domingo, junho 19, 2016

Nova Sintra em Cabo Verde

Nova Sintra, foto encontrada aqui
Nova Sintra é uma vila no sul da ilha Brava do arquipélago de Cabo Verde, e um município geminado com Sintra, desde 5 de Maio de 1995.

A ilha Brava é uma das ilhas mais pequenas habitadas(1873 habitantes) do arquipélago caboverdiano ,mas uma das mais verdejantes.

Nova Sintra, nome que foi dado pelo Dr. José da Vera Cruz, pai adoptivo de Eugénio Tavares, uma das figuras mais respeitadas da vida cultural de Cabo Verde, à antiga povoação da ilha Brava, pelas suas semelhanças com Sintra,culturalmente e também pela sua história.

Nova Sintra e Sintra também ligadas pela Fundação Eugénio Tavares , cuja sede quando da sua instalação ficou em Sintra, na Quinta Verde.

Eugénio Tavares foi uma figura cimeira da vida cultural, política e social de Cabo Verde entre 1890 e 1930. Durante essas 3 décadas, ele dominou em todas as áreas a cultura do seu povo tendo sido o seu maior interprete até aos nosso dias. A sua vastíssima obra vai da poesia à música, da retórica à ficção, passando pelos ensaios.

Fajã da água, foto encontrada aqui

sábado, junho 18, 2016

Porque hoje é Sábado...

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Guardador de rebanhos

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.

O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde  ele vai
E donde vem.
E por isso, pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

Pelo Tejo vais-se para o Mundo.
Para além do Tejo há América
E a fortuna daqueles que a encontram,
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

Alberto Caeiro/Guardador de Rebanhos/XX

*Foto: Terreiro do Paço/Lisboa em 10/06/2012

sexta-feira, junho 17, 2016

Notas sobre o Rio das Maçãs

RiodasMacasblogue2012Garça

"(...) Descendo a costa, encontramos o Rio das Maçãs, cujos afluentes da margem direita drenam a vertente Sul do citado planalto.(planalto de S.João das Lampas)

O Rio das Maçãs é o mais importante curso de água desta vertente.Nasce no Castanheiro, a cerca de 200 m. de altitude, passa em S.Romão, depois em Lourel, tomando o nome desse povoado até à ponte Redonda, para depois ser conhecido com o nome de Ribeira de Galamares, até à várzea de Colares.
.Nesta secção descreve um largo meandro envolvendo o Vinagre e, retomando a direcção dominante SE-NW. passa a denominar-se Rio das Maçãs, embocando no oceano na praia assim chamada.
(...)
O Rio das Maçãs, com cerca de 13,5 Km. de extensão, recebe pela margem direita alguns afluentes vindos dos contrafortes  do planalto de S.João das Lampas, como as ribeiras de Janas,Mucifal, Morelinho, Carrascal e Cabriz.
Pela margem esquerda, muito abrupta recebe as ribeiras do Covão, Colares,Monserrate e a do Duche, ou Rio do Porto, que corre num apertado vale de fractura onde se nota  uma interessante inversão estratigráfica.(...)"
em "Sintra e o seu Termo" de José de Oliveira Boléo,1940

*Foto de Junho de 2012-Garça Nocturna no Rio das Maçãs, na Várzea de Colares

quinta-feira, junho 16, 2016

Olhares sobre as Azenhas do Mar

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Azenhas do Mar com extenso areal ontem, Quarta-feira.
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"(...) Há, porém, qualquer coisa que, felizmente não foi atingida pelas realizações arquitectónicas dos promotores do seu progresso(1). Refiro-me a um  paredão feito da própria penedia, orlado por uma simples balaustrada sobranceira às ondas, construído à entrada das Azenhas do Mar e donde os nossos olhos podem estender-se sôbre o largo.
A perpectiva é tão erma e tão grandiosa que chega a ser perturbadora.Dir-se-ia uma varanda sôbre o infinito. Apenas céu e oceano.Entre os azuis religiosos das duas imensidades, insensívelmente a alma  desprende-se-nos dos pequenos nadas da vida quotidiana. As nossas ambições as nossas vaidades, as nossas querelas. tudo é tão pequeno, tudo tão inútil, tão insignificante em face daquele deserto insondável, daquela cúpula profunda e sem limites...
Diante de nós alargam-se os horizontes e naquela solidão onde anda suspensa uma interrogação eterna, como que nos sentimos a sós com o nosso próprio destino.
Perto desce a povoação das Azenhas do Mar em coleados pitorescos até à beira da água  formando um promontoriozinho que avança sobre o mar num recorte mais saliente da costa."

Oliva Guerra, "Roteiro Lírico de Sintra" 1940

(1) Referência às construções na Praia das Maçãs, das "dúzias de Chalets acatitados- na maior parte de tão mau gosto..."
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*Fotos em 15/06/2016

terça-feira, junho 14, 2016

Vinho de Colares



"Pensa-se que a introdução da casta “Ramisco” na região se deve ao rei D. Afonso III (séc. XIII), que a teria trazido de França. O grande enólogo Ferreira Lapa afirma que “o Colares é o vinho mais francês que possuímos”. O rei D. Dinis (séc. XIII-XIV) aplicou aos mouros, donos das terras de Colares, um tributo no qual se inclui uma quarta parte da produção de vinho da região. A primeira exportação de vinho de Colares, documentada, efectuou-se no reinado de D. Fernando I (séc. XIV). D. João I (séc. XIV-XV) ofereceu esta região a D. Nuno Alvares Pereira como recompensa pela vitória de Aljubarrota.(...)"

Na Revista de Vinhos, nº 154, Setembro de 2002.

segunda-feira, junho 13, 2016

Momentos

MAR
De todos os cantos do mundo
Amo com um amor mais forte e mais profundo
Aquela praia extasiada e nua,
onde me uni ao mar, ao vento e à lua.

Sophia de Mello Breyner Andressen

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*Foto:Momentos na Praia Grande/Sintra

domingo, junho 12, 2016

Regresso ao passado na Terrugem

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Um cavaleiro da Ordem de Cruz de Malta, ontem na Terrugem , na feira de tipo "Medieval" que decorre ainda hoje.
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Cavaleiro e tendas de "utilidades" & petiscos
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Na Wikipédia:
"A Ordem de Malta ou Cavaleiros Hospitalários (oficialmente Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta)  é uma organização internacional católica que começou como uma ordem beneditina fundada no século XI na Palestina, durante as Cruzadas, mas que rapidamente se tornaria numa ordem militar cristã, numa congregação de regra própria, encarregada de assistir e proteger os peregrinos àquela terra e de exercer a Caridade. Tinha como padroeiro São João Esmoler (550-619), patriarca de Alexandria."

sábado, junho 11, 2016

Porque hoje é Sábado...

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A não perder a crónica de Miguel Esteves Cardoso, no jornal "Público" de hoje.
-Excerto:


"Viva a selvajaria

(...)


Aqui em Colares, mal começam a nascer as papoilas, os malmequeres e dezenas de outras plantas maravilhosas (como os cardos roxos e as violetas), aparecem brigadas de pessoas mal pagas, exploradas e sacrificadas, cuja horrenda missão é chover glifosato assassino sobre as plantas que nos deram a alegria de nascerem à beira das estradas.
Mataram as papoilas. Mataram as combinações espontâneas das flores de Maio e de Junho. Assistimos à matança. Foi horrível. Mataram a Primavera. Foi como se o mundo inteiro à nossa volta tivesse passado para preto-e-branco.
Entretanto a Bayer - a bilionária e gigantesca fábrica que nos deu a magnífica Aspirina  - processou a União Europeia por esta ter dito que o pesticida chamado thiacloprida prejudicava (e matava) as muito necessárias e beneficientes abelhas.
Hoje em dia o falso e interesseiro coexistem facilmente com a verdade e a inocência. A roupa é a mesma. Até a gama de cores é parecida.
A única coisa que importa é que a Primavera está ser morta à medida que nasce. É um acto químico de censura.
Mataram a primavera."
Miguel Esteves Cardoso
     https://www.publico.pt/sociedade/noticia/viva-a-selvajaria-1734720?frm=opi

*Foto: A Primavera em Sintra 21/05/2016

sexta-feira, junho 10, 2016

As Brumas da nossa Memória em Colares

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Ontem no final de mais um dia de calor, o tradicional nevoeiro a envolver o Monte da Lua - permitiu um olhar diferente, mas belo de Colares e Penedo.

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*Fotos em 09 de Junho de 2016 no final do dia

quinta-feira, junho 09, 2016

Linhas cruzadas

Linhas cruzadas com o céu de Colares, num dia com temperatura de Verão
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"Duas rectas que se cruzam,
Eis um ponto.
Esse ponto, em movimento,
Há-de ser recta também.
Essa recta e outra recta
Hão-de formar outro ponto,
Novo ponto, nova recta,
E sempre, assim sem remédio."
Reinaldo Ferreira 1922/1959
http://www.escritas.org/pt/t/9076/linhas-cruzadas




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Fotos em 09 de Junho de 2016 no Mucifal

quarta-feira, junho 08, 2016

Do Cinema Monumental à Figueira da Foz


Cinquenta e um anos depois

Em 11 de Setembro de 1965 no antigo cinema Monumental decorreu um concurso, no qual os Diamantes Negros perderam a meia final para os SHEIKS, tendo ficado em primeiro lugar os Claves.


Os DIAMANTES eram então formados por Carlos Manuel Mendes, viola-solo e vocalista, Carlos Alberto Duarte, sax tenor, Luis Manuel Cardoso, Álvaro Silvestre e Carlos José santos (Caínhas).

Em 1968, os DIAMANTES NEGROS, alcançaram enormes sucessos nomeadamente com as suas participações nas várias eliminatórias do Concurso Académico de Música Moderna que se realizou no saudoso Cinema Império, com o patrocínio do C.I.T.U, classificando-se em 2ºlugar, tendo o 1º lugar sido atribuído aos PSICO, conjunto musical do Porto
Em 1965, os Chinchilas venceram o Festival de Música Moderna da Costa do Sol e em 1966 ficaram em 6º lugar no Concurso Yé-Yé, realizado no Teatro Monumental, em Lisboa, por iniciativa do Movimento Nacional Feminino. Na eliminatória do Concurso, disputada a 06 de Novembro de 1965, ganha pelos Boys, de Coimbra, futuros Conjunto Universitário Hi-Fi, os Chinchilas ficaram em 2º lugar.

terça-feira, junho 07, 2016

Agenda Musical


Benefit Party

Os Kumpania Algazarra perderam boa parte dos seus instrumentos num assalto a um estúdio que partilham com outros músicos em Fontanelas/Sintra, recentemente. O roubo foi denunciado pela própria banda com a publicação de uma lista do material furtado na sua página na rede social Facebook.
Fonte CM

segunda-feira, junho 06, 2016

Notícia do 1º Encontro do Movimento Incrível Comestível

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Realizou-se no Sábado passado o 1º Encontro do Movimento Incrível Comestível, na Praia das Maçãs.
"Incrível Comestível é um movimento participativo, solidário, que surge da parte dos cidadãos pelo desejo de servir e partilhar."
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Um dos ponto da "ordem de trabalhos", do Encontro, era plantar um canteiro  em espaço público, com várias espécies vegetais comestíveis. Canteiro que posteriormente poderá  ser partilhado pela comunidade.
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Com as mãos na "massa"
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Trabalho colectivo no arranjo do canteiro no Clube Recreativo da Praia das Maçãs.
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E o resultado final:
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domingo, junho 05, 2016

Surf na Praia Grande

Estivemos presente nos dois primeiros dias da prova de Surf  "Liga MOCHE   e o Allianz Sintra Pro", que decorre ainda no dia de hoje, na Praia Grande.Publicamos alguns momentos dessa competição.
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No Diário de Notícias":
"A temporada da Liga Moche aproxima-se do fim e ninguém quer ser o elo mais fraco na luta pelo título. Os favoritos Pedro Henrique, Vasco Ribeiro, Tiago Pires, José Ferreira e o campeão nacional Frederico Morais estão entre os oito surfistas em prova no Allianz Sintra Pro, penúltima etapa do circuito nacional. Com as ausências de Gony Zubizarreta (1.º no ranking) e Marlon Lipke (3.º), a prova que hoje termina na Praia Grande trará importantes alterações na classificação"

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Foto  de Sábado 04/06/2016
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Foto de Sábado 04/06/2016
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Foto de Sexta-feira 03/06/2016
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Foto de Sexta-feira 03/06/2016
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Foto de Sábado 04/06/2016

sábado, junho 04, 2016

Porque hoje é Sábado...

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*Foto Rock in Rio, Parque da Bela Vista - Maio de 2016

Festivais de Música de Verão

A inflação de festivais musicais de Verão são um sinal dos nossos tempos - festivais que juntam milhares de jovens e menos jovens, um  tipo de eventos que há 45 anos em Portugal, enfrentavam grandes dificuldades e impedimentos nas tentativas da sua organização. A pedrada no charco foi dada pela organização do Festival de Vilar de Mouros em 1971 (Dr António Barge, mentor do Festival) - hoje publicamos, embora em mau estado, algumas  fotos inéditas desse festival e algumas notas da imprensa da época.

No tempo em que  ainda não havia Festivais de Verão

"A cerca de 25 kilómetros da fronteira com a Espanha , uma pequena aldeia viu-se sair - com espanto - do anonimato. A gente nova de Vilar dos Mouros - a aldeia, já o sabem -, obrigada a procurar outras terras para viver, foi repentinamente  substituída por milhares de jovens. Mas é uma juventude diferente, esta, de cabelos compridos e vestes esquisitas. Uma juventude que, para assistir à exibição de vários grupos de música dita "pop", pagou o equivalente a 4 dias de trabalho, com a enxada de uma natural da aldeia - 100 escudos, no total de 2 dias de espectáculo."
Século Ilustrado nº1751 de 11 de Agosto de 1971

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*Foto da assistência ao Festival de Música de Vilar de mouros em 1971 -já publicada neste blog

"Vilar de Mouros, 9 -Protegido por arame farpado à volta do palco (o tal exótico sentido de segurança de que falávamos...), o inglês Elton John foi o «top» da segunda parte do Festival de Música «Pop» que aqui decorreu."
Diário de Lisboa 9 de Agosto de 1971


"-E só quando Manfred Mann se resolveu a interpretar um êxito «dos antigos» - «Might y Queen», mais precisamente - é que o público sentiu que havia qualquer coisa ou alguém no palco. Pela primeira vez, surgiram palmas espontâneas."
A crónica de um dia/Jornal "DISCO Música & Moda" de 15 de Agosto de 1971

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*Foto inédita da assistência de Vilar de Mouros, Agosto de 1971

"Requiem para um Festival
Seis dias de lição a reter. A Música viveu entre mortos, porque poucos foram os que a viveram. Vilar de Mouros morreu e com ele a esperança de poder viver o nosso tempo..."
Jornal "Disco Música &  Moda" nº14 de 15 de Agosto de 1971
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*Foto inédita  do palco de Vilar de Mouros 1971 «PoP Five Music Incorporated(?)»

"O desaire financeiro parece inevitável
Madrugada alta, conclui-se a maratona de música moderna. No próximo fim-de-semana. a fechar o festival, estarão, Amália e Ouro Negro.
Será assim , então a altura de fazer contas. O desaire financeiro parece  tãi inevitável como comprometido o futuro do festival. Pelo menos é essa a opinião de amigos chegados da familia Barge.
E, se assim for, é pena.  Porque a teimosia o sonho com algo de quixotesco de um homem permitiram, em Vilar de Mouros, provar muita coisa importante. Em dois fins-de-semana, uma aldeia pitoresca e pobre. adormecida à beira do Coura, transformou-se em símbolo. Não o esquecerá quem o viveu: os jovens que , já ontem, noite adiante, partiam,e a aldeia que voltará à enxada e ao arado."
"Diário Popular" de 9 de Agosto de 1971
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Foto publicada no Jornal de Notícias em Agosto de 1971

*Notas adicionais:
Conjuntos musicais que estiveram presentes, além de Elton John e Manfred Mann:
-"1111" com José Cid, Moniz Pereira, Tó Zé Brito e Michel
-"Chinchilas" com Felipe Mendes
-"Pop Five Music Incorporated" com Miguel Graça Moura
-"Psico"
-"Sindicato"
-"Bridge"
-"Pentágono"
-"Objectivo" com  Zé Nabo (baixo) que segundo o critico musical do jornal "Disco Música &  Moda" de Agosto de 1971, regista  "Uma referência para o Zé Nabo, que Manfred Mann considerou ser sensacional e que deu show".

Post relacionado sobre o Festival de 1971 de Vilar dos Mouros:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2013/08/porque-hoje-e-sabado.html

sexta-feira, junho 03, 2016

Encontro do Movimento "Incrível Comestível"


 1º Encontro no Clube Recreativo da Praia das Maçãs, no próximo dia 4 de Junho às 15h.

 https://www.facebook.com/incrivelcomestivelcolares

O que organizadores do encontro pretendem:
«Incrível Comestível é um movimento participativo, solidário, que surge da parte dos cidadãos pelo desejo de servir e partilhar.
O movimento Incrível Comestível é uma iniciativa gratuita, participativa, independente, ética, solidária e apartidária, no sentido em que está disponível a todos. O seu objectivo é a partilha de alimentos saudáveis e uma gestão de terra auto-suficiente.
Reúne todas as pessoas que desejam "fazer a sua parte", mudando a sua visão de si mesmos e do mundo, na criação de uma nova, mais alegre, fértil, e compassiva realidade: o da abundância compartilhada da terra e participação consciente, soberana e livre, para todas as pessoas que desejam experimentar esta nova realidade individual e colectiva.
Ao recuperar terreno público e transformando-o em grandes e livres hortas, o alimento torna-se um recurso abundante fornecido pelo esforço de todos e oferecido gratuitamente a todos. Se cada um de nós desempenhar a nossa parte, podemos mudar uma cidade.
(...)
Respeitar a Terra, o respeito pelos seres vivos e os ciclos naturais, proteger e cuidar do solo, com a preocupação em proteger e desenvolver a biodiversidade usando técnicas de cultivo bio-natural: agroecologia, permacultura, etc .».
*Texto da organização do Encontro
 
 

quinta-feira, junho 02, 2016

Liga MOCHE de Surf na Praia Grande

Na Praia Grande de 3 a 5 de Junho
A Liga MOCHE e o Allianz Sintra Pro são uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MOCHE, Allianz Seguros, Renault, Ramirez, Red Bull, o apoio local da Câmara Municipal de Sintra, os parceiros oficiais RTP1, Cidade FM e GO-S.TV e os media partners Diário de Notícias, A Bola, Beachcam, SURFPortugal, ONFIRE, Surftotal e SAPO, e o apoio técnico da Federação Portuguesa de Surf e do Bar do Fundo.


Via Diário de Notícias:


Quarta etapa da Liga Moche marca regresso de André Pedroso. O que tem feito aquele que foi um dos maiores talentos do surf nacional?
"O evento? Espero que seja bom e nos faça sentir um bocadinho mais jovens", diz André Pedroso em tom bem-disposto. Aos 38 anos, o surfista da Praia Grande vai voltar a competir. Desde 2010, na Nazaré, que não o fazia. Com o wildcard entregue pela organização da Liga Moche para a 4.ª etapa, que arranca sexta-feira, o público tem oportunidade de recordar um surfista que ainda hoje é uma referência para muitos.
Foi campeão nacional de esperanças e pensou-se que alcançaria outros voos. André não quer comparar-se a outros surfistas da sua geração que acabaram por ter mais projeção, como Tiago "Saca" Pires ou Ruben Gonzalez, embora admita ao DN que "talvez fosse o mais talentoso": "Se formos ver os resultados dos campeonatos..." Acabou por se ir afastando do surf de competição e deixou de ir ao mar com tanta frequência. "Não surfo tanto como gostaria, é conforme a disponibilidade. E ultimamente tenho tido problemas no joelho", revela. O ano passado também recebeu um wildcard da Liga Moche para esta etapa, mas uma lesão afastou-o da prova.

Mas estava escrito que o seu regresso seria na Praia Grande, onde é uma lenda para os surfistas locais. Em criança costumava partilhar as ondas com os amigos Gonçalo Faria, João de Macedo ou Pecas, também eles com trajeto conhecido. Hoje é mariscador e continua a matar as saudades do surf, mas já não vai tanto ao local onde se destacou.

Calor & Nevoeiro em Colares

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Ontem  denso nevoeiro ocupou a Praia Grande - fotos às 13h00
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Previsão do tempo para hoje em  Colares:
Quinta- Feira 2 de Junho
Parcialmente nublado 26 °C | Precipitação: 0% Humidade: 60% Vento: 18 km/h

quarta-feira, junho 01, 2016

Efeméride do Dia

1 DE JUNHO - DIA DA CRIANÇA
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Foto em 30 de Agosto de 2012, Praia Grande

"Allianz Sintra Pro" da Liga MOCHE 2016 na Praia Grande

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Fotos  da prova  "Allianz  Sintra Pro" em Julho de 2015 na Praia Grande
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/07/allianz-sintra-pro-na-praia-grande-1dia.html

A disputa pelos títulos nacionais de surf continua esta  semana na Praia Grande de Sintra com o Allianz Sintra Pro, quarta etapa da Liga MOCHE 2016, a principal competição nacional de surf. Entre os dias 3 e 5 de Junho, os melhores surfistas estarão então numa das praias emblemáticas do Verão português para disputar a vitória e cumprir as suas ambições.
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