segunda-feira, dezembro 12, 2016

A última morada de Carvalho Monteiro

Foto em 10/12/2016

"Carvalho Monteiro morreu em 1920. Tinha mandado construir o seu túmulo, no Cemitério dos Prazeres, ao mesmo arquitecto que construiu a Quinta da Regaleira, Luigi Manini. A porta dojazigo, também ele recheado de simbologia, era aberta com a mesma chave que abria aQuinta da Regaleira[3] e o seu palácio em Lisboa, na Rua do Alecrim.
O jazigo, localizado do lado esquerdo na alameda de quem entra no Cemitério, ocupando uma área com o lugar, o tamanho e a forma do secretário num templo maçónico, referenciando a igreja como oriente, ostenta múltipla e variada simbologia.
A porta tem, gravada na aldraba, uma borboleta da família Sphingidae (esfingídeos) que tem a particularidade de ter um desenho no tórax semelhante a uma caveira[4].
O gradeamento, que podemos ver nas traseiras do jazigo, ostenta a simbologia do vinho e do pão, o espírito e o corpoCorujas, símbolo de sabedoria, ornamentam o jazigo, assim como as papoilas-dormideiras que simbolizam a morte."
*Texto retirado da Wikipédia
Foto da traseira do Jazigo de Carvalho Monteiro em 10/12/2016
Pormenor do jazigo, foto em 10/12/2016

"Curioso é tambem o facto de, no jazigo de Carvalho Monteiro- onde, de resto, há cruzes de oito pontas e uma cruz com rosa no meio - estar depositado o corpo de uma senhora de apelido Daun e Lorena.
Ora, a alemã com quem o futuro Marquês de Pombal casou, quando embaixador em Londres, era a condessa de von Daun, avó, portanto, do Lusignan, que foi primeiro Grão-Mestre da Maçonaria portuguesa. Coincidência? Estará a presença de Leda-Melusina na Quinta - onde ocupa um lugar central -relacionada com algum tipo de relações familiares ou de amizades?"
in "Jardins Iniciáticos da Quinta da Regaleira" de José Manuel Anes

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Notas sobre o Jazigo de Carvalho Monteiro no cemitério dos Prazeres
http://riodasmacas.blogspot.pt/2016/03/notas-sobre-o-jazigo-de-carvalho.html

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