terça-feira, junho 18, 2013

Homenagem a Valdemar Alves

BlogueValdemarAlves4

Na quarta feira dia 19, pelas 17H00 na Vila Alda,  a Câmara Municipal vai realizar uma sessão de homenagem a Valdemar Alves, responsável pelo Eléctrico de Sintra, recentemente desaparecido.

Conheci o Valdemar Alves, através da frequente colaboração no início deste blog. Amigo do Eléctrico, colecionador de fotografias e documentos de Sintra antiga, foi com a sua preciosa ajuda que publicámos vários documentos antigos sobre as fábricas de queijadas de Sintra - sempre disponível para falar do seu Eléctrico e prestar todas as informações, que ajudassem na divulgação desta imagem de marca de Sintra.

Publicou o "Rio das Maçãs" diversas fotografias do histórico Eléctrico, da sua colecção pessoal. Valdemar Alves, foi durante os sete anos deste projecto, um contacto sempre disponível sendo muito justa a homenagem que agora lhe será prestada.
ElectricoValdemaAlves BlogueValdemarAlves3

segunda-feira, junho 17, 2013

Notas sobre a luta do funcionalismo Público -professores e pessoal dos Correios contra a carestia de vida em 1920

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"Mais um pequeno mas significativo documento da História da I República. Trata-se do manifesto que dá início à luta contra a carestia de vida desencadeada em Março de 1920 pela Associação de Classe dos Empregados do Estado, fundada no ano anterior, envolvendo funcionários públicos, dos Hospitais Civis, União do Professorado Primário - creio que foi a primeira greve onde participaram professores - ...e outros sectores, bem como pessoal dos Correios. A greve começou no dia 4 de Março - a quinta-feira referida no panfleto - e terminou no dia 13, conseguindo os funcionários públicos a satisfação de algumas das suas reivindicações. Os empregados dos Correios prosseguiram a greve até ao dia 15, mas sem sucesso. Quer isto dizer que a greve dos funcionários públicos se prolongou por 10 dias!"
 
Imagem e texto encontrado na página de FB de António Ventura
FB de António Ventura

 
 photo greveilustpot1920_zps73e0cf8c.jpg  photo greveilustport19202_zpsad504a1f.jpg
Ilustração Portuguesa nº737 de 5 de Abril de 1920


 

domingo, junho 16, 2013

Notas sobre a Quinta da Regaleira

Capela da Santíssima Trindade no jardim da Quinta da Regaleira - BlogueRegaleira BlogueRegaleiraigreja
Aspectos simbólicos
"Capela:o santuário cristão da Regaleira, apresentando no exterior, a anunciação do Arcanjo Gabriel a Maria, presidida por Deus Pai" no interior da capela, "com pentagramas, cruzes templárias e da Ordem de Cristo,vendo-se ao fundo, a representação da descida do Espírito Santo sobre Maria, a qual é coroada por Cristo" "na entrada da Capela a "cruz da Ordem de Cristo, no tecto por baixo do coro- um emblema de um neo-templarismo de raiz maçónica"
/José Manuel Anes/Jardins iniciáticos da Quinta da Regaleira.

BlogueRegaleira2 1904, início da construção do Palácio da Regaleira, idealizado por Augusto Carvalho Monteiro(1848-1920) foi também obra do cenógrafo italiano Luigi Manini , responsável pelo Scala de Milão.Inspiradas no esoterismo maçónico de feição cristã, e no romantismo, as labirínticas construções da Quinta da Regaleira têm como ideia dominante a passagem das "trevas à luz".As grutas, a capela da Santíssima Trindade, os subterrâneos ou o poço iniciático são exemplos dessa mentalidade muito em voga no início do século
.Fonte Fundação Mário Soares

sexta-feira, junho 14, 2013

Acácias do Parque da Pena transformadas em castiçais

O violento temporal que assolou Sintra em 19 de Janeiro, provocou  a queda de mais de duas mil árvores.A madeira das acácias caídas durante o temporal  deu origem à criação de uma linha de  castiçais -as receitas das vendas destes castiçais será utilizada na recuperação do Parque da Pena. photo Temporal_ParquedaPena2013_zpsf0fe50b6.jpg   Foto PSML, Janeiro 2013

"No seguimento do violento temporal que assolou Sintra a 19 de janeiro, e que derrubou mais de 2.000 árvores nas áreas sob gestão da Parques de Sintra, causando prejuízos que ascendem a 3 milhões de Euros, a PSML lançou, no Dia Mundial da Floresta (21 de março) um produto para venda em loja que foi desenhado especialmente para que as receitas das suas vendas apoiem a recuperação do Parque da Pena (área mais afectada pelo temporal).
  A madeira das Acácias caídas foi cortada e retirada do Parque, seguindo para serração, onde foi transformada em tábuas e posteriormente torneada com o objetivo de ganhar a forma final – castiçais. O design é da autoria de Gonçalo Prudêncio, convidado pela Parques de Sintra para participar neste projecto. Gonçalo Prudêncio trabalha frequentemente com base no design sustentável e, para a Parques de Sintra, desenhou quatro tipos diferentes de castiçais, com a particularidade de poderem ser usados em conjunto, encaixando perfeitamente uns nos outros.
Na base da peça, está inscrita a laser uma referência ao temporal, marcando assim o acontecimento. A sustentabilidade ambiental está ainda presente na embalagem, fabricada integralmente em papel reciclado."
Texto PSML
 photo Castical_ParquesdeSintra_zpse8913fc5.jpg Foto PSML

quinta-feira, junho 13, 2013

Sobre acidente com uma aeronave na Praia da Aguda em 2010

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Em Dezembro de 2010 um acidente com uma aeronave na Praia da Aguda, provocou uma vitíma mortal - agora, a publicação de um relatório sobre o acidente, determina as causas do acidente:

"Actuação do piloto causou queda de aeronave em Sintra em 2010 -- Relatório A inexperiência do piloto e a forma como lidou com uma avaria do motor estiveram na origem da queda da aeronave na praia da Aguda, Sintra, em dezembro de 2010, que provocou a morte do passageiro, concluiu o GPIAA. Segundo o relatório final do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes Aéreos (GPIAA), a que a agência Lusa teve hoje acesso, o «acidente resultou do insucesso do piloto [de 20 anos] ao lidar com a falha do motor, quando pretendia efetuar uma aterragem de emergência na praia». O documento frisa que o jovem «selecionou uma área de aterragem de difícil acesso e com características físicas que limitavam as possibilidades de correção para qualquer desvio no plano inicial previsto para a manobra de aterragem".
in Diário Digital / Lusa e blog Tudo sobre Sintra




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quarta-feira, junho 12, 2013

Postal da Várzea de Colares com Perdizes

bloguePerdizVarzeadeColares32 Ontem na Várzea de Colares, tivemos a sorte de nos cruzarmos com uma numerosa família de perdizes, o que possibilitou as fotos que publicamos  nesta quarta-feira. BloguePerdizVarzeadeColares2BloguePerdizVarzeadeCola8 Biologia da Perdiz Vermelha
Classificação Taxonómica desta espécie mais conhecida como perdiz comum, pertence ao Reino animal, ao Filo Cordata, a Classe das Aves, pertencendo a Ordem dos Galliformes. A Familia dos Phasianidea é uma das sete famílias que compõem a Ordem dos Galliformes. São exemplares da família Phasianidea: os faisões, os perus e claro as perdizes. A Perdiz vermelha pertence ao Género Alectoris. Sendo o nome cientifico da espécie Alectoris Rufa.
A diferença que existe entre macho e fêmea principalmente é no caso do macho a presença de esporão bem desenvolvido nas duas patas pois as fêmeas poderão ter presença de esporão mas apenas num tarso.
O tamanho do macho pode ser maior mais corpulento que a fêmea e o comprimento do tarso ser maior e mais grosso.
A reprodução desta espécie de uma maneira geral inicia-se em Março onde se costuma ver as perdizes aos casais e não em bandos por serem uma espécie monogâmica, dando inicio a postura nos fins de Abril até Junho podendo alargar o prazo dependendo das condições do ano.
A fêmea procura uma pequena depressão no meio da vegetação rasteira onde faz o ninho.
A Perdiz é uma espécie nidífuga, os perdigotos abandonam o ninho à nascença, permanecendo a ninhada junto da fêmea.


(Notas sobre a biologia da Perdiz -retiradas daqui)

segunda-feira, junho 10, 2013

Porque hoje ainda é Feriado...

Elvas20070618 Foto Fortaleza de Elvas

Um texto de Nicolau Santos:

O terrorismo do Estado em todo o esplendor

Portugal é hoje um país tolhido pelo medo, desânimo e humilhação. O medo de perder o emprego, descer na escala social, ficar sem rendimentos para manter um mínimo de vida digno. O desânimo dos desempregados, dos empregados que temem o fecho das suas empresas, dos que se vão convencendo de que esta situação se vai manter por muitos anos, dos que já perceberam que os últimos anos da sua vida serão sempre a piorar. A humilhação dos reformados, que têm sido perseguidos, vilipendiados, acusados, responsabilizados pela crise das finanças públicas e do desemprego entre os jovens. E humilhação também dos funcionários públicos, que o poder político acusa de benefícios exclusivos, de ganharem mais que os trabalhadores do sector privado, de falta de produtividade e de outras malfeitorias.
Este desprezo por reformados e funcionários públicos atingiu o auge nos últimos dias, com a encenação que Pedro Passos Coelho e Paulo Portas fizeram, o primeiro ao anunciar a 3 de Maio uma taxa sobre as pensões e o segundo a afirmar, a 5 de Maio, que esta era a fronteira que não podia deixar passar. Ninguém acredita que Portas não tenha tido conhecimento desta medida que o primeiro-ministro iria anunciar. E portanto é lamentável que tivesse vindo a lume, já que se for avante, depois do que Portas disse, só pode significar o fim da coligação, a queda do Governo e eleições antecipadas. Por isso ninguém acredita igualmente que Passos não soubesse que o ministro de Estado iria dizer isso ao país. O objetivo foi outro. Mais uma vez, o que se fez foi lançar o pânico sobre os reformados, para que aceitem medidas que cortam de novo os seus rendimentos (rendimentos a que têm direito, porque descontaram para eles, com base num contrato que estabeleceram com o Estado), mesmo que não venha a ser esta que será aplicada.
O mesmo acontece na forma como o Governo está a atuar em relação aos funcionários públicos. Sob a capa de rescisões por mútuo acordo, a proposta do Governo permite aos dirigentes pressionarem os trabalhadores a optar por esse caminho, sob pena de serem colocados na mobilidade especial. Nessa situação receberão dois terços de remuneração nos primeiros seis meses, 50% nos seis meses seguintes e nos últimos seis meses apenas 33,4%. No final dos 18 meses, se não for recolocado na administração pública, passa a uma licença sem vencimento ou pode cessar o contrato de trabalho, com direito a rescisão, mas menor do que se o fizer por mútuo acordo. A cereja em cima do bolo é que os funcionários que cessem o seu contrato com a administração pública não terão direito a subsídio de desemprego. Se isto não é apontar uma pistola à cabeça de uma pessoa e pedir-lhe para sair do Estado, então não sei o que é.
Ou melhor, sei muito bem. A isto chama-se terrorismo do Estado e está a ser praticado impiedosamente por este Governo contra reformados e trabalhadores da função pública, mas também contra os contribuintes e os cidadãos em geral. O objetivo é claro: reduzir o Estado a uma função meramente assistencialista e Portugal a um país com salários do Terceiro Mundo, sem nenhuns centros de decisão em mãos nacionais e que agradecerá humildemente às grandes multinacionais que se instalem cá para aproveitar os baixos custos da mão de obra nacional. O Governo declarou guerra sem tréguas aos portugueses. Há-de chegar a altura de os portugueses o varrerem para o caixote de lixo da História.
Nicolau Santos
Encontrado aqui

domingo, junho 09, 2013

Postais da Várzea de Colares

 photo VaacuterzeadeColaresFernandoMGomesFb_zps0e7326c5.jpg Foto antiga (sem data), da Várzea de Colares  photo PodasColares050220101111.jpg Foto da Várzea de Colares. depois de uma intervenção das Estradas de Portugal S.A. em 2011 varzeadeColares1-1 photo varzeadeColares1-1.jpg A Várzea de Colares , rio das Maçãs, no "Boletim Photographico" nº75 de Março de 1906

sábado, junho 08, 2013

Porque hoje é Sábado...

BlogueTejo20132b

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
   Alberto Caeiro
in Guardador de Rebanhos

quinta-feira, junho 06, 2013

O Castelo dos Mouros tem novas instalações de Apoio ao Visitante

Cintra-CastMouros01
Postal antigo

Foram  inauguradas, as novas instalações de Apoio ao Visitante do Castelo dos Mouros. Este é o resultado do projecto “À Conquista do Castelo”, que implicou um investimento de 3,2 milhões de Euros, cofinanciado em 600 mil Euros pelo Programa de Intervenção do Turismo (PIT) e no remanescente pela Parques de Sintra. O objectivo centrou-se na valorização global e no restauro do Castelo dos Mouros, monumento que contou com cerca de 269.000 visitas em 2012.
Segundo a PSML, a partir de agora os visitantes poderão desfrutar de um novo espaço de acolhimento, constituído por uma cafetaria com esplanada, loja e bilheteira, bar, instalações sanitárias e ainda uma envolvente paisagística recuperada (repondo a ambiência romântica preexistente), bem como caminhos de acesso e de ronda totalmente requalificados e iluminados. Foram também restauradas as duas cinturas de muralhas e a Cisterna (que passa agora a ser visitável). Será ainda aberta ao público a Casa do Guarda do Castelo, situada na segunda cintura de muralhas (fora do perímetro pago), após recuperação e adaptação como cafetaria, esplanada (com vista panorâmica para a Serra) e instalações sanitárias.
Fonte PSML

quarta-feira, junho 05, 2013

O Carro de Cintra II


Foto  de 1912 do "Carro de Cintra" de Joshua Benoliel, do Arquivo fotográfico da C.M.Lisboa

Em  6 de Maio de 2009, publicámos um post de um "Carro de Cintra", da empresa Joaquim Simplício, durante uma greve do pessoal dos eléctricos em Lisboa, em 1912, (revista  "Brasil-Portugal" de 16 de Junho de 1912).
Um leitor do blog, Luís Cardoso de Menezes, fez o favor de nos enviar um  interessante texto que complementa o post anteriormente  publicado:

"Em Junho de 1912, os funcionários dos eléctricos de Lisboa encontravam-se em greve. Numa reportagem fotográfica, sobre este acontecimento a Revista “Brasil-Portugal” de 16-6-1912, destaca um “Carro de Cintra” de tracção animal da empresa Joaquim Simplício em plena Baixa de Lisboa, a substituir o serviço dos eléctricos então em greve. A empresa de Joaquim Simplício, era uma das companhias de tracção animal que nessa altura fazia a ligação entre Sintra e Lisboa, sendo criada nos anos 90 do século XIX ou princípios do século XX, pois na monografia “Eléctricos de Sintra” de Júlio Cardoso e Valdemar Alves, são referenciadas várias firmas de carros de tracção animal com actividade em Sintra desde 1886, não constando a firma acima referida. Aliás era natural que assim fosse, pois nesta altura tinha apenas 22 anos, enquanto na greve ocorrida em Lisboa em Junho de 1912, era já um homem de 47 anos. Joaquim Simplício, nascera na freguesia de S. Pedro de Dois Portos, Torres Vedras, Lisboa a 23-7-1864, sendo filho de António Simplício de sua mulher Teresa de Jesus. Os primeiros transportes públicos urbanos, utilizados na cidade de Lisboa foram de tracção animal - as “carroças do Chora” de Joaquim Simplício e os “Trens landaus breaks / charàbanca” da Companhia de Carruagens Lisbonense, utilizados durante mais de 20 anos, até surgirem os “Americanos” com a característica de se movimentarem sobre carris, sistema que veio a ser posteriormente utilizado pelos “eléctricos” que ainda hoje circulam nas principais cidades, em cooperação com os autocarros e o Metropolitano."
      photo BsasilPortugal16061912_zpsb2c40de4.jpg
(revista  "Brasil-Portugal" de 16 de Junho de 1912).

http://riodasmacas.blogspot.pt/2009/05/o-carro-de-cintra.html

terça-feira, junho 04, 2013

Encontro de Resgate em Orla Costeira em Almoçageme

BloguePGrande20130531 Decorreu nos dia 29, 30 e 31 de Maio, um Encontro de Resgate em Orla Costeira organizado pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme, o programa do encontro incluia um exercício real de socorro e resgate em orla costeira.Cabo da Roca, Praia da Adraga (Fojo e Pedra de Alvidrar) e Praia Grande foram os locais utilizados. Acompanhámos no último dia o exercício na Praia grande, fotos que hoje publicamos.
No  3º dia do na Praia Grande, foram testadas a descida de tirolesa. Esta técnica deixa a vítima deitada numa maca completamente suspensa durante a descida que, por sua vez, é feita por cordas desde o topo da falésia até ao areal. Um dos exercícios da tarde, provavelmente um dos mais difíceis, envolveu em simultâneo a subida de 4 homens (um deles a vitima em maca). BloguePGrande20130531l BloguePGrande20130531d BloguePGrande20130531b BloguePGrande20130531e BloguePGrande20130531f BloguePGrande20130531g

segunda-feira, junho 03, 2013

Concerto de Solidariedade com Recolha de Alimentos no Mucifal

Realizou-se no Domingo, um Concerto de Solidariedade, no Pavilhão da União Mucifalense, organizado pela Junta de Freguesia de Colares - com recolha de alimentos, com o objectivo de distribuir pelas famílias mais necessitadas da freguesia.
O concerto contou com a participação das 3 Bandas Filarmónicas da Freguesia,Mário Laginha e Maria João, Os Corvos e Luís Represas. mucifal01062013blogue3 Banda da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme,Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares e Banda da União Mucifalense.

Mucifal02062013blogue Mário Laginha e Maria JoãoMucifa01062013blogue2 Luís Represas mucifal402062013blogue2 Os Corvos mucifal02062013blogue4 No encerramento do concerto a presença inevitável do Tónio de Janas

domingo, junho 02, 2013

Manifestação "Povos Unidos Contra a Troika"

blogueManif1062013 (Fotos da manifestação de Lisboa)

Lisboa, Porto, Aveiro, Beja, Guimarães, Setúbal e Vila Real são algumas das 18 cidades portuguesas que aderiram ao protesto europeu do movimento “Povos Unidos contra a ‘troika’” que se realizou no sábado.
Marcada para 102 cidades europeias de 18 países, a manifestação visava contestar as políticas erradas que se têm desenvolvido nos países onde a troika (Banco Central Europeu, FMI e Comissão Europeia) tem intervindo.
 
bloguemanif01062013r blogueManif1062013hblogueManif1062013fbloguemanif01062013