Momentos do último Sábado.
Festa da NºSrª da Graça - Este ano do 250º Aniversário da festa de Outono, com um record de visitantes
Tatanka
António Zambujo
Orquestra Ligeira da Sociedade Recreativa de Almoçageme
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
domingo, outubro 07, 2018
Incêndio no Parque Natural Sintra - Cascais
Ponto da situação às 3h30m
Foto SIC
Cerca das 23h00 deflagrou um incêndio junto ao Convento da Peninha, com o forte vento que se fazia sentir, rápidamente se propagou com uma frente de mais de um kilómetro, no sentido do Guincho.
Foto TVI24
Com mudança do sentido do vento o fogo chegou a Malveira da Serra, havendo casas de habitação atingidas -procedendo-se à evacuação de Almoinhas Velhas,Biscaia e Figueira do Guincho - pelas 3h00, foi evacuado Charneca e o Parque de Campismo de Cascais.
Foto SIC
Cerca das 23h00 deflagrou um incêndio junto ao Convento da Peninha, com o forte vento que se fazia sentir, rápidamente se propagou com uma frente de mais de um kilómetro, no sentido do Guincho.
Foto TVI24
Com mudança do sentido do vento o fogo chegou a Malveira da Serra, havendo casas de habitação atingidas -procedendo-se à evacuação de Almoinhas Velhas,Biscaia e Figueira do Guincho - pelas 3h00, foi evacuado Charneca e o Parque de Campismo de Cascais.
sexta-feira, outubro 05, 2018
Efeméride do dia
O 5 de Outubro de 1910
Nos dias 4 e 5 de Outubro de 1910 alguns militares da Marinha e do Exército revoltam-se em Lisboa, com o objectivo de derrubar a Monarquia. Juntamente com os militares estiveram a Carbonária e as estruturas do PRP (Partido Republicano Português). Na tarde do dia 5 de Outubro, José Relvas proclamou a República à varanda da Câmara Municipal de Lisboa.
república (rè)
(latim respublica, domínio do Estado, a coisa pública, governo, administração pública)
s. f.
1. Coisa pública; governo do interesse de todos (independentemente da forma de governo).
2. Forma de governo em que o povo exerce a soberania, por intermédio de delegados eleitos por ele e por um certo tempo.
No Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
quinta-feira, outubro 04, 2018
O Largo de Almoçageme
O Largo de Almoçageme (imagem TVI)
O largo de Almoçageme, com uma animação raramente vista -Imagens da telenovela TVI
O Arquitecto Nuno Teotónio Pereira, num interessante texto sobre Almoçageme, publicado em “ Guia Sentimental -Parque Paraque Tequero” ed. do PNSC, considera que Almoçageme é: “ Uma Aldeia onde se pode encontrar um largo que pensa que deve ser caso único no país, pois nele se reune tudo o que pode estar num largo de aldeia: É qualquer coisa de excepcional, pois tem cemitério, igreja,mercado, coreto, fontanário, cruzeiro, café,bombeiros e adega. Tudo numa aldeia agradável e humana onde os naturais ainda são mais numerosos que os forasteiros.”
quarta-feira, outubro 03, 2018
Almoçageme em Festa II
Reedição de uma excelente crónica de Miguel Esteves Cardoso, no jornal Público, sobre a tradicional festa de Outubro de Almoçageme, de que é um ilustre vizinho .Post publicado no blog em 2013 - no ano em que a festa comemora em 2018, 250 anos .
terça-feira, outubro 02, 2018
Almoçageme em Festa
Os 250 anos das Festas de Nossa Senhora da Graça
*Foto: Largo Comendador Gomes da Silva em Almoçageme,1951-Arquivo Municipal de Sintra
Iniciam-se no próximo dia 4 em Almoçageme e decorrem até dia 9 de Outubro,as seculares festas em Honra de N.ªSr.ª da Graça.
As festividades realizam-se desde 1768 em honra da padroeira de Almoçageme, após a recolha das colheitas.
“A origem de Almoçageme perde-se na poeira do tempo.Sabe-se que foi habitada pelos Romanos, cujas ruínas à entrada da povoação, em Santo André na estrada que segue para o Rodízio, foram postas a descoberto no princípio do século, quando da abertura desta estrada e de imediato exploradas, e os objectos encontrados enviados para o Museu, em Sintra.”
*Foto: Largo Comendador Gomes da Silva em Almoçageme,1951-Arquivo Municipal de Sintra
Iniciam-se no próximo dia 4 em Almoçageme e decorrem até dia 9 de Outubro,as seculares festas em Honra de N.ªSr.ª da Graça.
As festividades realizam-se desde 1768 em honra da padroeira de Almoçageme, após a recolha das colheitas.
“A origem de Almoçageme perde-se na poeira do tempo.Sabe-se que foi habitada pelos Romanos, cujas ruínas à entrada da povoação, em Santo André na estrada que segue para o Rodízio, foram postas a descoberto no princípio do século, quando da abertura desta estrada e de imediato exploradas, e os objectos encontrados enviados para o Museu, em Sintra.”
Nos “Cem anos de vida e História da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme”
Cartazes das Festas de 1925,1926 e 1927, encontrados em "Cem anos de vida e História da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme”

*Post relacionado - O Largo de Almoçageme:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2008/07/o-largo-de-almoageme.html
Cartazes das Festas de 1925,1926 e 1927, encontrados em "Cem anos de vida e História da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme”
*Post relacionado - O Largo de Almoçageme:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2008/07/o-largo-de-almoageme.html
domingo, setembro 30, 2018
sexta-feira, setembro 28, 2018
Visita ao Santuário Romano na Praia das Maçãs
Nesta sexta-feira o Museu arqueológico São Miguel de Odrinhas, (M.A.S.M.O) promoveu mais uma visita ao Santuário Romano consagrado ao Sol à Lua e ao Oceano, no Alto da Vigía -Praia das Maçãs, no âmbito das jornadas Europeias do Património 2018 - guiada por Alexandre Gonçalves arqueólogo do Museu..
Esta visita teve o objectivo de proporcionar ao público presente o contacto directo com a escavação em curso, e ainda facultar a interpretação deste local no que concerne às suas diferentes ocupações ao longo dos séculos.
Saber mais sobre o Santuário Romano da Praia das Maçãs:
https://riodasmacas.blogspot.com/2014/11/o-templo-romano-da-praia-das-macas.html
Esta visita teve o objectivo de proporcionar ao público presente o contacto directo com a escavação em curso, e ainda facultar a interpretação deste local no que concerne às suas diferentes ocupações ao longo dos séculos.
Saber mais sobre o Santuário Romano da Praia das Maçãs:
https://riodasmacas.blogspot.com/2014/11/o-templo-romano-da-praia-das-macas.html
Notas sobre o Pelourinho de Colares (reedição)
Pelourinho de Colares no largo da escola primária.
Data 1926  
Foto do Arquivo Municipal de Sintra
http://arquivoonline.cm-sintra.pt/
A Villa de Collares pertence ao concelho de Cintra e está situada 30 Kms ao NO. de Lisboa, muito proxima do Oceano. É povoação antiquissima e anterior á fundação da monarchia, não se sabendo o nome que tinha na antiguidade. Sobre a sua denominação de Collares, conta-se entre outras histórias, a de uma moura, que empenhou os seus collares preciosos para edificar n’aquelle sitio um formoso castello.
Entre os habitantes corre a tradicção de que umas ruinas que existem proximas do pelourinho, e que se vêem na gravura que publicamos, são os restos da tal edificação mandada fazer pela moura.
Nós não cremos em tal, porque essas ruinas não teem vestigios de edificação mourisca, além de nos parecer a historia dos collares, pouco auctorizada para dar o nome á villa. Acreditamos muito mais no esplendido vinho e nas magnificas fructas que Collares produz, no seu bello clima e na sua ridente paizagem que nos encanta. D.João I para recompensar os serviços de D.Nuno Alvares Pereira, deu a villa de Collares a este varão, logo depois da batalha de Aljubarrota, dadiva que passou aos seus descendentes, depois á infanta D.Beatriz, mãe de el-rei D.Manuel, entrando na posse do Estado por morte d’esta senhora.
Revista "Occidente", 21 de Novembro de 1886
*Ortografia e pontuação conforme o original
O pelourinho de Colares,foto actual (2009)
http://arquivoonline.cm-sintra.pt/
Ainda a questão dos pelourinhos, abordada em post anterior . José alfredo de Azevedo, (Obras de José Alfredo de Azevedo –IV)relativamente à substituição do pelourinho de Sintra na Vila,transcreve um testemunho oral, obtido por Mena Jr, que descreve a forma como era o pelourinho destruído:
“O pelourinho era muito alto, acabava em bico, onde tinha um ferro aguçado com quatro palmos , aproximadamente de altura.A columna era retorcida muito parecida com a janella do Paço da Villa que dá para o pateo de entrada.A meio da columna havia uma moldura em volta d’ella, onde estava fixe uma argola de ferro.Na base tinha três degraus.O bico da parte de cima do pelourinho era muito parecido como do pelourinho de Colares.O pelourinho estava ao cimo da Calçada do Rio do Porto, na Praça Velha, em frente do muro do cemitério da Misericórdia.”
Foto:Pelourinho de Colares
Este testemunho vem apoiar a tese de que a réplica do pelourinho que hoje existe em Sintra não corresponde ao original que foi destruído em 1854.
Foto do Arquivo Municipal de Sintra
http://arquivoonline.cm-sintra.pt/
A Villa de Collares pertence ao concelho de Cintra e está situada 30 Kms ao NO. de Lisboa, muito proxima do Oceano. É povoação antiquissima e anterior á fundação da monarchia, não se sabendo o nome que tinha na antiguidade. Sobre a sua denominação de Collares, conta-se entre outras histórias, a de uma moura, que empenhou os seus collares preciosos para edificar n’aquelle sitio um formoso castello.Entre os habitantes corre a tradicção de que umas ruinas que existem proximas do pelourinho, e que se vêem na gravura que publicamos, são os restos da tal edificação mandada fazer pela moura.
Nós não cremos em tal, porque essas ruinas não teem vestigios de edificação mourisca, além de nos parecer a historia dos collares, pouco auctorizada para dar o nome á villa. Acreditamos muito mais no esplendido vinho e nas magnificas fructas que Collares produz, no seu bello clima e na sua ridente paizagem que nos encanta. D.João I para recompensar os serviços de D.Nuno Alvares Pereira, deu a villa de Collares a este varão, logo depois da batalha de Aljubarrota, dadiva que passou aos seus descendentes, depois á infanta D.Beatriz, mãe de el-rei D.Manuel, entrando na posse do Estado por morte d’esta senhora.Revista "Occidente", 21 de Novembro de 1886
*Ortografia e pontuação conforme o original
O pelourinho de Colares,foto actual (2009)http://arquivoonline.cm-sintra.pt/
Ainda a questão dos pelourinhos, abordada em post anterior . José alfredo de Azevedo, (Obras de José Alfredo de Azevedo –IV)relativamente à substituição do pelourinho de Sintra na Vila,transcreve um testemunho oral, obtido por Mena Jr, que descreve a forma como era o pelourinho destruído:
“O pelourinho era muito alto, acabava em bico, onde tinha um ferro aguçado com quatro palmos , aproximadamente de altura.A columna era retorcida muito parecida com a janella do Paço da Villa que dá para o pateo de entrada.A meio da columna havia uma moldura em volta d’ella, onde estava fixe uma argola de ferro.Na base tinha três degraus.O bico da parte de cima do pelourinho era muito parecido como do pelourinho de Colares.O pelourinho estava ao cimo da Calçada do Rio do Porto, na Praça Velha, em frente do muro do cemitério da Misericórdia.”
Foto:Pelourinho de Colares
Este testemunho vem apoiar a tese de que a réplica do pelourinho que hoje existe em Sintra não corresponde ao original que foi destruído em 1854.
quinta-feira, setembro 27, 2018
Novo estudo - Glifosato prejudica as abelhas
Foto no Mucifal/Colares
Via Quercus:
Outros estudos já tinham mostrado que os pesticidas neonicotinóides prejudicam as abelhas, cuja polinização é vital para cerca de três quartos das culturas agrícolas. O glifosato, fabricado pela Monsanto, bloqueia a acção de uma enzima encontrada em plantas e bactérias.
Este novo estudo mostrou que o glifosato é nocivo para a flora microbiana das abelhas, reduzindo a sua capacidade imunitária para combater agentes patogénicos. O glifosato pode estar assim a contribuir para o declínio das abelhas, para além de contribuir para a perda do seu habitat.
“Demonstramos que a abundância de espécies microbióticas dominantes no intestino das abelhas é menor nas que são expostas ao glifosato em concentrações documentadas no ambiente”, disse Erik Motta, investigador da Universidade de Austin.
Foto no Mucifal/Colares
Outro estudo, realizado na China e publicado em julho, mostrou que as larvas das abelhas crescem mais lentamente e morrem com mais frequência, quando expostas ao glifosato.
"O maior impacto do glifosato para as abelhas é a destruição das flores silvestres das quais dependem", disse Matt Sharlow, do grupo de conservação Buglife.
Em março de 2015, a Agência Internacional para a Investigação Contra o Cancro (AIIC) da Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou o glifosato como "cancerígeno provável para o ser humano".
Fonte:
https://www.theuniplanet.com/2018/09/o-glifosato-da-monsanto-prejudica-abelhas-avisa-novo-estudo.html
Foto no Mucifal/Colares
terça-feira, setembro 25, 2018
Notas sobre o Vinho de Colares
“O genuíno Vinho de Colares é um vinho de mesa de previlegiada compleição, produzido com as uvas da casta Ramisco, cultivado exclusivamente nos terrenos de areia solta de origem terciária situados na região de Colares de cujo antigo concelho adoptou o nome.”
In "O Vinho de Colares" –1938
A Carta de lei, de 18 de Setembro de 1908, determinou que "os vinhos produzidos na freguesia colareja e nos terrenos areentos das freguesias de São Martinho e de São João das Lampas fossem tidos como vinho do tipo regional de Colares".
*Fotos do Arquivo Municipal de Sintra, não datadas.
segunda-feira, setembro 24, 2018
domingo, setembro 23, 2018
Tempo das Vindimas 2018
Foto em 23/09/2018 na vinha de Fontanelas
Denominação de origem Colares
A originalidade dos vinhos de Colares foi reconhecida em 1907, mas a demarcação da região só aconteceu um ano mais tarde. Em 1994, os vinhos passaram a usufruir do estatuto de DOC.
Foto em 23/09/2018 na vinha de Fontanelas
Foto em 23/09/2018 na vinha de Fontanelas
Segundo o "Livro de Vinhos. Proteste" (DECO), na campanha 2017/2018. a produção foi de apenas 177 hectolitros
sexta-feira, setembro 21, 2018
Festival Romano IN VINO VERITAS em Odrinhas
O Festival IN VINO VERITAS (no vinho está a verdade!), teve início hoje no Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas.
Em Odrinhas sê romano...até ao próximo Domingo.
O principal homenageado deste festival é baco deus do vinho
Recreado um mercado de época com a presença de artesãos, mercadores e dançarinos. Nas tabernas será possivel provar a gastronomia romana.
Fotos em 21/09/2018
Uma visita a Odrinhas como um salto no tempo - até à época em que Sintra era parte integrante do império romano. Num local em que existem (visitáveis), as ruínas da villa romana de São Miguel de Odrinhas e o Museu Arqueológico.
Em Odrinhas sê romano...até ao próximo Domingo.
O principal homenageado deste festival é baco deus do vinho
Os deuses da Praia das Maçãs :deus dos Oceanos, deusa da Lua e o deus do Sol
Recreado um mercado de época com a presença de artesãos, mercadores e dançarinos. Nas tabernas será possivel provar a gastronomia romana.
Uma visita a Odrinhas como um salto no tempo - até à época em que Sintra era parte integrante do império romano. Num local em que existem (visitáveis), as ruínas da villa romana de São Miguel de Odrinhas e o Museu Arqueológico.
quinta-feira, setembro 20, 2018
Festival Romano IN VINO VERITAS em Odrinhas
O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas recebe no fim-de-semana de 21, 22 e 23 de Setembro o Festival Romano IN VINO VERITAS (no vinho está a verdade)!
O principal homenageado deste Festival será Baco, deus do vinho, que segundo a mitologia grega teria ensinado a humanidade a extrair o sumo da uva.
Durante o Festival IN VINO VERITAS será realizado um animado Cortejo Báquico e uma cerimónia de oferendas a este deus. De forma a acompanhar estas festividades sacras, será recriado um mercado de época com a presença de artesãos, mercadores, músicos, dançarinos, histriões, acrobatas e outras personagens que nos irão remeter para o quotidiano dos campos olisiponenses. Nas tabernas será possível apreciar a fabulosa gastronomia romana!
Propõe-se assim uma viagem até aos primeiros séculos da nossa Era, quando o território que hoje é Sintra formava parte integrante do Império Romano, em concreto dos campos de Felicitas Iulia Olisipo (actual Lisboa). A testemunhar este passado longínquo subsistem as ruínas da villa romana de São Miguel de Odrinhas, e a própria colecção do Museu, que poderá ser visitada durante o horário do Festival.
*Texto MASMO
Data:
21 de Setembro (sexta-feira), das 17h às 23h
22 de Setembro (sábado), das 12h às 23h
23 de Setembro (domingo), das 12h às 22h
Acesso: Gratuito;
quarta-feira, setembro 19, 2018
Gostar de Árvores (reedição)
Nem todos os sintrense desejam uma Sintra sem árvores -Memória de 21 de Maio de 2010
Uma intervenção do Clube de Tricô "Conversa Fiada", no Largo do Morais, em Sintra, um dos locais em que o Departamento de Parques e Jardins podou bárbaramente, Plátanos e Tílias. em 2010 e também em anos posteriores.
*Foto em Maio de 2010
*Foto em Maio de 2010
*Fotos em Maio de 2010
Clube de Tricô "Conversa Fiada"
A arte de envolver elementos do património público com tricô que, de algum modo, suscitam intervenção cívica, foi iniciada nos EUA em 2005, sendo conhecida por Yarnbombing.
Em Sintra, inspirado neste movimento que já se espalhou por todo o mundo, o Clube de Tricô “Conversa Fiada” vem fazer a sua primeira intervenção.
Foi no Largo do Morais que o Departamento de Parques e Jardins selvaticamente podou as árvores, há umas semanas atrás.
Por isso, decidiu o Clube de Tricô “Conversa Fiada” vestir simbolicamente estas nossas amigas.
O critério utilizado ronda o incompreensível.
Vejamos:
O jardim que ali se encontra, com bancos convidativos a uma pausa para quem sobe da Estefânia para S. Pedro, foi deixado sem uma única sombra. Todos os plátanos, foram decepados dos seus ramos.
As árvores da Rua D. João de Castro, foram objecto de intervenção absolutamente absurda, efectuada num lugar tão característico de Sintra.
Logo no início, temos várias tílias completamente decapitadas dos ramos que estavam já cobertos de folhas (este ano já não voltarão a rebentar), outras às quais foram cortados os ramos alguns metros acima do tronco e, pasme-se, logo a seguir, um conjunto de árvores exuberantes de folhagem bonita, onde a motosserra não tocou.
Que critério tão discriminatório foi utilizado no tratamento dado a estas árvores?
Onde estão os técnicos da Câmara a quem foi ministrada, em Abril de 2009, a formação adequada para que “(…) se as árvores de Sintra pudessem ver-se ao espelho, gostassem da imagem reflectida e louvassem o cuidado posto na sua fisionomia saúde e preservação(...)”? “Coisas d’Árvores,” Abril 2009
Até quando vamos assistir a estes atentados? Só pela simples razão de que, em anos anteriores as podas foram assim efectuadas?
Lamentamos profundamente a falta de cuidado que a Autarquia tem demonstrado em relação às nossas árvores, património natural fundamental para que Sintra esteja classificada pela UNESCO como Paisagem Cultural da Humanidade.
Clube de Tricô “Conversa Fiada”
*Texto fornecido pelo Clube de Tricô "Conversa Fiada
Outras Intervenções da CMS neste local:
Posts relacionados publicados no blog sobre a mártire rua D.João de Castro, e das sua tílias e plátanos ao longo do tempo-ver aqui:
http://riodasmacas.blogspot.pt/search?q=rua+D.Jo%C3%A3o+de+Castro
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