*Gravura encontrada aqui
Sintra na obra de Roque Gameiro
Aguarela de Alfredo Roque Gameiro,com a foz do rio das Maçãs, na altura em que dividia a praia ao meio.
Almoçageme
Alfredo Roque Gameiro 1864-1934
«Entendíamo-nos muito bem. Aproveitávamos domingos ou feriados para percorrer arredores de Lisboa ou regiões do Alentejo, porquanto o pouco tempo livre que tínhamos e o meio individual de transporte de que dispúnhamos — que eram as bicicletas — não nos permitiam ir mais longe. Mas as nossas vidas prenderam-nos para sempre à capital e foi assim que o meu grande Companheiro acabou por ser o poeta que nas suas aguarelas melhor soube cantar e... cantarolar os encantos e os recantos da nossa amada Lisboa antiga.
Perdoe-se-me não ter sabido apagar mais a minha pessoa nos entrelaços desta pequena silva ditada pela saudade!»
in catálogo da exposição do 1.° centenário do nascimento do artista
Raul Lino
Notas:



1 comentário:
Que lindas aguarelas típicas de uma época.
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