
*Foto de um outdoor, na Praia das Maçãs, vítima da intempérie ou de campanha publicitária "agressiva"!
Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.




















A notícia de que a Câmara de Sintra pretende adquirir a Quinta do Relógio, uma propriedade privada situada frente è Quinta da Regaleira, foi recebida com surpresa na vila Património Mundial. "O PS votou contra por considerar que a proposta não está devidamente fundamentada, o que não quer dizer que a aquisição não se justifique no âmbito de um projecto concreto", disse ao DN a vereadora Ana Gomes.
Na reunião de ontem do executivo, a maioria social-democrata aprovou a consulta a várias instituições bancárias para a contracção de um empréstimo no valor de 26,6 milhões de euros para, entre outras aquisições, comprar a quinta e o palacete neomourisco. A câmara justifica a pretensão com "a riqueza arquitectónica e cultural" do imóvel que "reúne as condições ideais para a concretização de projectos há muito ansiados pelos munícipes".
Os proprietários pedem seis milhões e setecentos e cinquenta mil euros, valor que levanta preocupações. "É um escândalo, não há justificação nenhuma. O edifício está transformado num estaleiro há muito tempo e irá necessitar de uma prolongada e dispendiosa intervenção. E o que não falta são obras onde aplicar esses milhões, como a resolução dos problemas gritantes dos edifícios do centro histórico", avança João Cachado, professor aposentado e autor do blogue 'Sintra do Avesso'.
A intenção da autarquia também surpreendeu a Associação de Defesa do Património de Sintra, que a considerou "insólita".




Chegamos pois a esta triste conclusão, que a tradição se sobrepõe à racionalidade. Para cúmulo, com o argumento que se está a proteger uma espécie de tradição ancestral dos portugueses: destruir as árvores! (...)"
Excerto do texto "Uma tradição a abater"
Acesso à página: "Árvores de Portugal" -aqui














