sexta-feira, julho 26, 2013

O efémero paraíso da Nova Praia Grande

 photo PraiaGrande24072013jFinalBlogue_zps143008ae.jpg Voltamos hoje a publicar algumas fotos obtidas na  última quarta-feira dia 24/07/2013, de um local paradisíaco, que nos surpreendeu pelo inesperado - provocado por uma maré baixa, que visitou a Praia Grande nos últimos dias e  talvez  ainda  por lá permaneça  por mais algum tempo.

A curiosidade da situação, fez acorrer nestes dias à Praia Grande muitos interessados em observar e percorrer aquele local escondido pelas águas do Atlântico. A praia da Galé e Lagoas, denominação dos locais agora "descobertos", irão em breve  de novo acolher a proteção das marés, restando-nos aguardar pacientemente por uma nova oportunidade da natureza, para alguns de nós voltarmos a visitar aquela amostra de paraíso.
 photo PraiaGrande24072013kfinalBlogue_zps0eabf12a.jpg
 photo PraiaGrande24072013qFinalblogue_zps04a531e7.jpg  photo PraiaGrande24072013mnoFinalBlogue_zps61f1c32f.jpg  photo PraiaGrande24julho2013_zps50e69498.jpg  photo PraiaGrande24072013KLFinalBlogue_zpsef75dba4.jpg Fotos em 24/07/2013 20h30

A Nova Praia Grande (fotos de 22/07/2013)-Aqui

quarta-feira, julho 24, 2013

A Nova Praia Grande II

PraiaGrande22072013mmBlogue Foto  Praia Grande em 22/07/2013

A baixa maré na Praia Grande  que nos tem maravilhado nos últimos dias, tem sido um assunto muito falado nesta região - embora haja quem garanta que nos últimos 40 anos não teria havido situação como a que  tem permitido, percorrer a zona da  Galé e da Lagoa, possibilitando visualizar o areal da Praia da Adraga  -  um comentário de um leitor informa-nos, que há 20 anos foi possivel passar a pé da Praia Grande para a Praia da Adraga - assunto que continuamos a tentar esclarecer nos próximos dias.

BloguePGrande2013 Vista da zona agora acessível (Galé) para o habitual areal da Praia Grande (foto de 22/07/2013)


Record em número de acessos do Rio das Maçãs no post da Nova Praia Grande

O post que publicámos ontem, provocou  o maior número de acessos que o Blogue Rio das Maçãs, teve até hoje  num único post: 10996. *

Na altura em que o Rio das Maçãs, prefaz o seu sétimo ano de vida é sem dúvida a melhor forma de comemorar mais este aniversário.

*Total de acessos do post até às 0h00 de 23/07/2013
 photo BlogueEstatisticafinal24072013_zpscb85ee5b.jpg A Nova Praia Grande (fotos)-aqui

terça-feira, julho 23, 2013

A Nova Praia Grande

PraiaGrande22072013kBlogue

Graças às marés baixas  deste ano, a Praia Grande tem tido nas últimas semanas um extenso prolongamento  do  habitual areal - permitindo a descoberta de um paraíso natural, emoldurado pelas milenárias arribas,  maravilhosamente esculpidas pela natureza. Um paraíso de cores e verdes lagoas, que até agora ninguém suspeitaria que por ali, se pudesse alguma vez encontrar.

PraiaGrande22072013hBlogue
PraiaGrande22072013mmmblogue PraiaGrande22072013mmmmmBlogueJPraiaGrande22072013mmmmmmBlogue PraiaGrande22072013yBlogue J PraiaGrandeMergulho2013Blogue
PraiaGrandeBlogue22072013mmmmmm

Praigrande22072013fBlogue
Foto de ontem, 22/07/2013

segunda-feira, julho 22, 2013

Diogo Gomes de Sintra

 

"Sabiam que quem deu nome às Ilhas Selvagens em 1438 foi Diogo Gomes de Sintra?
 Este exerceu o cargo de almoxarife de Sintra, de 28 de Outubro de 1459 até 1480, tendo exercido ainda as de juiz dos "Feitos das Coutadas, das Caças e Montarias" de Sintra (25 de Março de 1466) cargo que acumulou com o de juiz das Sisas da vila de Colares (confirmado em 5 de Março de 1482)."
Via  Fernando Morais Gomes no Facebook



Estátua de Diogo Gomes de Sintra em Cabo Verde


Diogo Gomes
Diogo Gomes de Sintra, almoxarife da Vila de Sintra, foi um dos navegadores da Casa do Infante D.Henrique. O seu nome está indissociávelmente associado a um texto escrito em latim, com o título de De prima inuetione Guinee, inserto no "Manuscrito Valentim Fernandes", nome do códice encontrado por J.A. Schemeller e m 1847, na biblioteca Nacional de Munique. O texto passou a ser conhecido por Relação de Diogo Gomes, sendo um dos primeiros testemunhos sobre navegações henriquinas. Foi objecto de atenção de humanistas como o alemão Korand Peutinger ou o português Damião de Góis durante o século XVI e constitui uma fonte inultrapassável no que diz respeito à história das primeiras explorações do litoral africano, quando se iniciam as navegações portuguesas no século XV.
Começando o Relato na primeira pessoa, Diogo Gomes assume-se como um, homem do Infante, contactando povos desconhecidos, encetando com eles relações diplomáticas e de comércio ao mesmo tempo que difunde a fé cristã. Outras informações interessantes são transmitidas: por exemplo surge-nos a primeira menção directa ao uso do quadrante,
(...)
Como demonstrou Teixeira da Mota, Diogo Gomes navegou em 1456 até a embocadura do rio Grande, canal de Geba. No regresso subiu ao rio Gâmbia até Cantor, em busca de informações  sobre o comércio do ouro e das vias que ligavam as regiões auríferas do Senegal, do Alto Níger e do entreposto comercial de Tombuctu às rotas saarianas que desembocavam no litoral marroquino. Durante esta expedição, Diogo Gomes capitaneava uma esquadra de três navios.

Possivelmente no regresso desta exploração tocou o arquipélago de Cabo Verde, cujo descobrimento reclama para si, na companhia  do italiano António de Noli. Ainda antes da morte do Infante D.Henrique (1460), regressa à costa africana explorando agora o rio de Barbacins (Salum).

 Depois do falecimento do Infante reforça-se a sua ligação à Corte, adquirindo o já citado título de cavaleiro. O cargo de almoxarife de Sintra está documentado desde 28 de Outubro de 1459 até 1480.
Desempenhou outras actividades, tais como a de juíz dos Feitos das Coutadas, das Caças e Montarias, também da Vila de Sintra e seu termo, por carta de 25 de Março de 1466 - ocupando em acumulação com o ofício de juís das Sisas da vila de Colares, por carta régia confirmada em 1482. Não se sabe ao certo em que ano terá falecido, ficou registado porém um pagamento que sua mulher fez em 1502 por sua alma, ficando assim provado o seu desaparecimento antes desta data.

Carlos Manuel Valentim
Texto do Instituto de Camões
http://cvc.instituto-camoes.pt/navegaport/d24.HTML



domingo, julho 21, 2013

Exibição em Inglaterra da Escola de Arte Equestre

BlogueAlterPQ20130508m

 – A Escola Portuguesa de Arte Equestre vai apresentar-se, de 22 a 25 julho, no Royal Welsh Show, para 8 apresentações naquela que é a maior feira de agricultura do Reino Unido, e uma das maiores da Europa.
Esta feira, que recebe anualmente cerca de 200.000 visitantes, apresenta os melhores exemplares do gado galês, mas engloba também entretenimento de alta qualidade. Este ano o principal destaque é apresentação da Escola Portuguesa de Arte Equestre. Em resposta a este convite a Escola apresentará números como o Rédeas Longas, o Solo, o Pas de Trois, o Carrossel, a Picaria Real e, pela primeira vez, a recriação dos Jogos da Corte.
 Estes jogos, com origem na cavalaria de guerra, popularizaram-se entre os séc. XVI e XVIII nas academias equestres. Servem para testar a educação e obediência do cavalo, bem como a perícia do cavaleiro, funcionando como treino para a guerra. O último torneio real teve lugar em Lisboa em 1795, mas a prática para entretenimento manteve-se na Europa. Alter20130508Blogue

Nestes espectáculos será já utilizada a nova seleção musical, feita em parceria com o Maestro Massimo Mazzeo (Divino Sospiro), e que pretendeu, após a análise dos passos apresentados, rever a música do séc. XVIII, que permite ter diferentes momentos musicais e rítmicos ao longo do espectáculo. A presença da Escola Portuguesa de Arte Equestre em apresentações internacionais é essencial para a divulgação e cumprimento da sua missão, que é fundamentalmente a promoção do Cavalo Lusitano e da equitação tradicional portuguesa.

Adaptado de um texto da PSML

Alterblogue Fotos no Palácio de Queluz em 9 Maio de 2013

* A Escola Portuguesa de Arte Equestre, sediada nos jardins do Palácio de Queluz, foi fundada em 1979 com a finalidade de promover o ensino, a prática e a divulgação da Arte Equestre tradicional portuguesa. Recupera a tradição da Real Picaria, academia equestre da corte portuguesa do século XVIII, que usava o Picadeiro Real de Belém, hoje Museu Nacional dos Coches, e monta exclusivamente cavalos lusitanos da Coudelaria de Alter. Em Setembro de 2012, a gestão da Escola Portuguesa de Arte Equestre foi entregue pelo Governo à Parques de Sintra – Monte da Lua, juntamente com a gestão dos Palácios Nacionais de Sintra e Queluz.

sábado, julho 20, 2013

Porque hoje é Sábado...

manif2013

Vós que lá do vosso império
Prometeis um mundo novo,
Calai-vos, que pode o povo
Q´rer um mundo novo a sério.

António Aleixo

sexta-feira, julho 19, 2013

Poesia no Café Saudade em Sintra

1º Poetry&Coffee aconteceu no passado dia 13 de Julho, no Café Saudade.
Foto do blogue Poetry & Cofee

Leitura do terceiro excerto dos Cantos de Maldoror do autor Conde de Lautréamont por Filipe de Fiúza.


http://poetrycoffeeshow.blogspot.pt/2013/07/assim-aconteceu-o-1-poetry.html

quinta-feira, julho 18, 2013

A RFM em directo hoje do Cabo da Roca

cabodaRoca2013

O programa “Rocha no Ar”, da Carla Rocha da RFM, vai ser emitido, numa emissão especial, ao vivo, directamente do Cabo da Roca no próximo dia 18 de Julho, pelas 21h00.
Este é um programa diário,  no qual se debatem questões pertinentes e actuais. Ao vivo vão lá estar os cantores Miguel Gameiro e Slimmy, que vão actuar neste que é o ponto mais ocidental da Europa.
A convidada do programa é a atleta olímpica Susana Feitor.

Postal da Várzea de Colares

Vaezea
"O quê! O maestro não conhecia Sintra?...Então era necessário ficarem a fazer as peregrinações clássicas, subir à Pena, ir beber água à Fonte dos Amores, barquejar na Várzea..." 

Eça de Queirós em "Os Maias" 

 Varzea2
Fotogramas do filme "Cintra e os seus Arredores"Caldevila Film-Companhia Produtora, 1922

quarta-feira, julho 17, 2013

Nota sobre a Urbanização de Sintra III

CabodaRoca05072013blogue
Foto Cabo da Roca

"A serra de Sintra e toda a região circunvizinha, com as suas bonitas localidades de estadia de Verão, como Colares e os seus arredores, representam, pela beleza do sítio, uma grande riqueza nacional que é essencial proteger contra a invasão dos loteantes, dos construtores de prédios de rendimento e dos industriais. Toda esta região deve ficar tão densamente arborizada como está actualmente, e os espaços rurais que fazem parte dela devem conservar o seu aspecto campestre, para que as grandes vistas panorâmicas que constituem o encanto dos caminhos da serra não sejam estragadas pelo aparecimento súbito de qualquer aglomeração de carácter urbano, qualquer fábrica ou qualquer volumoso edifcío, desproporcionalmente alto em relação às bonitas pequenas casas aldeãs destes lugares.(...)"

 "III-Protecção, com Região de Turismo e de Passeios, de toda a Serra de Sintra e dos espaços rurais que a cercam" em "Urbanização de Sintra  Ante-Plano -1949"

terça-feira, julho 16, 2013

Pêras Lambe-os-dedos produção 2013 II

Continuamos a acompanhar o desenvolvimento das pêras lambe-os-dedos,  produção 2013 -  na única e antiga pereira existente em Colares. Esperamos que este ano as condições atmosféricas permitam que as pêras tenham um desenvolvimento normal e não caiam da pereira, antes de tempo, como aconteceu o ano passado.

(fotos em 10/07/2013)
 Blogueperaslambeosdedos10072013 BlogueperalMBEOSDEDOS310072013 Fotos em 10 de Julho de 2013

 http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/06/peras-lambe-os-dedos-producao-2013_25.html

sábado, julho 13, 2013

Custos da Cidadania II

 photo SJLampasGalucho.jpg
A construção em São João das Lampas, no início da obra, que motivou o processo por difamação

Fernando Andrade, morador em São João das Lampas,autor do blogue “Outro Galo canta” foi condenado pelo tribunal de Sintra ontem, dia 11 de Julho, a uma indemnização por danos morais no valor de 1500 Euros, multa convertível em 150 horas de trabalho comunitário a que se junta custas judiciais - por ter escrito um artigo de opinião, em Fevereiro de 2008 no Jornal de Sintra, criticando as dimensões de uma obra da empresa Galucho, cujo administrador é o empresário João Justino,antigo presidente da Câmara de Sintra, eleito pelo PSD .Proprietário de uma mansão apalaçada em Colares que após construída tem quase o triplo do volume autorizado, um processo que já teve ordem judicial de demolição e que se arrasta pelos tribunais há dez anos.(ver Jornal Público 14/05/2012).

Pelo interesse transcrevemos um post publicado no blog "Tudo sobre Sintra", sobre este processo judicial, que teve agora o seu desfecho, condenando o morador de São João das Lampas.

"Morador de São João das Lampas condenado por difamar administrador da Galucho"

  O Tribunal de Sintra condenou hoje Fernando Andrade pelo crime de difamação contra o comendador João Justino, administrador da empresa Galucho, num processo que remonta a Fevereiro de 2008, quando o morador de São João das Lampas escreveu num artigo de opinião publicado no Jornal de Sintra que não sentia orgulho “em ser conterrâneo de um intocável fora-da-lei”. A juíza do Tribunal de Sintra manteve a decisão anterior sobre o pedido de indemnização cível, estabelecido em 1500 euros, e em matéria penal condenou Fernando Andrade a 150 dias de multa, à taxa de 8 euros, convertidos em 150 horas de trabalho a favor da comunidade.

 O primeiro julgamento terminou no início de 2012, com o Tribunal de Sintra a dar como provado o crime de difamação através de meio de comunicação social, mas a condenar o arguido apenas a uma indemnização de 1500 euros em processo cível, dado ter entendido que em matéria criminal aplicava-se o princípio de exclusão da punição, porque o arguido “exerceu o direito de liberdade de expressão para defender interesses legítimos de toda a comunidade” e “é inquestionável que se trataram de factos verdadeiros”. Em causa esteve uma obra de ampliação da fábrica da Galucho em São João das Lampas (na foto), iniciada em 2007, que segundo os moradores, e o próprio Tribunal concluiu, não cumpriu a lei.

Tribunal da Relação anula decisão de primeira instância
 Posteriormente, na sequência de recursos das duas partes, o Tribunal da Relação considerou que o Tribunal de Sintra errou ao aplicar o princípio invocado e que, por isso, o arguido devia ser condenado. “O Tribunal errou, porquanto deu como provada factualidade que veio a considerar preencher uma causa de exclusão de ilicitude, quando o que estava em causa era um juízo de valor ilegítimo sobre o assistente [João Justino] e não qualquer facto que lhe fosse imputado”, lê-se no acórdão que remete para o tribunal de primeira instância a aplicação da pena.

A decisão surpreendeu a defesa de Fernando Andrade, dado que em sede de recurso a procuradora-geral adjunta do Ministério Público defendeu precisamente o contrário. “De acordo com a factualidade, [o arguido] limitou-se a manifestar publicamente o seu desagrado e frustrarão pelo facto de não estarem a surtir visivelmente qualquer efeito prático as diversas iniciativas desencadeadas no sentido de impedir o prosseguimento dos trabalhos em vista da instalação da fábrica (…), ainda que contrariando a lei e a ordem dada pelas autoridades. Nesse contexto, parece inequívoco não poder-se atribuir à expressão utilizada carga ofensiva, em razão do que entendemos não dever ser o arguido condenado pelo crime de difamação”, justifica Lucília Gago.

 “A vontade de exercer cidadania vai-se toda embora”
 Na audiência de hoje, o advogado de Fernando Andrade considerou o processo “absurdo e bizarro” e disse mesmo poder verificar-se uma “violação processual do princípio da independência da juíza, obrigada a aplicar uma pena com a qual não concorda”. “É estranho que o tribunal superior não tenha definido a medida da pena, impondo ao Tribunal de Sintra que aplique uma pena contra a sua própria convicção, pelo que não sei se não haverá aqui um resquício de inconstitucionalidade”, considerou Martins de Brito, que apelou à juíza a aplicação da pena mínima prevista (120 dias). A acusação e o Ministério Público optaram por não acrescentar mais elementos, e o empresário João Justino não quis fazer qualquer comentário. Já Fernando Andrade estava visivelmente incomodado com a condenação, sobre a qual irá ponderar recorrer. “Estou insatisfeito, porque queria a absolvição. Fiz o que fiz inspirado nas palavras do Presidente da República, que disse em 2008 que ‘a Justiça não pode estar refém do poder económico’, e para não passar pela vergonha de mais tarde me questionarem por não ter feito nada morando lá em frente. Actuei com as armas que tinha, mas agora a vontade de exercer cidadania vai-se toda embora”, desabafou.

 © Luís Galrão/Tudo sobre Sintra

http://www.tudosobresintra.com/2013/07/morador-de-sao-joao-das-lampas.html

 http://riodasmacas.blogspot.pt/2012/01/custos-da-cidadania.html


sexta-feira, julho 12, 2013

Aves da minha rua II

BlogueGaio32013
 Gaio, foto no Mucifal

As penas azuis das asas são a característica mais fácil de detectar nesta espécie, pois contrastam bastante
com a tonalidade acastanhada do dorso e peito. As asas possuem também um padrão preto-e-branco,
tornando a combinação de cores muito visível quando se encontra em voo. O uropígio branco, a cauda preta
e o bigode escuro completam as características mais marcantes deste corvídeo.

Abundância e calendárioO gaio encontra-se bem distribuído de norte a sul do território,
sendo mais abundante na metade norte e no extremo sul.
Frequenta sobretudo zonas florestais, mas também pode ser visto
em meio urbano, desde que aí existam árvores grandes. Pode ser
observado durante todo o ano, pois é uma espécie residente


Texto retirado daqui:
http://www.avesdeportugal.info/gargla.html


BlogueGaio422013 Post relacionado: Aves da minha rua

quinta-feira, julho 11, 2013

I Meeting de Orientação Nocturna em Sintra

I Meeting de Orientação Nocturna em Sintra e Diurna em Colares a 20 Julho 2013
Mais uma prova de Orientação, a contar para a Taça de Portugal, organizada pelo CPOC, composta por 2 etapas:
1ª etapa - durante a tarde, prova de floresta, no excelente mapa junto à escola da Sarrazola;
2ª etapa - aproveitando a luz da Lua, prova nocturna, na belíssima vila de Sintra.

Prova aberta, também, a principiantes.
Via blog "Estupefacto"

quarta-feira, julho 10, 2013

Bolas de Berlim com Creme


 photo BolaBerlim998524_486606558090737_1083940989_n_zps0f1c38e8.jpg
Bolas de Berlim

Durante a 2ª Guerra Mundial, uma refugiada em Portugal, de nome Davidson, começou a fabricar em casa, um bolo que conhecia do seu país natal, ...a Alemanha, e que ela vendia a outros refugiados e depois, a quem mais quisesse provar. Era um frito de massa de farinha doce, redondo como uma bola, polvilhado de açúcar, no interior do qual se injectava um doce, normalmente vermelho. Na Alemanha, o bolo era chamado Berliner Pfannkuchen (bolo berlinense de frigideira), ou simplesmente Berlinner Ballen. Essas foram as primeiras “Bolas de Berlim”, que mais tarde seriam vendidas também nas pastelarias com algumas adaptações - cortadas horizontalmente e recheadas com o chamado “creme pasteleiro”. Esta história foi contada pela historiadora Irene Flunser Pimentel, no seu livro “Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial”.
Foto e texto daqui:
https://www.facebook.com/projetomemoria
 Via https://www.facebook.com/jorge.macieira.3

 photo BolasPB_zpse142f0e8.jpg
Foto adapt. daqui:
http://wwwmeditacaonapastelaria.blogspot.pt/

As Bolas de Berlim da Praia das Maçãs por Nuno Lobo Antunes:
(...) A praia era a sala de espectáculos: havia fantoches de cabeça de pau que, com voz esganiçada, reproduziam rixas de bêbados, vendedores de línguas-da-sogra em quantidades volúveis, de acordo com a tômbola que encimava a lata, num casino sem néon para apostadores de calções. Aparecia o Catitinha e o seu apito, espécie de Pai natal do Verão, que distribuía apertos de mão, numa antecipação notável dos politicos de hoje. E batatas fritas da Tia Maria em pacotes sem rótulo, e bolas-de-berlim em cestos de vime cobertos de alvuras de linho. Nesse tempo, a bola-de-berlim não tinha creme. E havia também o cabo-do-mar, imponente na sua farda, marinheiro inútil, em doca seca. E distinções de classe, porque a praia , ao domingo era para o povo. E toldos às riscas que navegavam à bolina de acordo com o vento, e barracas com pontes levadiças que se baixavam e se transformavam em casulos onde meninas, dentro se despiam para sairem borboletas, E havia amores, os primeiros, onde não mais se retorna, porque o coração deixou de ser o mesmo. Praia das Maçãs sem macieiras, habitada pela minha infância, bichos de areia e jogo do prego, aparece na solidão da velhice, para me dar, de novo, desbotada, a ilusão da felicidade."
Nuno Lobo Antunes
Depoimento recolhido por Teresa Campos
Revista Visão nº853-9a 15 de Julho de 2009


*A Tia Maria de que fala Nuno Lobo Antunes, figura bem conhecida de quem frequentava a Praia das Maçãs -também conhecida no Mucifal, onde residia por Mariazinha do Beco.  

terça-feira, julho 09, 2013

Nota sobre Urbanização de Sintra II

 photo EstradadoRamalhao1903_zps0d450e0a.jpg Estrada do Ramalhão 1903

"Não fazemos quaisquer transformações na rede dos arruamentos de Sintra, para que não sejam cortadas as árvores centenárias que orlam quase todas as estradas  e para que não sejam demolidas certas construções antigas de grande interesse. De resto a topografia do terreno e a natureza do solo
obrigariam a fazer obras muito importantes e muito dispendiosas, se se quisesse fazer, em vez dos arruamentos convenientes ao grande movimento duma cidade importante. Tais obras sendo ao mesmo tempo prejudiciais para a vegetação, seriam tanto mais úteis quanto ao certo que em Sintra não deve vir a ser uma grande cidade, sob pena de perder todo o seu carácter pitoresco e todo o seu interesse particular. Consideramos também que Sintra é um sítio de passeios e não um nó de grande circulação."

In :Urbanização de Sintra -Anteplano 1949 e Diário da República nº114 IIº Série de 16 de Maio de 1996

segunda-feira, julho 08, 2013

Nota sobre Urbanização de Sintra

BlogueViladeSintra
Vista do Jardim da Correnteza,Estefânia

"Estabelecemos zonas de Non Aedificandi nos lugares onde queremos impedir qualquer construção quer para conservar uma coroa verde a um monumento nacional, quer para proteger uma paisagem ou uma bonita vista. Em muitos casos, estas faixas de Non Aedificandi representam o fundo dos vales húmidos e impróprios para habitação, actualmente também aproveitados para pomares e hortas, instituímos também tais faixas ao longo de certos trechos da estrada, donde se disfrutam lindos panoramas (como o trecho E.N.9, entre Chão de Meninos e a Quinta dos Dois Lagos), e abaixo dos miradouros (como o pequeno largo diante do átrio da Igreja de S.Martinho, a curva da estrada de Monserrate, perto da Quinta dos Pisões, e a Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, da qual se disfruta uma vista sobre um largo vale, até ao mar."

In "Urbanização de Sintra -Anteplano 1949" e Diário da República nº114,II Série de 16 de Maio de 1996

domingo, julho 07, 2013

Onda de calor com aviso vermelho

Foto de Nuno Recto

Temperaturas superiores a 40 graus, obrigam à maior atenção na vigilância da Serra de Sintra, na foto os  Bombeiros Voluntários de Colares,ontem na Peninha.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou hoje os distritos de Lisboa e Setúbal em aviso vermelho, o mais grave de uma escala de quatro, por previsão de «persistência de valores elevados da temperatura máxima».

O aviso vermelho vai manter-se activo até às 21:00 de domingo.
.
O aviso vermelho prevê uma situação meteorológica de risco extremo, pelo que se recomenda à população estar ao corrente da evolução das condições meteorológicas e seguir as recomendações da Protecção Civil.


PeninhaBlogue2013"Eminente ao mar na mesma Costa está a ermida de Nossa senhora da Peninha, situada sobre um rochedo, o qual por ser inferior em grandeza relativamente áquelle em que se edificou o Convento da Pena se chamou da Peninha.(...)
" Visconde de Juromenha- "Cintra Pinturesca" 1838

Em 1850 a propriedade da peninha foi vendida ao Dr.José Maria Rangel de Sampaio.1873 – Passa para a posse da Universidade de Direito de Coimbra. 1918 –Palácio construído por António Augusto de Carvalho Monteiro e projectado por por Júlio Fonseca. 1991-Comprado pelo Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza por 90.000 contos, sendo 70% financiado por programa comunitário ENRIREG.
Junta Freguesia de Colares

sábado, julho 06, 2013

Porque hoje é Sábado...

BlogueMarPmacas2
  Praia das Maçãs 04/07/2013

Afterglow

É sempre comovente o pôr do Sol
por indigente ou berrante que seja,
mas ainda bem mais comovedor
é o brilho desesperado e derradeiro
que enferruja a planície
quando o último sol ficou submerso.
Dói-nos reter essa luz tensa e clara,
essa alucinação que impõe ao espaço
o medo unânime da sombra
e que pára de súbito
quando notamos como é falsa,
quando acabam os sonhos,
quando sabemos que sonhamos.

 Jorge Luis Borges

quinta-feira, julho 04, 2013

Postal da Serra de Sintra

Blogueserradesintra3 Que melhor para ilustrar as fotos de nevoeiros sintrenses, do que um excerto de uma crónica de ontem do Miguel Esteves Cardoso, publicado no "Público" (3/07/2013):

"O capacete sintrense
Na Segunda-feira o sol brilhou em todo o reino excepto em Sintra, onde pairou o famoso capacete de nevoeiro. Para nós esteve como no Natal. Os nossos amigos de Lisboa e de Cascais fizeram troça, indo à praia e almoçando ao ar livre de manga curta e riso fácil. Mal sabem a sorte que não têm. O capacete de Sintra (que só é oferecido a quem compra a serra) é, de todos os capacetes, uma protecção. Aparece no meio de dias seguidos de sol ardente para dar um intervalo aos nossos couros. A pele humana não foi concebida para ser continuamente queimada, como acontece nas zonas de barbárie onde o sol está sempre a brilhar e nunca se viu um nevoeiro que dure 24 horas. E muito menos um ou dois por semana. Graças ao capacete, fica-se em casa a trabalhar. Dá-se valor à beleza das paisagens, tapando-as, para sabermos o que perdemos. Dando-nos um cheirinho de Inverno que aí virá (e que só há pouco acabou) lembra-nos que a vida tem destas coisas – e outras lições banais que tendemos a esquecer nas folias de Julho.(...)"
"Ainda ontem"3/07/2013 jornal "Público" PraiaMacsa3072013Blogue Foto 1 O "capacete Sintrense" visto do Lourel
Foto 2 Praia das Maçãs durante a manhã de ontem (3/07/2013)

terça-feira, julho 02, 2013

Poesia no Café Saudade


Descobrir ou redescobrir o poeta uruguaio Conde de Lautréamont é a proposta deste primeiro encontro, seguida da apresentação do Cântico do Eléctrico de Sintra, tema de capa da 8ª edição do webjornal Selene - Culturas de Sintra.
Saiba mais em: http://poetrycoffeeshow.blogspot.pt/