Praia das Maçãs hoje às 13h00
O tempo tem vindo a piorar por causa da passagem da tempestade Gisele - antes e em pouco tempo passaram por cá as tempestades Ana a Emma e o Félix. Hoje sentimos bem os efeitos da Gisele, que deverá estar por cá até sexta-feira.
Praia das Maçãs/Mindelo hoje às 13h00
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
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quarta-feira, março 14, 2018
sexta-feira, março 09, 2018
Alagamares -Associação Cultural, 13 anos depois.
Foto de um Colóquio/Debate em Defesa das Árvores de Sintra, organizado pela Alagamares, com um painel de especialistas. O painel do colóquio era constítuido pelo Arq. Gonçalves Teles, Engº
Eugénio Sequeira, da Liga para a Protecção da Natureza, Dr.Rui Brandão,
da Sociedade Portuguesa de Alergologia, EngºNuno oliveira, da Parques de
Sintra-Monte da Lua, e Dr.Carlos Albuquerque, da Câmara Municipal de
Sintra, em 28 de Abril de 2012, na Sociedade União Sintrense.
A Alagamares -Associação Cultural que hoje comemora o seu 13º Aniversário
" Projecto de carolas gisado em fins de tarde nos cafés de Galamares, Alagamares se lhe decidiu chamar, por ser esse o primitivo topónimo da aldeia onde a maioria dos fundadores morava e, porque tal como o mar alagava o rio das maçãs quando este era navegável, também assim se desejou, que como a água purificadora, o conhecimento e o desafio de alargar o espírito alagassem as mentes dos que connosco abraçaram este projecto. Fizemos colóquios e passeios, oficinas artísticas e debates, convívios e conferências. Não esquecemos valores locais, em carne e em pedra. Zelámos para que um chalé arruinado revisse portentoso a luz de Sintra e o seu cheiro inebriante. Demos a conhecer e aprendemos. E, apesar do mar revolto e dos pequenos adamastores, continuamos nessa senda, por vezes quixotesca, mas que por isso mesmo nos torna cidadãos mais reconciliados connosco próprios, caminhando na Estrada e não nas bermas, nesta terra com uma serra por sentinela, milenar guardiã e larvar berço de lendas e histórias, de mouros e cristãos, visionários e viajantes, aristocratas e feiticeiros, espantados com o sempre odorífico triunfo do verde e em presépio aninhando casas, palácios, fontes e miradouros, na pretérita lembrança do Cruges e Calisto Elói, de Garrett e Zé Alfredo, de Anjos Teixeira e M.S.Lourenço, da feiticeira Llansol e de Nunes Claro, ou mesmo até do Carvalho da Pena cavalgando na serra, druida da floresta e dos lagos.(...)"
De um texto da Alagamares
A Alagamares -Associação Cultural que hoje comemora o seu 13º Aniversário
" Projecto de carolas gisado em fins de tarde nos cafés de Galamares, Alagamares se lhe decidiu chamar, por ser esse o primitivo topónimo da aldeia onde a maioria dos fundadores morava e, porque tal como o mar alagava o rio das maçãs quando este era navegável, também assim se desejou, que como a água purificadora, o conhecimento e o desafio de alargar o espírito alagassem as mentes dos que connosco abraçaram este projecto. Fizemos colóquios e passeios, oficinas artísticas e debates, convívios e conferências. Não esquecemos valores locais, em carne e em pedra. Zelámos para que um chalé arruinado revisse portentoso a luz de Sintra e o seu cheiro inebriante. Demos a conhecer e aprendemos. E, apesar do mar revolto e dos pequenos adamastores, continuamos nessa senda, por vezes quixotesca, mas que por isso mesmo nos torna cidadãos mais reconciliados connosco próprios, caminhando na Estrada e não nas bermas, nesta terra com uma serra por sentinela, milenar guardiã e larvar berço de lendas e histórias, de mouros e cristãos, visionários e viajantes, aristocratas e feiticeiros, espantados com o sempre odorífico triunfo do verde e em presépio aninhando casas, palácios, fontes e miradouros, na pretérita lembrança do Cruges e Calisto Elói, de Garrett e Zé Alfredo, de Anjos Teixeira e M.S.Lourenço, da feiticeira Llansol e de Nunes Claro, ou mesmo até do Carvalho da Pena cavalgando na serra, druida da floresta e dos lagos.(...)"
De um texto da Alagamares
terça-feira, fevereiro 13, 2018
Uma tarde no corso carnavalesco do MTBA
O Grupo União Recreativo e Desportivo MTBA organizou mais uma vez o tradicional carnaval, entre na sede da coletividade e pelas ruas das aldeias envolvidas na organização – Magoito, Tojeira, Bolembre e Arneiro dos Marinheiros. Hoje terça-feira de carnaval, com o tempo a ajudar, realizou-se o cortejo de carnaval das 4 aldeias.
Este ano também com a presença de um numeroso grupo de Samba de Cabriz.
Momentos desta tarde
Fotos em 13/02/2018
Momentos do desfile
África presente no Magoito
O Grupo União Recreativo e Desportivo MTBA organizou o tradicional carnaval, entre 10 e 13 de Fevereiro,
Este ano também com a presença de um numeroso grupo de Samba de Cabriz.
Momentos desta tarde
Fotos em 13/02/2018
África presente no Magoito
O Grupo União Recreativo e Desportivo MTBA organizou o tradicional carnaval, entre 10 e 13 de Fevereiro,
Limpeza obrigatória de terrenos até 15 de Março
Os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham parcelas em solo rústico, confinantes a edifícios, são obrigados a proceder à gestão de combustível, numa faixa de 50 m à volta dos edifícios, medida a partir da alvenaria exterior, de acordo com o disposto no Anexo do Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, na redação em vigor.
Foto de um aviso num terreno em Janas
A Câmara Municipal de Sintra está a desenvolver, uma campanha de sensibilização dos proprietários de terrenos para a obrigatoriedade de limpeza destes espaços até 15 de Março, numa faixa de largura até 50 metros à volta de habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábricas ou outros equipamentos, medida a partir da alvenaria exterior da edificação.
A CMS pretende assim contribuir para a prevenção dos incêndios florestais e informar os munícipes para os comportamentos de risco, regras que deverão ser cumpridas e as coimas que os mesmos incorrem caso não cumpram com o estipulado na legislação em vigor sobre esta matéria, cujo valor pode ascender até os 120 mil Euros.
Foto de um aviso num terreno em Janas
A Câmara Municipal de Sintra está a desenvolver, uma campanha de sensibilização dos proprietários de terrenos para a obrigatoriedade de limpeza destes espaços até 15 de Março, numa faixa de largura até 50 metros à volta de habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábricas ou outros equipamentos, medida a partir da alvenaria exterior da edificação.
A CMS pretende assim contribuir para a prevenção dos incêndios florestais e informar os munícipes para os comportamentos de risco, regras que deverão ser cumpridas e as coimas que os mesmos incorrem caso não cumpram com o estipulado na legislação em vigor sobre esta matéria, cujo valor pode ascender até os 120 mil Euros.
Legislação aplicável:
Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de Junho, alterado pela
sexta-feira, fevereiro 09, 2018
Porque hoje é Sábado...
"Nos Lusíadas, Camões definiu o Cabo da Roca como o sítio “onde a terra se acaba e o mar começa”. O Cabo da Roca é o extremo ocidental da Eurásia, no extremo oriental temos a aldeia coreana de Tomal (que em coreano significa o fim da terra), onde a Eurásia acaba e começa o Oceano Pacífico. O começo de Portugal é o fim da Coreia e o começo da Coreia é o fim de Portugal. Fico a pensar, com satisfação, se foi também um acaso inevitável António Guterres suceder a Ban Ki-moon na liderança da ONU."
Chulmin Park
Embaixador da República da Coreia em Portugal/no jornal Público de 09/02/2018
https://www.publico.pt/2018/02/09/mundo/opiniao/o-pais-do-cabo-da-roca-a-caminho-de-pyeongchang-2018-1802216
terça-feira, janeiro 09, 2018
Construir caixas para ninhos em Sintra e deixar mensagens ao Mundo - reedição
Uma visita com um grupo de jovens refugiados do Conselho Português de Refugiados a Monserrate em Agosto de 2014, com apoio da Parques de Sintra Monte da Lua
Deixar mensagens nas caixas de ninhos para as aves de Monserrate

"Recordação da ajuda aos pássaros, na construção das suas casas para serem mais saudáveis e viverem uma longa vida", mensagem de participante congolês.(tradução adapt. do editor)
Mensagem de um participante da Guiné Conacri: Tentativa de tradução interpretativa do editor:"Glória para aqueles que com o seu dinheiro (poder?) merecem o respeito"
Com o apoio da Parques de Sintra Monte da Lua (PSML), foi possível organizar na última quinta-feira, uma visita à Quintinha de Monserrate, de um grupo
de
jovens do Conselho Português para os Refugiados.
A construção das caixas para os ninhos das aves, no âmbito do projecto/programa, Bio-Sintra
Visita à Quintinha de MonserrateRegresso a casa
terça-feira, novembro 07, 2017
Startups & Web Summit
Começou ontem , um dos maiores encontros de negócios inovadores, que se realiza pela 2ª vez em Portugal - Um grande evento mundial, dinamizado por Paddy Cosgrave, que junta empresas potencialmente financiadoras e pequenas empresas criativas (startups) com soluções no mundo da Internet, na procura de financiamentos.
Fotos de hoje de manhã - este ano 60.000 interessados em Lisboa na Web Summit 2017
Pitch - Pequeno momento, que permite a uma startup explicar ao que vem...
Pitch - Pequeno momento, que permite a uma startup explicar ao que vem...
segunda-feira, outubro 09, 2017
Outono no rio das Maçãs
sábado, setembro 09, 2017
Porque hoje é Sábado...
Carta aos eleitores do Círculo eleitoral de Sintra
“Somos uma pobre gente, que apenas conhecemos as nossas necessidades, e queremos por mandatário quem também as conheça e que nelas tenha parte; quem seja verdadeiro intérprete dos nossos desejos, das nossas esperanças, dos nossos agravos. Se os deputados dos outros círculos procederem de uma escolha análoga, entendemos que as opiniões triunfantes no parlamento representarão a satisfação dos desejos, o complemento das esperanças, a reparação dos agravos da verdadeira maioria nacional sem que isto obste a que se atenda aos interesses da minoria, que aí se acharão representados e defendidos como se representa e defende uma causa própria.
(...)
A centralização, na cópia portuguesa, como hoje existe e como a sofremos, é o fideicomisso legado pelo absolutismo aos governos representativos, mas enriquecido, exagerado; é, desculpai-me a frase, o absolutismo liberal. A diferença está nisto: dantes os frutos que dá o predomínio da centralização supunha-se colhê-los um homem chamado rei: hoje colhem-nos seis ou sete homens chamados ministros. Dantes os cortesãos repartiam entre si esses frutos, e diziam ao rei que tudo era dele e para ele: hoje os ministros reservam-nos para si ou distribuem-nos pelos que lhes servem de voz, de braços, de mãos; pelo partido que os defende, e dizem depois que tudo é do país, pelo país, e para o país. E não mentem. O país de que falam é o seu país nominal; é a sua clientela, o seu funcionalismo; é o próprio governo; é a tradução moderna da frase de Luís XIV -l'état c'est moi, menos a sinceridade.
(...)
Depois, quando alguém, que acidentalmente se ache no meio de vós, sem casa, sem bens, sem família, sem indústria destinada a aumentar com vantagem própria a riqueza comum, e só porque o seu talher na mesa do tributo ficou posto para esse lado, se mostrar .demasiado solícito em nobilitar o vosso voto pela escolha de algum célebre estadista, em que talvez nunca ouvistes falar, ou em livrar-vos de elegerdes algum mau cidadão, cujas malfeitorias escutais da sua boca pela primeira vez, voltai-lhe as costas. Padre, militar, magistrado, funcionário civil, seja quem for, esse homem que tanto se agita, aflito pela vossa honra eleitoral, pelos vossos acertos ou desacertos políticos, pode ser um partidário ardente e desinteressado; mas é mais provável que seja um hipócrita, um miserável, que já tenha na algibeira o preço do vosso ludíbrio, ou que, por serviços abjectos, espere obter, ou dos que são governo, ou dos que querem fazer o imenso sacrifício de o serem, a realização de ambições que a consciência lhe não legitima, e acerca das quais só podeis saber uma coisa: é que as haveis de pagar.(...)"
Alexandre Herculano, Deputado eleito por Sintra em 1858
*Excerto da "Carta aos Eleitores do Círculo Eleitoral de Sintra"
sábado, agosto 26, 2017
Praia da Samarra
Foto em 4/05/2017
Uma visita à Praia da Samarra, e aproveitando um texto "Toponímia Sintrense -Praia da Samarra" de Júlio Cortez Fenandes, publicado no Blog Tudo de Novo a Ocidente.
TOPONÍMIA SINTRENSE - PRAIA DA SAMARRA
(Via Blog Tudo de Novo a Ocidente)
Uma visita à Praia da Samarra, e aproveitando um texto "Toponímia Sintrense -Praia da Samarra" de Júlio Cortez Fenandes, publicado no Blog Tudo de Novo a Ocidente.
TOPONÍMIA SINTRENSE - PRAIA DA SAMARRA
(Via Blog Tudo de Novo a Ocidente)
Praia da Samarra pitoresca e abrigada situa-se no litoral da freguesia de São João das Lampas, Município de Sintra adiante da aldeia de Cortezia,não muito distante da povoação da Assafora, uma das mais populosas da paróquia.
A praia forma espécie de ancoradouro natural abrigado e afastado do mar aberto;condições adequadas a desembarque dos corsários que durante séculos frequentaram este trecho da costa marítima de Portugal.
A origem do nome baseia-se na designação "samarra" atribuída a porção de mar que vai terra dentro num curso entre terreno declivoso de encosta , como é o caso.
sexta-feira, agosto 11, 2017
Bombeiros do Concelho de Sintra nas frentes dos incêndios que assolam o País
A presença de Corporações de Bombeiros Voluntários do Concelho de Sintra, nos grandes incêndios de Abrantes e Cantanhede.
B.V.Almoçageme
B.V.Algueirão Mem-Martins
B.V. Agualva-Cacém ao lado da viatura dos B.V. de Odivelas
*Fotos/SIC
«Foi o maior fogo deste Verão», dizia, ontem à noite ao Diário de Coimbra Emílio Torrão, autarca de Montemor, depois de, cerca das 20h30, o incêndio ter sido dominado. Já mais tranquilo, depois de uma tarde vivida a “ferro e fogo”, o autarca refere a perigosa propagação das chamas, que rondaram um conjunto de habitações e empresas, no perímetro compreendido entre Póvoa de Santa Cristina, Meãs e Tentúgal. Uma situação que «exigiu um combate certeiro e milimétrico», diz, elogiando o trabalho efectuado pelos bombeiros, protecção civil e meios aéreos, que evitou que o pior acontecesse. »
http://www.diariocoimbra.pt/noticia/22686
B.V.Almoçageme
B.V.Algueirão Mem-Martins
B.V. Agualva-Cacém ao lado da viatura dos B.V. de Odivelas
*Fotos/SIC
«Foi o maior fogo deste Verão», dizia, ontem à noite ao Diário de Coimbra Emílio Torrão, autarca de Montemor, depois de, cerca das 20h30, o incêndio ter sido dominado. Já mais tranquilo, depois de uma tarde vivida a “ferro e fogo”, o autarca refere a perigosa propagação das chamas, que rondaram um conjunto de habitações e empresas, no perímetro compreendido entre Póvoa de Santa Cristina, Meãs e Tentúgal. Uma situação que «exigiu um combate certeiro e milimétrico», diz, elogiando o trabalho efectuado pelos bombeiros, protecção civil e meios aéreos, que evitou que o pior acontecesse. »
http://www.diariocoimbra.pt/noticia/22686
terça-feira, agosto 01, 2017
Última Lua de Julho de 2017
A última lua de Julho, em Quarto Crescente/ Foto a partir de Colares em 31 de Julho de 2017
Calendário lunar para Agosto
7 de Agosto de 2017: Lua Cheia
14 de Agosto de 2017: Lua Minguante
21 de Agosto de 2017: Lua Nova
29 de Agosto de 2017: Lua Crescente
Calendário lunar para Agosto
7 de Agosto de 2017: Lua Cheia
14 de Agosto de 2017: Lua Minguante
21 de Agosto de 2017: Lua Nova
29 de Agosto de 2017: Lua Crescente
sábado, julho 29, 2017
Porque hoje é Sábado...
1350 automóveis Citroens “dois cavalos”invadiram a Ericeira, para o 22.º encontro mundial dos coleccionadores, que pela segunda vez se realiza na Ericeira (Mafra) e em Portugal.
Estão inscritos 1.350 veículos e 1.800 participantes, de 26 países diferentes, entre os quais Israel, França, Estados Unidos da América, Noruega ou Nova Zelândia, segundo informou Rogério Soares, presidente da Associação 2CVPortugal2017, criada no seio dos seis clubes existentes em Portugal para organizar o evento.
O Citroën 2CV mais antigo (1952) e o mais recente (1990) em todo o mundo são portugueses e vão integrar o evento.
http://www.2cvportugal2017.pt/22o-encontro-mundial-dos-amigos-2cv/
Estão inscritos 1.350 veículos e 1.800 participantes, de 26 países diferentes, entre os quais Israel, França, Estados Unidos da América, Noruega ou Nova Zelândia, segundo informou Rogério Soares, presidente da Associação 2CVPortugal2017, criada no seio dos seis clubes existentes em Portugal para organizar o evento.
O Citroën 2CV mais antigo (1952) e o mais recente (1990) em todo o mundo são portugueses e vão integrar o evento.
Com o início da Segunda Guerra Mundial, a Citroën adiou de 1940 para 1948 o início da produção, que veio a terminar só a 27 de Julho de 1990, na fábrica de Mangualde, em Portugal, país que comercializou também o último exemplar.
http://www.2cvportugal2017.pt/22o-encontro-mundial-dos-amigos-2cv/
sexta-feira, junho 09, 2017
A partida da familia Real para o exílio em 1910
A saída do Rei
Na tarde de 4 de Outubro, logo que começou o bombardeamento do Paço das Necessidades, o Rei D. Manuel foi tomado de um profundo pavor, perdendo toda a coragem, e resolvendo logo fugir de Lisboa. Então um automóvel o conduziu ao palácio real de Mafra, acompanhando-o o Marquês do Faial e o Conde de Sabugosa. A Rainha D.Amélia, que estava em Sintra, para ali se dirigiu nessa mesma tarde. Na manhã seguinte chegou também áquela vila a Rainha D. Maria Pia.
Depois de uma noite angustiosa, como foi a de 4 para 5, as noticias recebidas de Lisboa e transmitidas ás pessoas reais lançaram-nas em um abatimento quasi inconsciente. Assim estiveram, tomadas de indecisão, até ás duas da tarde, hora em que o administrador do concelho de Mafra recebeu ordem telegráfica do novo governo para hastear a bandeira da República.
Folheando uma edição de 1911, de Joaquim Leitão:
Subsidios para a história da revolução de cinco de Outubro
Depois da revolução
Transcrições do "Diário dos vencidos"
"Ao cair da tarde de 3 de Outubro, El-Rei viera aos aposentos de D.Fernando, onde andava a coleccionar louças antigas, que mandara recolher de Mafra, de Sintra e Cascais para as juntar nas Necessidades."
(...)
"E assim se conservou em Mafra até à entrada para o automóvel que o levou à Ericeira."
*Ericeira,Praia dos Pescadores, 5 de Outubro de 1910, no momento do embarque no Iate «Amélia», com Gibraltar como destino.
Nota do blog:
Com a família real seguiu uma pequena corte de exilados voluntários que a continuaram a servir. O Marquês de Soveral, os Condes de Figueiró, o Conde de Galveias, os Duques de Palmela, os Marqueses de Lavradio entre outros.
*A família real partiu para o exílio a bordo do iate «Amélia». Ainda se pensou seguir para o Porto, mas a proclamação da República em Lisboa fez seguir a familia para Gibraltar(nota do blog).
El-Rei torna a ver o Palácio da Pena
Trancrições do "Diário dos Vencidos"
"A viagem foi uma viagem mais triste depois de se ter realizado o tal Conselho de Oficiais que decidiu dar ao iate o rumo do exílio."
(...)E andava já o coração afeito aos desgostos, quando o *Victória and Albert, passou com rumo a Inglaterra, à vista da costa portuguesa.
(...)
E, por entre lágrimas que lhe vidravam os olhos, o Senhor D.Manuel reconheceu o perfil do Paço da Pena, denteando a serra de Sintra. E foi uma visão, que por alguns instantes enganava a saudade do Português."
In" Diário dos Vencidos"
Pintura do Victoria and Albert
*A familia real partiu para o exílio, a bordo do iate «Amélia», seguiriam posteriormente para Inglaterra no iate real inglês «Victoria and Albert», enviado pelo Rei George V.
Na tarde de 4 de Outubro, logo que começou o bombardeamento do Paço das Necessidades, o Rei D. Manuel foi tomado de um profundo pavor, perdendo toda a coragem, e resolvendo logo fugir de Lisboa. Então um automóvel o conduziu ao palácio real de Mafra, acompanhando-o o Marquês do Faial e o Conde de Sabugosa. A Rainha D.Amélia, que estava em Sintra, para ali se dirigiu nessa mesma tarde. Na manhã seguinte chegou também áquela vila a Rainha D. Maria Pia.
Depois de uma noite angustiosa, como foi a de 4 para 5, as noticias recebidas de Lisboa e transmitidas ás pessoas reais lançaram-nas em um abatimento quasi inconsciente. Assim estiveram, tomadas de indecisão, até ás duas da tarde, hora em que o administrador do concelho de Mafra recebeu ordem telegráfica do novo governo para hastear a bandeira da República.
Folheando uma edição de 1911, de Joaquim Leitão:
Subsidios para a história da revolução de cinco de Outubro
Depois da revolução
Transcrições do "Diário dos vencidos"
"Ao cair da tarde de 3 de Outubro, El-Rei viera aos aposentos de D.Fernando, onde andava a coleccionar louças antigas, que mandara recolher de Mafra, de Sintra e Cascais para as juntar nas Necessidades."
(...)
"E assim se conservou em Mafra até à entrada para o automóvel que o levou à Ericeira."
*Ericeira,Praia dos Pescadores, 5 de Outubro de 1910, no momento do embarque no Iate «Amélia», com Gibraltar como destino.
Nota do blog:
Com a família real seguiu uma pequena corte de exilados voluntários que a continuaram a servir. O Marquês de Soveral, os Condes de Figueiró, o Conde de Galveias, os Duques de Palmela, os Marqueses de Lavradio entre outros.
*A família real partiu para o exílio a bordo do iate «Amélia». Ainda se pensou seguir para o Porto, mas a proclamação da República em Lisboa fez seguir a familia para Gibraltar(nota do blog).
El-Rei torna a ver o Palácio da Pena
Trancrições do "Diário dos Vencidos"
"A viagem foi uma viagem mais triste depois de se ter realizado o tal Conselho de Oficiais que decidiu dar ao iate o rumo do exílio."
(...)E andava já o coração afeito aos desgostos, quando o *Victória and Albert, passou com rumo a Inglaterra, à vista da costa portuguesa.
(...)
E, por entre lágrimas que lhe vidravam os olhos, o Senhor D.Manuel reconheceu o perfil do Paço da Pena, denteando a serra de Sintra. E foi uma visão, que por alguns instantes enganava a saudade do Português."
In" Diário dos Vencidos"
Pintura do Victoria and Albert
*A familia real partiu para o exílio, a bordo do iate «Amélia», seguiriam posteriormente para Inglaterra no iate real inglês «Victoria and Albert», enviado pelo Rei George V.
segunda-feira, junho 05, 2017
No tempo dos festivais de Verão (reedição)
A temporada dos festivais de música já começou. Oportunidade para voltarmos a publicar o post de hoje - uma memória do primeiro festival de música em Vilar dos Mouros, estávamos em 1971, num país muito diferente.
*Foto Rock in Rio, Parque da Bela Vista - Maio de 2016
Festivais de Música de Verão
A inflação de festivais musicais de Verão são um sinal dos nossos tempos - festivais que juntam milhares de jovens e menos jovens, um tipo de eventos que há 45 anos em Portugal, enfrentavam grandes dificuldades e impedimentos nas tentativas da sua organização. A pedrada no charco foi dada pela organização do Festival de Vilar de Mouros em 1971 (Dr António Barge, mentor do Festival) - hoje publicamos, embora em mau estado, algumas fotos inéditas desse festival e algumas notas da imprensa da época.
No tempo em que ainda não havia Festivais de Verão
"A cerca de 25 kilómetros da fronteira com a Espanha , uma pequena aldeia viu-se sair - com espanto - do anonimato. A gente nova de Vilar dos Mouros - a aldeia, já o sabem -, obrigada a procurar outras terras para viver, foi repentinamente substituída por milhares de jovens. Mas é uma juventude diferente, esta, de cabelos compridos e vestes esquisitas. Uma juventude que, para assistir à exibição de vários grupos de música dita "pop", pagou o equivalente a 4 dias de trabalho, com a enxada de uma natural da aldeia - 100 escudos, no total de 2 dias de espectáculo."
Século Ilustrado nº1751 de 11 de Agosto de 1971
*Foto da assistência ao Festival de Música de Vilar de mouros em 1971 -já publicada neste blog
"Vilar de Mouros, 9 -Protegido por arame farpado à volta do palco (o tal exótico sentido de segurança de que falávamos...), o inglês Elton John foi o «top» da segunda parte do Festival de Música «Pop» que aqui decorreu."
Diário de Lisboa 9 de Agosto de 1971
"-E só quando Manfred Mann se resolveu a interpretar um êxito «dos antigos» - «Might y Queen», mais precisamente - é que o público sentiu que havia qualquer coisa ou alguém no palco. Pela primeira vez, surgiram palmas espontâneas."
A crónica de um dia/Jornal "DISCO Música & Moda" de 15 de Agosto de 1971
*Foto inédita da assistência de Vilar de Mouros, Agosto de 1971
"Requiem para um Festival
Seis dias de lição a reter. A Música viveu entre mortos, porque poucos foram os que a viveram. Vilar de Mouros morreu e com ele a esperança de poder viver o nosso tempo..."
Jornal "Disco Música & Moda" nº14 de 15 de Agosto de 1971
*Foto inédita do palco de Vilar de Mouros 1971 «PoP Five Music Incorporated(?)»
"O desaire financeiro parece inevitável
Madrugada alta, conclui-se a maratona de música moderna. No próximo fim-de-semana. a fechar o festival, estarão, Amália e Ouro Negro.
Será assim , então a altura de fazer contas. O desaire financeiro parece tãi inevitável como comprometido o futuro do festival. Pelo menos é essa a opinião de amigos chegados da familia Barge.
E, se assim for, é pena. Porque a teimosia o sonho com algo de quixotesco de um homem permitiram, em Vilar de Mouros, provar muita coisa importante. Em dois fins-de-semana, uma aldeia pitoresca e pobre. adormecida à beira do Coura, transformou-se em símbolo. Não o esquecerá quem o viveu: os jovens que , já ontem, noite adiante, partiam,e a aldeia que voltará à enxada e ao arado."
"Diário Popular" de 9 de Agosto de 1971
Foto publicada no Jornal de Notícias em Agosto de 1971
*Notas adicionais:
Conjuntos musicais que estiveram presentes, além de Elton John e Manfred Mann:
-"1111" com José Cid, Moniz Pereira, Tó Zé Brito e Michel
-"Chinchilas" com Felipe Mendes
-"Pop Five Music Incorporated" com Miguel Graça Moura
-"Psico"
-"Sindicato"
-"Bridge"
-"Pentágono"
-"Objectivo" com Zé Nabo (baixo) que segundo o critico musical do jornal "Disco Música & Moda" de Agosto de 1971, regista "Uma referência para o Zé Nabo, que Manfred Mann considerou ser sensacional e que deu show".
Post relacionado sobre o Festival de 1971 de Vilar dos Mouros:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/08/porque-hoje-e-sabado.html
*Foto Rock in Rio, Parque da Bela Vista - Maio de 2016
Festivais de Música de Verão
A inflação de festivais musicais de Verão são um sinal dos nossos tempos - festivais que juntam milhares de jovens e menos jovens, um tipo de eventos que há 45 anos em Portugal, enfrentavam grandes dificuldades e impedimentos nas tentativas da sua organização. A pedrada no charco foi dada pela organização do Festival de Vilar de Mouros em 1971 (Dr António Barge, mentor do Festival) - hoje publicamos, embora em mau estado, algumas fotos inéditas desse festival e algumas notas da imprensa da época.
No tempo em que ainda não havia Festivais de Verão
"A cerca de 25 kilómetros da fronteira com a Espanha , uma pequena aldeia viu-se sair - com espanto - do anonimato. A gente nova de Vilar dos Mouros - a aldeia, já o sabem -, obrigada a procurar outras terras para viver, foi repentinamente substituída por milhares de jovens. Mas é uma juventude diferente, esta, de cabelos compridos e vestes esquisitas. Uma juventude que, para assistir à exibição de vários grupos de música dita "pop", pagou o equivalente a 4 dias de trabalho, com a enxada de uma natural da aldeia - 100 escudos, no total de 2 dias de espectáculo."
Século Ilustrado nº1751 de 11 de Agosto de 1971
*Foto da assistência ao Festival de Música de Vilar de mouros em 1971 -já publicada neste blog
"Vilar de Mouros, 9 -Protegido por arame farpado à volta do palco (o tal exótico sentido de segurança de que falávamos...), o inglês Elton John foi o «top» da segunda parte do Festival de Música «Pop» que aqui decorreu."
Diário de Lisboa 9 de Agosto de 1971
"-E só quando Manfred Mann se resolveu a interpretar um êxito «dos antigos» - «Might y Queen», mais precisamente - é que o público sentiu que havia qualquer coisa ou alguém no palco. Pela primeira vez, surgiram palmas espontâneas."
A crónica de um dia/Jornal "DISCO Música & Moda" de 15 de Agosto de 1971
*Foto inédita da assistência de Vilar de Mouros, Agosto de 1971
"Requiem para um Festival
Seis dias de lição a reter. A Música viveu entre mortos, porque poucos foram os que a viveram. Vilar de Mouros morreu e com ele a esperança de poder viver o nosso tempo..."
Jornal "Disco Música & Moda" nº14 de 15 de Agosto de 1971
*Foto inédita do palco de Vilar de Mouros 1971 «PoP Five Music Incorporated(?)»
"O desaire financeiro parece inevitável
Madrugada alta, conclui-se a maratona de música moderna. No próximo fim-de-semana. a fechar o festival, estarão, Amália e Ouro Negro.
Será assim , então a altura de fazer contas. O desaire financeiro parece tãi inevitável como comprometido o futuro do festival. Pelo menos é essa a opinião de amigos chegados da familia Barge.
E, se assim for, é pena. Porque a teimosia o sonho com algo de quixotesco de um homem permitiram, em Vilar de Mouros, provar muita coisa importante. Em dois fins-de-semana, uma aldeia pitoresca e pobre. adormecida à beira do Coura, transformou-se em símbolo. Não o esquecerá quem o viveu: os jovens que , já ontem, noite adiante, partiam,e a aldeia que voltará à enxada e ao arado."
"Diário Popular" de 9 de Agosto de 1971
Foto publicada no Jornal de Notícias em Agosto de 1971
*Notas adicionais:
Conjuntos musicais que estiveram presentes, além de Elton John e Manfred Mann:
-"1111" com José Cid, Moniz Pereira, Tó Zé Brito e Michel
-"Chinchilas" com Felipe Mendes
-"Pop Five Music Incorporated" com Miguel Graça Moura
-"Psico"
-"Sindicato"
-"Bridge"
-"Pentágono"
-"Objectivo" com Zé Nabo (baixo) que segundo o critico musical do jornal "Disco Música & Moda" de Agosto de 1971, regista "Uma referência para o Zé Nabo, que Manfred Mann considerou ser sensacional e que deu show".
Post relacionado sobre o Festival de 1971 de Vilar dos Mouros:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/08/porque-hoje-e-sabado.html
terça-feira, maio 23, 2017
Coisas de Sintra na TVI
Programa televisivo da TVI,"Pesadelo na cozinha" com o Chefe Ljubomir Stanisic, num conhecido restaurante da Praia das Maçãs, utilizando também a Várzea de Sintra e o Eléctrico para cenário de um momento do programa.
Foto em 16/05/2017, na passagem por Colares
Ver mais aqui:
http://colares.blogs.sapo.pt/barmacia-antes-e-depois-do-pesadelo-376212
Foto em 16/05/2017, na passagem por Colares
Ver mais aqui:
http://colares.blogs.sapo.pt/barmacia-antes-e-depois-do-pesadelo-376212
terça-feira, maio 16, 2017
Memórias da Escola Industrial e Comercial de Sintra
Pintura mural executada por António Soares em 1964, sobre um painel fixo à parede, no hall da Escola Ferreira Dias (ex.Escola Industrial e Comercial de Sintra). Encontra-se profundamente integrada na arquitectura da escola e no espírito da época.(fotomontagem RiodasMaçãs)

O Painel da Escola Industrial e Comercial de Sintra
Pintura mural, inventariada com o número ME/401754/146, pertencente à Escola Secundária com 3º ciclo de Ferreira Dias,
Trata-se de uma pintura mural executada por António Soares em 1964, sobre um painel fixo à parede. Encontra-se profundamente integrada na arquitetura da escola e no espírito da época.
Ao centro temos uma figura feminina, com vestes brancas e uma criança sem roupa aos ombros. Esta criança segura
uma placa onde se pode ler "Escola Técnica/ Sintra Cacém". Ao lado desta, encontra-se uma figura masculina, de mais idade, que tem nas mãos um livro.
Do lado esquerdo e direito estão, respetivamente, cinco jovens do sexo masculino e do sexo feminimo, que hasteiam, bandeiras com símbolos alusivos aos vários cursos técnicos lecionados na escola.
A Escola Secundária com 3° Ciclo de Ferreira Dias teve a sua origem na Escola Industrial e Comercial de Sintra, criada 1959. O edifício inicial, onde se encontra a referida pintura, não sofreu grandes modificações desde a sua criação.
O autor da obra, Mestre António Soares (1894 - 1978), viveu numa época em que se começam a afirmar em Portugal novas correntes estéticas, ligadas ao modernismo, a par do naturalismo. Não teve qualquer tipo de formação académica e iniciou-se na vida artística através da ilustração. Destacou-se igualmente nas áreas da arquitetura, decoração e cenografia. No âmbito da pintura mural, podemos destacar as pinturas no café lisboeta, A Brasileira.
Caracteriza-se por um estilo que lembra Columbano, com grande interesse pela figura e pela sensibilidade e emoção que consegue transmitir. Participou em várias exposições
internacionais, entre 1959 e 1967.
texto retirado daqui

Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2011/11/escola-industrial-e-comercial-de-sintra.html

O Painel da Escola Industrial e Comercial de Sintra
Pintura mural, inventariada com o número ME/401754/146, pertencente à Escola Secundária com 3º ciclo de Ferreira Dias,
Trata-se de uma pintura mural executada por António Soares em 1964, sobre um painel fixo à parede. Encontra-se profundamente integrada na arquitetura da escola e no espírito da época.
Ao centro temos uma figura feminina, com vestes brancas e uma criança sem roupa aos ombros. Esta criança segura
uma placa onde se pode ler "Escola Técnica/ Sintra Cacém". Ao lado desta, encontra-se uma figura masculina, de mais idade, que tem nas mãos um livro.
Do lado esquerdo e direito estão, respetivamente, cinco jovens do sexo masculino e do sexo feminimo, que hasteiam, bandeiras com símbolos alusivos aos vários cursos técnicos lecionados na escola.
A Escola Secundária com 3° Ciclo de Ferreira Dias teve a sua origem na Escola Industrial e Comercial de Sintra, criada 1959. O edifício inicial, onde se encontra a referida pintura, não sofreu grandes modificações desde a sua criação.
O autor da obra, Mestre António Soares (1894 - 1978), viveu numa época em que se começam a afirmar em Portugal novas correntes estéticas, ligadas ao modernismo, a par do naturalismo. Não teve qualquer tipo de formação académica e iniciou-se na vida artística através da ilustração. Destacou-se igualmente nas áreas da arquitetura, decoração e cenografia. No âmbito da pintura mural, podemos destacar as pinturas no café lisboeta, A Brasileira.
Caracteriza-se por um estilo que lembra Columbano, com grande interesse pela figura e pela sensibilidade e emoção que consegue transmitir. Participou em várias exposições
internacionais, entre 1959 e 1967.
texto retirado daqui

Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2011/11/escola-industrial-e-comercial-de-sintra.html
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