a Adega Regional de Colares e a Fundação Oriente.



terça-feira, junho 14, 2016

Vinho de Colares



"Pensa-se que a introdução da casta “Ramisco” na região se deve ao rei D. Afonso III (séc. XIII), que a teria trazido de França. O grande enólogo Ferreira Lapa afirma que “o Colares é o vinho mais francês que possuímos”. O rei D. Dinis (séc. XIII-XIV) aplicou aos mouros, donos das terras de Colares, um tributo no qual se inclui uma quarta parte da produção de vinho da região. A primeira exportação de vinho de Colares, documentada, efectuou-se no reinado de D. Fernando I (séc. XIV). D. João I (séc. XIV-XV) ofereceu esta região a D. Nuno Alvares Pereira como recompensa pela vitória de Aljubarrota.(...)"

Na Revista de Vinhos, nº 154, Setembro de 2002.