Amanhã, dia 13 de Abril, a Freguesia de Benfica comemora 762 anos do “Lugar” de Benfica. Nesse mesmo dia acontece também o aniversário da fundação da Sociedade Filarmónica de Benfica, criada a 13 de Abril de 1859. O meu avô Eugénio Germano Baptista, homem muito atento ao mundo que o rodeava e republicano convicto, falecido em 1992 com 91 anos – deixou um importante espólio documental e fotográfico sobre a Euterpe de Benfica, de que tinha sido secretário, director e músico, assim como o meu bisavô João Germano Baptista (reeleito para a gerência de 1914). Face a essa documentação procurei saber mais sobre a Euterpe de Benfica e a partir desse momento consegui muita informação histórica devido à inexcedível colaboração de Alexandra Carvalho, autora do blogue “Retalhos de Bem – Fica”,e também de Fausto Castelhano e de vários leitores – bem como a simpática colaboração de Domingos Estanislau ex-Presidente do Clube Futebol Benfica. Este ano, Ricardo Marques, Presidente da J...
Comentários
- Qual senha? pergunto eu
- Tem que tirar uma senha e aguardar a vez para se sentar numa mesa. Disse o empregado.
Entretanto uns estrangeiros tinham tirado uma senha.
- Dado que não tem senha tem que ceder a mesa às pessoas que entretanto tiraram senha. Disse o empregado.
Reparei no aparelho de tirar senhas e o letreiro com o numero do cliente seguinte, e dado que é regra da casa, levantei-me e sai com a consciência , e com muita tristeza, que aquele foi o ultimo dia que entrei na mítica piriquita, e que esta deixou de ser dos Sintrenses.
Nasci na Vila, no antigo hospital, e sempre morei nas proximidades, embora não no centro.
Gosto do interesse de gente de todos os cantos do mundo em conhecer esta, que também é a minha terra. No entanto, embora more tão perto, sinto-me de certa forma impedida de usufruir do seu espaço, pelo menos com a forma e frequência que gostaria, devido ao imenso caos do tráfico automóvel, ao estacionamento, e outros factores onde os preços turísticos e a forma de lidar com o público nacional e estrangeiro também têm o seu lugar.
Salvam-me os recantos ainda desconhecidos do grande público, esplanadas aprazíveis com belas vistas, livres de azáfamas, que manterei secretas por puro egoísmo.
Há anos que detenho uma posição sobre o turismo: nas nações ditas civilizadas não se faz distinção entre o nativo e o turista. Tudo é pensado e criado com o grande objectivo de satisfazer as necessidades dos cidadãos, e aumentar a sua qualidade de vida em todos os quadrantes.
Desta forma os turistas virão por curiosidade e pelo desejo de fazer parte desse modus vivendi.
Somente nos países de terceiro mundo é que é comum uma enorme dicotomia entre uns e outros, enfiando-se turistas em resorts fechados que em nada se assemelham à cultura e condições locais. Pois eu gostaria muito que optássemos por uma estratégia de gente civilizada.