sábado, dezembro 10, 2016

Porque hoje é Sábado...

“A vida às portas da vida/ e o azul masculino de um rio/ Amor ardente /de forma distinta”.*

Antes de morrer, Mário Cesariny terá expressado o desejo  de quando chegasse a sua hora queria ser sepultado num jazigo no Cemitério das Prazeres. Dez anos após a sua morte foi na última quinta-feira transladado com uma cerimónia evocativa.
Monumento "Restaurado e personalizado por Adolfo Leal, com uma escultura em bronze de Manuel Rosa, testamenteiro e editor do surrealista."
In Observador

Na parte de trás do jazigo  a reprodução de um desenho do artista "Menina-poesia"
*Poema inscrito no Jazigo



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