sexta-feira, janeiro 24, 2020

O 56º Aniversário dos Diamantes Negros


A banda Diamantes Negros nasceu oficialmente a 25 de Janeiro de 1964, formada por Álvaro José Silvestre, viola ritmo, Carlos Rodrigues, saxofone, Carlos Henriques “Xixó”, piano, guitarra solo e voz, e Carlos José “Caínhas”, bateria. Álvaro e “Caínhas” começaram por dar autênticos concertos de harmónicas de boca no largo ou na escadaria do Palácio Nacional, na Vila Velha, como é lembrado numa nota biográfica da banda.


 Os ensaios na garagem de Carlos “Xixó” passaram mais tarde para a Sociedade União Sintrense. O grupo ficou completo com Carlos Rodrigues, saxofonista da Banda Filarmónica de S. Pedro. O nascimento oficial dos Diamantes Negros, numa sala lotada da Sociedade União Sintrense, foi assinalado com a reinterpretação de temas dos Shadows, Beatles e Beach Boys. A banda alargou-se a um quinto elemento, Luís Cardoso, tendo a partir de então a formação actuado com sucesso em festivais e concursos, na televisão e até para uma fotonovela.


 A gravação de um disco em 1965 ampliou a popularidade do grupo. Em 1967, ficaram em segundo lugar num concurso nacional de bandas, no Cinema Império, em Lisboa. Em 1965, tinham superado as eliminatórias do Concurso Yé-Yé do Monumental, vencido pelos Sheiks, grupo formado inicialmente por Paulo de Carvalho, Fernando Chaby, Carlos Mendes e Jorge Barreto, com o qual partilharam notoriedade, durante algum tempo. A guerra colonial separou o grupo, embora só em 1976 tenha deixado de atuar. Mais tarde, em 2003, a banda voltou a juntar-se por ocasião de um concerto de “regresso” à música dos anos 60, no auditório do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

*Texto adaptado de um artigo da Lusa.

Em 2014 no concerto comemorativo dos 50 anos dos Diamantes Negros, no Olga Cadaval.

quarta-feira, janeiro 22, 2020

Os carrilhões voltam a tocar no Convento de Mafra



Os carrilhões do Palácio Nacional de Mafra voltam a tocar em 1 de Fevereiro, 20 anos depois de terem parado. A inauguração do restauro antecede a instalação do Museu Nacional da Música no Palácio.

Saber mais aqui:
 https://observador.pt/2020/01/21/carrilhoes-do-palacio-nacional-de-mafra-voltam-a-ouvir-se-no-dia-1-de-fevereiro/


terça-feira, janeiro 21, 2020

Poço iniciático da Quinta da Regaleira

 Um dos lugares mais interessantes para se visitar dentro da quinta é o Poço Iniciático - recebeu esse nome pois acredita-se que ele era usado em rituais de iniciação à maçonaria.

 O primeiro proprietário da quinta,  António Augusto Carvalho Monteiro, o "Monteiro dos Milhões", juntamente com o arquitecto italiano Luigi Manini, construiu  o Palácio da Regaleira, rodeado por jardins, grutas, lagos e muitas construções enigmáticas.

segunda-feira, janeiro 20, 2020

Exposição temporária no Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas


 A exposição temporária «Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas: 20 anos a valorizar o Património Histórico de Sintra» foi inaugurada no dia 19 de Dezembro,  e estará patente até dia 15 de Fevereiro de 2020.

 Inserida nas comemorações do 20.º aniversário do Museu de Odrinhas, a exposição pretende dar a conhecer a sua coleção do Museu, as actividades e os bastidores, as escavações arqueológicas e os projectos de investigação e, ainda, as intervenções de recuperação do património.

 A exposição é composta por 15 painéis que contemplam diversas áreas temáticas, ilustrados com imagens documentais e apelativas, que sintetizam as mais relevantes actividades desenvolvidas nos últimos 20 anos de trabalho do museu. A mostra estará disponível para itinerância nos vários espaços culturais e educativos da área metropolitana de Lisboa. Recorde-se que desde o dia 1 de dezembro as entradas nos Museus Municipais de Sintra são gratuitas para todos os visitantes.   Esta iniciativa integra as comemorações dos 25 anos da classificação de Sintra como Património Mundial na categoria de Paisagem Cultural, pela UNESCO.

Fonte MASMO

domingo, janeiro 19, 2020

Postal de Sintra


PalacioPenapostal
 Postal sem data-Editor: Alberto Malva

No Guia do Viajante em Portugal e suas colónias em Africa".
Ed.Empresa Nacional de Navegação-1907:

“O Castello da Pena foi primitivamente um convento, da ordem de S.Jeronymo, fundado em 1503, por El-Rei D.Manuel, em memória do tempo em que alli passou esperando a frota de Vasco da Gama, no regresso da India.Era esse convento uma espécie de prisão, para onde eram mandados os frades d’aquella Ordem, quando comettiam faltas.De architectura godo-arabica, está construído em um dos mais elevados cabeços da serra.
Foi em 1841, que D.Fernando,avô do actual monarcha, mandou transformar o convento em palácio, reedificando uma parte do edificio que tinha sido attingida pelo terramoto de 1755.”

Nota para visitantes:
"Edificio da Pena-visita-se todos os dias e a toda a hora sem bilhete , só o parque e a egreja.Para vêr o palacio, é necessário um bilhete da Administração da Caza Real. Estando S.S.M.M. reinantes, que alli permanecem durante algum tempo da estação de verão , só é permitido vêr o parque. "

sábado, janeiro 18, 2020

Maria Almira Medina

Hoje, passa mais um ano que Sintra perdeu Maria Almira Medina, artista multifacetada,  que deixou um vazio no ambiente cultural  Sintrense - que dificilmente será preenchido nos nossos dias.


"Pés vegetais descobriram caminhos/longitudinais /Logo troncos arbóreos verticalizaram os sonhos /de navegação verde / na busca de muitas outras Indias mais."

In O Chalet da Condessa numa manhã de Março- Maria Almira Medina

Na visita que foi feita ao Chalet em 2008, Maria Almira Medina declamando um poema feito de propósito para aquele momento
No Jornal de Sintra 13-08-1939
"Maria Almira Medina
Completou com plena aprovação, o curso dos Liceus, fazendo em Lisboa, no Filipa de Lencastre, o exame do 7º ano e depois na Faculdade de Letras da Universidade, o respectivo exame de admissão, a aplicada  estudante, que tem sido sempre desde a instrução primária, aluna da ilustre professora de Sintra Srª D. Umbelinda lourenço Pinheiro, menina Maria Almira Pedrosa Medina, filha muito querida do director deste jornal, de que é também colaboradora."
Maria Almira Medina e um conjunto vasto de poetas populares, na celebração dos 35 anos do 25 de Abril de 1974 , aconteceu na União Mucifalense com poesia e canções de Zeca Afonso, em Abril de 2009.

quarta-feira, janeiro 15, 2020

Praia da Ursa

Foto em 2009

A Praia da Ursa devido à erosão, perdeu  nos últimos anos  a imagem de  um dos seu ícones (penedo da Ursa) com o início do seu demoronamento (2011) – a mesma erosão, que ao longo dos tempos tem alterado a imagem deste lugar único.

É este o motivo para a recuperação das minhas primeiras fotografias da Praia da Ursa de 1969 - que face ao último desmoronamento adquiriram um interesse maior.

Praia da Ursa1969

Praia da Ursa  1969c

Praia da Ursa 1969b nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
Foto da Praia da Ursa em 2017

domingo, janeiro 12, 2020

Novo horário do Eléctrico da Praia das Maçãs


O novo horário do eléctrico de Sintra entrou em funcionamento em  2 de Janeiro  e estará em vigor até 29 de Março.

quinta-feira, janeiro 09, 2020

O 86º Aniversário do Jornal de Sintra

Capa do Jornal de Sintra, ed. 4288 de 10 de janeiro de 2020



O prestigiado jornal sintrense, está a comemorar o seu 86º aniversário, celebrado num almoço que reuniu a equipa que o coloca na rua todas as semanas, e colaboradores mais próximos - almoço que tivemos o prazer de participar.
O Jornal de Sintra, tem  sido uma importante fonte de informação de várias épocas de Sintra de grande utilidade para este blogue. Ao longo do tempo temos tido o prazer de colaborarmos com fotos e alguns textos, numa relação cheia de disponibilidade.
À Dra. Idalina Grácio que lidera uma equipa esforçada e cheia de simpatia, endereçamos através do blogue, os Parabéns, por mais este aniversário e desejos neste Novo Ano a continuação do bom trabalho.



quarta-feira, janeiro 08, 2020

Primeiras imagens de 2020 da garça-real da Várzea de Colares


Foto em 06/01/2020

Era uma vez uma garça-real que fez da Várzea de Colares o seu habitat durante vários anos. Esporádicamente ainda nos visita, nos últimos tempos, menos frequentemente - mas terá encontrado um outro local para viver o seu dia a dia com pena nossa.
Isto escreviamos anteontem - ontem tivemos a sorte de registar mais uma visita da garça, esperemos que esteja de regresso.

foto em 06/01/2020

segunda-feira, janeiro 06, 2020

Cantar as Janeiras em Colares


As Janeiras, ou cantar as Janeiras, é uma tradição portuguesa que consiste na reunião de grupos que, cantando de porta em porta, desejam às pessoas um feliz ano novo.


domingo, janeiro 05, 2020

Natal e o Pinheiro da Pena


“O Pinheiro da Pena” - 28 de novembro de 2019 a 6 de janeiro de 2020  o  Palácio Nacional da Pena expõe reconstituição inédita da Árvore de Natal de D. Fernando II.

" D. Fernando II introduziu na corte portuguesa a tradição da árvore de Natal e concebeu o primeiro cartão de Boas Festas - Iniciativa inédita, em Portugal e no contexto internacional - Instalação resulta de investigação histórica e iconográfica - Inclui reproduções à escala da decoração e dos brinquedos, segundo técnicas de execução tradicionais Sintra,"

  O Palácio Nacional da Pena comemora este Natal com a reconstituição histórica inédita da Árvore de Natal de D. Fernando II − o “ Pinheiro da Pena” que estará em exposição no Salão Nobre deste monumento até 6 de janeiro, Dia de Reis.

 "Na época em que reinou com D. Maria II, o Natal no Palácio das Necessidades (em Lisboa) era celebrado em torno de um pinheiro trazido propositadamente do Parque da Pena, em Sintra."

Fonte PSML

Suspensão da circulação do eléctrico da Praia das Maçãs

Informação da CMS:

Por motivos de reparação na rede aérea da linha do Eléctrico de Sintra a circulação será suprimida nos dias 6, 13, 20 e 27 de janeiro (segundas-feiras).

sábado, janeiro 04, 2020

sexta-feira, janeiro 03, 2020

Praia da Ursa (Reedição)






Poucos se arriscam a descer à praia mais ocidental da Europa – a Praia da Ursa – devido aos escorregadios trilhos que lhe servem de acesso. Mas quem já visitou esta praia, vizinha do Cabo da Roca, não esquece a imponente e arrebatadora beleza selvagem que enquadra o pequeno (por vezes inexistente) areal.

Duas gigantescas pedras destacam-se no seu lado Norte fazendo-nos lembrar, a primeira, uma ursa em pose altiva. Uma lenda conta que há muitos milhares de anos, quando a terra estava coberta de gelo, aqui vivia uma ursa e seus filhotes. Quando o degelo começou, os Deuses avisaram todos os animais para abandonarem a beira-mar, mas a ursa, teimosa, recusou-se pois ali tinha nascido e ali queria ficar. Os Deuses enfurecidos transformaram a ursa em pedra e os seus filhotes em pequenos calhaus dispersos à volta da mãe e ali ficaram para sempre dando assim o nome à praia.


Um passeio de Inverno a não perder!

Texto da Agenda Cultural do Gabinete de Imprensa da CMS

terça-feira, dezembro 31, 2019

Exposição sobre os últimos 20 anos do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas


A exposição temporária «Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas: 20 anos a valorizar o Património Histórico de Sintra» foi  inaugurada no dia 19 de Dezembro, e estará patente até dia 15 de Fevereiro de 2020. 

" Inserida nas comemorações do 20.º aniversário do Museu de Odrinhas, a exposição pretende dar a conhecer a sua coleção do Museu, as atividades e os bastidores, as escavações arqueológicas e os projetos de investigação e, ainda, as intervenções de recuperação do património. A exposição é composta por 15 painéis que contemplam diversas áreas temáticas, ilustrados com imagens documentais e apelativas, que sintetizam as mais relevantes atividades desenvolvidas nos últimos 20 anos de trabalho do museu. A mostra estará disponível para itinerância nos vários espaços culturais e educativos da área metropolitana de Lisboa. Recorde-se que desde o dia 1 de dezembro as entradas nos Museus Municipais de Sintra são gratuitas para todos os visitantes. Além do MASMO - Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, o município dispõe de mais 5 museus que pode visitar gratuitamente, são eles: a Casa-Museu Leal da Câmara, o Museu Anjos Teixeira, o MU.SA – Museu das Artes de Sintra, o Museu Ferreira de Castro e o Museu de História Natural de Sintra. Esta iniciativa integra as comemorações dos 25 anos da classificação de Sintra como Património Mundial na categoria de Paisagem Cultural, pela UNESCO."
Texto MASMO

Diário de Notícias de 1955

*Foto:

Os  sarcófagos etruscos da 

colecção de Sir Francis Cook no Museu Arqueológico

 de São Miguel de Odrinhas

sábado, dezembro 28, 2019

Porque hoje é Sábado...


Pró Mário Cesariny

Entre a nuvem
e o teu braço
vai o espaço dum ano solar
vai a distância que une
a existência ao infinito

Entre mim
e aquilo que nunca existiu
por ser demasiado belo
vai a distância do vento
que sai exaustivamente
dos teus seios

A sombra
-talvez da própria noite-
sempre gravada
em sinais só por mim vistos
por mim sonhados
nada mais que a sombra    longa
para além dos mares de Saturno
   processo já procurado há séculos
      por alquimistas     sábios

loucos
     a sombra
         só eu a vejo

deixa que eu a veja
sempre entre mim e ti
    a bola de cristal       o cigarro
    tudo que me falta
    tudo que está mais além da montanha.

Mário-Henrique Leiria /Obras completas

*Foto no cemitério dos Prazeres Dezembro 2016

quinta-feira, dezembro 26, 2019

Horário de Inverno do Eléctrico da Praia das Maçãs


O novo horário do eléctrico de Sintra entra em funcionamento a partir do dia 2 de Janeiro até 29 de Março.

 O eléctrico de Sintra, um dos ex-libris da região, surgiu em 1904 para preencher a necessidade de ligar a vila à Praia das Maçãs.

segunda-feira, dezembro 23, 2019

Previsão das condições meteorológicas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera

 Mar, ontem  no 1º dia de Inverno no Mindelo/Praia das Maçãs


Previsão para os próximos 10 dias do IPMA


Foto em 22/12/2019 -Mindelo/Praia das Maçãs

domingo, dezembro 22, 2019

Cheias -reedição de um post de 20 de Fevereiro de 2008

A propósito de cheias, voltamos a publicar um post do blog em 2008, sobre a temática das cheias no Concelho de Sintra. Rio das Maçãs/Ribeira de Colares -Foto de 18/02/2008
Regresso ao tema das cheias, para transcrever um interessante artigo publicado no “Alvor de Sintra”, pelo sentido positivo de uma intervenção de há 10 anos do actual Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, Nunes Correia, e que terá influenciado "a inclusão de zonas adjacentes ao leito de cheias de vários rios no PDM de Sintra. Em 1998, Nunes Correia, então professor do Instituto Superior Técnico, assinava uma comunicação no VII Congresso da Água, em que defendia “a necessidade urgente de delimitar áreas de risco de inundação no interior dos perímetros urbanos e de proceder à sua regulamentação através da figura de Zona Adjacente”, com base na análise da Ribeira das Lajes, em Sintra.

A alteração, proposta em conjunto com Graça Saraiva, arquitecta do Instituto de Agronomia, e Vítor Carmo, técnico da Câmara Municipal de Lisboa, surtiu efeito no concelho de Sintra no ano seguinte. Em 1999, o Regulamento do Plano Director Municipal de Sintra tornava “interdito”, nas zonas adjacentes às margens ameaçadas pelas cheias “implantar edifícios ou realizar obras susceptíveis de constituir obstrução à livre passagem das águas, destruir o revestimento vegetal ou alterar o relevo natural e instalar vazadouros, lixeiras, parques para sucata ou quaisquer outros depósitos de materiais”. e adianta o Alvor de Sintra que " O diploma remetia para legislação específica a Ribeira da Lajes, Rio Jamor e Rio de Colares, com mapas delimitando as zonas adjacentes, determinadas no final dos anos 80"
O estudo de Nunes Correia, datado de 1998, analisava a Ribeira das Lajes e apontava críticas à Câmara Municipal de Sintra. De acordo com o documento, que estudava a construção de edifícios em leito de cheias entre 1961 e 1991, “quatro edifícios foram construídos nesse intervalo de tempo numa parcela de alto risco”, com 100 por cento de área inundável. Nunes Correia acrescentava que outros 16 foram construídos em zonas abrangidas em mais de 50 por cento pela zona adjacente ao leito de cheias.

Sobre as responsabilidades na autorização da construção de edifícios em zonas de risco, Nunes Correia considerava que “este comportamento de algumas Câmaras Municipais e dos organismos do Ministério do Ambiente parece configurar uma situação de negligência, especialmente grave por pôr em causa a segurança de um número elevado de cidadãos que vive, na maior parte dos casos, na ignorância dos riscos que correm por habitarem em pleno leito de cheia”.

Este conhecimento do terreno talvez justifiquem as afirmações de Nunes Correia de ontem,sobre as responsabilidades das autarquias nas consequências das inundações, que parecem ter ofendido os autarcas e alguns responsáveis politicos...
Inundações de 1983 no Cacém, é visivel do lado esquerdo da foto o curso normal da Ribeira das Jardas, e á direita o leito da cheia. Ao fundo a fábrica Melka, semi-destruída.

Ontem em post, sobre estes tristes acontecimentos, considerava que a intervenção do programa Polis na baixa do Cacém, teria resolvido os erros do passado, mas o ponto da situação feito hoje pelo"Correio da Manhã" vem desmentir esse optimismo.Pontos negros da cheias de ontem.
CACÉM
Nem as obras de requalificação inseridas no programa Polis, que terminaram recentemente, resolveram os problemas das cheias na freguesia.

SACAVÉM
Moradores e comerciantes da Baixa afirmam nunca ter visto uma cheia com tanta intensidade. No centro, a água ultrapassou os 1,5 metros de altura.

LOURES
Detritos arrastados pela corrente acumularam-se em pontos de estreitamento, causando o transbordo do leito dos rios.


Inundações de 1983, no Cacém