domingo, abril 29, 2018

Doçaria tradicional de Sintra (reedição)

FÁBRICA DE «QUEIJADAS DO GREGÓRIO» 2ª PARTE
-1ª Parte -pressionar

Actualmente o estabelecimento conserva o mesmo aspecto exterior que tinha em 1936(Foto:PedroMacieira)

Em 1916 , depois de dissolvida uma sociedade que entretanto tinha feito com José Ambrósio, estabeleceu-se por conta própria no Largo de Regedor em S.Pedro, denominado as queijadas que fabricava com a marca «Fábrica de Queijadas Recordação de Sintra».
Depois do falecimento de Gregório Casimiro Ribeiro o negócio das queijadas passou para seu filho Álvaro de Almeida Ribeiro, que associou à marca o nome de «Gregório». A fábrica continua nos dias de hoje com outros proprietários , na Avenida D.Francisco de Almeida.
(Foto:PedroMacieira)
A forma de publicitar e indicar o estabelecimento, passava pela figura de um policia sinaleiro, que ainda hoje está presente, e que foi utilizada como imagem de marca das queijadas, impressa nos papéis de embrulho, antes de ser substituida pela imagem que ainda hoje é utilizada no embrulho das queijadas: O Palácio da Vila e do brasão de Sintra, sob um fundo de nuvens e raios de sol.

(Foto:PedroMacieira)Agradecimentos a Valdemar Alves pela imagens cedidas

Fontes consultados:-Obras de José Alfredo da Costa Azevedo
-"Queijadas de Sintra "de Raquel Moreira
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-Queijadas de Sintra III
-FÁBRICA de «QUEIJADAS DO GREGÓRIO» 1ªPARTE-pressionar


sábado, abril 28, 2018

Porque hoje é Sábado...

A propósito de um artigo de Rui Tavares  "Manuel Pinho e a casa que Garrett fez", no  jornal Público de ontem (27/04/2018):

"Manuel Pinho chegou à política. Foi sob a sombra de uma polémica que interessou apenas aos amantes de Lisboa e aos coca-bichinhos das coisas históricas: Manuel Pinho era o proprietário que se preparava para demolir uma casa onde Almeida Garrett viveu (e na qual morreu) e que estava devidamente assinalada com uma placa lembrando esse facto. O projeto foi (inacreditavelmente) aprovado pela Câmara de Lisboa de Santana Lopes, e depois também pela de Carmona Rodrigues. Quando Pinho chegou ao governo a casa de Garrett estava ainda de pé, mas nem o estado nem o governo impediram a demolição. E o primeiro-ministro de então, José Sócrates, tampouco fez sentir ao seu subordinado que ser ministro da República e demolir a casa de Garrett era coisa que não se podia permitir."


https://www.publico.pt/2018/04/27/politica/opiniao/manuel-pinho-e-a-casa-que-garrett-fez-1815454

Post do Rio das Maçãs de 2007

A Casa de Almeida Garret recentemente demolida , provocou um grande movimento de constestação. Em 2003 Santana Lopes autorizou a destruição desta casa, para depois recuar na decisão. Carmona Rodrigues, no dia 6 de Janeiro de 2006, autorizou de novo a destruição da casa.O proprietário da casa não recuou nos seus objectivos de construir naquele local um novo imóvel.O proprietário em questão  é o actual   Ministro da Indústria do Governo de José Socrates, Manuel Pinho.
Fotos da casa de Almeida Garret que foi demolida (Imagem retirada do site "Coisas da Cultura"

.http://riodasmacas.blogspot.pt/2007/03/blog-post_28.html

quinta-feira, abril 26, 2018

Celebração da Liberdade na Avenida

Ontem, 44 anos depois, a celebração da revolução do 25 de Abril. Milhares  desfilaram  na Av.da Liberdade em Lisboa, em simultâneo com manifestações por todo o País.
Com participação de gerações nascidas depois de 74, garantia que os valores de Abril irão permanecer, Sempre!
Av da Liberdade 25/04/2018
Chaimite da Associação 25 de Abril, uma tradição.
Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia no tumultuoso momento da Troika, presente na Avenida da Liberdade,
Momentos
Fotos em 25/04/2018 Lisboa

terça-feira, abril 24, 2018

Porque amanhã é 25 de Abril

"Como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais os corporativos e o estado a que chegámos. Ora nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos. De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto."
Salgueiro Maia/ EPC de Santarém 24 de Abril de 1974

O cravo vermelho de Eduardo Gageiro

Eduardo Gageiro / Lisboa 25/04/2017

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen

 No 25 de Abril de 1974, ele esteve no Terreiro do Paço
EDUARDO GAGEIRO nasceu em Sacavém a 16 de Fevereiro de 1935. Empregado de escritório na Fábrica de Loiça de Sacavém de 1947 a 1957, conviveu diariamente com pintores, escultores e operários fabris, que o influenciam na sua decisão de fazer fotojornalismo.

Com 12 anos publica no Diário de Notícias, com honras de primeira página, a sua primeira fotografia.

Começa a sua actividade de repórter fotográfico no Diário Ilustrado em 1957.

Foi fotógrafo do Diário Ilustrado, O Século Ilustrado, Eva, Almanaque, Match Magazine, editor da revista Sábado, Associated Press (Portugal), Companhia Nacional de Bailado, da Assembleia da República e da Presidência da República. Trabalhou, nomeadamente, para a Deustche Gramophone - Alemanha, Yamaha - Japão e para a Cartier. Actualmente é freelancer.
Da sua bibliografia
 http://eduardogageiro.com/pages/biografia/

segunda-feira, abril 23, 2018

Novo posto de atendimento da Junta de Freguesia de Colares

O antigo posto de turismo de Colares,  que  nos últimos anos foi ocupado por uma empresa de energia ligada à CMS, é agora um novo ponto de atendimento da Junta de Freguesia de Colares.


A sede da Junta de Freguesia, num 1º andar, tem um acesso dificil, para os idosos e reformados que em vista da  sua situação, teriam que visitar a Junta pelo menos anualmente para fazer a sua "prova de vida".
O novo espaço  é arejado e térreo, com acesso fácil e parque de estacionamento. Um bom equipamento ao serviço dos fregueses de Colares.

Viana da Mota em Colares (reedição)

Na altura em que passam 150 anos do  nascimento do compositor Viana da Mota (22/04/1868), com ligação a Colares à Condessa d'Edla e a D.Fernando II -  oportunidade para a reedição de um post do blog de 2007.
José Viana da Mota- Pianista/Compositor 1868/1948

José Viana da Mota nasceu em 1868 em S. Tomé. O pianista e compositor viveu apenas dois anos na ilha. Daqui rumou à metrópole e instala-se, com a família, em Colares, no concelho de Sintra. Com 7 anos, ingressa no Conservatório Nacional. Torna-se protegido do rei D. Fernando II, quando, aos 13 anos, se apresenta com obras da sua autoria no Salão da Trindade. É com o apoio mecenático do rei e da condessa de Edla, que depois de acabar o curso, tem uma bolsa para continuar os estudos na Alemanha. Vai para Berlim em 1882.

Exímio pianista de craveira internacional, Viana da Mota também marcou o panorama musical como compositor, pedagogo e musicógrafo. Caracterizou-se por uma enorme capacidade de trabalho e uma inabalável tenacidade, foi um brilhante intérprete de Bach, Beethoven e Liszt. Tentou contrariar a importância dada à ópera italiana, que dominava o meio musical português, revelando o repertório instrumental de tradição germânica. Foi criado, em sua homenagem, o Prémio Viana da Mota, que distingue os melhores jovens pianistas.

A Casa onde vivia a familia de Viana da Mota em Colares ,quando dedicou à Condessa d'Edla a partitura da Pastoral "Au Bord du Lac de Pena" ,composta por José Viana da Mota aos treze anos de idade.


-Dados biográficos de José Viana da Mota Adaptados site da RTP “ Grandes Portugueses"
-Imagem da partitura da Pastoral , retirado de "Condessa d'Edla" de Teresa Rebelo
-Fotos:PedroMacieira


domingo, abril 22, 2018

Quinta Mazziotti em Colares - reedição

No Alto de Colares, a marcar o extremo limite sul da povoação que corresponde à sua cota mais elevada, existe um palacete tardo-setecentista de inspiração italiana. A estrutura do edifício apresenta um tratamento plástico notável pela sua sobriedade. Revela, porém, à semelhança de outros palácios e solares estremenhos. A notícia mais antiga a respeito desta propriedade remonta a 1588, quando foi outorgada ao fidalgo espanhol António Roiz de Arouche, tendo o seu neto vendido a quinta a Bento Dias Pereira Chaves, sargento-mor de Colares, em 1757. Pereira Chaves construiu o actual palacete e, em 1778, instituiu o morgadio que foi herdado por seu filho, José Dias, que lhe introduziu alguns melhoramentos.
A Quinta de José Dias goza de uma localização privilegiada e os seus jardins de buxo ordenam-se por plataformas atravessadas por um inovador eixo vertical. Este, longitudinal, nasce no topo da colina, já próximo da aldeia do Penedo, num curioso mirante octogonal.

Perto da quinta, ultrapassa a estrada por belveder com cobertura mardeliana e imponente escadaria que vence o desnível e recorda, pelos efeitos cenográficos, as villas de Frascati ou Tivoli.
E, abaixo, surge outro beldever, mas menos elaborado que o primeiro.
A originalidade deste traçado é completada pela utilização das águas, ainda que esquemas similares tenham sido bastamente explorados no século XVII, e que, em 1787, Beckford, acompanhado pelo marquês de Marialva, visitou tendo escrito no seu Diário: «Nesta villa brota uma grandiosa cascata artificial, com tritões e golfinhos a vomitar torrentes de água; mas não cheguei a prestar a metade da atenção que o seu proprietário pretendia e, retirando-me sob a sombra das árvores de fruto, festejei com as maçãs doiradas e as ameixas roxas que rolavam à minha volta em profusão».

Mais tarde, nos inícios do século XIX, esta família uniu-se aos Mazziotti, de origem napolitana, de onde deriva a actual designação. Ali viveu o Dr. Carlos França, médico e cientista de nomeada, como o atesta a lápide fixada na frontaria:

NESTA CASA VIVEU E TRABALHOU
PARA GLORIA DA SUA PATRIA
E HONRA DA VILA DE COLARES
DR. CARLOS FRANÇA
1877 1926

Texto da C.M.S. - Divisão de Património Histórico-Cultural-encontrado aqui

sexta-feira, abril 20, 2018

Exposição colectiva de fotografia

De 5 de maio a 3 de junho
Parques de Sintra promove exposição colectiva de fotografia “Significação: Outras Imagens do Jardim”

- Mostra vai estar patente no MU.SA – Museu das Artes de Sintra
- Exposição exibe trabalhos de quatro artistas
- Iniciativa pretende fomentar novos olhares sobre o património histórico

Quatro artistas vencedores do concurso lançado pela PSML no final de Janeiro.
-António Castanheira
-Camille Aboudaram
-Lorena Travassos
-Mané

quinta-feira, abril 19, 2018

O regresso da Garça da Várzea de Colares

Nos últimos dias temos tido a sorte de reencontrar e registar a presença  da Garça-real que acompanhamos há muito tempo.
. Desde o início do anos (Fevereiro), tinhamos notícia  de algumas visitas à Várzea de Colares, mas não a sua permanência como era habitual.
Voltou aos seu locais de eleição e a  alimentar-se no rio das Maçãs, já que o caudal com as últimas chuvadas, o fez aumentar.
Com um aspecto saudável , o que demonstra que sendo uma garça solitária, continua a ter uma vivência feliz nesta região.

Fotos em Abril de 2018

quarta-feira, abril 18, 2018

O Eéctrico nº1

O eléctrico nº1,um exemplar de 1903 de carroçaria aberta com lanternim, com a capacidade de 44 lugares (32 sentados e 12 em pé).
Nas imagens o nº1, na passagem pelo Mucifal a caminho de Sintra.

-Fabricado pela J.G. Brill, Company, de Filadélfia, em 1903, foi restaurado em 1979 e assegurou o percurso no troço entre o Banzão e a Praia das Maçãs de 1980 a 1985.
Nota:
Dados recolhidos de “Eléctricos de Sintra um percurso centenário” de Júlio Cardoso e Valdemar Alves
Post relacionado:
-Os 103 anos do Eléctrico da Praia das Maçãs-pressionar

segunda-feira, abril 16, 2018

Coisas de Colares

Sobre as Águas minerais do Monte-Banzão de  Inocêncio Joaquim Camacho Rodrigues
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    A casa "Camacho" no Banzão, nº40 da Avenida Atlântico

A "Casa Camacho", do Banzão foi mandada construir pelo Professor Inocêncio Camacho Rodrigues, Governador do Banco de Portugal, 2 de Abril de 1911 – 30 de Junho de 1936, (Moura, São João Baptista, 23 de Maio de 1867 — Lisboa, Santos-o-Velho, 11 de Setembro de 1943.

O proprietário da "Casa Camacho", também explorava uma nascente de água minero-medicinal que possuía no Monte  Banzão, com origem numa nascente  do pinhal da Nazaré e canalizada para uma fonte (Fonte Maria), que  nos nossos dias  se encontra em ruínas. A água minero-medicinal,  do Monte - Banzão, era publicitada como a melhor água de mesa do país.

 Águas minerais do Monte-Banzão/Colares
"Em Colares existiram pelo menos três empresas de comércio de águas.
(...)
Quanto a esta última (Monte-Banzão), sabemos que em 19o5, foi pedida, por Joaquim Camacho Rodrigues, a concessão da água Mineral "Monte-Banzão". Esta água era engarrafada num anexo da casa do proprietário do Monte Banzão , através de um cano de ferro que ligava esse anexo ao poço. A água deixou de ser comercializada em 1913, por diminuição do caudal que se deveu a aluimentos de terras resultantes dos fortes abalos sísmicos de 1908"

De um texto do Prof. António Miranda

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Padaria Flor - Monte Banzão -Actualmente o início da Avenida Atlântico no Alto Banzão

As Águas do Monte-Banzão, nas vésperas da Revolução de 1910
"A morte de Miguel Bombarda, dada a conhecer pela notícia afixadas em O Século, foi como chama que se espalha por Lisboa inteira e a incendeia. Espelhava-se nos rostos a máscara das horas graves, de quem espera um acontecimento grande. Vultos atarefados passavam, cosendo-se com as parede, transmintindo ordens. Os dirigentes republicanos não se vêem. Na manhã de 3 tinham reunido os oficiais comprometidos na Rua dos Correeiros, na Empresa das Águas do Monte Banzão, de Inocêncio Camacho."

Excerto de um texto de José Brandão -aqui

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Anúncio publicado na rev. "Occidente" 1022 de 20 de Maio de 1907

Águas Minerais do Monte-Banzão Identificação -Monte-Banzão Indicações - Aparelho digestivo e rins (Contreiras,1951) Instalações
  - A emergência da água é no fundo de um poço que atravessa as areias (Acciaiuoli,1944) Fracamente mineralizada, radioactiva (Contreiras,1951) Sintra/Colares Alvará de concessão de 30/11/1906, abandonadas em 4/8/1937Bibliografia:Acciauioli 1944, Andrade 1906,Contreiras 1937, Contreiras 1951, Machado 1904,Pestana 1905.

A exploração é suspensa em 1913,  e em 12 de Maio de 1937, é requerido o abandono da exploração.

http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/07/foi-voce-que-pediu-um-supermercado-aldi.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Inoc%C3%AAncio_Camacho


domingo, abril 15, 2018

Lord Byron e Sintra

Painel de azulejos, encontrado na parede exterior de uma loja na Vila Velha de Sintra

Oh! Em que variedade labirinto de montes e vales surge o glorioso Eden de Sintra! Ai de mim! Qual a pena ou pincel que reproduzir pode metade, sequer, das suas belezas!

Lord Byron

sábado, abril 14, 2018

Visita à Vila Velha com condicionamento de trânsito nesta sexta-feira

A Vila Velha de Sintra está melhor, talvez excepto para os sintrenses.


O acesso à  Vila Velha, com as novas regras de trânsito provocava  já  algum condicionamento de trânsito,  mesmo já na Estefânia, nesta sexta-feira 13.


Faço minhas as palavras do amigo João Cachado, depois desta sexta-feira ter percorrido a zona condicionada ao trânsito:

"Havendo ainda oportunidade, gostaria de sublinhar a ideia da necessidade da maior contenção relativamente às avaliações «em cima» do acontecimento, ou seja, ainda em pleno período de adaptação às mudanças introduzidas pela Câmara Municipal de Sintra."
João Cachado/ Jornal de Sintra


O  ambiente pedestre...

Tráfego turistico

Olhares:
Vila Velha  acessível actualmente a pedestres -e a turistas.

A ausência de Parques de estacionamento com acesso em transportes públicos ao centro histórico - transforma o tráfego  da Vila num local só visitado por forasteiros.

Com o comércio local já com situações anteriores, de  inflação de preços -  haverá  agora o risco de   aproveitamento das invasões turisticas para  aumentar os negócios  de "souvenirs & afins", alterando a rede de comércio tradicional que  ainda sobrevivia na Centro histórico.



Perigo da Vila Velha se transformar numa Estefânia, ou  alterando o seu ambiente social (como acontece hoje em bairros antigos de Lisboa - com os alojamentos locais, que expulsam os  tradicionais moradores) -  o que já estava a acontecer em Sintra com a proliferação de hostels.

sexta-feira, abril 13, 2018

Sintra, terra de eleição de Manuel Roque Gameiro

«Paisagem » gouache, 1925 -Manuel Roque Gameiro

“Sintra era a sua paixão.E tão grande que, para a reter sempre nos olhos, acabou por aqui comprar uma propriedade aos pés da serra, onde passava, dizia os melhores momentos da sua vida sofredora.”

"Jornal de Sintra", de 3 de Setembro de 1944

Manuel Roque Gameiro, era filho de Alfredo Roque Gameiro, nasceu em Lisboa em 1892, e faleceu, também em Lisboa em 1944. Foi distinguido pela Sociedade Nacional de Belas Artes, autor de vários trabalhos em gravura e caricatura, tendo colaborado nos jornais «O Xulão», «A Capital», suplemento «O Século», o «O Riso», «Noticias Ilustrado» e outros.

Uma grande iniciativa do Jornal de Sintra foi a 1ª exposição de Artistas Sintrenses inaugurada em 14 de Setembro de 1943, participaram vários artistas entre os quais Manuel Roque Gameiro, com desenhos a lápis de cor.

Manuel Roque Gameiro participou ainda na II Exposição de artistas Sintrenses (1944)“embora sem o chamarem, e ele próprio foi colocar os seus quadros, cheio de alegria sincera por, mais uma vez, ser útil à sua terra eleita”-escrevia no "Jornal de Sintra" , Rio Dez, em 3 de Setembro de 1944,num artigo de homenagem a Manuel Roque Gameiro quando da sua morte.

Posts relacionados:
-Sintra nas aguarelas de Alfredo Roque Gameiro-pressionar
-A tribo dos pincéis:/http://www.tribop.pt/TPd/
Notas:
Fotografia e reprodução de "Paisagem", retiradas da "Tribo dos Pincéis"