domingo, fevereiro 18, 2018

Protecção Civil, ICNF, CMS e Comandante dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme de acordo com os abates no Parque Natural Sintra-Cascais

Notícia de hoje no D.N. confirma acordo da Protecção Civil de Sintra, da C.M.S , ICNF e do Comandante dos Bombeiros de Almoçageme, para o plano de abates de árvores no Parque Natural Sintra Cascais.
Foto em 30/01/2018
Em Janeiro verificámos novas marcações nas árvores, a partir da Lagoa azul até à estrada florestal entre a Malveira da Serra e o cruzamento da Portela.
Foto em 30/01/2018
O  DN esclarece que o relatório da Protecção Civil de Sintra admite que a intervenção" (370 árvores na serra de Sintra, a maioria pinheiros, mas também cedros e acácias"), que se trata "de uma remoção maioritáriamente de pinheiros que se encontram no fim do seu ciclo de vida". Embora as fotos que publicamos não o demonstrem.
Pinheiros jovens também marcados fotos em 30/01/2018

O DN, indica também que "o corte das 370 árvores foi objecto de parecer do comandante dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme, que considerou "relevantes as medidas do ICNF, mas referiu que as acções de remoção, só por si não anulam a ocorrência deste tipo de incêndios florestais", apesar da "mitigação do risco"

É esclarecido também na notícia, que "para o comandante, no entanto, o ICNF deve também intervir no "lado oposto do perímetro florestal, em frente à Penha Longa, onde existem àrvores de grande porte com continuidade nas copas".

Foto em 30/01/2018, em frente à Penha Longa a Lagoa Azul...

E a terminar a notícia, mais um esclarecimento:"uma fonte oficial da Câmara Municipal de Sintra, disse à LUSA que presidente da autarquia, Basilio Horta (PS), "concorda com as conclusões e procedimentos adotados pela Protecção Civil Municipal"

https://www.dn.pt/lusa/interior/protecao-civil-de-sintra-estima-corte-de-370-arvores-na-serra-9125574.html
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http://riodasmacas.blogspot.pt/2018/01/abate-de-arvores-no-pnsc-2-round.html

Notícia sobre a torre do Cabo da Roca com aviso à navegação


"O MAI conclui, que não se afigura possivel uma alteração do local de implantação"
Numa notícia do Jornal da Região de 15 a 21 de Fevereiro de 2018 - que ilustra com uma foto do "Rio das Maçãs".
Contrapõe a Assembleia Municipal de Sintra, que considerou que  a estrutura abre "uma profunda cicatriz na paisagem, visivel a quilómetros de distância, desvirtuando um local que recebe milhares de visitantes todos os dias".

sábado, fevereiro 17, 2018

Porque hoje é Sábado...

SPedro1970f

Este é o tempo


Este é o tempo
Da selva mais obscura

Até o ar azul se tornou grades
E a luz do sol se tornou impura

Esta é a noite
Densa  de chacais
Pesada de amargura

Este é o tempo em que os homens renunciam.

Sophia de Mello Breyner
in Mar Novo
 
*Foto Largo D.Fernando II- S.Pedro de Sintra, anos 70

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

Postal de Almoçageme

 Postal dos anos 60

 Miguel Esteves Cardoso, no jornal Público:
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/almocageme-1628866

"Almoçageme
20/03/2014
A nossa terra devolve-nos ao tempo que é o nosso.
Em Almoçageme as fantasias são tratadas com doses terapêuticas de caridade. O espírito da aldeia – a bondade e a sabedoria em pessoa – é a Maria, casada com o senhor Amorim do Café Moínho Verde. Ela é energia; inteligência e generosidade. É um ser superior que gosta dos outros: é ela que trata dos pombos do largo, dos gatos, dos cães e de todos os outros bichos que têm mais azar do que nós.

As pessoas de Almoçageme são boas amigas da verdade. Odeiam a hipocrisia e a conversa de chacha. Dizem o que lhes vai na alma. Mas falam sempre com empatia; com delicadeza perante os recém-chegados, como nós.

As conversas que ouço são sempre lições amistosas: ensinam-me a ser humano. O sentido de humor é magnífico: a Dona Palmira, uma senhora que encontro no Eles e Elas do Senhor Cesaltino e da Dona Ana, é uma maravilha constante.

Esta aldeia é uma aldeia a sério. Ensina-nos a viver. Não exclui os que cá chegam. Aprende-se a dar valor à vida. Já não é pouco. É mais.

Ontem a Maria ralhou comigo por dizer mal do mês de Março que tinha mudado para frio e cinzento, afirmando com a razão dos séculos e da ciência, que "o mês de Março é mesmo assim".

É verdade que falta muito Março; que ainda vem aí Abril e que Maio nunca é tão bom como se pensa.

A nossa terra devolve-nos (reúne-nos, se alguma vez estivéssemos ligados) ao tempo que é o nosso.

Nós agradecemos. É a nossa sorte vivermos em Almoçageme. Morarmos cá é uma reles questão secundária.

Obrigados, Almoçageme!"

Participação:
 *Foto do Rio das Maçãs, no acesso ao quartel do Bombeiros Voluntários de Almoçageme

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

O namoro do casal de patos mandarim no rio das Maçãs

 Hoje reencontrámos o casal de patos mandarim, que já cá tinha estado em Outubro passado - e talvez porque o clima do dia de S.Valentim, os influenciasse, demonstraram estar muito bem dispostos e brincalhões como dois namorados.
Momentos no rio das Maçãs, com o pato mandarim a tentar chamar as atenções, com grande agitação.
A dança do casal mandarim, observada pelos patos reais com indiferença

Fotos em 14/02/2018
Regresso à tranquilidade, após as brincadeiras amorosas, que agitaram as calmas águas do rio das Maçãs, nesta tarde do dia dos namorados.

http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/10/patos-mandarim-de-visita-ao-rio-das.html

terça-feira, fevereiro 13, 2018

Uma tarde no corso carnavalesco do MTBA

O Grupo União Recreativo e Desportivo MTBA organizou mais uma vez  o tradicional  carnaval, entre  na sede da coletividade e pelas ruas das aldeias envolvidas na organização – Magoito, Tojeira, Bolembre e Arneiro dos Marinheiros. Hoje terça-feira de carnaval, com o tempo a ajudar, realizou-se o cortejo de carnaval das 4 aldeias.
Este ano também com a presença de um numeroso grupo de Samba de Cabriz.
 Momentos desta tarde
Fotos em 13/02/2018
Momentos do desfile
África presente no Magoito
O Grupo União Recreativo e Desportivo MTBA organizou o tradicional carnaval, entre 10 e 13 de Fevereiro,

Limpeza obrigatória de terrenos até 15 de Março

Os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham parcelas em solo rústico, confinantes a edifícios, são obrigados a proceder à gestão de combustível, numa faixa de 50 m à volta dos edifícios, medida a partir da alvenaria exterior, de acordo com o disposto no Anexo do Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, na redação em vigor.
Foto  de um aviso num terreno em Janas


A Câmara Municipal de Sintra  está a desenvolver, uma campanha de sensibilização dos proprietários de terrenos para a obrigatoriedade de limpeza destes espaços até 15 de Março, numa faixa de largura até 50 metros à volta de habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábricas ou outros equipamentos, medida a partir da alvenaria exterior da edificação.

 A CMS pretende assim contribuir para a prevenção dos incêndios florestais e informar os munícipes para os comportamentos de risco, regras que deverão ser cumpridas e as coimas que os mesmos incorrem caso não cumpram com o estipulado na legislação em vigor sobre esta matéria, cujo valor pode ascender até os 120 mil Euros.



Legislação aplicável:

segunda-feira, fevereiro 12, 2018

Assembleia Municipal de Sintra está contra a reinstalação de torre de 45m no Cabo da Roca

Foto do Farol do Cabo da Roca em 22 de Janeiro de 2018, sem a torre - derrubada pela tempestade ANA.

A Assembleia Municipal de Sintra está contra a reinstalação da torre de comunicações do Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo da costa portuguesa (SIVICC) junto ao farol do Cabo da Roca, que implicaria reconstrução de uma estrutura de 45 metros de altura que fere a beleza da paisagem e desfigura um dos ex-libris da costa Sintrense.

A Assembleia Municipal reivindica ainda  que o Ministério da Administração Interna estude alternativas de localização, procurando compatibilizar os compromissos assumidos pelo governo com a salvaguarda da paisagem e do património.


A iniciativa do Bloco  de Esquerda, foi aprovada pelo BE, PS, CDU, MPT e PAN, contando com a abstenção de PSD e votos contra do CDS.

Posts relacionados:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2017/02/cabo-da-roca-torre-metalica-e-o-estado.html

http://riodasmacas.blogspot.pt/2018/01/farol-do-cabo-da-roca-depois-da.html

domingo, fevereiro 11, 2018

Memorial da antiga Banda da Vila de Sintra


"Uma foto da última vez que a Banda Filármónica da Sociedade União Sintrense, saiu pelas ruas de Sintra, nos anos 80 do Século passado (...).
Muitos já não se lembram da sua existência mais que centenária, eu recordá-la-ei, sempre com muita saudade. Acabou por falta de substitutos dos velhos músicos que entretanto iam ficando impossibilitados de andar e tocar, ou que morriam, e também porque a Vila Velha, deixou de ter pessoas dentro das casas.
ISTO É UM MEMORIAL DA ANTIGA BANDA DA VILA, como sempre foi conhecida no meio musical Sintrense.
Á sua frente e a dirigi-la o Mestre Vasco Mendes Serra."

Texto adapt. da autoria de Carlos José Paulo Santos(Caínhas)
Foto original/Caínhas

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

Porque hoje é Sábado...



"Nos Lusíadas, Camões definiu o Cabo da Roca como o sítio “onde a terra se acaba e o mar começa”. O Cabo da Roca é o extremo ocidental da Eurásia, no extremo oriental temos a aldeia coreana de Tomal (que em coreano significa o fim da terra), onde a Eurásia acaba e começa o Oceano Pacífico. O começo de Portugal é o fim da Coreia e o começo da Coreia é o fim de Portugal. Fico a pensar, com satisfação, se foi também um acaso inevitável António Guterres suceder a Ban Ki-moon na liderança da ONU."
 
 Embaixador da República da Coreia em Portugal/no jornal Público de 09/02/2018

 https://www.publico.pt/2018/02/09/mundo/opiniao/o-pais-do-cabo-da-roca-a-caminho-de-pyeongchang-2018-1802216


Guincho visitado por Stanley Kubrick em 1948

Foto no Guincho em 1948

Era Agosto de 1948, quando um jovem fotógrafo americano de 20 anos chamado Stanley Kubrick chegou a Portugal para fazer uma reportagem para a revista Look, na época a grande rival da Life.
Kubrick tinha instruções para fotografar os locais turísticos mais conhecidos de Portugal, um país que tinha escapado aos horrores da II Guerra Mundial, bem como os principais monumentos e as igrejas mais antigas, ao acompanhar as férias de um casal de compatriotas, Jan e Bill Cook.
Só que o jovem fotógrafo - e futuro autor de filmes como "Laranja Mecânica" e "2001- Odisseia no Espaço", deixou-se fascinar por uma vila de pescadores chamada Nazaré, onde acabou por ficar mais tempo a fotografar os locais, a pesca e sobretudo os rostos das crianças e as mulheres vestidas de negro. A praia do Guincho também foi um dos lugares escolhidos por Kubrick para fotografar.
Imagem: Stanley Kubrick - Praia do Guincho
Créditos
Foto e texto  em Projeto Memória

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

O rio das Maçãs ao longo do tempo (Reedição)

"Corre este rio, que nasce no termo de Cintra, no logar de Lourel, de nascente para poente, e recebendo as aguas que se despenham do alto da serra. e de dois riachos que lhe entram, um junto á quinta da Breja, e outro junto ao tanque da varzea da mesma villa, depois de haver feito mover varias azenhas, e fertilizando os pomares que ficam nas suas margens, com as suas aguas ( as quaes usavam por distribuição do almoxarife, sem pensão, os povos d'esta villa), tomando o nome de Gallamares deste sítio de Ponte Redonda. à Varzea, e d'esta até ao Oceano o de rio das Maçãs, vae aí morrer na praia denominada das Maçãs"

In Cintra Pinturesca/Memoria Descritiva das Villas de Cintra e Collares e seus arredores/Antonio A.R. da Cunha/1905
A foz do rio da Maçãs e o braço de mar que terá chegado a Galamares, criando em Colares um porto de mar num antigo mapa (Séc.XV?), apresentado no dia 13 de Novembro de 2016 no Salão Nobre da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares, durante o colóquio: "Colares- Uma evocação histórica".

"As fonte Árabes, tais como as portuguesas até ao séc XVI. evidenciam a importância que então detinha na região, o denominado Rio de Colares ou das Maçãs. Sabe-se hoje que. na Antiguidade, existia um esteiro navegável que ocupava todo o vale entre a actual Praia das Maçãs e o Banzão. No período islâmico tal esteiro não estava ainda completamente assoreado, pois em Colares encontrámos silos dessa época que continham numerosas conchas de moluscos que apenas vivem em águas salobras e relativamente paradas. Alias, o profundo e rápido assoreamento da costa portuguesa a meio da respectiva fachada Atlântica é um fenómeno que sobrevem apenas a partir do séc.XV, como está já largamento estudado e comprovado. A foz do Rio de Colares e o esteiro que a continuava e ligava ao mar, formavam então uma enseada que proporcionava à nossa região um verdadeiro porto e lhe estreitava os laços quotidianos com o Oceano, de uma forma que hoje nos custa a compreender privados que estamos, desde há séculos, dessa estrada natural de penetração."
Em "O Foral Afonsino de Sintra" de José Cardim Ribeiro, Director do MASMO


Aguarela de Roque Gameiro (1864-1934), com uma imagem do percurso do Rio das Maçãs junto à foz.

Postal antigo (não datado) com o curso do rio da Maçãs a dividir o areal da Praia das Maçãs
Num postal antigo ( não datado), o curso do rio das Maçãs já como conhecemos nos nossos dias
"(...) Descendo a costa, encontramos o Rio das Maçãs, cujos afluentes da margem direita drenam a vertente Sul do citado planalto.(planalto de S.João das Lampas)

O Rio das Maçãs é o mais importante curso de água desta vertente.Nasce no Castanheiro, a cerca de 200 m. de altitude, passa em S.Romão, depois em Lourel, tomando o nome desse povoado até à ponte Redonda, para depois ser conhecido com o nome de Ribeira de Galamares, até à várzea de Colares.
.Nesta secção descreve um largo meandro envolvendo o Vinagre e, retomando a direcção dominante SE-NW. passa a denominar-se Rio das Maçãs, embocando no oceano na praia assim chamada.
(...)
O Rio das Maçãs, com cerca de 13,5 Km. de extensão, recebe pela margem direita alguns afluentes vindos dos contrafortes  do planalto de S.João das Lampas, como as ribeiras de Janas,Mucifal, Morelinho, Carrascal e Cabriz.
Pela margem esquerda, muito abrupta recebe as ribeiras do Covão, Colares,Monserrate e a do Duche, ou Rio do Porto, que corre num apertado vale de fractura onde se nota  uma interessante inversão estratigráfica.(...)" 
em "Sintra e o seu Termo" de José de Oliveira Boléo,1940

terça-feira, fevereiro 06, 2018

Postal de Sintra antiga

"Entrando no Largo da Rainha D.Amélia, encontra, á direita, o portão que dá acesso ao Palácio Real, suptuoso edificio, cheio de históricas recordações.A fachada principal, deita para um extenso pateo, ao fundo do qual houve, em tempo, corridas de touros e outros divertimentos. O palacio é de forma irregular, não se podendo avançar com precisão, qual o estylo que presidiu á sua edificação e reconstrucção , visto encontrar-se uma miscellanea de estylos caracteristicos de diferentes epochas. È tradição que este vetusto edificio foi residencia dos reis mouros de Lisboa. D.João I, D.João II e D.Manuel, mandaram alli proceder a importantes obras.O terramoto de 1755, causou-lhe importantes estragos, e ás suas reparações, mandou o Marquez de Pombal que se procedesse. Foi n'este palacio que nasceu D.Affonso V, em Janeiro de 1432, e foi tambem alli que faleceu em Agosto de 1481."
   Guia do Viajante em Portugal e suas Colónias em África-1907 


PalácioSintra1  Palácio Nacional de Cintra, postal sem data-Editor: Alberto MalvapalaciodeSintra2 Postal (foto s/d) enviado de Sintra para o Palace Hotel da Curia, em 18 de Setembro de 1922, encontrado  num antiquário em Lisboa. A curiosidade além da imagem da Vila Velha nos inícios (?)do séc XX, é a legenda do postal: " Sintra, .Vista do Palácio Rainha D.Maria Pia".

segunda-feira, fevereiro 05, 2018

Um Conselho de Cultura para Sintra


Sintra tem agora um Conselho de Cultura, embora só com competência consultiva. O Conselho vai ter na presidência Basílio Horta e farão parte deste novo órgão :Sérgio Sousa Pinto, Manuel Baptista, Rui Pereira, Paula Simões, Pedro Ventura,António Reis, Freitas do Amaral, João Lacerda Tavares, João Oliveira. Miguel Real, Marco Martin, Isabel Alçada, Maria João Raposo, Maria do Rosário Henriques, Renato Azenha, e Vitor Reis.

Segundo informa a CMS :

" A criação do Conselho de Cultura de Sintra vai ao encontro das obrigações acrescidas da autarquia no plano cultural, tendo em conta a classificação de Sintra como património mundial pela UNESCO. Esta distinção reclama uma assertiva e cuidadosa ponderação da definição das políticas culturais por parte da Câmara Municipal."

domingo, fevereiro 04, 2018

A inauguração da carreira aérea entre Sintra e Londres em 1936

*Adapt.de reportagem do "Notícias Magazine" de 27/1/2018

A 3 de Fevereiro de 1936, um pequeno avião não pôde descolar do aeródromo de Sintra para Croydon, a sul de Londres, em resultado de os pneus do trem de aterragem se afundarem na lama da pista, ainda muito encharcada pelas últimas chuvas.

"Ontem de manhã [3 de fevereiro] estava tudo preparado para a descolagem do trimotor Lisboa que, conforme foi  noticiádo, ia inaugurar as carreiras entre Lisboa e Londres, exploradas pela Crilly Airways", contava o Diário de Notícias, atento às manobras do piloto.


Foi só a 4 de fevereiro que se fez história, com a partida do Lisboa a avançar, finalmente, este passo na aviação comercial.


«Às 8h30, os três motores do aparelho começaram a funcionar. Passado o tempo indispensável para “aquecer” e depois de consultado o oficial de serviço, sr. tenente Costa Macedo, acerca do melhor piso da pista, o Lisboa apontou em direção ao centro do terreno e pronto se elevou no espaço, efetuando uma descolagem impecável», relatava ainda o DN.
TAP
Fundada em 1945 (chamava‑se Secção de Transportes Aéreos), a TAP começaria a transportar passageiros regularmente para Londres em 1949.

Créditos: Reportagem (Texto e fotos) do Notícias Magazine
Texto Ana Pago | Fotografia Arquivo DN

sábado, fevereiro 03, 2018

Porque hoje é Sábado...




É PRECISO UM PAÍS

Não mais Alcácer Quibir.
É preciso voltar a ter uma raiz
um chão para lavrar
um chão para florir.
É preciso um país.

Não mais navios a partir
para o país da ausência.
É preciso voltar ao ponto de partida
é preciso ficar e descobrir
a pátria onde foi traída
não só a independência
mas a vida.

Manuel Alegre

quinta-feira, fevereiro 01, 2018

Postal da Praia Pequena

praia Pequena é uma praia de difícil acesso contornada por falésias, situada entre a Praia Grande e a Praia das Maçãs, em pleno Parque Natural de Sintra-Cascais. A praia é muito frequentada por desportistas pelas suas condições ideais para a prática de desportos aquáticos como o surf e o bodyboard.Tanto a pesca ao peixe, normalmente robalos e sargos, como a pesca ao polvo e a apanha de marisco são vivamente praticadas nesta praia.- na Wikipédia
Actualmente com falésias instáveis, o que exige algum cuidado no acesso . Acesso que é feito por caminho que desce a falésia.
Fotos em 24/01/2018

O que resta de um apoio de  praia
Praia Pequena, actualmente é muito procurada por amantes de desportos náuticos.