segunda-feira, maio 07, 2012

Guerra de moradores vitimiza árvores no Lourel

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 Foto de Fevereiro de 2012, na altura do abate de dois plátanos em frente da  Vila do mesmo nome...


Em Fevereiro demos  conta de uma peculiar história, em frente à Vila dos Plátanos no Lourel, em que a pedido de alguns moradores desse imóvel a CMS, decidiu abater dois saudáveis plátanos. Plátanos, que tinham dado o nome ao imóvel em que os reclamantes vivem.


Agora,mais um capítulo deste estranho episódio, que  já  provocou o abate de  dois saudáveis plátanos. Em 26 Março último, foram plantados duas pequenas árvores,  com o objectivo de "compensar" o disparate/crime anterior.


Pequenas árvores, que  "misteriosamente"  deixaram  de existir naquele local na manhã do dia seguinte...

Fotos das árvores plantadas no local onde foram abatidos os Plátanos


arvore1 arvore2  A foto seguinte, demonstra a situação duplamente lamentável após o arranque das duas pequenas árvores plantadas - no sentido de compensar o disparate da CMS, em ter abatido em Fevereiro, os plátanos que já existiam, antes deste moradores  ali habitarem. arvore4

8 comentários:

Anónimo disse...

Desde que o plátano original foi abatido, costumo ver lá estacionado em cima do passeio um carro !!!

Anónimo disse...

comentários no "retalhos de Sintra":
"Anónimo disse...

Concordo que se abatam arvores vulgares como o platano da Alfredo Costa. Certamente que teria outra opinião se fosse uma arvore rara mas não é.
Devemos defender a plantação de arvores em Sintra que deem aroma e beleza. Quantas arvores foram plantadas recentemente? Quantas foram abatidas?
Quem qntabiliza? Só oiço dizer mal mal. Mas será que não há arvores de subtituição? Mais adequadas?

O anonimo

6 de Maio de 2012 15:22"

Sintomático do que se passa!

Anónimo disse...

Ainda mais sintomático é que chegou a aparecer nos comentários do Blog Retalhos de Sintra o link para a o Colóquio da Alagamares e depois foi apagado.
Há gente influente quem não quer que as pessoas fiquem mais esclarecidas e que vejam a realidade.

Anónimo disse...

Já vi no lugar onde abateram os plátanos,4 ou 5 carros diferentes. Aquele local transformou-se num verdadeiro parque de estacionamento, contribuindo assim para um "melhor embelezamento" daquela zona do que os Plátanos que foram abatidos.
Lamento que haja, na minha rua,
gente capaz de um gesto tão mesquinho, como o do roubo de 2 pequenas árvores.

Fatyly disse...

Lamentável e isto é uma pequenina amostra do CIVISMO, ENTENDIMENTO, EDUCAÇÃO E COOPERAÇÃO que graça na maioria dos portugueses.

Até tenho vergonha, sinceramente!!!!

Anónimo disse...

Somos mesmo o fruto de um povo que viveu no obscurantismo e na ignorância deliberada.
Não se mudam mentalidades se não houver uma vontade e um trabalho árduo nesse sentido.
E, no actual contexto vê-se que para que continuem a dominar convém que se viva uma liberdade/democracia a 50%.
Há lutas que apesar de pareceram simples são inglórias, esta parece uma delas.
sintrense

Anónimo disse...

andam a roubar tanto cobre, porque não umas árvores...?

pedro macieira disse...

Este caso não parece ter uma solução fácil.O processo iniciado pelo abate desnecessário de dois Plátanos pela Câmara Municipal de Sintra fazendo um jeito a alguns moradores, não parece ser uma boa prática.
A autarquia deveria antes de tudo defender o espaço público (de todos), e não fazer favores a um ou a vários moradores - e de seguida defender o meio ambiente, coisa que também não fez.Será necessário responsabilizar quem praticou este irresponsável acto.

O que se passou em seguida já está documentado no post - e é totalmente reprovável.

Parece que agora já se estaciona melhor no passeio em frente à VIla dos Plátanos - os dois ou três condóminos da Vila sem Plátanos,poderão agora agradecer agradecer à CMS, ter-se lembrado deles, mas haverá um número incalculável de moradores da rua a lamentar o que aconteceu, assim como todos que consideram as árvores no meio urbano issenciais à vida dos humanos, pelas suas sombras pela ornamentação e equilibrio dos espaços públicos - e tristes pela actuação daqueles que são eleitos para defender os municipes e que não o fazem.
Cumprimentos