Parque da Pena, Património da Humanidade

Parque da Pena
Em colaboração com o Barão de Eschwege e o Barão de Kessler, D. Fernando II (reg.1853-1855) vai definir também o plano e projecto do Parque que viria a envolver o Palácio da Pena. Aproveitando o terreno acidentado, a fertilidade do solo e a singularidade climática da serra, manda plantar um imenso arvoredo, originário de regiões distantes, enquadrando, bem ao gosto romântico da época, ruínas, pavilhões e pequenas construções para criar ambientes diversos e cenários de inigualável beleza natural.A intervenção botânica na serra foi de grande envergadura, já que a imagem profundamente arborizada da serra de Sintra, que hoje conhecemos não correspondia, de modo algum, à realidade na segunda metade do século XIX. Além de espécies florestais europeias, foram introduzidas muitas outras originárias de regiões distantes. Foi o caso das sequóias e túias da América do Norte, das araucárias do Brasil e da Austrália, das criptomérias do Japão e dos cedros do Líbano. Construiu-se assim, um ambiente natural de rara beleza e de enorme importância científica que, seguramente muito contribuiu para a classificação de Sintra, pela Unesco como Património da Humanidade



Em negativo
Regime de protecção
O Palácio Nacional da Pena foi classificado como Monumento Nacional, em 1910.O Parque da Pena está actualmente abrangido pela "paisagem cultural de Sintra", incluída na lista de Património Mundial da Unesco.
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