sábado, outubro 29, 2011

Base Aérea de Sintra para companhias Low Cost?

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De uma notícia do DN:
"A base aérea de Sintra é a que reúne mais capacidades, na área de Lisboa, para servir como aeroporto para as companhias low cost, matéria que vai ser objecto de uma reunião entre os ministérios da Defesa e dos Transportes na próxima semana.
(...)
O jornal Público noticia esta quinta-feira que a companhia Easyjet vai assinar um acordo com o Governo para inaugurar, em Abril de 2012, um centro de operações numa base aérea em Lisboa.
Segundo fontes aeronáuticas, Alverca dificilmente será uma opção para as companhias aéreas de baixos custos, dado que as pistas são quase paralelas às do aeroporto da Portela - o que dificulta a navegação e gestão do tráfego aéreo.
Com a base da Ota desactivada e colocada numa zona onde o terreno circundante e a meteorologia (nevoeiros) não facilitam o tráfego aéreo, restam na zona de Lisboa as bases do Montijo e de Sintra."

´Foto:Maio 2008, Aeronostalgia, BA1- Granja do Marquês

2 comentários:

Fatyly disse...

Sinceramente disso não percebo nada, mas se já é assustador "o fazerem-se à pista" em dias de temporal e nevoeiro que por vezes dão "rasas" nas casas e prédios ainda longe...agora com estes não sei, não!

Aguardarei.

Carlos José Santos disse...

Nas manhãs de Inverno. Muitas vezes Vila Verde, Ral, Campo Raso e até Lourel, vistos de cima quando se vem pelo IC30, a paisagem parece quando voamos sobre as nuvens, tal a densidade do nevoeiro naqueles baixios, que se dissipa com o avançar da manhã. Por este facto que é uma realidade, não diária, nem de modo algum impeditiva de se levar por diante essa vontade, se é que ela existe, e não passa de mais uma treta para entreter, o povo.
Eu até prova em contrário sou a favor, porque podia ser que Sintra tirá-se benfícios com isso. Pois ter-se-iam que criar aerogares próprias, balcões de chegadas e partidas, bem como quem os operasse, empregos para motoristas de carrinhos de "fallow me", monta cargas, etc...
Quem me dera os meus vinte anos, em que como membro da Gloriosa FAP em Angola, fiz todo esse trabalho acumulado de controlo de voo, radiotelegrafista e secção de cargas, nos dias em que tinhamos os famosos NORD ATLAS, para trazer e levar carga e passageiros.