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A mostrar mensagens de Novembro, 2018

Galopim de Carvalho preocupado com bloco na Praia Grande que ameaça ruir

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"António Galopim de Carvalho avisou que um bloco na vertente de pegadas de dinossauros da Praia Grande ameaçava ruir e pediu uma avaliação. Um geólogo da Câmara de Sintra já fez a avaliação e diz que não há motivo para encerrar o percurso por falta de segurança." Foto do local  e da saliência que preocupa Galopim de Carvalho (foto em 22/10/2018) “Estive lá com um grupo de crianças e, naqueles cinco ou dez minutos, só para explicar, estava preocupado e enquanto não corri com as crianças dali para fora não descansei”, contou o antigo director do então Museu Nacional de História Natural.  o percurso por falta de segurança. No texto – também publicado no blogue De Rerum Natura, de divulgação científica –, o geólogo alertou que “uma parte da camada de calcário (sobrejacente à que contém as pegadas), com perto de uma dezena de toneladas, está prestes a ruir”. António Galopim de Carvalho avisava para a possibilidade de ser precisamente sobre as cabeças de quem estiver no pequen

Bombeiros de Sintra não pretendem integrar o DECIR em 2019

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COMUNICADO DOS BOMBEIROS DE SINTRA Os Corpos de Bombeiros do Município de Sintra, decidiram em plenário, não integrar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) em 2019. Esta decisão foi provocada pelas recentes medidas que o Governo prevê aplicar na reestruturação da Protecção Civil em Portugal, que afectam o maior Agente de Protecção Civil, os Bombeiros Voluntários. Esta medida irá fragilizar o DECIR 2019, no Distrito de Lisboa em cerca de 15 equipas, ou s eja em cerca de 20% dos meios do dispositivo no Distrito. Considerando que os Bombeiros do Concelho de Sintra, conseguem também constituir mais 3 Grupos de Reforço para fora do Distrito, num total de mais de 90 operacionais e 30 veículos, representa em média a perda de capacidade de resposta de 50% do Distrito. No dia 28 de Novembro às 20:30, os Bombeiros do Concelho de Sintra convidam os Órgãos de Comunicação Social, para uma conferência de imprensa, no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Sintra.

A Flor de Mármore ou as Maravilhas da Pena em Sintra (reedição)

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"Flor de Mármore" de Francisco Gomes de Amorim,1878 Ed.Imprensa Nacional ... Nas derradeiras convulsões da terra, No ímpeto final d’ancia mais crua, Rebentou-lhe do seio uma alta serra, Com quem depois de amores teve a lua. O granito em cascatas espantosas Precipitado com terrivel sanha, Fez recuar as vagas tenebrosas Que rugiam na base da montanha. E como ia esfriando se formava Do seu conjunto um ramalhete immenso: Gingantea flor de marmore simulava O centro que dos céus direis suspenso. ... “O encadeamento de montes, de que se compõe a serra de Cintra, visto das maiores alturas, tem o aspecto de um immenso ramalhete irregular.A maioria dos seus cabeços ou picos apresenta a forma de flores pyramidaes, mas nenhum com tanta similhança como aquelle em que foi edificado o majestoso Palacio Real da Pena.” - Francisco Gomes de Amorim e a razão do título de “Flor de Mármore” -1878 “Francisco Gomes de Amorim , nasceu em a A-Ver-o- mar(Minho), em 13 de J

Porque hoje é Sábado...

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No Café Ramisco, Praia das Maçãs Vou ao Ramisco onde hoje está de serviço um empregado de mesa belo e jovem. No Ramisco, ao sentarmo-nos, a exiguidade do espaço com as mesas é um obstáculo. Ao levantarmo-nos, o espaço   tam-bém  nos prende com a mesa e a cadeira. Ele, deslocando a mesa, ajuda-me, com maior facilidade, a encontrar o meu lugar próprio, e diz-me, com os olhos sorrindo: – Vai ficar presa aqui. Sinto, no meu corpo de amor, a melodia dos sinais, e a solícita protecção de uma voz que sempre ouvi. / Há, no entanto, sem que eu dê por isso, uma mulher velha que passa, decidida, na  at-mosfera verde. No real, quer dizer, ao nivel do facto imediatamente visível e quotidiano, pousa-me, com uma certa pressão de peso, a mão aberta sobre a cabeça. – Não apanhe sol – diz ela com solícito cuidado. – É bom nas costas, mas este sol de Outubro, na cabeça, não. Uma gripe, agora, é dificil de curar. Levanto-me, ouvindo profundamente este sinal do dia. Maria Gabriela Llansol [N

Fonte dos Passarinhos no Parque da Pena

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Fonte dos Passarinhos Pavilhão erigido em 1853, inspirado na cultura árabe. De base octogonal, encimado por uma cúpula esférica, apresenta uma inscrição em árabe, na qual se alude à grandiosidade da obra de D. Fernando, comparando-a à de D. Manuel I. Os azulejos e diversos elementos decorativos neo-mouriscos, pontuam o parque de elementos exóticos e orientalizantes, próprios da gramática decorativa do Romantismo. Texto da PSML Pavilhão de estilo islâmico.Cúpula esférica com inscrição em árabe. Os azulejos são semelhantes aos da fachada principal do Palácio da Pena. -Mais informação sobre a Fonte dos Passarinhos- aqui

Antigo Hotel Victor na Vila Velha

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Fotografia retirada de "Bairros de Sintra" de José Alfredo Azevedo, com o edifício do antigo ,Hotel Victor ao fundo desta imagem. Imagens de um Hotel que existiu há muito anos na Vila de Sintra, e que não foi possivel ter muitas informações.José Alfredo Azevedo, no volume “Bairro de Sintra”, indica que nas caves do Hotel “foi instalado um restaurante de boa categoria, ao qual foi dado o nome de «Tacho Real».É seu proprietário João Salvado Alves.”Este restaurante ainda existe nas caves do que foi o Hotel Victor. Pintura em azulejo, num estabelecimento de seu nome “Cintra Antiga”, em que o Hotel Victor surge no plano central. (Foto:PedroMacieira) Imagem de hoje da Vila de Sintra, ainda com o edifício do antigo Hotel em destaque. (foto:PedroMacieira)

Caves Visconde de Salreu

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( Foto:Pedro Macieira) Nas últimas décadas do século XIX Colares conheceu um grande desenvolvimento, baseado principalmente na produção do Vinho de Colares. Em 1908 o vinho ramisco sofre efeitos de uma grave crise, e nesse mesmo ano a Carta de lei de 18 de Setembro reconhece o ramisco como vinho regional e mais tarde o decreto de 25 Maio de 1910 regulava a sua comercialização.É nessa época em 1921 que o Visconde de Salreu mandou construir em Colares ,com projecto do arquitecto Norte Júnior umas grandes caves, hoje ainda com uma óptima conservação. (Foto:Pedro Macieira) Maria Teresa Caetano , em “Colares”, descreve desta forma as enormes caves “O edifício de nítida inspiração vernacular alonga-se em dois blocos paralelos e contíguos que galgam a encosta, permanecendo a fachada junto à entrada principal, ornada por duas pipas envoltas numa cercadura azulejar da Fábrica Constança, a azul e branco, na qual se pantenteiam putti colhendo uvas.” Este edifício majestoso com uma fachad

"Vinhedos e Vinhos"

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Chegada das uvas à Adega de Colares ( não datada) (foto retirada do site “Vila de Sintra” Excerto de carta enviada por Rodrigo de Boaventura Martins Pereira,”Lente cathedrático da Escola Médico-Cirurgica de Lisboa” ao seu amigo Visconde de Chancelleiros em 16 de Julho de 1881: “ (...) Se dissermos aos nossos vinhateiros que depurem bem os seus vinhos para que elles se não estraguem, respondem-nos, enchendo os bofes com todo o arreganho da sua presumpção, que a borra –a “mãe”-não faz mal ao “filho” – o vinho. Se lhes dissermos que os vinhos limpos excusam de aguardentação para conservar-se, - replicam emphaticamente que o vinho de imbarque, sem aguardente se estraga ao passar da linha. E é tempo perdido lembrar-lhes o vinho de Collares e o Bordéus.” ( Texto retirado de “Vinhedos e vinhos” – autor: Rodrigo de Boaventura Martins Pereira, publicado em Bibliotheca do Povo e das Escolas nº117, em 1885)

Visita às árvores classificadas em Sintra de Interesse Municipal

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No último Sábado,o Grupo dos Amigos de Árvores de Sintra, realizou um passeio pelas árvores classificadas de Interesse Municipal. Correspondente a 80 árvores de médio e grande porte.    Sendo a primeira acção pública, deste grupo de cidadãos, decorreu num percurso entre o Jardim da Correnteza e o Largo da República na Vila Velha, guiada pelo Engº Rui Queirós, do ICNF. A necessidade de existência de boas práticas na preservação das árvores, evitando abates prematuros,  como recentemente aconteceu, com árvores classificadas pela própria autarquia -  o motivo principal desta visita. De fora desta visita ficou o conjunto de 43 plátanos e 11 tílias do Largo D.Fernando II em São Pedro de Sintra, o que acontecerá numa 2ª visita. Um caso chocante, uma caldeira coberta com cimento, na rua .Alfredo da Costa Também as tílias do Largo da República receberam a visita do grupo.

Tuia-gigante do Parque da Pena é candidata a Árvore do Ano 2019

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Fotos da Tuia-gigante do Parque da Pena em 2007 Tuia-gigante do Parque da Pena é candidata a Árvore do Ano 2019 - Votação nacional até 20 de novembro em  https://portugal. treeoftheyear.eu/Vote - Árvore eleita representará Portugal no concurso europeu Tree of the Year 2019 - Evento promove a importância das árvores antigas na herança cultural e natural Sintra, 15 de novembro de 2018 –  A tuia-gigante, uma das árvores mais emblemáticas do Parque da Pena, está a concorrer ao título de Árvore do Ano 2019, sob o mote “O Gigante da Pena”. Com cerca de 150 anos, uma altura aproximada de 35 metros e uma copa extensa e envolvente, foi plantada na época da criação do parque por D. Fernando II e é considerada, desde 1916, um dos exemplares notáveis deste recinto. Beneficiando de uma carga fortemente cénica, bem ao gosto do Romantismo, tem impressionado gerações e destaca-se como uma das árvores mais fotografadas da Pena. Esta espécie nativa da América do Norte, famosa entre

Marketing da Adega Regional de Colares em 1938

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Reprodução de página de"O Vinho de Colares" Numa reimpressão de “O Vinho de Colares” edição da Adega Regional de Colares de 1938 , feita pela C.M.Sintra encontramos uma obra muito interessante e um grafismo da época, que demonstra o cuidado com a imagem que o vinho de Colares já teria para os produtores nessa altura. Transcreve-se um texto publicitário sobre o vinho de Colares: O Vinho de Colares é vinho com corpo, alma e perfume. É o vinho da mais linda cor rubi, quando novo, e de cor acastanhada, ou casca de cebola velha, quando antigo. Antes de o beber deve, através do copo, contemplar-se a sua linda cor e aspirar-se o seu rico perfume. Num trago delicado é agradabilíssimo por toda a boca; o sabor e o perfume mixto de amêndoas e violetas dispersa-se estimulando o paladar. O Vinho de Colares é um vinho servido nas refeições não embota o gosto apurado para o vinho do Porto; o vinho branco servido com o peixe, o vinho tinto aco

Visita às árvores com a classificação de Interesse Municipal em Sintra

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No próximo dia 17, venha conhecer de perto os lódãos (Celtis australis L.), as tílias (Tilia x vulgaris Hayne)  e  a  tília tomentosa e  os 12 freixos (Fraxinus angustifólia), todas estas árvores classificadas de Interesse Municipal pela Câmara Municipal de Sintra.  O Grupo dos Amigos das Árvores de Sintra,  um grupo de pessoas, indignadas com o que aconteceu  recentemente ao “Freixo” (árvore classificada), na Alameda dos Combatentes da Grande Guerra, e preocupadas com preservação do património arbóreo sintrense, decidiram  organizar  uma visita às árvores classificadas de interesse municipal, guiada pelo Engº  Rui Queirós do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).  :  https://www.facebook.com/events/354107725335021/ Após o abate de duas árvores classificadas no jardim da Correnteza, a CMS plantou no fim de semana  novas árvores no local. Abates como consequência de podas mal feitas, e de não serem tomadas medidas sugeridas  pela ADPS, (Associação de Defesa d

Momentos Zen na Praia Grande

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Uma visita de Outono à Praia Grande Fotos desta tarde, com um grupo de visitantes não habitual, mas alegre e satisfeito decerto, com a beleza que a natureza brindou o local e com uma tarde com sol luminoso -  como é costume, nestes dias de  Outono sintrense. ,As bases das tradições e práticas budistas, são as  Três Joias : o Buda (como seu mestre), o  Dharma  (ensinamentos baseados nas leis do universo) e a  Sangha  (a comunidade budista). [  Encontrar refúgio espiritual nas Três Joias ou Três Tesouros é, em geral, o que distingue um budista de um não budista.  Outras práticas podem incluir a renúncia convencional de vida secular para se tornar um monge (sânscrito/páli:  bhikkhu ) ou monja (sânscrito/páli:  bhikkhuni ). Fonte Wikipédia (adapt.)

A lenda de S. Martinho

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No dia de S.Martinho , come-se castanhas e bebe-se vinho Martinho era um soldado romano ,valente e valoroso, que regressava de Itália para a sua terra em França.Na viagem, cruzou-se com um mendigo que tremia de frio, devido à chuva que caía com intensidade. Sentindo piedade daquela alma que lhe pedia esmola,Martinho não hesitou em partilhar a sua capa militar. Pegou na espada e cortou a capa ao meio.Quando se preparava para seguir viagem, a chuva parou de cair, as nuvens fugiram e o sol começou a brilhar.Assim ficou durante três dias.Diz-se que foi recompensa divina. A tradição mantém-se e por isso se fala no verão de S.Martinho, para lembrar que as boas acções não se devem esquecer.A ligação de S.Martinho e deste episódio às castanhas faz-se porque, quer a morte do Santo, quer a lenda,terão ocorrido em Novembro, a época das castanhas e da prova do vinho novo.

Porque hoje é Sábado...

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  Pedido de pão por Deus ainda é tradição no 1 de Novembro Transcrição de uma reportagem  da TSF/ Sandra Pires) Segundo o sociólogo Moisés Espírito Santo, a tradição do pedido do pão por Deus começa a misturar-se com o Halloween, em particular nas cidades. Nas zonas rurais portuguesas, o  feriado do 1 de Novembro é aproveitado para se fazer o pedido do pão por Deus, uma comemoração onde os mais novos andam de porta em porta vestidos a rigor, como manda a tradição. Ouvido pela TSF, o sociólogo Moisés Espírito Santo explicou que «as mamãs preparam-nos muito bem para andar na rua, muito bem vestidinhos, com uma saquinha muito bem arranjadinha para aquele efeito, mas nada de mascarados». «Andam muito seriozinhos, muito sossegadinhos e preparadinhos para aquele diz de festa», acrescentou este sociólogo sobre esta comemoração numa altura em que se começa a arraigar a tradição do dia das Bruxas na cultura portuguesa. Por esta razão, é já «costume a garotada subir aos prédios e aos

O regresso da Garça real da Várzea de Colares

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Nos últimos dias temos tido a sorte de conseguir fotografar a Garça da Várzea de Colares, por duas vezes, facto que não conseguiamos registar desde 1 de Agosto. O seu regresso poderá ser o sinal de regresso ao seu habitat de eleição - já que o actual caudal do rio da Maçãs, vai permitir-lhe  voltar às suas pescarias. Em 31 de Outubro de 2018 Em 8 de Novembro de 2018 Post relacionado: http://riodasmacas.blogspot.com/2018/08/no-1-dia-de-agosto-voltou-o-calor-e.html

Nota sobre a não publicação de comentários de leitores no blogue nos últimos tempos

 Só hoje, por um e-mail que me foi enviado, verifiquei que havia vários comentários que não tinham sido publicados ainda. A razão detectada, terá sido  uma falha técnica, no envio automático do blogue para o meu e-mail, e que nos últimos tempos não  tem estado a acontecer, daí a minha falta de conhecimento da  existência de comentários para aprovar. Facto que peço desculpa.  Neste momento activei o processo de publicação de comentários, esperando assim tentar repor embora com  bastante atraso em alguns assuntos, um  conjunto de comentários que por esse motivo estavam por publicar. Mais uma vez as minhas desculpas Pedro Macieira

Beatriz é o nome da depressão que chega agora

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Informação especial Comunicado válido entre   2018-11-06 19:04:00  e  2018-11-08 23:59:00 Assunto:  Depressão BEATRIZ No seguimento dos critérios de emissão estabelecidos, foi atribuído pela AEMET, o nome BEATRIZ a uma depressão centrada a noroeste das ilhas Britânicas, em 59ºN 28ºW às 12 UTC do dia 6 de novembro.  Portugal Continental será afetado por uma superfície frontal fria de atividade moderada a forte associada a esta depressão, em especial as regiões Norte e Centro. Assim, para estas regiões, a passagem desta superfície frontal fria irá originar chuva persistente, que será por vezes forte entre o meio da tarde de dia 6 e a madrugada de dia 7. Prevê-se ainda queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela no final do dia 6, descendo a cota para 1200/1400 metros durante a madrugada de dia 7.  O vento será moderado a forte no litoral, com rajadas até 80 km/h, e forte nas terras altas, com rajadas que serão da ordem de 100 km/h. A região Sul terá períodos de chuv

XII Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Sintra

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Encerrou-se ontem, o XII Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Sintra, que decorreu desde o dia 1 de Novembro no Pavilhão da União Mucifalense - na foto a Banda da Sociedade Filarmónica e Recreativa de Pêro Pinheiro, dirigida pelo maestro, João Aires Moreira da Silva. No encerramento do Encontro de Bandas, a actuação da Banda da União Mucifalense, dirigida pelo maestro, João Panta Nunes. Maestro João Panta Nunes, que actualmente dirige a Banda de Música da União Mucifalense e a  Banda de Música e Orquestra Ligeira da Sociedade Recreativa e Musical de Almoçageme.

Efeméride do dia - Centenário da 1ª Grande Guerra

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O Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra existente no Jardim da Correnteza em Sintra, é obra do escultor José da Fonseca. "Dez colunas interligadas representando as dez freguesias  em que  o concelho de então estava dividido, as quais formam uma só, encimada pela esfera armilar; à frente desta coluna, uma figura de soldado com fardamento de campanha segurando uma espingarda armada de baioneta " José Alfredo da Costa Azevedo/Bairros de Sintra Em 28 de julho de 1914, a ocupação da Sérvia pelas forças do Império Austro-Húngaro marcava o início de  um conflito que rapidamente se propagou, num esquema de alianças que dividiu o mundo em dois, alterou o curso da história e constituiu, para muitos autores, a verdadeira entrada na contemporaneidade.     Só em princípios de 1917 se inicia o envio de tropas portuguesas para a Flandres, com o primeiro contingente do Corpo Expedicionário Português (C.E.P.) a embarcar, em janeiro, a bordo

XII Encontro de Bandas Filarmónicas no Mucifal

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A decorrer no Pavilhão do Mucifalense desde 1 de Novembro de 2018