sábado, abril 25, 2015

Os Jardins da Quinta da Ribafria afinal abriram mesmo hoje...

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Com a confusão instalada sobre a  data da abertura dos Jardins da Quinta de Ribafria, (inauguração cancelada na véspera do dia 25 de Abril e adiada para o próximo 1º de Maio) - afinal abriu mesmo hoje, face aos inúmeros visitantes que  ali se  deslocaram, para o evento anteriormente anunciado pela CMS, sem receio das "condições atmosféricas", a  razão alegada para a alteração da data.

Horário para visitar:
De Abril a Setembro, das 10h às 19h, e de Outubro a Março, entre as 10h e as 18h.

Via blog "Tudo sobre Sintra"
http://www.tudosobresintra.com/2015/04/jardins-da-quinta-da-ribafria-abriram.html

Porque hoje é 25 de Abril!

Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
Ainda guardo renitente
um velho cravo para mim

Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
n'algum canto de jardim
(...)
Chico Buarque de Holanda/Tanto Mar

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Diário Popular de 30/04/1974

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Foto de Alfredo Cunha/Lisboa 25 de Abril de 1974

sexta-feira, abril 24, 2015

Abertura dos jardins da Quinta da Ribafria do 25 de Abril para o 1º de Maio

Segundo informação da CMS: "A abertura ao público dos Jardins da Quinta da Ribafria, prevista para dia 25 de abril, foi adiada devido ao agravamento das condições atmosféricas, para o próximo dia 1 de Maio, às 15h00.
O concerto da Banda Militar do Exército também está adiado para o próximo dia 1 de maio, às 17h30. 
A exposição de escultura de Laranjeira Santos e o percurso pedestre de visitação de toda a Quinta da Ribafria vão estar disponíveis ao público a partir do próximo dia 1 de Maio."

 


Memórias de uma Primavera chuvosa

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Jornal República de 22 de Abril de 1974 /visado pela comissão de censura

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Ilustração Portuguesa -Ano 55, n.º 1021, 29 de Setembro de 1961/visado pela comissão de censura

quinta-feira, abril 23, 2015

Biblioteca de Arte Equestre inaugurada no Palácio Nacional de Queluz

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Foto PSML
A Parques de Sintra (PSML) inaugurou, a 22 de abril, no Palácio Nacional de Queluz, a única biblioteca nacional dedicada exclusivamente à Arte Equestre e aberta ao público: a “Biblioteca de Arte Equestre D. Diogo de Bragança, VIII Marquês de Marialva”. No local, além da consulta das publicações, será também possível observar 165 gravuras, duas pinturas (um retrato da família dos 3ºs Duques de Lafões e um de D. Pedro Vito de Meneses Coutinho, 6º Marquês de Marialva), uma casaca de cavaleiro tauromáquico e uma réplica de cavalo ajaezado com gualdrapas e xairel de finais do século XVIII.
 

 

quarta-feira, abril 22, 2015

Quinta da Ribafria aberta ao público no dia 25 de Abril

No âmbito das comemorações do 41º aniversário do 25 de Abril, a Câmara Municipal de Sintra abre ao público os Jardins da Quinta da Ribafria
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Com a abertura dos jardins da Ribafria é inaugurada a exposição de escultura de Laranjeira Santos, onde vão estar expostas 16 esculturas.





Revista Ilustração nº86, de 16 de Julho de 1929




Posts relacionados sobre a Quinta da Ribafria:


http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/03/noticias-da-quinta-da-ribafria.html


http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/08/visita-quinta-da-ribafria.html


 http://riodasmacas.blogspot.pt/2011/01/quinta-da-ribafria.html

terça-feira, abril 21, 2015

Postal das Azenhas do Mar de ontem e de hoje

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Foto de 1953, da autoria de António Pedro Passaporte 1901/1983
"Azenhas do Mar , povoação assente nas arribas e que desce, na mais caprichosa assimetria, até ao-rés-da-agua, nas faldas dum pequeno promontório."
Raul Proença/Guia de Portugal 1924
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Foto das Azenhas do Mar de ontem, 20/04/2015, com a piscina oceânica assoreada.

"Azenhas do Mar são a denominação de uma aldeia, duma antiquíssima povoação, que pertenceu há mais dum século ao extinto Concelho de Colares, orago de Nossa Senhora da Assunção, jurisdição da Comarca de Torres Vedras. Fez parte das 25 povoações que constituiam o distrito daquela invocação e era a oitava em importância e número de fogos que, já em 1815, atingiam o somatório de 22. O indicado distrito de Nossa Senhora da Assunção confinava com os das freguesias de S.Martinho da Vila de Cintra, S.João das Lampas, e com o Oceano, pertencendo-lhe as praias que lhe são adjacentes, e indo acabar no cabo ou farol da Roca (Visconde de Jerumenha no seu livro Cintra Pinturesca Pg. 155 a 157) (...)"
Opúsculo da Comissão de melhoramentos das Azenhas do Mar -relatório e Contas , exercicio de 1928. Ed. 1929

segunda-feira, abril 20, 2015

Do Cabo da Roca ao Cabo Espichel

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O Moto Clube de Sintra promoveu no domingo, dia 19, um passeio motard que ligou o Cabo da Roca ao Cabo Espichel, numa iniciativa que acompanhou  a imagem de Nossa Senhora do Cabo Espichel.
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O culto medieval a Nossa Senhora do Cabo ou Santa Maria da Pedra de Mua é documentalmente mencionado pela primeira vez numa carta régia de D. Pedro I, datada de 1366 e constitui uma das mais antigas e interessantes manifestações de religiosidade popular em Portugal.
Divulgado o miraculoso achamento da imagem de Nossa Senhora no espigão rochoso do Cabo Espichel, muito rapidamente o culto terá levedado, não só entre as localidades mais ou menos vizinhas da margem sul do Tejo, mas sobretudo na margem norte do rio, recobrindo praticamente todo o território da região saloia. Aqui viria a atingir assinalável relevo, ficando conhecido pela designação de "círio saloio", "círio real" ou "círio do bodo", tendo não poucas vezes contado com a especial proteção da Família Real.
In Wikipédia
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O passeio  acompanhado por centenas de motards, resultou   de uma iniciativa conjunta do Moto Clube de Sintra e da Comissão das Festas da Nª Sª do Cabo de S. Pedro Penaferrim.
 
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Fotos da passagem do cortejo "De Cabo a Cabo" por Colares.

Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/09/notas-sobre-o-cirio-de-nsenhora-do-cabo.html



domingo, abril 19, 2015

Visita ao Dakota (DC3) do Museu do Ar

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O Dakota DC3 , é a aeronave que fazia  ligação  Lisboa - Luanda - Lourenço Marques, a Linha Imperial, iniciada em 2 de Dezembro de 1946. Hoje, faz parte do espólio do Museu do Ar em Sintra e foi apresentado após restauro, no dia em que a TAP comemorava os 70º aniversário, em 14 de Março último.
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Linha Imperial, um voo de 24.540 Km era efectuado em 12 escalas.
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Escalas do voo da linha Imperial: Marrocos, Senegal, Gana, Gabão, Luanda, até Maputo (Lourenço Marques), no Congo ou Zimbabué.
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Interior do DC3 durante uma viagem.( Foto do Museu do Ar)

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 Casa de banho e cozinha do DC3. Preço total do voo entre Portugal e Moçambique 14.470 escudos.
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"O avião  de transporte Douglas D-47 Dakota (DC3) de origem americana, foi o cavalo de batalha da aviação de transporte táctico dos Aliados durante a II Guerra Mundial. Robusto e fiável. O primeiro avião deste tipo a ser utilizado por Portugal era da USAAf e aterrou por avaria em 1943, tendo sido apreendido e depois integrado na então Aeronáutica Militar, do Exército. Foram depois adquiridos a partir de 1953 mais 28 para a Força Aérea. Estavam dotados de dois motores radiais de 1200 hp, tinham uma velocidade máxima de 370 Km/h ou 290 em cruzeiro, um raio de acção de 3300 km e uma capacidade de carga de 3170 kg."
in "Os anos da Guerra Colonial" nº1
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Dakota e Fiat G-91 em Mueda/Moçambique ( Guerra Colonia/DN)
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Transporte de militares em avião «Dakota C-47», na zona de canbanga, no Leste de Angola(Guerra Colonial/DN)

Mais um pouco de história do DC3 do Museu do Ar, retirado do no site do Projecto Vintage AeroClub:
O avião DC3 da TAP, exposto no museu do Ar, na base aérea de Sintra é na verdade uma aeronave ex-DGAC, de matrícula CS-DGA. O modelo completo é C47A-80-DL, o seu número de registo é o 43-15037 e foi construído em 1943, na fábrica de Long Beach. Enquanto ao serviço da USAAF, participou nas operações militares da 2ª Guerra Mundial entre 1944 e 1945, foi vendido como surplus de guerra em 1946, primeiro para a Irlanda e finalmente para Israel, onde foi adquirido para voar para a DGAC, em 1963. A sua vida operacional terminou 29 Junho de 1979 e em 1987 foi oficialmente oferecido à TAP. Este avião nunca voou nas linhas da TAP. Enquanto espólio da TAP, foram-lhes aplicados vários tratamentos estéticos, principalmente ao nível do exterior, tendo o seu interior degradado significativamente ao longo dos anos. A pintura aplicada representa o CS-TDA, primeiro DC3 matriculado nos TAP. Um conjunto de pessoas interessadas e voluntárias, dentro e fora da TAP, propôs o restauro estético deste avião, para que volte a apresentar a excelência que a companhia representava, aquando da inauguração das suas operações, em 1946.
Projecto Vintage AeroClub
https://grupodakotatap.wordpress.com/projecto-a/



*Fotos do DC3 no Museu do Ar/Granja do Marquês em 16/04/2015