terça-feira, dezembro 31, 2019

Exposição sobre os últimos 20 anos do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas


A exposição temporária «Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas: 20 anos a valorizar o Património Histórico de Sintra» foi  inaugurada no dia 19 de Dezembro, e estará patente até dia 15 de Fevereiro de 2020. 

" Inserida nas comemorações do 20.º aniversário do Museu de Odrinhas, a exposição pretende dar a conhecer a sua coleção do Museu, as atividades e os bastidores, as escavações arqueológicas e os projetos de investigação e, ainda, as intervenções de recuperação do património. A exposição é composta por 15 painéis que contemplam diversas áreas temáticas, ilustrados com imagens documentais e apelativas, que sintetizam as mais relevantes atividades desenvolvidas nos últimos 20 anos de trabalho do museu. A mostra estará disponível para itinerância nos vários espaços culturais e educativos da área metropolitana de Lisboa. Recorde-se que desde o dia 1 de dezembro as entradas nos Museus Municipais de Sintra são gratuitas para todos os visitantes. Além do MASMO - Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, o município dispõe de mais 5 museus que pode visitar gratuitamente, são eles: a Casa-Museu Leal da Câmara, o Museu Anjos Teixeira, o MU.SA – Museu das Artes de Sintra, o Museu Ferreira de Castro e o Museu de História Natural de Sintra. Esta iniciativa integra as comemorações dos 25 anos da classificação de Sintra como Património Mundial na categoria de Paisagem Cultural, pela UNESCO."
Texto MASMO

Diário de Notícias de 1955

*Foto:

Os  sarcófagos etruscos da 

colecção de Sir Francis Cook no Museu Arqueológico

 de São Miguel de Odrinhas

sábado, dezembro 28, 2019

Porque hoje é Sábado...


Pró Mário Cesariny

Entre a nuvem
e o teu braço
vai o espaço dum ano solar
vai a distância que une
a existência ao infinito

Entre mim
e aquilo que nunca existiu
por ser demasiado belo
vai a distância do vento
que sai exaustivamente
dos teus seios

A sombra
-talvez da própria noite-
sempre gravada
em sinais só por mim vistos
por mim sonhados
nada mais que a sombra    longa
para além dos mares de Saturno
   processo já procurado há séculos
      por alquimistas     sábios

loucos
     a sombra
         só eu a vejo

deixa que eu a veja
sempre entre mim e ti
    a bola de cristal       o cigarro
    tudo que me falta
    tudo que está mais além da montanha.

Mário-Henrique Leiria /Obras completas

*Foto no cemitério dos Prazeres Dezembro 2016

quinta-feira, dezembro 26, 2019

Horário de Inverno do Eléctrico da Praia das Maçãs


O novo horário do eléctrico de Sintra entra em funcionamento a partir do dia 2 de Janeiro até 29 de Março.

 O eléctrico de Sintra, um dos ex-libris da região, surgiu em 1904 para preencher a necessidade de ligar a vila à Praia das Maçãs.

segunda-feira, dezembro 23, 2019

Previsão das condições meteorológicas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera

 Mar, ontem  no 1º dia de Inverno no Mindelo/Praia das Maçãs


Previsão para os próximos 10 dias do IPMA


Foto em 22/12/2019 -Mindelo/Praia das Maçãs

domingo, dezembro 22, 2019

Cheias -reedição de um post de 20 de Fevereiro de 2008

A propósito de cheias, voltamos a publicar um post do blog em 2008, sobre a temática das cheias no Concelho de Sintra. Rio das Maçãs/Ribeira de Colares -Foto de 18/02/2008
Regresso ao tema das cheias, para transcrever um interessante artigo publicado no “Alvor de Sintra”, pelo sentido positivo de uma intervenção de há 10 anos do actual Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, Nunes Correia, e que terá influenciado "a inclusão de zonas adjacentes ao leito de cheias de vários rios no PDM de Sintra. Em 1998, Nunes Correia, então professor do Instituto Superior Técnico, assinava uma comunicação no VII Congresso da Água, em que defendia “a necessidade urgente de delimitar áreas de risco de inundação no interior dos perímetros urbanos e de proceder à sua regulamentação através da figura de Zona Adjacente”, com base na análise da Ribeira das Lajes, em Sintra.

A alteração, proposta em conjunto com Graça Saraiva, arquitecta do Instituto de Agronomia, e Vítor Carmo, técnico da Câmara Municipal de Lisboa, surtiu efeito no concelho de Sintra no ano seguinte. Em 1999, o Regulamento do Plano Director Municipal de Sintra tornava “interdito”, nas zonas adjacentes às margens ameaçadas pelas cheias “implantar edifícios ou realizar obras susceptíveis de constituir obstrução à livre passagem das águas, destruir o revestimento vegetal ou alterar o relevo natural e instalar vazadouros, lixeiras, parques para sucata ou quaisquer outros depósitos de materiais”. e adianta o Alvor de Sintra que " O diploma remetia para legislação específica a Ribeira da Lajes, Rio Jamor e Rio de Colares, com mapas delimitando as zonas adjacentes, determinadas no final dos anos 80"
O estudo de Nunes Correia, datado de 1998, analisava a Ribeira das Lajes e apontava críticas à Câmara Municipal de Sintra. De acordo com o documento, que estudava a construção de edifícios em leito de cheias entre 1961 e 1991, “quatro edifícios foram construídos nesse intervalo de tempo numa parcela de alto risco”, com 100 por cento de área inundável. Nunes Correia acrescentava que outros 16 foram construídos em zonas abrangidas em mais de 50 por cento pela zona adjacente ao leito de cheias.

Sobre as responsabilidades na autorização da construção de edifícios em zonas de risco, Nunes Correia considerava que “este comportamento de algumas Câmaras Municipais e dos organismos do Ministério do Ambiente parece configurar uma situação de negligência, especialmente grave por pôr em causa a segurança de um número elevado de cidadãos que vive, na maior parte dos casos, na ignorância dos riscos que correm por habitarem em pleno leito de cheia”.

Este conhecimento do terreno talvez justifiquem as afirmações de Nunes Correia de ontem,sobre as responsabilidades das autarquias nas consequências das inundações, que parecem ter ofendido os autarcas e alguns responsáveis politicos...
Inundações de 1983 no Cacém, é visivel do lado esquerdo da foto o curso normal da Ribeira das Jardas, e á direita o leito da cheia. Ao fundo a fábrica Melka, semi-destruída.

Ontem em post, sobre estes tristes acontecimentos, considerava que a intervenção do programa Polis na baixa do Cacém, teria resolvido os erros do passado, mas o ponto da situação feito hoje pelo"Correio da Manhã" vem desmentir esse optimismo.Pontos negros da cheias de ontem.
CACÉM
Nem as obras de requalificação inseridas no programa Polis, que terminaram recentemente, resolveram os problemas das cheias na freguesia.

SACAVÉM
Moradores e comerciantes da Baixa afirmam nunca ter visto uma cheia com tanta intensidade. No centro, a água ultrapassou os 1,5 metros de altura.

LOURES
Detritos arrastados pela corrente acumularam-se em pontos de estreitamento, causando o transbordo do leito dos rios.


Inundações de 1983, no Cacém

Inverno 2019

Estrada da Peninha

O inverno tem início hoje dia 22 de dezembro de 2019 (Domingo) e termina no dia 20 de Março de 2020 (Sexta-feira). A estação do ano mais fria chega exatamente às 4h19 do dia 22 de Dezembro, momento que assinala o solstício de inverno.
Pôr do Sol do dia 21/12/2019 em Colares

O solstício de inverno é o momento em que o Sol se encontra mais a sul e, assim, dita o início do inverno no hemisfério norte e o início do verão no hemisfério sul. O dia do solstício de inverno é o dia mais curto do ano e, consequentemente, o dia que tem a noite mais longa. A partir deste dia a duração do dia começa a crescer.


Vias cortadas em Sintra
O trânsito nas vias que integram todo o perímetro da Serra de Sintra vai permanecer cortado até às 08:00 de domingo, devido à chuva e vento fortes, mas também à queda de árvores, anunciou hoje a autarquia.
  Chegada do Inverno e a Meteorologia

Depois da depressão" Elsa", e agora com "Fabien", segundo o Jornal de Notícias, é este o cenário meteorológico actual:

"Em comunicado, divulgado nesta madrugada, o Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA), alerta que, nos distritos do Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga, durante as 21 horas de hoje e as 12 horas de domingo, as ondas poderão atingir os 15 metros. Viana do Castelo e Braga vão hoje também estar em aviso vermelho por causa do vento, com rajadas até 140 quilómetros/hora, entre as 18 horas e as 21 horas, tal como Vila Real, segundo a mesma nota.

 No anterior balanço do IPMA, nenhum distrito estava em aviso vermelho devido ao vento. De acordo com o novo comunicado, estão sob aviso laranja os distritos de Bragança, Guarda, Faro, Viseu, Setúbal, Lisboa, Leiria, Beja e Castelo Branco. Para os distritos de Évora, Portalegre e Santarém foi colocado um aviso amarelo (o terceiro mais grave)."

sábado, dezembro 21, 2019

Alagamares em tempo de Natal

A Alagamares – Associação Cultural, fundada por 46 entusiastas a 9 de Março de 2005, “nas  Caves de S. Martinho, em Galamares”, e  que  comemorará  no próximo ano  15 anos de existência, realizou ontem o tradicional jantar de Natal em S.Pedro de Sintra.
Fotos em 20/12/2019


segunda-feira, dezembro 16, 2019

O Palácio da Vila e a companhia da grua inactiva do Hotel Netto (reedição)

Sintra tem vários problemas que afectam de várias formas a sua imagem de “Património Mundial de Paisagem protegida, atribuido pela UNESCO": a chegada do betão à Vila Velha, no caso da volumetria da Gandarinha, a forma como são podadas e  preservadas as suas árvores ornamentais, as medidas anacrónicas  da circulação automóvel, etc, etc. Há também o absurdo do processo camarário do antigo Hotel Netto, que nos seus vários episódios desde que a CMS, resolveu retirar a sua reconstrução à Parque de Sintra Monte da Lua, tem  vivido nas suas várias etapas grandes períodos de estagnação – na última paragem das “obras”, foi plantada uma grua que danifica a imagem do Palácio da Vila, local dos mais visitados de Sintra, e por esse motivo dos mais fotografados, imagem divulgada,  na altura do ”boom “ turístico que vivemos, por todo o mundo.


Estando há muito tempo as obras paradas no Hotel Netto, alguém da autarquia deveria exigir a sua desmontagem, de forma a preservar devidamente a imagem de um dos símbolos mais importantes Sintra
Foto nocturna e a presença da estática grua, que destrói qualquer intenção de registo fotográfico de qualidade do Palácio Nacional de Sintra.

* Reedição de um post de Janeiro de 2019,   que não teve qualquer efeito, relativamente á imagem "exportada" para todo o mundo através das milhares de fotos diárias que são tiradas de um dos monumentos  mais visitado (gerido pela Parques de Sintra -Monte da Lua),  que tem a companhia, visível de uma grua inactiva, sempre presente em qualquer foto -  vizinha do que resta  do Hotel Netto,   mais um caso que a CMS parece ser incapaz de resolver, iniciada num processo absurdo, que também parece não incomodar muita gente.

sábado, dezembro 14, 2019

Porque hoje é Sábado...

Natalmente Crónica
"Vai o ano correndo manso entre noites e dias, entre nuvens e sol, e quando mal nos precatamos, chegámos ao fim, e é natal. Para incréus empedernidos como eu sou, o caso não tem assim tanta importância: é mais uma das trezentas mil datas assinaladas de que se servem inteligentemente as religiões para aferventar crenças que no passar do tempo se tornariam letra morta e água chilra. Mas o natal (tal como as primeiras andorinhas, o carnaval, o começo das aulas, e outras efemérides do estilo) está sempre à coca da atenção ou da penúria do cronista, para que se repitam, Pela bilionésima vez na história da imprensa, as banalidades da ocasião: a paz na terra, os homens de boa vontade, a família, o bolo-rei, a mensagem evangélica, o ramo de azevinho, o Menino Jesus nas palhinhas, etc., etc. E o cronista, que no fundo é um Pobre diabo a quem às vezes falta o assunto, não resiste à conspiração sentimental da quadra, e bota a fala de circunstância.
(...)
Ora nós estamos no natal. Não me deixe o leitor cá fora, porque o frio aperta e a maldade das gentes ainda é pior do que o frio, a chuva gelada ou a lama. (A maldade das gentes, tome bem nota o leitor no seu caderno, é pior do que a lama.) Fico pois aqui sentado, ao canto da mesa, e sou uma testemunha sorridente das suas alegrias, se está nessa maré, ou tento compreender as suas tristezas, se a roda corre contra si. E podemos recordar os casos que lhe contei no desfiar dos dias, dir-lhe-ei o mais que então não pude dizer, e, sobretudo, ficarei calado a ouvi-lo falar da sua própria vida, que, como a Nau Catrineta, também tem muito que contar. Saberei que malhas e nós tecem uma existência que não é a minha, esta que aqui ando a contar, e uma vez mais descobrirei, sempre com o mesmo espanto, que todas as vidas são extraordinárias, que todas são uma bela e terrível história. Ficaremos calados e pensativos, a ouvir o relógio que vai matando os segundos à nascença para que nós possamos dizer o tempo que vivemos.
Talvez daqui a um ano nos voltemos a encontrar neste mesmo sítio. Tornarei a dizer: «Vai o ano correndo manso entre noites e dias, entre nuvens e sol, e quando mal nos precatamos, chegámos ao fim, e é natal.» Para que tenha justificação o meu título de hoje. Para que a crónica de natal seja natalmente crónica. Mas não desta maneira."

José Saramago, in 'A Bagagem do Viajante'
*fotos do Palácio Nacional de Sintra em 10 de Dezembro de 2019

terça-feira, dezembro 10, 2019

Trânsito automóvel condicionado na rampa da Pena


Fonte TSF:
 "O condicionamento do trânsito automóvel na Calçada da Pena, em Sintra, aplica-se a partir de segunda-feira, disse este domingo o município, lembrando que a decisão resulta, principalmente, da impossibilidade de garantir a circulação de meios de socorro naquele local.
Neste âmbito, o acesso à Calçada da Pena, inclusive para o Palácio da Pena, passa a estar limitado "apenas a viaturas autorizadas", em que se incluem residentes, meios de socorro, táxis e forças de segurança, informou a Câmara Municipal de Sintra, no distrito de Lisboa.
As viaturas impossibilitadas de aceder à Calçada da Pena vão poder usar, de forma gratuita, o parque de estacionamento periférico na Cavaleira, que possui mais de 1.500 lugares de estacionamento. A partir do parque de estacionamento, as pessoas terão acesso a tranfers, "a preços reduzidos", para os monumentos.
A Câmara refere também que serão criados locais para a tomada e largada de passageiros, para que os veículos não o façam na via. A decisão de condicionar o trânsito automóvel na Calçada da Pena foi aprovada pela Câmara Municipal de Sintra na terça-feira, numa reunião do executivo.


"Passará a existir um sentido único de circulação (excepto viaturas autorizadas), na Estrada dos Capuchos, sentido poente-nascente, desde o entroncamento desta com a Estrada da Pena/Calçada da Pena até ao Chalet da Condessa d'Edla", explicou então o município, referindo que será criada uma zona de inversão de marcha junto ao Chalet da Condessa d'Edla, para quem acede desde poente, no largo existente, pelo que é necessário intervir "ao nível da regularização e pavimentação do local".

sábado, dezembro 07, 2019

Porque hoje é Sábado...

Quando um Homem Quiser

Tu que dormes à noite na calçada do relento
numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
és meu irmão, amigo, és meu irmão

E tu que dormes só o pesadelo do ciúme
numa cama de raiva com lençóis feitos de lume
e sofres o Natal da solidão sem um queixume
és meu irmão, amigo, és meu irmão

Natal é em Dezembro
mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
é quando um homem quiser
Natal é quando nasce
uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto
que há no ventre da mulher

Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
tu que inventas bonecas e comboios de luar
e mentes ao teu filho por não os poderes comprar
és meu irmão, amigo, és meu irmão

E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
és meu irmão, amigo, és meu irmão

Ary dos Santos, in 'As Palavras das Cantigas'

quinta-feira, dezembro 05, 2019

A importância dos Plátanos de Colares terem sido classificados de interesse público

"Ao tempo da construção da Adega já existiam os plátanos frondosos que hoje podemos admirar desde a ponte da Várzea até ao Banzão no caminho da "Praia". São exemplares centenários nos quais os automobilistas apressados nem reparam. A sombra destas árvores protegeu a fermentação de muitos "caldos" de boas colheitas que estagiaram dentro da Adega. Merecem pois que brindemos à sua saúde esperando no futuro sejam devidamente apreciados. Para isso no local deveria colocar-se um painel informativo, chamando à atenção para estas imponentes árvores. Os plátanos da Adega Regional de Colares são um dos "monumentos vivos" que povoam o Município Sintrense. Um verdadeiro ex-líbris da antiga e nobre Vila de Colares..
.* Cortez Fernandes -Blogue "Tudo de Novo a Ocidente"


O  1ºprocesso de classificação do conjunto dos plátanos  que  existem em frente da Adega Regional de Colares, foi inicialmente pedido  às "Estradas de Portugal",em 2010, tendo sido aceite  o pedido de classificação -  após um tumultuoso processo. O processo do pedido, foi arquivado surpreendentemente,  pela "Estradas de Portugal",antes do abate de dois Plátanos exactamente em frente à Adega.


Com a alteração da legislação  de classificação de árvores de interesse público, em 2018, iniciou  de novo o amigo João Faria da Associação Alagamares, com o nosso acompanhamento, as  diligências junto do ICNF, para a classificação  de 30 àrvores da espécie Platanus hybrida, existentes, na Avenida Alameda Coronel Linhares de Lima (junto à Adega Regional de Colares), e três exemplares isolados da mesma espécie existentes no Largo Infante D.Henrique (junto ao Restaurante D'a Várzea ).

Foto em  4 Dezembro de 2019

Em 4 de Abril de 2019 consegue-se obter o despacho  do ICNF, que confirma a sua classificação, aguardando-se a todo o momento a sua publicação em Diário da Républica.

Assim desde  esta altura estão proibidas as seguintes intervenções:
a) O corte do tronco, ramos ou raízes dos referido plátanos;
b) A remoção de terras ou outro tipo de escavações, na zona geral de protecção (20metros);
c) depósito de materiais, seja qual for a sua natureza e a queima de detritos ou outros produtos combustíveis, bem como a utilização de produtos fitotóxicos na zona geral de pretecção de cada exemplar;
d)Qualquer operação que possa causar dano, mutile, deteriore ou prejudique o estado vegetativo dos plátanos.
Ainda nos termos do nº1 do Artigo 4º, da lei nº53/2012 de 5 de Setembro, deverão ser submetidas a autorização prévia do ICNF qualquer intervenção a efectuar nos referido plátanos ou, nas zonas gerais de protecção.

Pássaros de Colares (reedição)

 Ensombram a ribeira/ e o verde da seara/ e passam pela eira/ em que o sol se pousara/ nas gotas do orvalho/ luarento e vacilante/ refrescam o cansaço/e dormem um instante.(...)

In "Pássaros do Sul"- Mafalda Veiga
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Fotos em 15 de Janeiro de 2017, no Mucifal/Colares
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Aves no Mucifal, hoje, aproveitando o belo dia de Sol de Inverno
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segunda-feira, dezembro 02, 2019

A Parques de Sintra - Monte da Lua vence pela 7ª vez os "Oscares do Turismo"


A Parques de Sintra venceu, pelo sétimo ano consecutivo, o World Travel Award de “Melhor Empresa do Mundo em Conservação”. Numa cerimónia que decorreu na última quinta-feira, 28 de novembro, na Royal Opera House de Mascate, em Omã, e que contou com concorrentes de todo o mundo, a empresa portuguesa voltou a ser distinguida com o prémio que reconhece a eficácia da sua gestão dos valores patrimoniais que lhe foram confiados. De salientar ainda que foi, novamente, a única entidade europeia nomeada nesta categoria.

Considerados internacionalmente os “óscares do turismo”, os World Travel Awards visam reconhecer, premiar e celebrar a excelência em todos os setores do turismo. 
Fonte PS-ML