domingo, julho 31, 2016

Rio das Maçãs -notas (reedição)

Rio das Maçãs
Numa óptima reedição de “O vinho de Colares” editado em 1938 pela Adega Regional de Colares, surge mais uma referência ao rio das Maçãs, como neste blog, já existem algumas referências que mencionam a importância que ao longo dos anos este rio, hoje ribeira teve para esta região, acrescentamos mais esta referência ao rio que dá o nome a este nosso trabalho .

"Na «Crónica do Imperador Clarimundo», que João de Barros trasladou da língua hungara para a portuguesa, se encontra larga referência a Colares e ao rio das Maçãs. "
Ali se diz:


«Rio mui gracioso que pelo meio dêstes pomares corre coalhado de muita fruta e flores.E com um ruído suave se mete no mar onde faz a repartição delas, lançando-as por tantas partes, que daí a 6 e 7 léguas se acham muitas maçãs, peras , marmelos e outros sinais da terra, com que os navegantes se alegram. E saindo dos pomares entram em terra de pão, vinho, azeite e outros géneros de mantimentos e criação de gados, que a fertilidade da terra dá».





Posts relacionados:
-Rio a caminho do mar

-Naufrágios no litoral sintrense e no Rio das Maçãs

-Fábula do Rio das Maçãs

-Lenda de Colares

sábado, julho 30, 2016

Mergulhões da Adraga

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Esta tarde na Praia da Adraga, um pequeno grupo de mergulhões, disputavam o topo de um rochedo - o que nos permitiu os registos que publicamos.
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"Os mergulhões alimentam-se de peixes, insectos, moluscos e crustáceos, que caçam durante os mergulhos. São sobretudo aves solitárias mas formam casais durante a época de reprodução ou grandes grupos nas alturas de migração.
As posturas, com 3 a 9 ovos, são feitas em ninhos isolados, construídos na água em montes de lama ou zonas de vegetação aquática densa. Os juvenis chocam prontos para nadar e são cuidados por ambos os pais, que por vezes os transportam no dorso."
in Wikipédia
Os mergulhões alimentam-se de peixes, insectos, moluscos e crustáceos, que caçam durante os mergulhos. São sobretudo aves solitárias mas formam casais durante a época de reprodução ou grandes grupos nas alturas de migração.
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Fotos em 29/06/2016
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Post relacionado:"Mergulhão Ocidental"
http://riodasmacas.blogspot.pt/2015/01/mergulhao-ocidental.html

sexta-feira, julho 29, 2016

quarta-feira, julho 27, 2016

Memórias Sintrenses (Reedição)

Com a prestimosa colaboração de Carlos Santos (Caínhas), publicamos hoje mais um interessante retrato de uma Sintra antiga.

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Este Semanário "O DESPERTAR", do Partido Republicano da Esquerda Democrática do Concelho de Sintra, tinha a Sua Administração, e sede de Partido na Rua das Padarias nº 1 Sintra- Vila. É uma casa grande, que fica situada no primeiro andar em frente da Piriquita, tem frente para o Largo Rainha D.Amélia, por baixo, era um forno de padeiro do Sr. António Melo, mais tarde convertido numa casa de nome A TIBORNA, hoje tem outro nome e dedica-se à venda de produtos de artesanato.
Nesta casa onde era a sede do Partido Republicano, veio a ser mais tarde a residência do Sr. José Alfredo da Costa Azevedo, onde veio a falecer.

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Aqui foi a Sede do Centro Republicano de Sintra,(no primeiro andar), e a última residência do Sr.José Alfredo Azevedo.Onde hoje é a Loja do largo (por baixo) era o forno do padeiro (a lenha), e o posto de venda era onde se situa hoje a cafetaria das Padarias Reunidas de Sintra, no Largo da Vila -Foto de Carlos Santos

Sobre o Dr. Carlos França posso acrescentar que conforme O DESPERTAR de 2-10-1926 indica, em reunião efectuada nos Paços do Concelho desta Vila de Sintra, ficou acordado que fosse mandado erigir um monumento em Sintra em homenagem ao ilustre médico.
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Monumento esse que está edificado no Largo Dr. Carlos França aos Pizões, na Vila Velha, a Rua de ligação ao largo do Victor também foi chamada de Rua Dr. Carlos França, tendo nos anos 70 sido alterada para Maria Eugénia Reis Ferreira Navarro.
Esse monumento foi inaugurado nos anos 34 ou 35, (não fui lá ver) do século passado, tendo sido uma menina da escola feminina de São Pedro de Sintra, de seu nome Maria Vitória da Silva Mata, indicada para fazer o descerramento do dito monumento.

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Créditos:
Texto de Carlos Santos (Caínhas) e foto do Centro Republicano de Sintra
Reproduções do Jornal "O Despertar" (colecção Carlos Santos)
Foto do monumento ao Dr.Carlos França -Obras de José Alfredo da Costa Azevedo -VI

terça-feira, julho 26, 2016

Brumas do Monte da Lua

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Hoje  à tarde visto do IC19, o Monte da Lua sem Pena. Explicação para o tempo sombrio que temos em Colares.

Sintra Antiga (Reedição)

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Foto  sem data do Arquivo Municipal de Sintra - Produção, Rocchini,F


Crónica da semana (1927) por Norberto Lopes
Queijadas de Sintra
Há a água de Sintra, o Paço de Sintra, o Palácio de Sintra, a Serra de Sintra – e as Queijadas de Sintra.
Nem todas as pessoas que vão á vila nobre bebem água da Sabuga ou da Passarinhos, nem todos sobem à Pena, entram no Paço de D.JoãoI e dão a volta ao Parque.
Mas ninguém deixa de comer as queijadas. As queijadas são o símbolo de Sintra mais transparente de verdade. A única cousa mesmo, a única, que se traz para Lisboa, a única que irradia nas cidades e é copiada, plagiada, limitada, especulada.

Acresce que as queijadas são também apesar da doçura contemplativa da linda vila real – a única cousa autenticamente doce. E quasi dizemos a única realmente humana, porque também elas, como nós, veem numa condessinha.

Em verdade, nós gostamos tanto das queijadas, somos filhos da Matilde. A Matilde é que noz faz gulosos; a Matilde é que nos dá a recordação transitória de Sintra. A Matilde é que, por pouco dinheiro nos defende muitas vezes quando a gente diz que foi a Sintra passar a tarde, que perdeu o último combóio, que teve de lá ficar.

-Toma filho! Aqui estão as queijadas.


É o documento que não admite dúvida. Queijada de Sintra há em toda a parte. Da Matilde, a valer só em Sintra.

A Matilde devia ter um monumento. O casino devia chamar-se “Casino da Matilde”. Sintra mesmo assim devia dividir-se assim: de um lado a Estefânia, do outro lado a Matilde.
A Estefânia é a vila nova, a Matilde a vila velha, a tradição, a guloseima, a nobreza, a talassaria, a graça de Sintra.

Está provado que Byron gostava de queijadas. Sem elas o seu estômago saxónico não teria disposição para fazer versos.

E depois, há que não esquecer : a Matilde foi uma Mulher. A melhor queijada do seu tempo. A uma rapariga que veraneie em Sintra não será ofensa chamar-lhe em vez de flor, de amor, simplesmente uma “Matilde”. Também há a “Sapa”. Mas é da Matilde que tratamos. Os nome tem influência.
Enfim: Sintra para nós é uma queijada, embrulhada no papel de cor ou branco, com a gravura da Pena ou do Paço.

Pode cair tudo: a Vereação Municipal e o Casino, o projecto do elevador, o Castelo dos Mouros, as árvores da estação e o Sr.Adriano Coelho.

Enquanto houver queijadas de Sintra, daquelas que eu te trouxe ontem, minha “Matilde” do meu coração – Sintra não acaba. São pequeninas como tu, cabem dentro da nossa boca – e fazem da nossa vida a mais doce queijada da existência.

Norberto Lopes

Publicado no "O Domingo Ilustrado" nº141 de 25 de Setembro de 1927


*Norberto Lopes -Vimioso 1900 - Linda-a-Velha 1989

segunda-feira, julho 25, 2016

Intermitência



Andorinha que vais alta,
Andorinha que vais alta,
Porque não me vens trazer
Qualquer coisa que me falta
E que te não sei dizer?
Fernando Pessoa


*Foto Mucifal/Domingo 24/07/2016
.

domingo, julho 24, 2016

Momentos de Sábado na Ribafria

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Na Quinta da Ribafria,ontem, Sábado, espectáculo equestre, promovido pela Quinta da Bela Vista, de Galamares, contou com a participação de cavaleiros e alunos da Quinta.
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Quinta da Ribafria -Sábado 23/07/2016
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Quinta da Ribafria -Sábado 23/07/2016


quinta-feira, julho 21, 2016

Castelo de Colares (Reedição)

Sobre o "Castelo de Colares":

“D.Dinis de Melo e Castro obteve a posse do antigo “castelo” onde funcionava a Câmara e a cadeia de Colares:«ainda que conservado o castello, delle se serviaõ os officiais da Camera para os ministerios do governo commum; com tudo há mais de cem annos, e fazendo gosto de viver naquella villa D.Diniz de Melo e Castro (sogeito de grande, e particular distincaõ; porque havia sido Bispo de Leiria, de Viseo e da Guarda, e Regedor das justiças deste Reyno) conseguio da mesma Camera o dominio e a posse de tal Castello. Neste, mudada a figura, fabricou um curioso Palacio para sua habitação. Que ainda existe dentro da villa (...) As casas da Camera, e Cadêa se fizeraõ em outro lugar»
Santa ANNA, 1751 II 89 Cfr, Maria Teresa Caetano "Colares"

A construção do Palácio do bispo D.Dinis ter-se-á, iniciado em 1620
Diniz de Melo e Castro, Nasceu em Colares, onde viveu largos anos. Morreu em Lisboa, em 24 de Novembro de 1640.Bispo de Viseu (1638) ,Guarda e Leiria, de que tomou posse em 11 de Dezembro de 1627, fundou a casa da Câmara e a Misericórdia de Colares .Obteve o domínio do arruinado castelo, fazendo construir sobre ele a sua casa.

«Colares teve castelo quase por completo desaparecido, cuja origem e fundação se desconhecem.» A Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, Volume VII, pag 109

O acesso ao "Castelo" com o fontanário cuja água que jorra , é ainda hoje canalizada através da Casa da àgua do "Castelo"

A CASA DA ÁGUA


"Por conseguinte, da singular villa de sabor italianizante subsiste, apenas, uma arcaria de amplos vãos cegos e a casa da água, sustida por abóbada de canhão. A cobertura destes edifícios, de planta regular e contíguos, é única e forma um grande terraço lajeado, delimitado por murete com conversadeiras. A data de 1690 inscrita numa cartouche relevada sobre o arco abatido de acesso à casa da água, indicará, talvez, a época em que se revestiram as paredes exteriores, junto ao grande tanque, com frescos de cariz mitológico e influência italianizante, infelizmente quase desaparecidos."
C.M.S. - Divisão de Património Histórico-Cultural
Antigas canalizações e tijolos em barro

Post relacionado:
http://riodasmacas.blogspot.pt/2009/04/o-castelo-de-colares.html

quarta-feira, julho 20, 2016

Esta noite houve um incêndio na Serra de Sintra (Actualizado)

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Esta noite deflagrou um incêndio na Serra de Sintra, em zona que não conseguimos neste momento identificar correctamente, talvez próximo da zona dos Capuchos. Incêndio rápidamente combatido pelos bombeiros - perto da meia-noite, não havia já nenhum sinal de chamas. A noite húmida e rápida intervenção dos bombeiros, permitiram controlar eficientemente, mais um incêndio em zona sensível da Serra de Sintra.

*Foto possivel a partir de Colares
Actualização 1H02m
Colares, Gigarós, início 22:28 em Povoamento Florestal. Combatido por 55 bombeiros apoiados por 16 viaturas. Info viahttp://www.prociv.pt/pt-pt/SITUACAOOPERACIONAL/

segunda-feira, julho 18, 2016

Manhã de Domingo na Ribafria

Quinta da Ribafria
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O espelho de água da Quinta da Ribafria, na manhã de domingo
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Mens sana in corpore sano 

No óptimo espaço da Ribafria, domingo de manhã, uma aula de Expressão Corporal
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Fotos em 18/07/2016
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Espaço perfeito para actividades saudáveis
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Fotos em 18/07/2016/Quinta da Ribafria
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domingo, julho 17, 2016

Personagens da Feira Quinhentista de S.Pedro de Sintra

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Feira Quinhentista de S.Pedro de Sintra 16/07/2016
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Feira Quinhentista de S.Pedro de Sintra 16/07/2016

Sobre Lisboa quinhentista:
"A cidade de Lisboa era reconhecida em todo o mundo como uma grande metrópole comercial cheia de contrastes, devido à presença de uma grande variedade de pessoas especialmente, comerciantes (Franceses, Italianos, Flamengos, Espanhóis e Ingleses) que a ela afluíam com o objectivo de realizar negócios. A esta cidade chegavam também, escravos negros trazidos da costa de África como humildes carregadores, mas com um destino diferente, servir as famílias com mais poder e mais riqueza. Também a migração estava também bem presente na vida dos portugueses de século XVI, sendo a cidade de Lisboa uma das cidades mais procuradas, o que contribuía, para os contrastes étnicos e de costumes, bem visíveis na vida quotidiana da cidade. 
Nesta cidade vendiam-se todo o tipo de produtos originários das várias partes do mundo, tais como marfim e ouro africanos, especiarias, sedas, porcelanas, tapetes, pérolas, rubis e diamantes orientais, açúcar e plantas tintureiras doBrasil, prata e cobre da Alemanha, tecidos da Itália da Inglaterra ou da Flandres e trigo dos Açores e também da Europa ocidental(...). "
Excerto retirado daqui:
http://historia-geografia-portugal.wikispaces.com/Lisboa+Quinhentista
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Feira Quinhentista de S.Pedro de Sintra 16/07/2016
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Feira Quinhentista de S.Pedro de Sintra 16/07/2016
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Feira Quinhentista de S.Pedro de Sintra 16/07/2016
http://riodasmacas.blogspot.pt/2016/07/feira-quinhentista-em-spedro-de-sintra.html

quinta-feira, julho 14, 2016

Nova visita à Quinta da Ribafria

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Memórias do solar da Ribafria

"As primeiras referências atidas à familia Gonçalves (Ribafria) reportam-se ao evo trecentrista e mencionam uns tais Luís Gonçalves e Caterina Álvares que se supõe terem sido «lavradores de Sintra ou do seu termo», Estes terão sido, pois segundos ou terceiros avós de André e Gaspar Gonçalves, filhos de Gaspar Gonçalves e de sua mulher, Susana Antunes, e sobrinhos de Duarte Fernandes, vigário da igreja paroquial de São Martinho. Com probabilidade naturais de Sintra, onde terão nascido no último quartel do século XV, aqueles irmãos eram nos inícios de quinhentos, uma presença assídua no paço real, o que, de per si, permite considerar que a sua família se integrava na então florescente burguesia de cariz urbano, rica e letrada, podendo, talvez, estabelecer-se uma relação de parentesco com um tal Álvaro Gonçalves que, em 1445, era já «escpriuaom do almoxarifado del Rey»."
In Solum ao solar../Maria Teresa Caetano
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"A histórica quinta no Lourel, cuja casa e torre foram edificadas no século XVI, pertenceu à família Mello e foi vendida em 1988 à Fundação Friedrich Naumann, através do IPSD, devido a condicionalismos para investimentos germânicos no exterior. A fundação alemã retirou-se de Portugal na década de 1990 e os dois terrenos que compõem a propriedade, no total de 13,3 hectares, acabaram vendidos a uma sociedade imobiliária de João Vale e Azevedo, ex-dirigente do Benfica.
O IPSD conseguiu a anulação judicial da venda, alegando que Vale e Azevedo tinha efectuado "negócio consigo próprio", em vez de transferir a quinta para o seu verdadeiro dono, a fundação alemã. O Instituto Português do Património Arquitetónico (IPPAR) recusou, em 2001, exercer o direito de preferência sobre a Ribafria - opção legal nos imóveis classificados -, mas a Câmara de Sintra aproveitou para comprar a quinta por 2,1 milhões de euros."
in jornal Público/Fugas
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Pátio de lagedo
 
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Fonte renascentista atribuível a Pêro Paixão

*Fotos em 29/06/2016

Posts relacionados:

http://riodasmacas.blogspot.pt/2011/01/quinta-da-ribafria.html

http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/08/visita-quinta-da-ribafria.html

quarta-feira, julho 13, 2016

Corridinho de Sintra

Corridinho
"Nos primeiros anos do Séc XX nasce o célebre corridinho. Facto curioso e que muitos desconhecem é que este tipo de música teve origem numa dança de salão nascida nos meados do século passado, algures na Europa oriental e trazida oara o Algarve por um espanhol chamado Lorenzo Alvarez Garcia, que decidiu cortejar a jovem louletana Maria da Conceição. dedicando-lhe La  Azucena - uma polca.
O Corridinho nasce então com dança de cortejo."


In "Folclore de Portugal"
http://www.folclore-online.com/dancas_populares/corridinho.html#.V4UGudQrKXY


Por um acaso, encontrámos um disco antigo de 45 rotações EP, em que numa das faixas tem um Corridinho de Sintra. Composição e interpretação,  da autoria do acordeonista Carlos Areias. Produzido pela discoteca Santo António-Porto. Não foi possível determinar a data da edição.