Foto da página de Facebook
https://www.facebook.com/events/320489351813569/permalink/327098337819337/
Um grupo de utilizadores da estrada Nacional 247, organizou mais um pequeno almoço de protesto por falta de obra , seis meses depois da derrocada de um muro e parte da faixa da estrada que liga Galamares a Sintra, criando graves congestionamentos de trânsito - sem que haja vestígios de começo de obras. (prometidas para este mês de Maio...)
Foto de hoje às 15h00
Desde Novembro de 2017, que existe condicionamento de trânsito na EN247,na zona de Galamares, devido a queda de um muro, fazendo-se a circulação por uma única via. A circulação é orientada por semáforos, que provoca filas de kilómetros aos fins de semana e afecta diáriamente centenas de automobilistas que utilizam aquele percurso.
A noite na EN247...
Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2018/04/autarcas-exigem-inicio-de-obras-nas.html
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
quarta-feira, maio 23, 2018
terça-feira, maio 22, 2018
Efeméride do dia
Estação do Oriente
Gare
Pala de Siza Vieira
Oceanário
segunda-feira, maio 21, 2018
Inauguração de Sala Museu de homenagem a José Fernandes Badajoz
Mucifal tem desde ontem um local de homenagem a José Fernandes Badajoz, (16/08/1920-07/02/2000), o "Poeta Cavador", com inauguração de uma sala museu na Associação de Idosos Pensionistas e Reformados do Mucifal.
Um texto do amigo Fernando Louro:
JOSE FERNANDES BADAJOZ - Nasceu a 16 de Agosto de 1920 na pequena aldeia do Mucifal, que se tornou bem mais conhecida a partir da década de 40, graças á sua voz, aos seus versos e á popularidade alcançada pelo próprio poeta - O POETA CAVADOR.
Muitos dos teus amigos ainda hoje te recordam num constante "Elogio ao Campo". A muitos de nós ajudaste a descobrir através da "Bela Vista" que Sintra era uma "Terra de Encantos". A muitos ensinaste cantando, que o "Ramisquinho" era um vinho divinal com tanta pureza como não havia outro igual. Ainda hoje quando andamos pelas ruas do Mucifal sabemos que não encontraremos "A Pastorinha" mas que podemos estar junto á casa onde a "Maria Bela" se punha á janela ou onde morou "A santa velhinha" que tantas vezes junto á "Capelinha" contou "A Lenda cantarinha". Isto tudo e muito mais cantaste "Neste palco pequenino" chamado Mucifal.
Meu querido Poeta Cavador da minha terra, não te esqueceremos. Mesmo não havendo hoje, já muitos no campo a labutar como cantavas, não deixaremos de ter orgulho da tua vida atribulada, a puxar pela enxada desde manhã ao sol-pôr. Haverá para ti sempre um aplauso comovido para os muitos "versos singelos feitos á tua terra natal, um dos cantinhos mais belos de Portugal".
Obrigado José Fernandes.
Coro da Associação de Idosos Reformados e Pensionistas do Mucifal, que interpretou composições de José Fernandes Badajoz,
“Falar de José Fernandes Badajoz é falar de alguém que tem dedicado toda a sua vida em prol dos outros, trocando o êxito pela agricultura mas que é um monstro de vitalidade na cultura popular de Sintra.
José Fernandes Badajoz natural da belíssima localidade do Mucifal é detentor de uma criatividade impar. Com 13 anos de idade, cria o mais célebre dos seus temas – O Cavador, que viria arrastar multidões de norte a sul do país, tal o impacto que o tema despertou nas décadas de 40, 50 e 60, pelo facto dos seus versos serem de uma simplicidade extraordinária.”
Luciano Reis
O Jornal “A Pena” nº18 de 04-04-1994
Momentos na AIPR do Mucifal
Graça Pedroso e Fernando Louro
Coro da Associação de Idosos Reformados e Pensionistas do Mucifal
Quem foi José Fernandes Badajoz?
Muita gente, não esquecida ainda das velhas emissões de J. O. Cosme, irá relembrar, com saudade, este jovem simpático e modesto, de voz límpida e bem timbrada. Nascido há 63 anos, de Pais campesinos, numa aldeia, ao tempo, essencialmente agrícola, José Fernandes deixa-se de tal modo seduzir pelo campo que nem a ARTE, com todo o fascínio, consegue arrancá-lo do seu MUCIFAL. Dá-se, integralmente, ao campo e à sua magia. Nos seus poemas e na melodia que os obriga e os embala como mãe, presente sempre a vida simples, pura e honrada do CAVADOR, o seu primeiro POEMA, o seu POEMA de sempre, a sua Bandeira, o seu Hino, o seu Sol até ao último dia.
Vive no campo, vive do campo, nos seus versos, na sua música, tudo é campo:
“PORQUE GOSTO DESTA LIDA NUNCA A PODEREI DEIXAR”
Texto de apresentação de José Fernandes, no seu disco (LP) editado em Janeiro de 1984
domingo, maio 20, 2018
Mês Municipal do Bombeiro comemorado em Sintra
A comemoração do Mês Municipal do Bombeiro, comemorou-se este Domingo
A cerimónia constou da condecoração Municipal aos bombeiros que estiveram presentes no grande incêndio de Pedrógão Grande, em Junho de 2017.
Foram entregues às nove corporações de Bombeiros Voluntários do Concelho de Sintra diversos equipamento e novos veículos de combate a incêndios.
A Associação Humanitária dos Bombeiros de Colares conta agora com mais um meio para apoio e socorro
A cerimónia constou da condecoração Municipal aos bombeiros que estiveram presentes no grande incêndio de Pedrógão Grande, em Junho de 2017.
Foram entregues às nove corporações de Bombeiros Voluntários do Concelho de Sintra diversos equipamento e novos veículos de combate a incêndios.
A Associação Humanitária dos Bombeiros de Colares conta agora com mais um meio para apoio e socorro
*Viaturas de combate a incêndios, equipamentos de proteção individual e câmaras térmicas para deteção de incêndios são os equipamentos que foram entregues com a comparticipação da Parques de Sintra – Monte da Lua, da Câmara municipal de Sintra e Cultursintra.
sexta-feira, maio 18, 2018
Mês Municipal do Bombeiro e Dia da Protecção Civil em Sintra
Foto Protecção Civil/Sintra Notícias
O Mês Municipal do Bombeiro e o Dia da Protecção Civil vão ser comemorados em Sintra, este fim de semana, no Largo Rainha D. Amélia, em Sintra.
Este sábado, dia 19 de Maio pelas 10h00, no largo fronteiro ao Palácio Nacional de Sintra, será assinalado o Dia da Protecção Civil, com a exposição de agentes de proteção civil, atividades dirigidas a crianças e a presença de um master training de suporte básico de vida.
No domingo, dia 20 de maio, pelas 10h00, terá lugar a cerimónia alusiva ao Mês Municipal do Bombeiros, iniciativa que contará com a condecoração municipal aos bombeiros que estiveram no incêndio em Pedrogão Grande bem como a entrega de equipamentos e de veículos às nove Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários do Concelho de Sintra e conta com a presença do presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta.
Viaturas de combate a incêndios, equipamentos de proteção individual e câmaras térmicas para deteção de incêndios são os equimpamentos que vão ser entregues com a comparticipação da Parques de Sintra – Monte da Lua, da Câmara municipal de Sintra e Cultursintra.
O fecho destas comemorações termina com um desfile, na Volta do Duche, das Forças Apeadas e Motorizadas.
Texto do Sintra Notícias
quinta-feira, maio 17, 2018
Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme (reedição)
A sede inaugurada em 1926 (Foto:PedroMacieira)Brancos e Amarelos
Os primeiros testemunhos existentes sobre a Filarmónica de Almoçageme remontam aos anos de 1768, nessa altura já abrilhantando as festas , organizadas pela confrarias em honra dos diversos patronos.Também nessa data se iniciou a tradição dos Festejos de Almoçageme que por autorização de D.Maria II concedeu para que anualmente, no primeiro domingo de Outubro de realize uma feira no largo junto à capela de Almoçageme.
Mais tarde por volta de 1922 por divergências várias entre a Direcção e os elementos da Filarmónica, provocou uma cisão , e os elementos que abandonaram a Filarmonica formaram outra.
Esta existência de duas filarmónicas criou grandes rivalidades, em Almoçageme, surgindo também denominações para cada grupo, assim a filarmónica mais recente denominada AMARELA (Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme) e a BRANCA –a filarmónica mais antiga (Grémio Republicano) estas designações era devido às cores dos instrumentos de cada uma das bandas.
Postal ilustrado dos anos setentaPosteriormente os dois grupos em conflito, voltaram a juntar-se, numa unica filarmónica.A nova sede da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme é inaugurada em 1 de Agosto de 1926 ,com grande pompa por um grupo de teatro de Dona Maria.
Almoçageme passou a usufruir gratuitamente até aos nossos dias de uma sala de espectáculos, dispondo de uma ampla plateia, balcão e palco, que era para o seu tempo uma das melhores do perímetro lisboeta com cerca de 230 lugares sentados.
Fonte:Texto baseado em "1892-1992 Cem anos de Vida e História da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme"
"Foi aprovada por unanimidade, a atribuição uma Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro à Sociedade Recreativa Musical de Almoçageme"
(Proposta 4-24-LP/ 2007-Subscrita pelo Vereador Luis Patricio)
quarta-feira, maio 16, 2018
Apontamento histórico sobre a Quinta do Vinagre em Colares
"Em meio do virgiliano vale de Colares existe esta quinta que conserva todo o perfume das nossas antigas casas fidalgas.
Deve grande parte do seu encanto à feliz e já rara circunstância de estar ainda na posse da nobre familia que em tempos idos a construiu e que é hoje representada pela sr.ª D. Maria José Dick Bandeira Nobre, actual proprietária da Quinta do Vinagre onde sempre residiu.
São de aspecto senhorial o portão de entrada e o grande pátio assombreado por seculares plátanos que todos os anos pelo Outono, enchem o chão e recobrem o tanque dos leões com a mancha doiradas das suas folhas perdidas. Algumas salas ainda agora iluminadas pela frágil graça de antigos lustres de Veneza que pendem de tectos lindamente desenhados no puro estilo rococó. Animada foi outrora esta quinta, principalmente no séc.XVIII, quando a sociedade galante da côrte - e não raro a própria Magestade - aqui vinham em alegre divertimento pelas tarde de estio para gozar a beleza bucólica destas paragens."
*In Revista "Ilustração" nº70 de 16 de Novembro de 1928
Dados históricos sobre a Quinta do Vinagre:
-O Palacete foi construído no Séc.XVI, por D.Fernando Coutinho Bispo de Silves.Veio a ser adquirido mais tarde pelo Conde de Mafra que o vendeu à familia Schumberger.
-Segundo descrição efectuada em 1907, pela Morgada do Vinagre, D.Maria José Dick Bandeira Nobre, aquele palacete albergou por várias vezes D. João V e a Rainha em 1708, D.Maria I em 1777, D.Maria II e D.Amélia de Bragança.
-No início do séc XIX,(1926) foi instalado na quinta o Preventório de Colares.Que tinha como finalidade o internamento das crianças de "primeira e segunda infância", filhos de pai ou mãe tuberculosos, ou em perigo de contágio pela tuberculose.
-Em 1968, a Quinta do Vinagre, foi primeiras páginas de toda a imprensa pela festa que reuniu o Jet-Set internacional.
-Em 15 de Outubro de 1975 deflagrou um grande incêndio, no palacete.
-Hoje a Quinta do Vinagre, é uma propriedade bem preservada e um dos locais mais interessantes de Colares, pela beleza do local (ladeado pelo rio das Maçãs, em que uma pequena represa cria um autêntico lago) e pela riqueza da sua história.
Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/04/sao-schlumberger-e-quinta-do-vinagre-em.html
Sobre o Preventório de Colares
“Lá em baixo na Várzea de Colares, em pleno seio da Natureza, embalado pelo cachoar, suave ou agreste, do rio das Maçãs, fica o Preventório de Colares. Solarenga habitação, outrora remanso de brasonadas famílias, ela é na hora actual, a concepção da mais simpática organização preventiva da tuberculose na infância.(...) Tem o aspecto de paço medievo. Sólida arquitectura.O escadório, e a varanda corrida as gárgulas, colunatas e pilastras, tudo evoca docemente, misteriosamente, o passado poderio que morreu com seu brasão. (...)”
(Jornal de Sintra nº257 de 1938, artigo da autoria de A.B.)
«No início do Sec.XX existiu em Colares uma instituição que dava apoio a menores do sexo feminino, numa altura em que a tuberculose era a grande ameaça e denominava-se "Preventório de Colares", tinha como impulsionadora D. Isabel Morais Sarmento. Segundo dados publicados no "Jornal de Sintra" nos primeiros nove anos da sua existência o Preventório teria apoiado para cima de trezentas crianças,” filhas de tuberculosos “necessitados da zona de Colares.
O Preventório de Colares debateu-se desde o seu início,(1926) com problemas de ordem financeira. Para fazer face a essas necessidades, frequentemente organizava festas de angariação de fundos. Como curiosidade e demonstrativa da importância que estas festas tinham para a região de Colares, o facto da Companhia Sintra-Atlântico ter um serviço especial que era mencionado com os respectivos horários no anúncio da festa de recolha de fundos, "Sempre pronta a corresponder aos desejos do publico, estabeleceu um serviço especial de carreiras de eléctricos”»
Pressionar imagem para ampliar Anúncio de festa de angariação de fundos para o Preventório, no "Jornal de Sintra" em 1938.
"Realiza-se este ano,(ontem , hoje e amanhã) no vasto recinto da Adega Regional de Colares, a terceira festa de caridade em favor do Preventório de Colares.A primeira foi há três anos, num pinhal sob nevoeiro, perto do marulho do mar.A segunda festa, muito mais linda, foi levada a efeito no Banzão silente e umbroso.Para a terceira foi escolhido o mesmo local e é de esperar que as experiências anteriores contribuam este ano para os resultados ainda mais belos."
"Em meio do virgiliano vale de Colares existe esta quinta que conserva todo o perfume das nossas antigas casas fidalgas.
Deve grande parte do seu encanto à feliz e já rara circunstância de estar ainda na posse da nobre familia que em tempos idos a construiu e que é hoje representada pela sr.ª D. Maria José Dick Bandeira Nobre, actual proprietária da Quinta do Vinagre onde sempre residiu.
São de aspecto senhorial o portão de entrada e o grande pátio assombreado por seculares plátanos que todos os anos pelo Outono, enchem o chão e recobrem o tanque dos leões com a mancha doiradas das suas folhas perdidas. Algumas salas ainda agora iluminadas pela frágil graça de antigos lustres de Veneza que pendem de tectos lindamente desenhados no puro estilo rococó. Animada foi outrora esta quinta, principalmente no séc.XVIII, quando a sociedade galante da côrte - e não raro a própria Magestade - aqui vinham em alegre divertimento pelas tarde de estio para gozar a beleza bucólica destas paragens."
Revista "Ilustração" nº70 de 16 de Novembro de 1928
Posts relacionados:
--O Preventório de Colares-pressionar
Os portões da Quinta do Vinagre
Como curiosidade sobre Colares, publicamos neste post, uma referência sobre o portão da estrada principal da Quinta do Vinagre em Colares, ladeado por duas pilastras em pedra. O portão foi construido precisamente há 45 anos, quando da famosa festa dada pelo casal Schumberger (04/09/1968), para permitir um melhor acesso aos convidados, entre eles a nata da alta sociedade mundial.
O acesso ao portão principal da quinta é feito por uma pequena estrada mais recuada.
O outro portão da Quinta do Vinagre
*Foto retirada do blog Estupefacto.
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/07/a-festa-da-quinta-do-vinagre-em-1968.html
Dados históricos sobre a Quinta do Vinagre:-
*Post relacionado sobre São Shumberger-aqui
segunda-feira, maio 14, 2018
Noite dos Museus no Museu do Ar em Sintra
Actividade Aérea com os Epsilons da Esquadra 101 "Roncos" e com os F-16 que pertencem à Base Aérea 5 em Monte Real.
Sorteio de 10 lugares para batismos de voo, zona de Gaming com a recriação do Circuito da Granja do Marquês entre muitas outras atividades.
domingo, maio 13, 2018
Estado da Arte
Hotel Vila Galé, inaugurado hoje em Janas (foto em 13/05/2018)
Jornal Público de 13 de Maio de 2018 e Jornal Expresso de 5 de Maio de 2018
Transformar Sintra num enorme resort turístico?
"Fernando Seara deferiu o processo (hotel da Gandarinha) em 10 de Janeiro de 2011"
Expresso
Sobre o hotel da Gandarinha: "Ninguém estaria contra fazer-se ali um hotel, pelo contrário, todos os sintrenses e os visitantes poderiam regozijar-se pela recuperação daquele sítio abandonado há tantos anos. Mas o projecto tem vindo a revelar-se uma enormidade, desfigurando irremediavelmente um caminho iconográfico do centro histórico de Sintra"cidadãos Q Sintra , no Expresso.
Vila Galé Sintra
"Este projecto da Vila Galé vem do tempo em que Edite Estrela presidia à Câmara. Já é o nosso quarto projecto em Sintra, e a certa altura até ardeu"
Expresso
-25milhões de Euros foi o investimento segundo o Expresso.
-184 unidades de alojamento integram o Vila Galé Sintra - o que, além dos 48 apartamentos T2 e T3 disponíveis para venda, também .inclui 77 quartos duplos, 44 apartamentos T0 e 15 apartamentos T1.
no Expresso
A Obra de Santa Engrácia Sintrense
http://riodasmacas.blogspot.pt/2018/03/folhetim-hotel-netto-novo-episodio-ver_2.html
Jornal Público de 13 de Maio de 2018 e Jornal Expresso de 5 de Maio de 2018
Transformar Sintra num enorme resort turístico?
"Fernando Seara deferiu o processo (hotel da Gandarinha) em 10 de Janeiro de 2011"
Expresso
Sobre o hotel da Gandarinha: "Ninguém estaria contra fazer-se ali um hotel, pelo contrário, todos os sintrenses e os visitantes poderiam regozijar-se pela recuperação daquele sítio abandonado há tantos anos. Mas o projecto tem vindo a revelar-se uma enormidade, desfigurando irremediavelmente um caminho iconográfico do centro histórico de Sintra"cidadãos Q Sintra , no Expresso.
Vila Galé Sintra
"Este projecto da Vila Galé vem do tempo em que Edite Estrela presidia à Câmara. Já é o nosso quarto projecto em Sintra, e a certa altura até ardeu"
Expresso
-25milhões de Euros foi o investimento segundo o Expresso.
-184 unidades de alojamento integram o Vila Galé Sintra - o que, além dos 48 apartamentos T2 e T3 disponíveis para venda, também .inclui 77 quartos duplos, 44 apartamentos T0 e 15 apartamentos T1.
no Expresso
A Obra de Santa Engrácia Sintrense
Folhetim Hotel Netto -novo episódio (ver as estrelas a aumentar)
Novo episódio (2018)
Os trabalhos terão parado devido a um “desentendimento” entre o promotor e o empreiteiro. Com um novo responsável pela recuperação do hotel, a autarquia garante que as obras já recomeçaram - escreve Cristiana Faria Moreira, no jornal Público em 28/02/2018.
https://www.publico.pt/2018/02/27/local/noticia/depois-de-meses-paradas-camara-diz-que-obras-no-hotel-netto-ja-recomecaram-1804553
Iniciou-se (?) mais um episódio da saga "Hotel Netto" e segundo descreve o PÚBLICO: "apesar da grua e dois andaimes ao que o PÚBLICO apurou, a recuperação do edifício está suspensa desde Junho" e adianta que questionada a CMS a "autarquia garante estarem a ser cumpridos os prazos legais da empreitada. Nos termos da adjudicação, em Julho de 2016, o promotor dispõe de 30 meses para concluir o hotel. Após emissão do alvará de construção ou licenciamento da operação urbanística"
Os trabalhos terão parado devido a um “desentendimento” entre o promotor e o empreiteiro. Com um novo responsável pela recuperação do hotel, a autarquia garante que as obras já recomeçaram - escreve Cristiana Faria Moreira, no jornal Público em 28/02/2018.
https://www.publico.pt/2018/02/27/local/noticia/depois-de-meses-paradas-camara-diz-que-obras-no-hotel-netto-ja-recomecaram-1804553
Iniciou-se (?) mais um episódio da saga "Hotel Netto" e segundo descreve o PÚBLICO: "apesar da grua e dois andaimes ao que o PÚBLICO apurou, a recuperação do edifício está suspensa desde Junho" e adianta que questionada a CMS a "autarquia garante estarem a ser cumpridos os prazos legais da empreitada. Nos termos da adjudicação, em Julho de 2016, o promotor dispõe de 30 meses para concluir o hotel. Após emissão do alvará de construção ou licenciamento da operação urbanística"
http://riodasmacas.blogspot.pt/2018/03/folhetim-hotel-netto-novo-episodio-ver_2.html
sexta-feira, maio 11, 2018
Feira da Agualva com recriação histórica
De 18 a 20 de Maio, no coração da Freguesia - Largo da República, será possível viajar até ao século XVIII na Feira de Maio. Com entrada livre, tem como principal objectivo a recriação histórica de um mercado e das vivências de uma quinta de recreio na primeira metade do século XVIII.
*Foto da organização do evento
A criação da Feira de Agualva, uma das mais antigas da região saloia entre as feiras tradicionais, resultou de uma petição feita a D. João V pela Irmandade de Nossa Senhora da Consolação de Agualva. O rei acolheu favoravelmente este pedido e autorizou a realização da feira através de alvará régio datado de 22 de Setembro de 1712.
Informações: camara.oficios@mail.telepac.pt
A criação da Feira de Agualva, uma das mais antigas da região saloia entre as feiras tradicionais, resultou de uma petição feita a D. João V pela Irmandade de Nossa Senhora da Consolação de Agualva. O rei acolheu favoravelmente este pedido e autorizou a realização da feira através de alvará régio datado de 22 de Setembro de 1712.
Informações: camara.oficios@mail.telepac.pt
quinta-feira, maio 10, 2018
Festival de Teatro Clássico no MASMO
16.ª Edição do Festival de Teatro de Tema Clássico
De 12 a 18 de Maio de 2018
É na grande praça central do Museu, a Ágora – local de eleição do Mundo Antigo –, que se levam a cena quatro espectáculos: duas comédias; uma tragédia; e um bailado de dança grega antiga. Nesta edição, serão ainda realizados dois workshops de temática clássica.
(texto MASMO)
De 12 a 18 de Maio de 2018
É na grande praça central do Museu, a Ágora – local de eleição do Mundo Antigo –, que se levam a cena quatro espectáculos: duas comédias; uma tragédia; e um bailado de dança grega antiga. Nesta edição, serão ainda realizados dois workshops de temática clássica.
(texto MASMO)
terça-feira, maio 08, 2018
O novo passadiço da Praia do Magoito
A Praia do Magoito ganhou um novo passadiço em madeira. Construído ao lado da rampa existente, de forma a afastar a circulação de pessoas, dos perigos de queda de partes da extraordinária duna fóssil - classificada como geomonumento.
Além da estabilização da arriba a norte, o passadiço de madeira, importou segundo a CMS, num investimento de 664 mil Euros.
O acesso mais antigo, que também terá sido recuperado.
Além da estabilização da arriba a norte, o passadiço de madeira, importou segundo a CMS, num investimento de 664 mil Euros.
O acesso mais antigo, que também terá sido recuperado.
segunda-feira, maio 07, 2018
A saúde das nossas Abelhas
Abelhas (mais) a salvo
(transcrição parcial de artigo da revista Visão de 3 de Maio de 2018)
União Europeia proíbe uso de pesticidas considerados prejudiciais à polinização
As abelhas ajudam a polinizar 90% das principais culturas agrícolas do mundo - mas nos últuimos anos têm vindo a desaparecer- Os culpados apontam há que tempos os ambientalistas, são três substâncias conhecidas como neonicotinoides: imidaclopride, clotianidina e tiametoxam. Ao contrário dos pesticidas de contacto, que permanecem na superficie da folhagem, os neonicotinoides são absorvidos pela planta na fase da semente e transportados para as folhas, flores, raízes e caule. O seu uso na União Europeia já tinha sido restringido em 2013, mas Bruxelas encomendou um relatório mais abrangente sobre os seus efeitos. O uso daquelas substâncias será apenas permitido em estufas locais em que os insectos não estão expostos aos malefícios. (...)
Agora, espera-se que a medida entre em vigor até ao fim do ano.
Revista Visão
*Fotos de ontem mesmo no Mucifal/Colares
(transcrição parcial de artigo da revista Visão de 3 de Maio de 2018)
União Europeia proíbe uso de pesticidas considerados prejudiciais à polinização
As abelhas ajudam a polinizar 90% das principais culturas agrícolas do mundo - mas nos últuimos anos têm vindo a desaparecer- Os culpados apontam há que tempos os ambientalistas, são três substâncias conhecidas como neonicotinoides: imidaclopride, clotianidina e tiametoxam. Ao contrário dos pesticidas de contacto, que permanecem na superficie da folhagem, os neonicotinoides são absorvidos pela planta na fase da semente e transportados para as folhas, flores, raízes e caule. O seu uso na União Europeia já tinha sido restringido em 2013, mas Bruxelas encomendou um relatório mais abrangente sobre os seus efeitos. O uso daquelas substâncias será apenas permitido em estufas locais em que os insectos não estão expostos aos malefícios. (...)
Agora, espera-se que a medida entre em vigor até ao fim do ano.
Revista Visão
*Fotos de ontem mesmo no Mucifal/Colares
domingo, maio 06, 2018
Referências Sintrenses
O primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, fez na sexta-feira um discurso com rasgados elogios à comunidade portuguesa no Canadá e lembrou com emoção os seus tempos de jovem campista na Praia da Adraga, Sintra, com vinho tinto e chouriço assado.
Justin Trudeau
De uma notícia do Correio da Manhã:
Justin Trudeau fez um discurso informal na abertura do almoço que ofereceu ao primeiro-ministro, António Costa, que completa em Toronto o terceiro de quatro dias de visita oficial ao Canadá. "Há 20 anos fui um dos muitos jovens canadianos que fez férias em Portugal, acampando e viajando pelo país. Mas tenho de admitir: Não se vive até se acampar em Portugal", afirmou, surpreendendo com estas palavras boa parte dos seus convidados presentes no almoço oficial. O primeiro-ministro canadiano referiu-se depois a uma "noite especial" que passou há duas décadas junto às falésias da Praia da Adraga, no concelho de Sintra. "Esqueçam as batatas fritas ou o strogonof. A nossa ementa nessa noite foi chouriço assado, um excelente pão e um dos melhores vinhos tintos que provei durante as minhas férias de campismo", contou.
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/primeiro-ministro-do-canada-recorda-campismo-em-sintra-com-vinho-tinto-e-chourico-assado?utm_medium=Social
Imagens de Sintra do genérico da telenovela da SIC
Imagem SIC
Uma telenovela em exibição na SIC, (Vidas Opostas), utiliza imagens de vários locais de Sintra, além do próprio genérico.
Justin Trudeau
De uma notícia do Correio da Manhã:
Justin Trudeau fez um discurso informal na abertura do almoço que ofereceu ao primeiro-ministro, António Costa, que completa em Toronto o terceiro de quatro dias de visita oficial ao Canadá. "Há 20 anos fui um dos muitos jovens canadianos que fez férias em Portugal, acampando e viajando pelo país. Mas tenho de admitir: Não se vive até se acampar em Portugal", afirmou, surpreendendo com estas palavras boa parte dos seus convidados presentes no almoço oficial. O primeiro-ministro canadiano referiu-se depois a uma "noite especial" que passou há duas décadas junto às falésias da Praia da Adraga, no concelho de Sintra. "Esqueçam as batatas fritas ou o strogonof. A nossa ementa nessa noite foi chouriço assado, um excelente pão e um dos melhores vinhos tintos que provei durante as minhas férias de campismo", contou.
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/primeiro-ministro-do-canada-recorda-campismo-em-sintra-com-vinho-tinto-e-chourico-assado?utm_medium=Social
Imagens de Sintra do genérico da telenovela da SIC
Imagem SIC
Uma telenovela em exibição na SIC, (Vidas Opostas), utiliza imagens de vários locais de Sintra, além do próprio genérico.
sábado, maio 05, 2018
Porque hoje é Sábado...
(Reedição)
O último ferreiro do Mucifal
Fernando Domingos Carioca foi o último ferreiro do Mucifal, associando ao seu oficio, uma capacidade para improvisar versos. Começou a trabalhar aos nove anos, em Almoçageme a olhar pelas ovelhas.O patrão Joaquim valentim dos Santos, era ferreiro e iniciou Fernando Carioca no ofício.Mais tarde já casado , instalou-se por conta própria, que na época havia trabalho que sobrava para vários ferreiros.Em entrevista dada ao Diário de Noticias em 1992, nessa altura já com 82 anos, escrevia Oscar Mascarenhas traçando um retrato com uma prosa também ela muito rica:
«Traz engatilhado, na memória 40 versos de pé-mais-que-quebrado que há-de recitar, inteirinhos , cantaroladamente, com o indicador e anelar meio estendidos a marcarem o compasso, antes de responder à pergunta de apresentação “O senhor é o ferreiro?” lá começou ele: “Por usar fato de ganga e boné/Todos olham para mim com certo desdenho/Mas o fato de ganga ainda é/Para quem o enverga bem”A gente entreolhou-se e ele foi seguindo a recitação: “...sou ferreiro, malho ferro/Mora à borda do rio/Não há coisa que mais custe/ Que malhar o ferro frio”.»
Era aqui que Fernando Carioca , tinha a sua oficina , ainda hoje no Mucifal esse espaço embora já em ruinas, faz com que as pessoas mais antigas ,mantenham ainda mais viva a imagem do homem que todos gostam de lembrar(Foto:Pedro Macieira)
«È uma oficina pequena, onde a dimensão do fole domina o compartimento.O chão se não é de terra batida, está pelo menos, recoberto de poeiras e limalhas acamadas pelos anos
A fornalha é pouco maior do que uma lareira, mas ao sopro do fole, é ai que a caruma seca pega fogo vivo ao carvão mineral.»
e era ele que recitava : “Ainda bem não amanhecer/A forja mando acender/ Somente para fazer/ as obras que me aparecem”... escreveu Oscar Mascarenhas.
O segredo de Fernando Carioca
Relata o D.N. « tem orgulho na rijeza do ferro que sai das suas mãos.Pegou num dos dentes de um sachão e zurziu o outro num lancil, fazendo saltar lascas da pedra, exibindo a ferida branca que o metal acabou por produzir na rocha: Vê? Isto é o que o meu tempero consegue fazer. O ferro fica rijo e não parte.
Voltou-se para a forja e veio de lá com dois objectos nas mãos uma lima grossa e ..., um pedaço de corno de carneiro.” meu tempero é este.” afiançou, sorrindo, já habituado ao espanto dos seus interlocutores. “Até esteve cá um mexicano que me disse.” Ah você tempera com óleo de corno ...”
A fornalha já estava acesa, o escopro ficou ao rubro em pouco tempo.Fernando Carioca trouxe, preso por uma tenaz, para a bigorna, martelou-o fortemente até o afiar a contento da vista e, já com o ferro enegrecido, passou-lhe demorada e fortemente com a base do corno de carneiro.logo fumegou um cheiro característico... a corno queimado.repetiu a operação no outro gume do escopro. E explica que “ o melhor é o corno de carneiro negro que deita mais óleo.” O óleo é tão- sómente o próprio corno derretido pelo calor.»
Aqui fica uma singela homenagem a um homem que durante muitos anos ajudou muita gente do Mucifal e seus arredores com a sua arte , para os pedidos mais variados desde fabrico de ferramentas para a lavoura até afiar canivetes.E que está presente ainda hoje na memória do Mucifal.
Fontes: Entrevista e foto de Marco Borga ,aut. Oscar Mascarenhas D.N. 9 de Agosto 1992
Entrevistas no local
O último ferreiro do Mucifal
Fernando Domingos Carioca foi o último ferreiro do Mucifal, associando ao seu oficio, uma capacidade para improvisar versos. Começou a trabalhar aos nove anos, em Almoçageme a olhar pelas ovelhas.O patrão Joaquim valentim dos Santos, era ferreiro e iniciou Fernando Carioca no ofício.Mais tarde já casado , instalou-se por conta própria, que na época havia trabalho que sobrava para vários ferreiros.Em entrevista dada ao Diário de Noticias em 1992, nessa altura já com 82 anos, escrevia Oscar Mascarenhas traçando um retrato com uma prosa também ela muito rica:«Traz engatilhado, na memória 40 versos de pé-mais-que-quebrado que há-de recitar, inteirinhos , cantaroladamente, com o indicador e anelar meio estendidos a marcarem o compasso, antes de responder à pergunta de apresentação “O senhor é o ferreiro?” lá começou ele: “Por usar fato de ganga e boné/Todos olham para mim com certo desdenho/Mas o fato de ganga ainda é/Para quem o enverga bem”A gente entreolhou-se e ele foi seguindo a recitação: “...sou ferreiro, malho ferro/Mora à borda do rio/Não há coisa que mais custe/ Que malhar o ferro frio”.»
Era aqui que Fernando Carioca , tinha a sua oficina , ainda hoje no Mucifal esse espaço embora já em ruinas, faz com que as pessoas mais antigas ,mantenham ainda mais viva a imagem do homem que todos gostam de lembrar(Foto:Pedro Macieira)«È uma oficina pequena, onde a dimensão do fole domina o compartimento.O chão se não é de terra batida, está pelo menos, recoberto de poeiras e limalhas acamadas pelos anos
A fornalha é pouco maior do que uma lareira, mas ao sopro do fole, é ai que a caruma seca pega fogo vivo ao carvão mineral.»
e era ele que recitava : “Ainda bem não amanhecer/A forja mando acender/ Somente para fazer/ as obras que me aparecem”... escreveu Oscar Mascarenhas.
O segredo de Fernando Carioca
Relata o D.N. « tem orgulho na rijeza do ferro que sai das suas mãos.Pegou num dos dentes de um sachão e zurziu o outro num lancil, fazendo saltar lascas da pedra, exibindo a ferida branca que o metal acabou por produzir na rocha: Vê? Isto é o que o meu tempero consegue fazer. O ferro fica rijo e não parte.
Voltou-se para a forja e veio de lá com dois objectos nas mãos uma lima grossa e ..., um pedaço de corno de carneiro.” meu tempero é este.” afiançou, sorrindo, já habituado ao espanto dos seus interlocutores. “Até esteve cá um mexicano que me disse.” Ah você tempera com óleo de corno ...”
A fornalha já estava acesa, o escopro ficou ao rubro em pouco tempo.Fernando Carioca trouxe, preso por uma tenaz, para a bigorna, martelou-o fortemente até o afiar a contento da vista e, já com o ferro enegrecido, passou-lhe demorada e fortemente com a base do corno de carneiro.logo fumegou um cheiro característico... a corno queimado.repetiu a operação no outro gume do escopro. E explica que “ o melhor é o corno de carneiro negro que deita mais óleo.” O óleo é tão- sómente o próprio corno derretido pelo calor.»
Aqui fica uma singela homenagem a um homem que durante muitos anos ajudou muita gente do Mucifal e seus arredores com a sua arte , para os pedidos mais variados desde fabrico de ferramentas para a lavoura até afiar canivetes.E que está presente ainda hoje na memória do Mucifal.
Fontes: Entrevista e foto de Marco Borga ,aut. Oscar Mascarenhas D.N. 9 de Agosto 1992
Entrevistas no local
quinta-feira, maio 03, 2018
Danças com História no Museu Arqueológico de S.Miguel de Odrinhas
Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas – Sintra
Noites de Orfeu | Danças com História
Na noite do próximo dia 5 de Maio, sábado, o Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas será anfitrião de um surpreendente Serão Renascentista.
Este evento conta com a colaboração da Associação Danças com História que virá apresentar um repertório de danças e músicas de época. A Colecção Romana do Museu – amplamente estudada pelos principais humanistas do Renascimento Português – servirá de cenário a esta noite especial.
Funcionamento: Sábado, dia 5 de Maio, às 21h00.
Ingresso para a visita: 2,00 Euros; desconto de 50% para munícipes; isenção para crianças até aos 14 anos; mediante reserva.
O Café Museu irá associar-se a esta actividade e a partir das 20.00 horas serão servidos doces elaborados a partir do designado «Livro de Cozinha da Infanta D. Maria», códice português datado do século XV.
Texto MASMO
quarta-feira, maio 02, 2018
Efeméride do dia
Efeméride:
Maio de 68 - Há 50 anos estudantes ocuparam a Universidade de Nanterre.
*Créditos da Foto:
Photo nº 128 Maio 1978;Maio e a crise da Civilização Burguesa-obras de António José Saraiva/1970;Jornal I de 2/05/2018
Foto de capa da "Photo" Nº128 Maio de 1978,de Patrice Habans Mai 1968:CRS au carrefour Saint-Germain-Saint-Michel.
“Maio de 1968: Uma data e um símbolo. O 3 de Maio: as primeiras manifestações estudantis; a 30: desfile Gaullista na Concórdia. Entre as duas datas, quatro semanas das maiores das agitações da nossa história (...)”Texto na revista "Photo" nº128 Maio, 1978
A Sorbonne uma das mais antigas universidades europeias, foi fechada pelas autoridades em 3 de Maio, na sequência de manifestações de apoio aos estudantes de Nanterre. Nesse dia a policia entrou na universidade, provocando como reacção, violentos confrontos e a primeira noite de barricadas no Quartier Latin.
"La Fermeture de la Sorbonne: Déclaration du recteur
Paris, 3 mai (AFP)En annonçant la suspension des cours à la Sorbonne et au centre Censier, le recteur Jean Roche a fait le commentaire suivent :“L’agitation entretenue systématiquement par un petit groupe d’étudiants cherchant, de leur propre aveu, à paralyser, hier comme aujourd’hui les enseignements et, demain, les examens, a rendu cette mesure nécessaire. De toute manière, la liberté des examens sera assurée afin que l’immense majorité des étudiants puissent tirer le légitime profit de leur travail.”
Maio de 68 - Há 50 anos estudantes ocuparam a Universidade de Nanterre.
*Créditos da Foto:
Photo nº 128 Maio 1978;Maio e a crise da Civilização Burguesa-obras de António José Saraiva/1970;Jornal I de 2/05/2018
Foto de capa da "Photo" Nº128 Maio de 1978,de Patrice Habans Mai 1968:CRS au carrefour Saint-Germain-Saint-Michel.“Maio de 1968: Uma data e um símbolo. O 3 de Maio: as primeiras manifestações estudantis; a 30: desfile Gaullista na Concórdia. Entre as duas datas, quatro semanas das maiores das agitações da nossa história (...)”Texto na revista "Photo" nº128 Maio, 1978
A Sorbonne uma das mais antigas universidades europeias, foi fechada pelas autoridades em 3 de Maio, na sequência de manifestações de apoio aos estudantes de Nanterre. Nesse dia a policia entrou na universidade, provocando como reacção, violentos confrontos e a primeira noite de barricadas no Quartier Latin.
Em 3 de Maio de 1968 (despacho da Agência France Press)
Paris, 3 mai (AFP)En annonçant la suspension des cours à la Sorbonne et au centre Censier, le recteur Jean Roche a fait le commentaire suivent :“L’agitation entretenue systématiquement par un petit groupe d’étudiants cherchant, de leur propre aveu, à paralyser, hier comme aujourd’hui les enseignements et, demain, les examens, a rendu cette mesure nécessaire. De toute manière, la liberté des examens sera assurée afin que l’immense majorité des étudiants puissent tirer le légitime profit de leur travail.”
C’est pourquoi, a conclu le recteur," je demande aux 160.000 étudiants de l’Université de Paris de prendre conscience des risques auxquels ils se trouvent involontairement exposés par les désordres que suscite un petit nombre d’entre eux.”
terça-feira, maio 01, 2018
1º de Maio
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