Porque hoje é Sábado...

Eu sou como a garça triste
Que mora à beira do rio,
As orvalhadas da noite
Me fazem tremer de frio.
Me fazem tremer de frio
Como os juncos da lagoa;
Feliz da araponga errante
Que é livre, que livre voa.
Que é livre, que livre voa
Para as bandas do seu ninho,
E nas braúnas à tarde
Canta longe do caminho.
(...)
Castro Alves ; Tragédia do Lar*
*De um poema de Castro Alves, poeta brasileiro(1847-1871) retirado daqui
Foto Garça nocturna ou Goral no rio das Maçãs/Colares esta semana
Comentários
São mesmo.
Abraço