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A mostrar mensagens de Março, 2018

Apanha do mexilhão na Sexta-feira Santa

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Apanha de mexilhão, durante a Páscoa  é uma tradição  familiar  que ainda continua  bastante viva  em toda a costa sintrense - embora obrigando a correr alguns riscos. Esta festividade comemora-se na altura do Equinócio de Primavera, que provoca marés muito baixas. Este facto, associado à crença cristã de não se comer carne na Páscoa, acabou por criar a tradição de,  na manhã de Sexta-feira Santa, da apanha do mexilhão. Na zona do Mindelo /Praia das Maçãs a apanha iniciou-se cedo na manhã de hoje, conforme as fotos testemunham Fotos no Mindelo/Praia das Maçãs-30/03/2018 

Capela de Nossa Senhora das Dores no Mucifal (reedição)

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Primeira página do "Jornal de Sintra" de Janeiro1942 Mucifal situado na margem direita do rio das Maçãs,(ribeira de Colares), não tem no seu património monumentos que possibilitem grandes referências. A sua Capela, e seu Largo , são sem dúvida a sua maior referência, tendo ao lado o Mercado, obra recente mas com um bom enquadramento no local. O Largo do Mucifal ,(Largo Nossa senhora das Dores), conhecido por forasteiros e da população dos seus arredores, pelas festas que aí se organizavam durante o Verão. O Largo   sofreu obras de embelezamento, que alteraram o seu aspecto tradicional, onde existe um busto de umas das figuras mais emblemáticas do Mucifal , José Fernandes Badajoz o” Poeta Cavador”. A Capela do Mucifal, começou a ser construída há 78 anos, como noticiava o “Jornal de Sintra”, em 1940: “Em poucos dias, a edificação desta capelinha tem atingido grandes proporções, mercê do apoio do povo do Mucifal e dos amigos desta localidade, continuando a Comissão a

Fábula do Rio das Maçãs

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 Lourel, local da nascente do rio das Maçãs -foto na Quinta da Ribafria Rio das Maçãs Das maçana appelido então tomei Que no mundo me faz tão conhecido E hum caso aconteceo que vos direi Quando corri furioso, e atrevido: Porque tam longe as ondas penetrei Neptuno se mostrou mais offendido, Queixando-se que entrei mais Soberano Que no seu Oceano outro Oceano. E porque em popa vinha a Armada A tomar em mim porto desejado Mutiplicou penedos mil na entrada Como tão poderoso apaixonado: A maritima gente experimentada Do mar quebrando em flor vento alterado Arrendo as escotas de estibordo Mandou virar da parte de bombordo Neptuno por quem fazia mil estremos Em mil negocios seus no tempo antigo Dos quaes ambos depois nos esquecemos Isto me faz então como inimigo: E fez mais inda o damno que sabemos Por estar encontrado assi comigo. E porque sou a causa que me magoa Que vos entope a barra de Lisboa Mas que dirá o Tejo celebrado A quem tanto poema lisongea Foi nisto com Neptuno conjura

Horário de Primavera 2018

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O novo horário de Primavera 2018 do eléctrico da Praia das Maçãs entrou em vigor no dia 26 de Março e está em funcionamento até 17 de  Junho.

Não havia necessidade...

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Árvores de Sintra Fotos em 26 de Março de 2018 Codiceira Chilreira Arneiro dos Marinheiros Arneiro dos Marinheiros

Aviso à navegação II (com actualização)

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O Centro Histórico de Sintra e os seus acessos vão estar condicionados  por alteração de sentido de trânsito a partir das 22h00 do dia 26 de Março. Decidiu a CMS, implementar um conjunto de medidas que vai alterar os circuitos tradicionais de acesso à Vila Velha. Nos últimos dias comerciantes  e alguns moradores reagiram contra as novas medidas de acesso à Vila Velha: https://www.publico.pt/2018/03/23/local/noticia/comerciantes-e-moradores-tentam-travar-alteracoes-ao-transito-no-centro-historico-1807882 Também, foi interposta uma  Providência cautela r, de forma  suspender estas alterações  nos circuitos de acesso à Vila Velha. O período da Páscoa é sem dúvida um dos momentos mais caóticos nos acessos a Sintra e especialmente ao Centro Histórico e   visita aos Palácios da Vila,  da Pena, e ao Castelo dos Mouros – com visitantes espanhóis e de outras origens, e mesmo muitos  portugueses neste período Pascal - mas  foi  exactamente o momento decidido, pela autarquia,

Projecto inovador (reedição de um post de Dezembro de 2006)

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Um Rebanho em Sintra 1898, autor, Alfredo Keil óleo sobre tela 24,8 x 36,8 cm Museu do Chiado Lisboa. Como forma de celebrar os 25 anos do Parque Natural Sintra- Cascais, a editora Pedra da Lua, lançou na ultima quinta-feira, um livro que recolhe diversos depoimentos de pessoas com ligação à região, a que chamou “Parque para te quero-Guia sentimental”, os direitos da venda deste livro serão doados para um inovador projecto em Portugal, de rebanhos de cabras para limpeza das matas na serra de Sintra, que servirá tanto para reduzir o risco de incêndios, como para ajudar a controlar pragas vegetais. Segundo o jornal “Público” de ontem, em artigo de Ricardo Garcia: “A ideia não é nova. Nos Estados Unidos algumas empresas já oferecem este serviço de pastoreio preventivo. Uma delas é a Goat R Us, criada em 1995 por um casal do município de Orinda, na Califórnia.” O Parque Natural de Sintra-Cascais, segundo a editora, Gabriela Fernandes, já disponibilizou um local para receber o rebanho

Porque hoje é Sábado...

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Ao volante do Chevrolet pela estrada de Sintra  Ao volante do Chevrolet pela estrada de Sintra, Ao luar e ao sonho, na estrada deserta, Sozinho guio, guio quase devagar, e um pouco Me parece, ou me forço um pouco para que me pareça, Que sigo por outra estrada, por outro sonho, por outro mundo, Que sigo sem haver Lisboa deixada ou Sintra a que ir ter, Que sigo, e que mais haverá em seguir senão não parar mas seguir?  Vou passar a noite a Sintra por não poder passá-la em Lisboa,  Mas, quando chegar a Sintra, terei pena de não ter ficado em Lisboa.  Sempre esta inquietação sem propósito, sem nexo, sem consequência, Sempre, sempre, sempre, Esta angústia excessiva do espírito por coisa nenhuma, Na estrada de Sintra, ou na estrada do sonho, ou na estrada da vida... Maleável aos meus movimentos subconscientes do volante,  Galga sob mim comigo o automóvel que me emprestaram.  Sorrio do símbolo, ao pensar nele, e ao virar à direita.  Em quantas coisas que me emprestaram gu

Aviso à navegação

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O Centro Histórico de Sintra e os seus acessos vão estar condicionados  por alteração de sentido de trânsito a partir das 22h00 do dia 26 de Março. Foi decidido pela CMS, implementar um conjunto de medidas que vai alterar os circuitos tradicionais de acesso à Vila Velha. O período da Páscoa é sem dúvida um dos momentos mais caóticos nos acessos a Sintra e especialmente ao Centro Histórico e   visita aos Palácios da Vila,  da Pena, e ao Castelo dos Mouros – com visitantes espanhóis e de outras origens inclusive, portugueses neste período Pascal, mas  é o momento decidido para arranque das medidas de alteração dos sentidos do trânsito. No plano radical das mudanças, considera  CMS, a existência de parques periféricos e transportes públicos para fazer chegar os visitantes e não só à Vila Velha. O mapa das alterações destribuído no site da CMS, é confuso, e será ainda mais   para quem seja visitante e não conheça Sintra. O Eléctrico e a Av. Heliodoro Salgado  Prometeu Fe

Sobreiro Assobiador de Águas de Moura nomeado Árvore do ano de 2018!

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Foto" Notícias ao minuto" O vencedor do concurso europeu da árvore do ano de 2018 foi revelado esta quarta-feira, em Bruxelas, na presença de 200 participantes. O Sobreiro Assobiador de Águas de Moura, Portugal, ganhou com 26.606 votos, seguido pelos Ulmeiros ancestrais de Cabeza Buey (22.332 votos) e pelo 'Ancião das Florestas de Belgorod' (21.884 votos). O Assobiador deve o nome ao som originado pelas inúmeras aves que pousam nos seus ramos. Plantado em 1783, este sobreiro já foi descortiçado mais de vinte vezes. Com 234 anos, o Assobiador está classificado como 'Árvore de Interesse Público' desde 1988 https://thetreeographer.com/2018/01/10/portugals-prize-cork-oak-the-whistler-tree/ Sintra e a Sobreira dos Fetos A Sobreira dos Fetos, junto à Quinta do Relógio-foto de 02/07/2014 Sobre a Sobreira dos Fetos A Sobreira dos Fetos, classificada como árvore de interesse público, por despacho publicado no Diário da República II

Nota histórica das Azenhas do Mar

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(Foto-montagem RiodasMaçãs) Do Guia sentimental “ PARQUE PARAQUE TEQUERO”, editado pelo jornal "Público"para assinalar os 25 anos do Parque Natural Sintra-Cascais,-(interessante colectânea de depoimentos de personalidades da vida portuguesa que sentem uma ligação sentimental a Sintra), destaco desta vez um excerto do testemunho de Frederico Lúcio Valsassina Heitor, Director do Colégio Valsassina, e com casa na Praia das Maçãs: « Lembro-me perfeitamente de ter ouvido com os meus avós a declaração de guerra, em 1 de Setembro de 1939 na quinta de Sintra, todos em volta de um aparelho de rádio pequenino.”  E destaca o episódio dos aviões ingleses que se perderam por entre os céus brumosos de Sintra.  Estava à janela de casa dos meus avós nas Azenhas do Mar quando ouvi o som do farol do cabo da Roca- chamávamos-lhe a “vaca” -, logo seguido por um barulho ensurdecedor que, do meio do céu anunciou uma fortaleza voadora.  A “vaca” era o sinal de dias de bruma espessas no cabo mais

Sintra e os Poetas (Ingleses)

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Lorde Byron , notável poeta inglês, chamou-lhe um “Eden Glorioso” (Glourious Eden) ,Southey, também distinto poeta inglês disse: “O mais abençoado lugar no mundo (the most blessed spot in the habitable globe)., já em 1859 quando da visita de um outro poeta inglês , o laureado Alfred Lord Tennyson , no seu diário de viagem descrevia as sua impressões sobre Sintra, “Á tarde viemos para aqui a viagem foi fria e a região é secca , amarellada e inteiramente desinteressante. Cintra deu-me á primeira vista uma decepção, e talvez continuasse a produzir o mesmo efeito, comquanto possa parecer muito agradável aos olhos meridionais, pelo contraste que os seus bosques de arvores de folha permanente formam com o aspecto crestado. Subi com Grove á Pena , um castello de aspecto mourisco no alto do monte.Andam a restaura-lo; tem portadas revestidas de azulejo, que me fazem lembrar as da edição illustrada das Mil e uma noites de Lane.” (gravura publicada em Illustração portuguesa VI Volume 20 de Julh

Postal de Cintra

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  Postal sem data-Editor: Alberto Malva No “ Guia do Viajante em Portugal e suas colónias em Africa". Ed.Empresa Nacional de Navegação-1907: “O Castello da Pena foi primitivamente um convento, da ordem de S.Jeronymo, fundado em 1503, por El-Rei D.Manuel, em memória do tempo em que alli passou esperando a frota de Vasco da Gama, no regresso da India.Era esse convento uma espécie de prisão, para onde eram mandados os frades d’aquella Ordem, quando comettiam faltas.De architectura godo-arabica, está construído em um dos mais elevados cabeços da serra. Foi em 1841, que D.Fernando,avô do actual monarcha, mandou transformar o convento em palácio, reedificando uma parte do edificio que tinha sido attingida pelo terramoto de 1755.” Nota para visitantes: "Edificio da Pena-visita-se todos os dias e a toda a hora sem bilhete , só o parque e a egreja.Para vêr o palacio, é necessário um bilhete da Administração da Caza Real. Estando S.S.M.M. reinantes, que alli perm

Conferências de Primavera no MASMO

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Postal de Galamares

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Em Novembro de 2017 verificou-se o abatimento de piso e queda do muro de suporte na (EN) 247, em Galamares. Mais recentemente surgiu um placard, indicando que as Infraestruturas de Portugal, teriam assumido a obra...mas ontem às 23h00, a situação era  a que a foto apresenta - sem qualquer vestígio de começo de obra.

Postal de Colares

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Em 1937 Colares vivia uma fase de grande desenvolvimento.Época em que a Adega Regional de Colares, com o Dr.Brandão de Vasconcelos e Alberto Totta na direcção, reflectia também os bons resultados da produção do vinho de Colares. *Foto do arquivo Municipal de Sintra/Costumes da região de Collares

A tempestade Gisele está por cá

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Praia das Maçãs hoje às 13h00 O tempo tem vindo a piorar por causa da passagem da tempestade Gisele - antes e  em pouco tempo passaram por cá as tempestades Ana a Emma e o Félix. Hoje sentimos  bem os efeitos da Gisele, que deverá estar por cá até sexta-feira. Praia das Maçãs/Mindelo hoje às 13h00

Actividades para as Férias da Páscoa no MASMO

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Além da exposição permanente,"O livro da pedra" ICronos devorator, também a exposição temporária "Agricultores e Pastores da Idade Média . Testemunhos da região de Sintra".

A Primavera segundo MEC

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Excertos de uma crónica de 12/03/2018, de  Miguel Esteves Cardoso,no jornal Público : "Aqui na Primavera". "A Primavera começa quando lhe apetece. Não quer saber das posições dos astros. Tem tanta força que os ventos nada podem contra ela. Apenas quer saber da chuva e do sol." "As gaivotas praticam desporto nas ventanias. deixando-se ir de asas esticadas. boiando no ar, sem gastar uma única caloria, acumulando preguiças em vez de milhas.(...)" "Já é Primavera para os melros desde Fevereiro. Não param quietos e não se importam de ser vistos. Não só perderam a vergonha, como agradecem as testemunhas: os grandes amores são para se verem.(...)" Ver crónica integral: https://www.publico.pt/2018/03/12/sociedade/cronica/aqui-na-primavera-1806257 *Fotos em Março 2018, na Praia Grande e no Mucifal

Capela circular de Janas e o culto de Diana

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Capela Circular de S.Mamede de Janas Extracto de “VESTÍGIOS DO CULTO DE DIANA EM PORTUGAL” da autoria do Dr. Fernando Castelo-Branco (...)Em diversas cerimónias religiosas, ainda hoje praticadas no nosso país, se podem assinalar vestígios e sobrevivências desse culto pagão. Uma superficial e rápida pesquisa revelou-nos imediatamente a existência de várias festividades religiosas em que a influência desse antigo culto é manifesta, sendo evidente que devemos estar perante casos de cristianização de cultos pagãos, neste particular, do culto de Diana. (...)" "Uma das mais curiosas dessas festividades e que melhor evidencia a sobrevivência do culto da deusa é a de S. Mamede de Janas. Trata-se duma romaria que se realiza na ermida de S. Mamede, na povoação de Janas, a cerca de 3,5 k. ao norte de Colares, nos dias 15 e 16 de Agosto de cada ano. Os lavradores da região, e mesmo das zonas mais afastadas, como por exemplo de Torres Vedras, aparecem aí nesses dias, acompanhado

Comemoração do 13º Aniversário da Alagamares

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Decorreu ontem na Escola Profissional Alda Brandão de Vasconcelos em Colares, o jantar comemorativo dos 13 anos da Alagamares -Associação Cultural, que reuniu uma grande número de amigos. Momentos do jantar

Alagamares -Associação Cultural, 13 anos depois.

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Foto de um Colóquio/Debate em Defesa das Árvores de Sintra, organizado pela Alagamares, com um painel de especialistas. O painel do colóquio era constítuido pelo Arq. Gonçalves Teles, Engº Eugénio Sequeira, da Liga para a Protecção da Natureza, Dr.Rui Brandão, da Sociedade Portuguesa de Alergologia, EngºNuno oliveira, da Parques de Sintra-Monte da Lua, e Dr.Carlos Albuquerque, da Câmara Municipal de Sintra, em 28 de Abril de 2012, na Sociedade União Sintrense.   A Alagamares -Associação Cultural que hoje comemora o seu 13º Aniversário  " Projecto de carolas gisado em fins de tarde nos cafés de Galamares, Alagamares se lhe decidiu chamar, por ser esse o primitivo topónimo da aldeia onde a maioria dos fundadores morava e, porque tal como o mar alagava o rio das maçãs quando este era navegável, também assim se desejou, que como a água purificadora, o conhecimento e o desafio de alargar o espírito alagassem as mentes dos que connosco abraçaram este projecto. Fizemos colóqu

O 128º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares

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Eduardo Rodrigues da Costa - 1° Comandante da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares - Fundada a 9 de Março de 1890 - 128 anos de História Elementos da história dos Bombeiros Voluntários de Colares     Bomba  braçal Flaud (1891) A bomba Flaud doada aos B. V. de Colares pelo Comandante Eduardo Rodrigues da Costa em 1891 Bomba braçal Metz (1915) Bomba Metz, adquirida em 1915 Abril de 1915 "Sendo necessário ir ao Porto buscar a bomba braçal encomendada à firma Augusto Soares& Irmãos, foi resolvido enviar 5 homens ao Porto os quais, ao mesmo tempo representariam a Associação na cerimónia de inauguração do monumento a Guilherme Gomes  Fernandes." In "Cem anos fazendo o bem" de António Caruna Outubro 1921 -"Registou-se um pavoroso incêndio no Royal Hotel Belle-Vue na Praia das Maçãs , ficando o edificío praticamente destruído. (...) Dali a pouco, apareceram os Bombeiros de Colares com a sua bomba braçal em aflita cor