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sexta-feira, abril 21, 2017

Palácio Nacional de Queluz com abertura gratuita no 25 de Abril

Palácio Nacional de Queluz com a nova cor .Foto de 22/01/2017


Parques de Sintra associa-se às comemorações do 25 de abril com abertura gratuita do Palácio Nacional de Queluz

- Palácio Nacional de Queluz abre gratuitamente até às 14h30
- Última entrada às 14h00


Sintra, 21 de abril de 2017 – A Parques de Sintra associa-se às comemorações do 25 de abril, Dia da Liberdade, com a abertura gratuita, até às 14h30, do Palácio Nacional e Jardins de Queluz.

A última entrada será às 14h00, já que o monumento encerra ao público às 14h30 devido à realização de eventos oficiais.
Inf.PSML

quinta-feira, abril 23, 2015

Biblioteca de Arte Equestre inaugurada no Palácio Nacional de Queluz

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Foto PSML
A Parques de Sintra (PSML) inaugurou, a 22 de abril, no Palácio Nacional de Queluz, a única biblioteca nacional dedicada exclusivamente à Arte Equestre e aberta ao público: a “Biblioteca de Arte Equestre D. Diogo de Bragança, VIII Marquês de Marialva”. No local, além da consulta das publicações, será também possível observar 165 gravuras, duas pinturas (um retrato da família dos 3ºs Duques de Lafões e um de D. Pedro Vito de Meneses Coutinho, 6º Marquês de Marialva), uma casaca de cavaleiro tauromáquico e uma réplica de cavalo ajaezado com gualdrapas e xairel de finais do século XVIII.
 

 

sexta-feira, outubro 10, 2014

Música de Câmara no Palácio de Queluz

Foto PSML
 O Palácio Nacional de Queluz recebe a 11 de outubro o concerto do Trio do Desassossego, integrado no Ciclo de Outono da Temporada de Música.
 
Este agrupamento venceu o Prémio Jovens Músicos 2013 na categoria Música de Câmara, e apresentará agora em Queluz obras de Beethoven e Mendelssohn.
Com este concerto dá-se início a uma importante colaboração com o “Prémio Jovens Músicos”, uma das iniciativas que em Portugal maior apoio regular e ininterrupto tem dado à divulgação de jovens intérpretes.
 
O Trio do Desassossego é um trio eclético, composto por Catarina Gonçalves (violoncelo), Pedro Lopes (violino) e Ricardo Vicente (piano), que se formou em setembro de 2012 no âmbito da disciplina de Música de Câmara na Academia Nacional Superior de Orquestra. O nome deriva da paixão comum pela arte de Fernando Pessoa e a ideia surgiu em forma de homenagem na comemoração dos 125 anos do seu nascimento. Encontrar paralelismos entre o legado do poeta, e seus heterónimos, com as obras dos grandes compositores da história da música é um dos objetivos do grupo, daí serem lidos poemas de Pessoa antes de cada obra executada em concerto.
 
Segundo Pedro Lopes (violinista), “Decidimos pegar num grande marco literário e trazê-lo para o nosso concerto, fazendo com que Fernando Pessoa fosse ainda mais pessoas, perpetuando um pouco aquilo que ele sempre tentou ser, sempre quis ser, sempre imaginou ser, dentro dele, multiplicando-se infinitamente”. Na opinião do violinista, todas as pessoas se identificam com um excerto da obra deste poeta e é uma experiência interessante começar com a leitura de um texto que esteja de acordo com a narrativa musical.
Desde outubro de 2013, o Trio do Desassossego colabora regularmente com a casa Fernando Pessoa.
 
Esta é a primeira vez que o trio vai atuar no Palácio Nacional de Queluz e Catarina Gonçalves (violoncelista) considera que “se torna especial, pois as pessoas acabam por reviver essa época do século XVIII, de magia, e o Palácio envolve-nos com esse cenário”.
 
O concerto do Trio do Desassossego tem um preço de 15 Euros (adultos) ou 10 Euros (estudantes), e os bilhetes podem ser adquiridos nas bilheteiras da Parques de Sintra, online na Blueticket, bem como na FNAC, Worten, El Corte Inglés, MEO Arena, Media Markt e Postos de Turismo Aeroporto e Pç. Do Comércio.
 
O Ciclo do Outono é um evento organizado pela Parques de Sintra em parceria com o Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal (CEMSP), que tem direção artística de Massimo Mazzeo. Depois do Ciclo de Carnaval, que teve lugar em março, é agora vez do Ciclo de Outono trazer grandes nomes da música nacional e internacional em cinco concertos no Palácio Nacional de Queluz. Desta vez o destaque é dado aos agrupamentos: duos, trios e orquestras
Texto PSML

segunda-feira, outubro 07, 2013

Falcoaria no Palácio de Queluz

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 A Parques de Sintra disponibiliza, de terça a domingo, às 12h, nos jardins do Palácio de Queluz, exibições de falcoaria, num programa que inclui também a visita guiada às instalações das aves, bem como à nova exposição sobre falcoaria.
Pretende-se, com o projeto, recuperar e dar a conhecer uma arte que teve grande expressão na segunda metade do século XVIII, nomeadamente no Palácio de Queluz, altura em que a Casa Real detinha os falcões de caça mais raros e cobiçados (algumas das aves eram trazidas de lugares longínquos, como os presentes de luxo oferecidos pelos reis da Dinamarca ou pelo Grão-mestre da Ordem de Malta).

Sobre a falcoaria
A falcoaria, ou cetraria, consiste na arte de adestrar e caçar com aves de presa. O mais antigo testemunho desta prática é um baixo-relevo encontrado nas ruínas de Khorsabad, na antiga Mesopotâmia, datado do ano 1.400 a.C. Do seu berço asiático inicial, a falcoaria expandiu-se para oriente com as invasões mongólicas e foi introduzida na China, de onde chegam as primeiras notícias escritas sobre a sua prática no século VII antes da era cristã. A sua introdução no Ocidente deu-se em período mais tardio. Na Península Ibérica foi introduzida pelos Suevos e Visigodos, muito antes da fundação de Portugal.
A falcoaria gozou sempre de um estatuto de modalidade de caça nobre e, nesse sentido, manteve-se apanágio das casas reais, não como forma de obtenção de alimento mas como entretenimento, tendo evoluído para uma atividade complexa e sofisticada, que lhe conferiu o estatuto de arte.
Em 2010 a UNESCO reconheceu a riqueza do legado histórico e artístico da falcoaria, registando-a na lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade.
As aves de rapina formam um grupo muito biodiverso e estão representadas em Portugal por cerca de 30 espécies diferentes. Têm uma longevidade que pode variar entre os 15 e os 50 anos, consoante a espécie, e um peso que pode oscilar entre 150 gramas do pequeno falcão-peneireiro e os 6 kilos da águia-real. Em regra, os falcões são caçadores que se alimentam de vertebrados de sangue quente, sobretudo outras aves, mas existem algumas rapinas com dietas muito especializadas, incluindo a pesca e hábitos necrófagos. As rapinas são consideradas um bom indicador da qualidade e vitalidade dos ecossistemas, gozando de estatuto de proteção integral.


Apenas um reduzido número de espécies é utilizado na prática da falcoaria, sendo conhecidas como “aves nobres”. Apesar do seu ar poderoso, uma vez adestradas não representam qualquer perigo para o Homem, devendo, no entanto, ser manuseadas com precaução utilizando luvas de cabedal. A utilização de falcões na caça reproduz um ato natural de predação, não causa abates massivos, não compromete o equilíbrio natural das espécies, pelo que a falcoaria é considerada uma forma de caça sustentável e ecológica.

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A Falcoaria do Palácio de Queluz
Atualmente os falcões e restantes aves de rapina no Palácio de Queluz encontram-se alojados nas antigas jaulas dos Jardins, perto do Canal de Azulejos e da Escadaria Robillion. Este local, que em tempos albergou algumas espécies exóticas, sofreu agora alterações para receber as aves com todo o conforto.
Esta zona constituiu desde sempre um polo lúdico bastante importante onde se edificaram vários espaços vocacionados para o ócio e o entretenimento. Nas jaulas, construídas em 1822 sob o Terraço do Pavilhão Robillion e ladeando a Cascata das Conchas, ainda sobreviviam em 1833, durante o período sangrento das lutas liberais, duas leoas, dois tigres e alguns macacos, testemunho de um gosto pelo exótico que, em diferentes níveis, sempre existiu em Queluz.
Antes da Partida da Família Real para o Brasil, na totalidade das Reais Quintas de Queluz, situadas nas envolvências do Palácio, existiam búfalos, corsas, gamos, veados, carneiros e cabras de Angola, entre outras espécies animais mais vulgares. Nos numerosos lagos dos jardins vivia uma população de 183 cisnes brancos e pretos, para além das pombas, canários, catatuas e águias que a Rainha Carlota Joaquina e as Infantas suas filhas possuíam em gaiolas e viveiros.
*Texto  da PSML adaptado 
 


8545192245_a1d604e253_z * *Fotos do blog

quinta-feira, maio 09, 2013

Arte Equestre nos Jardins do Palácio de Queluz

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A Escola de Arte Equestre retomou hoje as apresentações nos Jardins do Palácio de Queluz, o que acontecerá todas as 4ªs feiras a partir de agora.
. A Escola Portuguesa de Arte Equestre, sediada nos jardins do Palácio de Queluz, foi fundada em 1979 com a finalidade de promover o ensino, a prática e a divulgação da Arte Equestre tradicional portuguesa. Recupera a tradição da Real Picaria, academia equestre da corte portuguesa do século XVIII, que usava o Picadeiro Real de Belém, hoje Museu Nacional dos Coches, e monta exclusivamente cavalos lusitanos da Coudelaria de Alter. BlogueAlterPQ20130508g A escola tem a seu cargo 49 cavalos lusitanos, criados na Coudelaria de Alter do Chão, no Alto Alentejo em 1748 por D.João V. Estes cavalos distinguem-se por diversas características físicas, como "garupa forte bem arredondada" ou "espáduas compridas, oblíquas e bem musculadas". BlogueAlterPQ30130508d BlogueAltePQr20130508e BlogueAlterPQ20130508l

sexta-feira, maio 03, 2013

Arte Equestre nos Jardins do Palácio de Queluz

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Foto PSML

 A partir de 8 de Maio, terão lugar, todas as 4ªs feiras, às 11h, apresentações da Escola Portuguesa de Arte Equestre, nos jardins do Palácio de Queluz, com a duração de 20 a 30 minutos. Estes espectáculos organizados com os cavalos e cavaleiros da Escola de Arte Equestre, estarão acessíveis a todos os visitantes do Palácio e/ou Jardins de Queluz

. A Escola Portuguesa de Arte Equestre, sediada nos jardins do Palácio de Queluz, foi fundada em 1979 com a finalidade de promover o ensino, a prática e a divulgação da Arte Equestre tradicional portuguesa. Recupera a tradição da Real Picaria, academia equestre da corte portuguesa do século XVIII, que usava o Picadeiro Real de Belém, hoje Museu Nacional dos Coches, e monta exclusivamente cavalos lusitanos da Coudelaria de Alter. Em Setembro de 2012, a gestão da Escola Portuguesa de Arte Equestre foi entregue pelo Governo à Parques de Sintra – Monte da Lua, juntamente com a gestão dos Palácios Nacionais de Sintra e Queluz.

Fonte:de um texto da PSML

terça-feira, fevereiro 05, 2013

Carnaval no Palácio Nacional de Queluz

 Photobucket Foto PSML
Dia 10 de Fevereiro (14h30) a Parques de Sintra assinala o Carnaval no Palácio de Queluz com a temática das festas da corte no séc. XVIII que, desde o período de D. Pedro III e D. Maria I ali tiveram lugar, marcando a sua história com uma imagem de referência no que respeita à animação lúdica de eventos palacianos.
Nesta Festa, a decorrer na Sala do Trono, pretende-se recriar o animado e sofisticado ambiente da Corte através da presença de personagens de época, música ao vivo, e um concurso de máscaras. Razão pela qual os participantes são desafiados a levar máscara adequada ao tema, encarnando a personagem. O júri premiará, das melhores, a máscara mais graciosa e fiel à época.
Enredados no contexto histórico daquele que foi um período áureo no Palácio de Queluz, cavalheiros e damas serão desafiados a aprender a dança em voga em Setecentos e a dar vida ao magnífico salão de festas.
Carnaval no Palácio de Queluz
10 de fevereiro
14h30 às 16h30
8 Euros
Crianças a partir dos 4 anos e sempre acompanhadas por adulto
Necessária a inscrição prévia (npa@parquesdesintra.pt ou +351 21 923 73 00
Fonte: PSML

domingo, dezembro 16, 2012

Sobre os Jardins do Palácio Nacional de Queluz

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 Foto PSML

No dia, 13 de Dezembro foi lançada, no Palácio Nacional de Queluz, a publicação “Os Jardins do Palácio Nacional de Queluz, intervenção de conservação”, uma edição da Associação World Monuments Fund (WMF) Portugal com coordenação editorial dos Professores A. Elena Charola e José Delgado Rodrigues.

 Este livro é fruto de um trabalho multidisciplinar que aposta na investigação histórica e científica, testemunhando e documentando todos os estudos e intervenções levadas a cabo pela WMF Portugal nos Jardins do Palácio Nacional de Queluz durante cerca de 8 anos. 

domingo, julho 22, 2012

Notícias da PSML

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  Foi  aprovado em Conselho de Ministros  em 18 de Julho último o Decreto-Lei que entrega à Parques de Sintra – Monte da Lua, S.A. (empresa de capitais públicos) a gestão do Palácio Nacional de Sintra e do Palácio Nacional de Queluz, bem como a da Escola Portuguesa de Arte Equestre.

"Com esta decisão, a Parques de Sintra passará a ser responsável pela salvaguarda, valorização e divulgação destes dois importantes polos culturais, à semelhança do que já acontecia com o Parque e Palácio da Pena, Castelo dos Mouros, Parque e Palácio de Monserrate, Convento dos Capuchos e os recentemente recuperados Chalet e Jardim da Condessa d’Edla."
Fonte PSML
*Foto encontrada aqui